História Dreams of an Angel - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Ayumi_McKennye

Postado
Categorias Originais
Tags Anjos, Demonios, Família, Mistério, Romance, Sobrenatural, Suspense
Visualizações 16
Palavras 898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hellooo
Já que a Ayumi veio ae falar que eu demoro pra postar por que sou preguiçosa, vou adicionar mais um cap hoje HAHA
Aqui vamos conhecer a garota que o nosso querido anjo vai ter que ''vigiar''.
E isso não vai ser nada facil pro Ariel, por que pelo jeito a garota é bem difícil, mas vocês vão entender melhor nesse capítulo, que é mais pra isso mesmo, mostrar a tal garota, e a personalidade dela ^^
Até breve

~Rafa

Capítulo 4 - A garota popular


Ouvi a enfermeira chamando por mim, e entrei em uma porta qualquer. Era um banheiro grande.

- Quem está aí? – perguntou uma voz masculina, que aparentemente estava tomando banho em um dos boxes.

 Eu não respondi. Meus olhos bateram nas roupas sobre a pia.

Bom, eu não era mais um anjo. Não faria diferença se... dane-se.

Peguei todas as roupas e olhei-as. Era uma camiseta branca, uma jaqueta de couro preta e uma calça jeans preta. Me troquei depressa e saí dali tomando cuidado para não ser visto.

  No momento eu me sentia um tanto livre, mas ainda assim um idiota. Como pude querer vir para esse lugar?

 Saí daquele hospital o mais rápido possível. Eu tinha muita coisa para fazer agora.

 Primeiramente, tratei de me afastar do hospital o máximo que deu, então parei em uma praça e me sentei.

Seguindo o ‘’protocolo’’ logo alguém viria atrás e mim, encher minha paciência. Talvez eu ainda tivesse uma chance de voltar ao céu.

Só não sei quanto tempo demoraria para alguém notar que eu ainda existo e resolver descer aqui para ajudar em alguma coisa.

 Fiquei ali por um longo tempo, pensando nisso...

*** *** ***

 

- E aí Clhoe, vai poder ir na festa com a gente? – me perguntava Peter, sentado no canto da mesa.

- Não. – respondi com um riso aborrecido. – Minha mãe tá dando uma de mãe preocupada. Praticamente me prendeu em casa. – Afinei a voz e imitei minha mãe: - Não, Clhoe, você não pode sair até estabilizar suas notas, entendeu mocinha?

 Todos ali riram.

Peter e Evans eram os dois garotos mais populares da escola e os que mais arrancavam suspiros das garotas, e por sorte estavam na minha turma esse ano. Alícia e Melissa eram irmãs. Duas garotas legais, extrovertidas e bonitas que faziam sucesso com seus estilos, senso de moda e vozes legais. As duas cantavam em bares para ganhar dinheiro e tinha muitos seguidores na internet.

E eu, bom. Eu tinha dezessete anos, uma vida sem graça em casa e me destacava por andar com os populares da escola. Pelo menos esse ano.

Até ano passado eu era incrivelmente sem graça, mas agora...

Aprendera a me vestir bem, a me maquiar e eu era sinônimo de uma pessoa legal e popular da escola. Os garotos me chamavam para sair, as garotas eram minhas amigas e algumas até davam em cima de mim também.

Eu vivia uma vida de diversão, que minha avó, muito religiosa, insistia em chamar de ‘’vida de pecados’’. Se isso era pecado, o pecado era muito bom.

- Clhoe, verdade que saiu com o Jared do último ano antes de ontem? – perguntou Melissa mascando chiclete e ajeitando os óculos de armação negra. Alícia era a cara de Melissa, com poucas diferenças. A garota segurou as duas tranças e saltou os olhos.

- Não creio! – exclamou. – O Jared? O do time de basquete? Sério?

 Confirmei, sorrindo orgulhosa.

- Como se isso fosse motivo para orgulho. – resmungou a nerd da turma.

 Eu encarei-a. Ela tinha cabelos marrons sempre presos e bagunçados, ao contrário dos meus lindos cabelos negros e brilhosos. Ela tinha um sorriso torto, com aparelho, ao contrário do meu sorriso perfeito.

 Ela usava roupas de aparência antiga, foras de moda, e ouvia rock clássico, o que deveria ser seu único ponto bom. Fora os óculos de velha que usava.

- Ninguém pediu sua opinião, Lucy-esquisita.

 Ela me lançou um olhar tão mortal que por um segundo eu me assustei, mas óbvio que evitei ao máximo demonstrar isso. Estávamos no intervalo, mas metade da turma ficava pela sala, conversando e alguns estudavam para as provas.

Todos ali riram e começaram a repetir baixinho ‘’Lucy esquisita, boa essa’’ ‘’e aí Lucy-esquisita’’.

 A garota levantou e parou diante de mim. Em filmes, livros, ou ali mesmo naquela porcaria de escola eu nunca vira uma nerd discutir com uma popular que nem eu, mas a garota ergueu um dedo e apontou-o para meu nariz.

- Se eu sou esquisita você é uma patricinha mimada. Ou melhor, nem isso, por que patricinhas moram em casas grande com piscina e quartos só seus e você mora em uma casa de classe média baixa e divide quarto com duas crianças.

 - Uooouuu.... – ecoou pela sala toda.

 Eu ia responder, mas a nerd continuou.

- Agora, vamos ver o que mais. Patricinhas mimadas ganham tudo o que querem e fazem o que querem, você tem que ter permissão da mamãe...

 Novamente o couro de alunos zombando de mim ecoou. Essa garota... ela chegara a recém a três dias e já se achava no direito de me enfrentar. Quem ela pensa que é?

- Eu posso ser nerd, posso ser o que você quiser, mas não dependo de mamãe para sobreviver e colocar comida na minha boca.

 Ela estava passando dos limites.

 Empurrei-a com força para trás e prensei-a contra a parede.

- CLHOE!

 Me virei assustada. O professor de matemática entrou na sala com o semblante extremamente fechado.

- Professor...

- Para a sala do diretor. AGORA!

 Eu lancei um olhar a tal da Lucy. Ela tinha um leve sorrisinho estampado naquele rosto feio.

- Eu pego você na saída. – falei baixinho.

- Vou esperar. – falou ela confiante.

 Droga. Era a segunda vez que eu ia para a secretária essa semana. Se chamassem minha mãe eu estava ferrada. Eu sempre tenho que fazer besteiras. Droga. 


Notas Finais


Como eu disse lá no inicio, isso é só uma apresentação basiquinha
No próximo capítulo a história começa de verdade e logo tem o encontro do nosso anjo com a humana chata hahahah
Até a próxima Nutellas ^^
~Rafa de novo kkkk


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