História Drink Flames (HIATUS) - Capítulo 5


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Categorias Justin Bieber, Maggie Lindemann
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Maggie Lindemann, Personagens Originais
Tags Drink, Flames, Justin Bieber, Maggie Lindemann
Visualizações 600
Palavras 3.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey bebês. Desculpem por não responder aalguns dos comentários, ainda vou responder ok? Não se sintam deixadas!

Fiquei em dúvida entre esse banner ou um em que ele está mesmo DENTRO do carro KKKKK mas nessa ele tá com tanta cara de fodedor que não resisti.

Preparadas para bugar e se apaixonar ainda mais por Lextin? Então boa leitura!

Capítulo 5 - Good Girl


Fanfic / Fanfiction Drink Flames (HIATUS) - Capítulo 5 - Good Girl

Justin me beija como se fosse a última coisa prazerosa que pudesse fazer na vida. Somos dois insaciáveis travando uma batalha incessante entre nossas línguas. Uma sincronia perfeita e deliciosa que tem gosto de menta. Sorrio contra os lábios do loiro com o pensamento bobo e abraço seu pescoço o puxando para que não haja distância entre nós, Bieber faz o mesmo com a minha cintura e sinto as barras gélidas da esteira na qual estou sendo apertada.

Ele agarra minhas coxas e em um piscar de olhos estou sentada no corrimão do aparelho. Abro minimamente minhas pernas permitindo que ele fique entre elas e acabo emitindo um gemido suave conforme os lábios carnudos se afastam dos meus, beijando meu pescoço com vontade e uma calma torturante.

— Gostosa do caralho. — sussurrou no pé da minha orelha e um frisson percorreu meu corpo, Justin dedilhou minhas coxas e apertou minha bunda por baixo da saia, então foi mais pra frente ultrapassando o limite que eu deveria ter colocado, agora tocando minha calcinha já encharcada.

— Justin..

— Shh! — me repreende voltando a trazer seu rosto para perto do meu e ficamos nos encarando, estou tão ofegante que chego a me envergonhar do ritmo apressado em que meu peito se movimenta em busca de ar. Ele roçou nossos lábios e estou prestes a beijá-lo novamente quando o sino toca.

Eu nunca odiei tanto ouvir esse barulho.

Passo a língua entre os lábios e olho em volta como se estivesse voltando para a realidade, porém Bieber me leva novamente ao "sonho" quando coloca seu polegar para dentro da minha calcinha e esfrega meu clitóris. Abro a boca em um perfeito "O" gemendo baixo.

Não, isso está errado.

— Bieber.. — o chamo e uso toda a vontade que não tenho para tirar a mão dele da área proibida. Ele sorri levando o dedo até seus lábios e experimentando meu mel.

Oh meu Deus!

O observo totalmente desnorteada e excitada, notando isso ele pisca para mim lambendo os próprios lábios que tinham um pouco do meu gosto.

Não pode ter acabado, argh! Ele estaria usando essa língua em você se não fosse essa sus boca grande. — meu inconsciente me provoca. Minhas pernas estão tão bambas que não tenho certeza se consigo ficar em pé.

Antes de se afastar ele me beija lenta e intensamente, mas sou obrigada a parar com aquilo quando minha Deusa interior começa a falar mais alto e eu sinto que isso pode acabar mal.

— Acho que temos que ir. — sussurro quebrando o beijo e Justin gira os olhos em descontentamento.

— Só se você quiser.

Eu não quero! — choramingo mentalmente.

Temos que ir. — enfatizo para deixar claro que não temos escolha.

Desço da esteira ajeitando a saia que com todo o calor do momento já estava quase na minha cintura, noto as esferas carameladas me queimando e levanto a cabeça constatando que o loiro secava meu corpo sem pudor.

Começo a andar um pouco receosa e sou acompanhada por ele, voltamos para o corredor da nossa sala de aula em completo silêncio, o que foi difícil para mim que costumo falar mais que a boca.

— Tenho treino agora.

— Sei disso. — indica minha roupa com a cabeça e eu dou um sorriso amarelo.

Justin me encara com os olhos semicerrados, sério, sexy e impecável. Todos os traços perfeitos que me encantam e trazem uma nostalgia intrigante, mas envolvente.

Essa troca de olhares dura pelo menos três minutos, ele permanece sem falhas, mas eu já estou prestes a ter um curto circuito de tanto nervoso. É como se ele conseguisse ler minha mente e ver todas as fantasias eróticas que meu cérebro pervertido insiste em criar com nós dois. Toques, beijos e muito sexo. Justin Bieber deve carregar muitas habilidades, e uma delas é fazer uma virgem criar cenas de sexo explícito na cabeça. Parabéns, garoto.

— Então… tchau. — sou muito idiota.

Ergo minhas sobrancelhas e me viro soltando o ar que nem mesmo me lembro de ter prendido. Já prestes a ir andando me assusto quando ele agarra minha cintura e me puxa contra o seu peito.

— Caralho. — sussurra no meu ouvido e eu paro de checar se tem alguém olhando, fecho os olhos e mordo meu lábio com força. — Se eu for obrigado a te ver com essa saia todos os dias não vou responder por mim ou pelos meus atos.

— Você vai ser obrigado. — Sorrio vitoriosa e me viro para ele que se inclina para me beijar, desvio sacudindo a cabeça.— Eu já tinha dito tchau. — sussurro em seu ouvido e mordo lentamente seu lóbulo da orelha antes de me afastar e dar uma piscadela em sua direção.

Justin maltrata o inferior entre os dentes e posso notar o desejo exalando dele. Consegui ser eu mesma com ele pela primeira vez. Aleluia.

Me afasto dele e pisco saindo dali antes de ter uma recaída.

Chego na quadra e as meninas estão se alongando, até me iludi pensando que não teria que inventar uma desculpa para Malia e Serena, mas elas já estavam ali e me olhavam desconfiadas.

— Eu só estava andando.

— Pensamos que fosse preparar as coisas para o treino. — rebate Serena.

— Eu ia, mas acabei perdendo a noção do tempo e só fiquei por aí. — aos beijos com um Deus grego.

— Certo. — dizem em coro e se entreolharam rindo uma da outra, acabo fazendo o mesmo.

— Vamos começar? — grito chamando a atenção de todas alí.

E assim elas concordam e começamos o treino que tiraria Justin dos meus pensamentos por pelo menos três horas. Eu espero.

O sino toca e eu me jogo sentada no chão depois de quase morrer de cansaço físico e emocional, grande parte da minha canseira se baseia na Stacy e seu gênio irritante.

Vejo as meninas se aproximando e dou um meio sorriso me levantando sem pressa.

— Estou tão quebrada. — reclama Serena e eu mostro dois dedos indicando que estou tão na merda quanto ela.

— Qual é gente? Somos líderes de torcida, ânimo toda hora lembram? — fuzilamos Malia com os olhos e a ruiva se encolhe.

Mal diz isso porque estamos treinando para o primeiro jogo em que ela participa, já eu e Serena temos um histórico longo e cansativo.

— Vamos. — as chamo começando a andar na frente.

Hoje o tempo é corrido já que tenho que ir para a loja, e para piorar mamãe não é muito fã de que eu vá com o meu uniforme "curto e chamativo" como ela diz, então tenho que me trocar antes de ir, mas felizmente a loja fica só duas ruas de distância do colégio.

— Nós deveríamos sair. — Serena quebra o silêncio e eu a olho por cima do ombro.

— Alguma sugestão? — Questiono.

A loira não é responde fazendo uma cara de assustada, continuo andando até sentir o impacto com um corpo maior e mais musculoso. E é claro que ele se aproveitou para me agarrar.

— Troy! — reclamo e escuto risadas dele e de mais alguns garotos do time que o acompanhavam, corro os olhos rapidamente por cada um e só estaciono minhas íris no mais inesperado. Justin estava entre eles.

Tento não olhar muito pra ele, mas é quase impossível. O loiro nos observa atento, maxilar travado e olhos que mesmo sérios ainda tem um toque divertido. Ele quer saber até onde a liberdade de Troy vai, mas mal sabe ele que eu não consigo controlar o meu ex namorado.

— Você sumiu ontem, onde estava? — Franzo o cenho pigarreando para falar.

— Eu tinha que ajudar minha mãe.

Não é mentira, eu realmente tinha que ajudá-la, mas não foi o que fiz e o Troy não precisa saber, até porque não vou dizer que estava com o Collin, Malia iria formular um questionário e eu não consigo achar um jeito legal de dizer "ele não está nem aí pra você."

— Mesmo? — Faço que sim com a cabeça e olho as meninas, Serena está entediada e Malia aparentemente interessada.

— Sim. — fuzilo Troy com o olhar e ele ri pelo nariz colocando o rosto no meu pescoço, nisso posso olhar para o Justin que ainda está nos observando, já os outros garotos conversam entre si.

— Fiquei sabendo que saiu daqui com o Collin, e você sabe muito bem do que sou capaz se souber que tem algum filho da puta encostando em você.

Imagine se ele souber que o único que vem me atiçando está entrando para o grupo de amigos dele. Aiai. Mas como foi que ele ficou sabendo? Pelo visto os meninos não estão tão diferentes das meninas no quesito fofoca.

— Me poupe, Troy. — empurro o corpo dele e o mesmo me lança um olhar cheio de desdém. Ignoro completamente e vou saindo dali sem olhar mais para nenhum deles, do mais irrelevante até o que mais me interessa no momento. Justin Bieber.

Não tive tempo de ver ninguém na saída, minha mãe exigiu que eu fosse para a loja e é exatamente o que estou fazendo.

Mamãe me contou que desde pequena sua paixão sempre foi desenhar, e nisso saíram tantos e tantos vestidos que hoje ela tem sua própria marca de roupas, posso dizer que a moda é o nosso ganha pão.

Entro na loja que tem porcelanato preto no chão e paredes brancas perfeitamente limpas. Todos os manequins são prateados ou doutorados, e as roupas ficam separadas por ordem de cor. 

Impecável como um DeWitt deve ser.

Passo pelo grande salão onde estão as peças mais conservadoras — caretas — e subo a escadaria indo para o escritório da minha mãe, ao entrar vejo Margot com alguns papéis em mãos, parecia bastante ocupada, mas quando me vê dá um sorriso largo.

— olhe só quem resolveu obedecer. — larga todos os papéis e vem até mim me dando um abraço apertado.

— Como se eu fosse desobediente. — reviro os olhos e ela beija minha bochecha.

Por que minha mãe insiste em ser tão carinhosa sempre? Eu já tenho dezessete anos, argh.

Levanto a cabeça e ela entende que quero saber o que devo fazer.  

— Bem, você pode começar colocando estes desenhos no painél com os alfinetes na vasilha.

Ela aponta para um painel gigante que ocupa boa parte da parede esquerda do escritório, nele ficam os desenhos de algumas peças que precisam ser repensadas, mamãe é muito talentosa e devo dizer que a maioria dos que ficam pendurados já estariam feitos se eu mandasse em algo por aqui.

Deixo a mochila no sofá do canto e faço o que ela pediu juntando os papéis e os prendendo com os alfinetes coloridos, o trabalho chega a ficar divertido quando me deixo levar pela música que predomina todo o escritório, e após alguns minutos já estou indo buscar mais desenhos para pendurar. Estou mexendo os ombros no ritmo de "Love me like you do" da Ellie Goulding, uma das minhas músicas favoritas. Vou juntando os papéis para pegá-los com mais facilidade e dou um sorriso lembrando do ocorrido de hoje mais cedo na academia do colégio. 

— Você parece animada! — Margot diz sorridente e empurra mais desenhos para o meu peito, os abraço e dou de ombros rindo baixo. — tem o Troy nessa história? — arregalo os olhos.

Minha mãe é sem dúvidas a pessoa que mais apoia meu namoro com o Troy, nem passa pela cabeça dela que ele me traiu, só falei que terminamos porque éramos muito novos e estava tudo dando errado, e por isso tenho que aguentar a torcida dela para que nosso relacionamento volte a vida.

— Claro que não, mãe. — Digo o óbvio e ela gira os olhos desapontada.

— O que é então?

— Um garoto novo. — Dou de ombros. Eu devo contar essas coisas para a minha mãe né? — Não é nada sério, nós só nos beijamos. — E ele me viu quase nua e me tocou por breves segundos hoje… mas ela não precisa saber disso

— Agora estou curiosa. — Mamae parece feliz. Me sento na mesa dela e cruzo as pernas colocando os desenhos ao meu lado. — Qual é o nome dele?

Respiro fundo antes de falar, até porque é a primeira vez que digo isso em voz alta, e por incrível que pareça minha mãe está sabendo antes das minhas melhores amigas.

— Justin, o nome dele é Justin Bieber.

O sorriso da mamae desaparece repentinamente. Estranho. Ela me olha assustada por longos segundos, fico do mesmo jeito, cheia de medo.

— Mãe?  Tudo bem? Você quer uma água?  — estou prestes a descer da mesa para buscar, mas ela me segura.

— Bieber? — a voz dela quase não teve som, isso tudo é muito esquisito.

— V-você o conhece?

— Mas é claro que não. — joga os papéis na mesa e passa as mãos no rosto. — Lexi, onde você encontrou esse garoto?

— Por que está agindo assim? Mãe, você sabe de..

— Não sei de nada! — vociferou e eu arregalei os olhos. — Só não quero minha filha andando com vários por aí. Você não estava com o Troy? Então quero que fique longe desse tal de Justin, não estou afim de falatório sobre a minha família.

A olho sem entender o motivo de tanta bipolaridade. Há minutos ela estava feliz por saber que tinha um garoto novo, e do nada tudo mudou. Céus!

— Mãe..

— Já chega. Eu quero que você vá pra casa agora, está de castigo.

— Mas o que eu fiz? — grito revoltada e ela me olha cheia de ódio.

O que é que está acontecendo?

— Lexi DeWitt Scarly, vou mandar uma das garotas te levar pra casa, e caso me desobedeça você já sabe.

Acabei ficando quieta para poupar meu tempo. Sério que ela vai surtar assim? Não tenho paciência.

Sem demoras uma das funcionárias da mamae foi chamada e ganhou o cargo de motorista do dia. Eu cobraria por esse trabalho extra. Mamae não gosta que eu ande com homens mais velhos dirigindo, se ela é exagerada? Muito. Durante o caminho para a casa Justin me ligou duas vezes, mas é óbvio que não atendi. Não perto de uma das amigas da minha mãe, Deus me livre do drama.

Ela me deixou em casa e eu fui direto para o meu quarto onde finalmente pude parar para pensar no QUÃO ENORMEMENTE ESTRANHA FOI A REAÇÃO DA MINHA MÃE. Exagero é pouco para aquilo, fala sério. 

Depois de uma análise de motivos eu tomei um banho rápido e vesti uma blusa branca comum seguida por um short rosa. Então me lembro das chamadas ignoradas e me sento na cama podendo retornar a chamada de vídeo do Justin, ele atende rápido. Está sério e pelo que consigo ver se encontra em um carro. Uau, não sabia que ele já tinha um.

— Pensei que estivesse fugindo de mim. — Ele diz baixo analisando a imagem que tem de mim, vendo onde estou.

— Por que eu fugiria de você? — Afinal você é gostoso e tem mexido com algumas partes mais íntimas minhas.

— Não sei. Assuntos mal resolvidos com o seu ex talvez. — Dá de ombros dedilhando sua barba por fazer. Reviro os olhos e ele trava o maxilar.

— Meu ex é um possessivo irritante que acha que ainda manda em mim.

— Então você está livre para receber ordens de um verdadeiro mestre? — rimos juntos, mas notei um pouco de verdade na brincadeira dele.

— Talvez. O que esse tal mestre quer que eu faça? — ergo as sobrancelhas e uso meu Mike Wazowski para apoiar o celular, fico de joelhos sobre a cama e apoio as mãos pouco a frente do corpo.

— O mestre quer que você tire essa blusa. — Estremeço. Lá vamos nós de novo.

Parece que um flash aparece na minha cabeça, mostrado-me todos os motivos que me dão carta branca para fazer o que ele está pedindo. Dois deles são: minha mãe não está em casa e ela quer me afastar de alguém que nem conhece. Odeio que mandem em mim.

Sem precisar pensar em mais nada eu me livro da camiseta e a jogo na escrivaninha do outro lado do quarto. Meu sutiã é branco com alguns detalhes rosa claros e deixam meus seios perfeitamente encaixados e certinhos. Justin morde o lábio murmurando algum palavrão que não decifrei direito qual era e se remexeu desconfortável no banco do carro.

— E agora? — Pergunto um pouco perdida e ele sorri de canto, por alguns segundos a câmera se move e eu não consigo ver nada com muita clareza, só quando ele para de se mexer, e nesse ponto o celular está em algum suporte de frente para ele.

Justin se deita um pouco no banco e se não me engano está abaixando as calças.

Droga, o que ele vai fazer? — Você sabe exatamente o que ele vai fazer seu projeto de virgem falsificado. — Meu inconsciente surge repleto de ignorância e eu sinto o ar faltando, segundos depois noto que eu estava prendendo o mesmo. Solto todo o ar e pisco algumas vezes vendo ele segurar algo que sei bem o que é...

— Justin...

— Olha como você me deixa, garota. — se levanta um pouco e eu posso ver seu membro ereto... Por mim. minha intimidade pulsa e os batimentos em meu peito se aceleram de um jeito descomunal. — tem noção de como eu quero sentir você?

Sorri tímida e ele passa a língua entre os lábios se inclinando até o celular.

— Agora tire essa short. Fique nua pra mim vai. — sussurrou próximo ao microfone. Ele deve ter notado como é bom parecer que ele está aqui no quarto.

Meu inconsciente até se calou com toda a sensualidade do loiro, enquanto isso minha Deusa interior pula de um lado para o outro gritando para Deus e o mundo o quanto esperou por esse momento.

Sem a capacidade de dizer nada eu apenas obedeci e me livrei das últimas três peças de roupa. Short, sutiã e calcinha.

Estou novamente de joelhos e ele nega com a cabeça.

— Eu vou bater uma pra você, e você.. — abro a boca para comentar, mas desisto e permaneço quieta, deslizo minha mão para minha virilha e sou repreendida por seus olhos caramelados. — Você vai conversar comigo, não quero que se toque.

Justin tomba a cabeça pra trás e fecha os olhos.

Como assim?!

— P-por que não posso…

— porque o único que vai tocar em você sou eu, Lexi. — me interrompe.

Arregalo os olhos involuntariamente e agradeço aos Céus por ele estar de olhos fechados e não ter visto minha reação ridícula. Mas como assim? Nem eu mesma posso me tocar?

— Tá bem. — ele sorri satisfeito. — mas então..

— Você é virgem? — ele é bastante direto na pergunta. O que eu digo? Afinal eu não quero parecer inexperiente, não quero que ele me veja como um brinquedinho vulnerável.

— N-não.. — Acabo mentindo e pressiono os dedos na minha coxa.

Justin trincou o maxilar e balançou a cabeça parecendo irritado. O que será que ele tem?

— Ótimo. Fique de quatro para a câmera. — meu queixo tem queda livre e eu estou estatística. Meu Deus, o que eu fiz?

Agora que ele acha que não sou virgem eu sou obrigada a agir como se fosse verdade. Lentamente fico de quatro para ele e escuto um gemido baixo daquela voz rouca. Fecho os olhos me segurando para não me tocar, mas é quase impossível com os gemidos daquele loiro delicioso para mim.

— Oh, porra Lexi. — afundo o rosto nos travesseiros completamente frustrada.

Como ele pode mandar no meu próprio corpo desse jeito? Mais do que tudo nesse mundo eu queria sentí-lo, eu o desejo de um jeito inexplicável para uma garota virgem. Meu desejo agora é me tocar e fechar os olhos fantasiando as mãos dele passeando por todo o meu corpo, seus dedos no meu ponto de prazer, nossos corpos colados, lábios em batalha e os gemidos por todo o quarto. Eu quero ele aqui.

— Coloque seus dedos nessa buceta — levanto a cabeça imediatamente. Uma felicidade aparece me mostrando como eu também tenho um lado safado e insano. — depois prove o seu próprio gosto. Sinta o gosto que eu senti hoje mais cedo e veja como você é deliciosa. — mordo os lábios gemendo baixinho só com as palavras dele

O mestre mandou e eu não sou nem louca para negar.

Rapidamente posiciono meus dedos no meu clitóris e começo a esfregar lentamente.

— Oh Justin 

— Caralho.  — emito um gritinho grave escutando a voz rouca atrás de mim.

Meu pré gozo começa a lambuzar meus dedos e eu contorno minha entrada, afasto os lábios maiores com o dedo indicador e o anelar, então posiciono o dedo do meio na minha entrada e penetro a pontinha, fodendo a mim mesma enquanto em meus pensamentos Justin está aqui comigo aproveitando tudo o que quiser de mim.

— Porra. Isso Lexi, assim. — com a boca entreaberta eu olho por cima do ombro. Ele divide seu olhar entre mim e o seu pau, os movimentos rápidos dele chegam a me impressionar.

Por um minuto o silêncio predominou meu quarto, então ele torna a falar dessa vez mais calmo, só que ainda ofegante

Ele já gozou.

— Agora pare. — forço os olhos. É até maldade me pedir algo assim, mas acabo fazendo para mostrar que sou obediente quando quero. — prove o seu gosto. — choraminguei baixo me ajeitando na cama e sentei de frente para o celular, Justin sorri e negou com a cabeça. — Eu vou comer você em breve, gatinha. Não fique frustrada. — respirei fundo me xingando mentalmente por ter gostado de ouvir aquilo, mas para disfarçar levo os dedos até minha boca e provo meu próprio gosto suspirando pesadamente. — Esse gosto é tudo o que eu queria agora, baby. — Enrubesço e pisco em uma sequência desnecessária vendo ele massacrar seu lábio inferior com os dentes.

Me deito de bruços e debruço diante do aparelho celular, tenho que segurar meu telefone para que ele não tombe, ajeito ele novamente apoiado no Mike Wazowski e suspiro observando o loiro. Justin sobe as calças e pega o seu iPhone em mãos me deixando ver seu rosto mais de perto.

— Não sabia que dirigia. — Comento algo aleatório, pelo menos é isso que as mulheres fazem nos filmes depois do sexo.

— Você não sabe? — nego com a cabeça — Isso é uma surpresa.

— Dirigir parece legal.

— Normal. — ele dá de ombros e tira os olhos do celular por alguns segundos, observando a rua ou seja lá onde ele estiver.

— Onde você está? — pergunto baixo com a voz meiga. Quem sou eu e o que fiz com a Lexi DeWitt?

— No estacionamento da escola dos meus irmãos.

— Você tem irmãos?

— Sim. Jaxon tem quatro anos e Jazmyn tem seis.

O QUE? Não sei se estou mais surpresa por ele ter irmãos mais novos ou por ter se masturbado no estacionamento da escola infantil.

Me vendo espantada ele resolve agir naturalmente e o vejo ligar o carro.

— Então você tem interesse por direção, hm? — Concordo com a cabeça — o que acha de aprender a dirigir?

Ele está brincando?

— Mas… — olho em volta buscando palavras. — Você não me parece um professor muito paciente.

— Você não é experiente em sexo e se esforçou. Farei o mesmo.

— Você sabia que eu sou..

— virgem? Gata… eu sou Justin Bieber. Conheço as pessoas. — pisca e eu quase morro de vergonha.

Mas mal sabe ele que o conheço nos meus sonhos.

Certo, Margot não iria deixar de jeito nenhum, então o jeito é sair sem dizer nada. Ninguém mandou ela surtar daquele jeito, então que se foda

— Tudo bem. Então será meu professor hoje, Sr. Bieber?

— Isso aí. Prometo me segurar para não te comer aqui mesmo. — Fecho os olhos deixando a frase ecoar na minha cabeça por várias vezes. Isso é maravilhoso. — Não vou te obrigar a nada. — pisca e encerra a chamada sem me deixar dizer nada.

Ele não vai me obrigar a nada, hm.. Mas muito do que ele quer eu também quero, então suponho que talvez hoje aconteça mais do que apenas aulas de direção



Notas Finais


AAAAAAH EU AMO ELES, EU KKKKKKKKKKKKK

Obs: Jaxon e Jazzy são bem mais novos aqui, mas o Justin também, pois ele só tem 18 aninhos! ❤

Espero que tenham gostado meus amores. Vou responder o comentário de vocês tanto no capítulo anterior como nesse.

Até o próximo capítulo. Sz


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