História Drink Flames - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Drink Flames, Justin Bieber, Kylie Jenner
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Palavras 6.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SEXTA FEIRA É DIA DE QUE??? ISSO MESMO. ATUALIZAÇÃO DE DF!

Já quero começar agradecendo pelos 300 favoritos!!

Leiam as notas finais 😍


BOA LEITURA!

Capítulo 5 - Anywhere.


Fanfic / Fanfiction Drink Flames - Capítulo 5 - Anywhere.

Em alguns momentos eu tive que lidar com o silêncio de Justin que parecia ser perturbado por algumas das perguntas. Sendo elas sempre as do seu passado. Bem, o relógio digital sobre a mesa indicava o quanto as horas se passavam rápido quando o meu lado do acordo está em ação, mas tudo bem. Quase duas horas já são alguma coisa para o primeiro dia, considerando que há uma semana atrás eu não tinha nem idéia do que fazer.
 

— Algo me chama a atenção em você. -Confessei mantendo o foco dos meus olhos no papel e na caneta em minhas mãos, mas pude perceber Justin se ajustando na cadeira. O olhar queimando em minha pele. - É completamente o contrário do que eu imaginava. Consigo ver classe em você, algo que eu não imaginava enxergar tão claramente em um..
 

— Marginal? -Franziu a testa após roubar as minhas palavras.

 

— Bem… -Respirei fundo e levantei minha cabeça, permitindo o encontro de nossos olhares.- Sim.
 

— Blaine, precisa saber de duas coisas para que assim possamos prosseguir com tudo isso. -Informou e se levantou. Bieber iniciou passos calmos e fez um trajeto, contornando a extensão da mesa até parar diante de mim e se escorar na mesma, apoiando uma mão em cada lado do quadril nas bordas da vidraçaria pertencente a mesa. A aproximação agora era um dos pontos cruéis em que as chances de mais um deleite vindo de mim é enorme- Meu trabalho é comandar o crime, me refiro a tudo. Mortes, roubos e em geral, mas eu não preciso sujar minhas mãos ou agir como um idiota para fazer nada disso. -Deu de ombros- Se pensava em um cara infantil que sai por aí se gabando, matando qualquer filho da puta que aparecer pela frente, querendo apenas mais e mais e sendo um completo retardado ou aquelas coisas de livros, estava atrás de um cantor de Rap e não de um bandido. Bem, pelo menos não um de alto nível.
 

As palavras me fugiram completamente. Ele parece ler meus pensamentos. Porra, Justin Bieber, precisa parar de fazer isso.
Bem, é óbvio que eu estava esperando o que sou obrigada a ler em todo canto; Um bandido não tem classe, mata por matar e não sabe o que são sentimentos. Mas isso está mais para alguém da ficção do que para a realidade que estou começando a conhecer. Por que todos nesse meio precisam agir como idiotas? Justin Bieber acabou de quebrar essa minha linha de raciocínio.
 

— Entendido. -balancei a cabeça.
 

— Agora podemos concordar que já estamos aqui há bastante tempo, não?
 

— Sim. Desculpe, estou te sobrecarregando com perguntas sem fins, como se tivéssemos apenas um dia para tudo isso. -Revirei os olhos rindo baixinho. Ele permaneceu sério, mas da forma descontraída, qualidade única e pertencente à ele. Involuntariamente comecei a brincar com os meus pés no chão, fazendo a cadeira girar, e um sorriso bobo se formou em meus lábios. Sou uma idiota.- Bem, agora já pode trabalhar em paz ou sei lá, fazer o que quiser.

No instante imediato, Bieber se inclinou e segurou os dois apoios de braço da cadeira, interrompendo minha diversão e deixando seu rosto perto do meu. Engoli seco e respirei fundo percebendo seu olhar apreciar os meus lábios.
 

— Eu quero você. -A clareza e simplicidade na voz me deixaram bastante surpresa. Pisquei em uma sequência de vezes, passei a língua entre os lábios e apertei as mãos nos braços da cadeira.

Se afaste! — Inconsciente idiota.

— Bem.. Agora já terminamos minha parte do acordo. -Não acredito que eu praticamente disse "já acabamos a parte chata, agora pode me foder."

Ele permaneceu quieto, me olhando. Quebrou um pouco mais da distância e envolveu meu lábio inferior com os dentes, puxando para si e por fim selando aquela mesma área após soltar.

— Não agora, Blaine. -Sussurrou. O hálito fresco me levando à instabilidade.- em qualquer lugar. -Riu pelo nariz.

Porra! Nesse momento me sinto como se tivesse aceito fazer parte de um jogo qual eu não tenho domínio algum, e só agora está caindo a ficha.

— Tudo bem.
 

— Onde você estava hoje quando te liguei? -Perguntou se afastando de mim, voltando a escorar na mesa.
 

— Nada interessante. -confessei com desânimo- Apenas ajudando na decoração da festa dos irmãos de uma amiga.

— Parece chato.
 

— É chato!
 

— Vejo que lhe salvei do tédio. Me deve uma.
 

— Pois bem, nosso trato deveria impedir a adição de novas dívidas. -Comentei meio emburrada.
 

— Não necessariamente. -Deu ombros- Mas enfim, quando será a tal festa?
 

— Amanhã. Terá início no fim de tarde, mas não sei se vou. -Dei ombros.
 

— Você vai. -Afirmou- Nós vamos. - O que? Por que motivos ele quer ir nisso?
 

— Está se convidando para uma festa infantil, Sr Bieber?
 

— Estou confirmando minha presença.
 

Tudo bem, ele parece decidido, mas eu realmente gostaria de entender esse interesse repentino por crianças.
 

— Certo.  -Suspirei não dando credibilidade alguma para isso, não consigo imaginá-lo em uma festa de aniversário infantil.
 

— Quero a hora e local exatos nas minhas mensagens ainda hoje. -Exigiu. Ergui uma de minhas sobrancelhas demonstrando surpresa pelo tom autoritário do louro.
 

— Tudo bem, Bieber.
 

— Agora Trevor irá te levar para a casa. -Informou, afastando o corpo da mesa e retornou para a cadeira.
 

Ao que parece agora não tenho mais nem mesmo o direito de sair sem que Trevor esteja comigo. Não é tão ruim, mas onde fica o meu direito de escolha? Porra, e se eu não quiser ir para casa agora?

Você aceitou ter um dono por vontade própria.

Informa meu inconsciente, sempre imerso no conceito "eu te avisei". As vezes penso que é uma miniatura dos meus pais que sempre está comigo.
Tudo bem. O mestre mandou, então agora devo ir para casa.
Revirei os olhos pelo pensamento tão ridiculamente sério.

 

[…]

 

 

 

Minha volta pra casa foi como todos os passeios de carro com Trevor. Cheio de silêncio enquanto eu apreciava o fim de  tarde na cidade. As vezes acho que ele tem medo de mim. Mas céus, sou tão horrível assim?!

No exato momento em que o Audi foi estacionado na frente da minha casa, despedi de Trevor, abri a porta e me retirei do veículo logo iniciando os passos na direção da entrada. Retirei a chave do bolso mais prático da bolsa e levei até a fechadura, girei e assim pude adentrar a casa, predominada pelo som da música "Knock you down".

Atravessei o pequeno hall de entrada e me deparei com Cécile jogada no estofado cinzento de nossa sala, esticando-se para pintar as unhas dos dedos do pé direito. Deixei a bolsa no gancho da porta e joguei as chaves na mesa de centro ao chegar na área em que minha amiga estava, só assim sendo notada por ela. Me joguei ao seu lado sentindo o suporte do sofá tão macio.
 

— E então, é grande? -Ela me perguntou com a atenção no esmalte. Franzi a testa sem entender e a loira me olhou como se sua pergunta tivesse sido clara.- Vocês transaram? -Revirei os olhos.
 

— Não Cécile! -Exclamei. Ela tombou a cabeça pra trás em um tipo de manha seguida por uma imitação mal feita de choro.

Ela sempre vai me surpreender com o seu jeito tão conhecido e desconhecido ao mesmo tempo. É como se eu sempre soubesse como ela vai reagir, mas mesmo assim me surpreendo.

Acabei por resolver me juntar à ela na pintura das unhas, assim podemos pôr o papo em dia enquanto aguardamos a chegada de April. A mesma virá dormir aqui, decidiu isso por querer ficar um pouco longe das coisas da festa que nos últimos dias não saem de sua cabeça.

 

 

 

 

— Finalmente! -Exclamei ao ver minhas unhas prontas. Céus, isso demorou mais do que pensei. Devo ter recomeçado por pelo menos três vezes, e mudado de cor por duas. 

Bem, até agora nada da April.

O pensamento veio no exato momento em que a campainha chamou nossa atenção. 

 

— Deve ser a April. -Cécile disse pronta para levantar.

 

— Eu abro. -Me ofereci já levantando. Ela parou por um instante me olhando com os olhos semicerrados- o que foi? -Deu de ombros, voltando a se endireitar.

Maluca.

Fui para o hall de entrada e sem enrolação abri a porta, recebendo apenas a brisa fria da noite. Ergui as sobrancelhas estranhando aquilo e dei alguns passos, olhei para os lados e nada. Em um dos meus passos acabei sentindo algo nos meus pés, abaixei a cabeça e me deparei com uma caixa. Qual peguei rapidamente, dei mais uma olhada antes de voltar para dentro e fechar a porta. 

Encarei a caixa em mãos, podendo ver o pequeno adesivo que continha o nome "Justin". Franzi a testa e usei uma das mãos para desfazer o laço, puxei minimamente a tampa e arregalei meus olhos ao ver o que tinha dentro.

Esse homem só pode ser maluco!

 

— cadê a vadia ruiva? -Levei um susto com o tom exageradamente alto de Cécile.
 

— Não era ninguém! -Gritei.
 

— Devem ser os filhos dos vizinhos brincando. Pirralhos!
 

— Certamente. -Respondi e respirei fundo. Passei a mão livre no rosto e depois fechei novamente a caixa.- eu vou para o meu quarto, estou cansada. Amanhã falo com a April! -Avisei e sem nem mesmo esperar a resposta fui.
 

Entrei no quarto e fechei a porta atrás de mim. Caminhei para perto da cama onde me sentei e deixei a caixa na minha frente. Mordi o lábio inferior, fechei os olhos e suspirei alto negando com a cabeça.

Após alguns minutos, puxei novamente a cobertura da caixa, a deixei de lado e só então tirei a Lingerie preta de dentro da mesma. Discreta e ao mesmo tempo sexy. Esse parece ser o estilo favorito de Bieber.

Minha atenção passou das peças íntimas para um papel encontrado no fundo da caixa. Peguei e logo li o curto recado.

 

 

"Chegamos ao meu ponto do acordo. Lembre-se, Qualquer lugar."

 

 

 

Dia seguinte. 05:34 PM.

 

 

 

 

 

Roupas, roupas e mais roupas. Por todo o chão, espalhadas sobre os móveis e também no armário do meu pequeno closet. Eu definitivamente não tenho nada para vestir.
 

— Argh! -Exclamei em nome da vasta impaciência que agora me possuía. Suspirei unindo minhas pálpebras e balancei a cabeça negativamente. Preciso de algo novo.
 

— Não estou suportando a bagunça do meu quarto. Sinceramente, acho que é impossível.. -Cécile se calou no instante em que parou na porta do closet e me olhou com as sobrancelhas arqueadas. Revirei os olhos.- Você me superou, gatinha. -Levantou as mãos em forma de rendição. A loira tinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, usava uma camisola curta feita de uma seda rosa clara e estava com meias nos pés.

— Estou sem paciência para brincadeiras.
 

— O que aconteceu?
 

— Eu não tenho nada para vestir hoje na festa. -A loira criou um olhar surpreso.

— Tracie, é só uma festa infantil. E além do mais pensei que você não fosse. -Dei ombros não querendo render esse assunto, mas ela prosseguiu- tem coisa aí!
 

— Não tem nada aqui. -Revirei os olhos violentamente. Detesto quando tentam me desvendar, principalmente Cécile Branson. Pois essa tem o dom de acertar na maioria das vezes.
 

— Esse "nada" por acaso é loiro, tem olhos claros e um nome muito conhecido por...
 

— Vá para a puta que te pariu, Cécile.

 

— É eu acertei. -Suprimiu um ridículo sorriso.- Por Deus! -Revirou os olhos- Você realmente não pode usar nada que está aqui. Já pensou em comprar vestidos para algum lugar além da igreja? -Franziu a testa.
 

— Mas eu não frequento a.. -Deixei a frase no ar quando a loira consentiu, demonstrando que era exatamente nesse ponto que queria chegar.- Não é verdade. -foi inevitável o soar defensivo- Tenho roupas muito provocantes! -Dei de ombros e corri os olhos na procura de alguma peça
 

— Suas lingeries não contam, Tracie. -Enrubesci. O sangue deu giros e giros dentro de mim em uma performance bastante desengonçada. Será que ela viu o presente que recebi ontem? Puta merda! 

Impossível. 

Meu inconsciente me surpreende com algo positivo de sua parte. 

 

— Por que tanta demora Cécile? -April gritou do quarto. A voz se aproximava conforme as palavras- Estou te ajudando com a bagunça e acabei sozinha. -adentrou o closet com os braços cruzados e arregalou seus olhos ao ver a tamanha bagunça- uau! 

April usava um vestido rodado com estampa floral e tinha os fios de cabelo envolvidos em uma trança. 

 

— Já pode começar a criticar as minhas roupas April. -Coloquei uma mão na cintura relaxando minha postura e escorando no armário dos sapatos.
 

— Por que eu faria isso? -Ergueu as sobrancelhas.
 

— April, ela deseja deixar o Justin de pau duro na festa de hoje e você precisa concordar que nada aqui dentro terá esse maravilhoso efeito.
 

Cécile! -Eu e April dissemos em coro, a única diferença é que enquanto eu enrubesci, April ria do jeito direto de nossa amiga.
 

— Por que não usa algo da Cécile? -Sugeriu dando de ombros. Eu não sei se gostei da idéia, mas devo admitir que foi melhor do que as opções fornecidas pelo meu closet.

Cécile apenas sorriu abertamente, aparentemente aclamando a idéia. Indicou a saída do closet com a cabeça e começou o percurso naquela direção.
Saímos do meu quarto e seguimos pelo corredor até o de Cécile, onde pude encontrar ainda mais bagunça.

O quarto dela sempre foi algo invejável. Quatro paredes, três rosas e uma em destaque, sendo preta e com prateleiras repletas com fotos de seus trabalhos como modelo. Bem, ela estuda jornalismo, mas também se interessa em aproveitar a beleza que tem para conseguir alguns trocados. Enfim, o quarto se resumia nisso, incluindo o chão  feito de porcelanato preto, e os móveis todos brancos.

 

— Tudo bem, onde ficam os vestidos? -Perguntei a fim de ter logo meu vestuário planejado.
 

— Não vamos precisar perder tempo procurando. -Cécile disse se deslocando para o closet- Eu já tenho o perfeito.
 

Eu e April nos entreolhamos. Dei ombros e cruzei os braços aguardando o retorno da loira que aconteceu em menos de três minutos. Ela carregava um vestido azul marinho qual jogou sobre a cama. Me aproximei junto com April, e mordi o lábio inferior dando um leve sorriso ao me deparar com a peça.

— Eu sei que é lindo. -Ela deu de ombros se gabando.- agora experimente.

 

— Não demore! -Reforçou April. 

 

O pedido foi logo aceito. Peguei o vestido e adentrei o banheiro da suíte com ele, fechei a porta atrás de mim e então olhei para o espelho. Tirei a regata branca que usava unicamente com uma calcinha rosa. Retirei também o sutiã que se tornava inútil pelo vestido já ter bojo.

Coloquei o vestido que teve seu comprimento alcançando o meio das minhas coxas. Ele havia ficado apertado nos seios e principalmente no bumbum, Cécile era bem mais magra do que eu nessas áreas então aquilo estava muito destacado. Levantei os braços e conduzi os dedos para os meus fios de cabelo, desfiz o coque frouxo que formavam, podendo ficar com o rosto contornado pelas madeixas castanhas. Eu simplesmente amei o resultado

Abri a porta e sai do banheiro encontrando as duas eufóricas ao contemplarem meu corpo.

— Seu corpo é tão invejável! -April exclamou dando pulinhos de animação.
 

— Tracie Blaine Mcline! -Cécile pronunciou pausadamente completamente chocada. Eu a devo agradecer eternamente por ter me apresentado este vestido. Mas no momento só consigo pensar em uma coisa.-  Está maravilhosa.
 

— Obrigada! -Exclamei. Elas continuaram me olhando, então resolvi dizer algo importante qu não poderia esquecer - Blaine. -Sussurrei olhando as duas- apenas Blaine. -Sorri de canto.
 

 

Point of view Justin Drew Bieber

 

07:40 PM.

 

 

 

Estacionei o carro em meio aos diversos parados na frente da casa qual era facilmente deduzida já que a decoração infantil e levemente exagerada anunciava para todos os convidados que aquele era o local qual procuravam. O tempo estava o mesmo dos últimos dias, frio. Então o trabalho de cobrir o meu corpo foi feito por uma calça preta de couro, regata comprida, casaco longo e de cor preta, supras vermelhos e um boné da mesma marca dos meus tênis.

Em poucos passos do veículo até a porta já se ouvia o som que por Deus não era infantil. Música Pop predominava cada canto do lugar, algo muito mais apreciável do que a Setlist imaginada para uma festa de crianças.
Em minhas mãos eu tinha o celular e um presente que peguei em casa, embrulhado em um envelope do escritório. Não fazia idéia do que dar para uma criança. E na realidade só lembrei que é um aniversário duplo ao ver as cores da decoração.

Blaine não me pareceu ter convicção de que eu viria mesmo à festa, mas no entanto aqui estou eu, preso em meio à tantas pessoas esquisitas e crianças irritantemente felizes, algo que não consigo entender. Por que porra esses seres desprezíveis insistem em sorrir tanto? A vida pode parecer boa agora, mas acredite, ainda vai ser uma merda.
 

Tudo bem, Macline, onde você está

 

Revirei os olhos quando vasculhei todo o ambiente e permaneci sem a imagem da morena. Ela não está aqui. Bem, pelo menos não dentro do meu campo de visão.

Olhares em mim. Por toda parte pessoas depositavam as atenções em mim, como se eu fosse um anormal. Bem, na realidade estou no meio de adolescentes, homens que já possuem filhos e mulheres que dariam tudo por uma noite comigo. O fato é que sendo quem sou, atenção já se faz parte da minha rotina

 

Me desloquei para fora da casa, seguindo o corredor que os corpos criavam ao se afastarem uns dos outros, proporcionando-me espaço para caminhar calmamente por toda a sala, procurando por Blaine. Algo que já começava a me irritar.

O jardim não era nada grande, ainda mais sendo ocupado por brinquedos infantis e pessoas. Porra, onde eu estava com a cabeça quando resolvi vir aqui? Isso me lembra infância, me lembra dessa merda e arranca completamente o pouco de paciência e ânimo que me resta.
 

— Olá? -Escutei uma voz suave próxima de mim, antes de uma pequena mão tocar meu braço direito. Virei e pude me deparar com uma ruiva bem gostosa.
A olhei de cima a baixo, usava uma calça jeans escura e completamente colada. Cobrindo a parte superior do corpo, uma blusa longa e vermelha marcava seus seios com um decote discreto. Mordi o lábio inferior e respirei fundo fazendo um simples movimento com a cabeça, na intenção de cumprimentá-la.- Você é...?  -Ergueu as sobrancelhas. Uma risada fraca escapou por entre meus lábios e então dei de ombros.
 

— Justin. -Me pronunciei pela primeira vez- Justin Bieber. -afirmei.

A garota abriu a boca para dizer algo, mas o silêncio entre nós permaneceu mais um pouco.

— Deve estar atrás da Blaine! -Apenas assenti.- Ela.. -Minha atenção foi roubada para mãos ainda menores agarrando meu antebraço. Olhei para baixo e pude encarar um garoto que aparentava ter cinco anos de idade. Cabelos avermelhados e pele clara confirmavam o parentesco com a garota em minha frente.
 

— Você trouxe presentes? -A pergunta me fez prender a risada, enquanto a ruiva o repreendeu imediatamente com o olhar. Bem, foi uma situação engraçada, mas sim, eu trouxe algo para o pivete. Me desvencilhei de suas pequenas mãos, e então entreguei o pacote para o garoto que sem esperar rasgou o embrulho, podendo assim se deparar com uma edição especial da PlayBoy.

A garota corou mais do que o próprio cabelo, arregalou os olhos antes de me fuzilar com os mesmos e então puxou a revista das mãos do garoto. 

Que foi porra? Essa era uma das minhas favoritas, porque diabos a vagabunda não gostou?
 

— É meu April! -Ele disse em desespero.
 

— Quieto, Brice. -Exigiu a garota.- Ficou doido? -Me perguntou indignada e movi meus lábios em um "vai se foder", relaxando os ombros em seguida. Vermelha de raiva ela me falou algo que realmente interessava- Olha, a Tracie está na cozinha. - exclamou praticamente me expulsando, parecendo não querer me ver em sua frente.

Espere. Tracie?

Ergui minhas sobrancelhas redondamente confuso, engoli seco e então notei a garota encolher seus ombros com um olhar vacilante.
 

— Tracie?

 

— O que?! -Levou as mãos ao rosto- eu quis dizer Blaine. Ela está lá. -Assentiu
 

— Certo. -Respondi mesmo não me convencendo com a explicação, mas resolvi não insistir no assunto que pensando bem não tinha nexo algum.
 

A ruiva me indicou com a mão o lado que eu deveria seguir para chegar na cozinha.
Respirei fundo e dei início ao trajeto. A porta dos fundos era a da cozinha, então foi fácil encontrar. Ao entrar acabei por me deparar com Blaine arrumando algumas coisas no enorme bolo decorado pelas cores; azul, rosa e branco — Já cansei dessas malditas cores.
Ela estava acompanhada. Sentado sobre o balcão o meu funcionário, Collin Archibald. Travei o maxilar ao perceber seu olhar malicioso para a morena que estava bastante concentrada no que fazia, ao ponto de não notar minha adicional presença. Collin o fez, e me encarou com uma feição nada agradável.

Que porra esse filho da puta está pensando? 

 

Blaine usava um vestido azul marinho apertado, o mesmo realçava e valorizava suas perfeitas curvas. Bem, eu ainda me surpreendo com o corpo dessa ninfeta. Seus seios fartos, cintura definida e quadril largo. Tantos e tantos lugares onde posso e deixarei marcas. Mas no entanto, ela não deveria estar vestida assim. Ela é minha por vontade própria, então deve se comportar como uma boa vadia ou serei obrigado a levá-la às consequências. Tudo bem, hoje irei considerar o fato de ainda não tê-la informado das regras.
 

— Justin! -A voz da garota preencheu todo o silêncio, arrancando-me dos devaneios. Passei a língua entre os lábios e permaneci quieto, me aproximando dela.- Não pensei que realmente iria vir. -Confessou. Se pensou isso por que diabos está vestida assim? Essa garota precisa ser informada sobre onde se meteu imediatamente.
 

— Eu confirmei minha presença. Valorizo a minha palavra, Srta. Mcline. -Pude ver Collin se remexer, incomodado com a Provocação. Já que pelo que sei, o mesmo tem problemas em dizer a verdade.

Blaine ficou diante de mim, automaticamente de costas para Collin, que descaradamente encarou a bunda da morena e reproduziu um sorriso vagabundo, qual conseguiu me tirar a paz.

Eu não suporto isso. Sempre tive problemas com posse, e esse cara está me obrigando a sair do sério.

Quer a garota, Cara? Tente tirá-la de mim. Será uma queda de braço na qual irei arrancar o seu e pendurar de troféu na parede do meu escritório.
 

— Justin você está bem? -Blaine novamente me resgatou de mim mesmo, e então pisquei algumas vezes percebendo que  antes estava encarando Collin com um semblante nada bom.- vamos! -Ela disse saindo comigo.

Ah, Blaine. Vamos sim sair daqui, mas agora irei lhe mostrar onde exatamente você se meteu. Preciso mostrar que realmente é minha. Talvez eu esteja querendo provar isso para mim mesmo.

 

Point of view Tracie Blaine Mcline

 

 

 

Justin pareceu se irritar com Collin, que resolveu ficar comigo na cozinha para tentar algum tipo de assunto, mas Bieber chegou antes disso. E agora caminhava na frente, conduzindo-me para sabe lá onde. Andava como se conhecesse a casa, como se já tivesse vivido aqui. Eu o acompanhava sem saber o rumo que aqueles passos estavam tomando, nem mesmo eu conheço a casa de April como ele aparenta conhecer.
Já estávamos no andar superior, sozinhos. Engoli seco no momento em que ele parou diante de uma porta. A única entreaberta no meio do corredor. O mesmo estava pouco iluminado, mas eu consegui notar perfeitamente o momento em que um sorriso malicioso surgiu nos lábios do loiro, onde permaneceu por míseros segundos.

Justin indicou com a cabeça em um pedido para eu adentrar o cômodo, ao obedecer pude ver um quarto mediano, com duas camas no centro, uma janela do lado esquerdo e vários brinquedos espalhados, o que me comprovou ser o quarto de Brice e Bonnie.

— O que nós estamos fazendo aqui afinal? -Perguntei um pouco receosa, tendo uma pouca noção, mas não querendo a considerar.

Justin entrou no quarto e fechou a porta atrás de si. Virei-me de costas para ele, começando a caminhar pelo quarto.  Foi quando ouvi o barulho da porta sendo trancada.
Silêncio das duas partes. Perdi completamente a noção da nossa distância, ao ponto de me surpreender quando as mãos fortes dele me envolveram, me virou e pode colar nossos corpos e encostar-me na parede. Prendendo-me ali. Arfei e deixei as mãos nos ombros dele, que logo atacou meus lábios iniciando um beijo feroz e carregado de desejo, deslizando as mãos por todo o meu dorso.
 

— Esse vestido foi feito para você. -Sussurrou contra os meus lábios me fazendo sorrir. Parei o beijo lentamente, afastei nossos rostos minimamente e encarei os mares cor de mel.- Feito para ser usado comigo. -Os caramelados escureceram.- Eu não devo ter sido claro quando disse que seria minha. -Justin possuía uma autoridade nunca vista por mim antes, sua voz repleta de sede por posse. Eu não me atrevi a dizer algo. Justin se afastou encerrando toda a aproximação tão deliciosa.

Bieber Iniciou seu silêncio absoluto, estudando o cômodo canto a canto e descartando o casaco de seu corpo, jogou na cama e permaneceu no modo observador até pairar o olhar em uma penteadeira em frente às duas camas, no meio da parede branca repleta de adesivos tanto dos gostos de Brice quanto de Bonnie.
 

— Fique de costas para mim e apóie as mãos na penteadeira. -Ordenou e eu não teimei.

Diante de mim um espelho retrata tudo o que acontecia no quarto, Justin estava parado poucos passos antes de mim, com o olhar fixado em meu corpo, me examinando de um jeito excitante. Seus olhos transbordavam luxúria e desejo, as mãos fechadas em punhos enquanto os olhos me comiam sem pudor. Seus pés emitiram sons conforme os passos contra o chão de porcelanato tiveram início, Justin se posicionou atrás de mim, e então olhou para o espelho onde nossos olhares puderam se encontrar.
 

Qualquer lugar. -Seus lábios se moveram sem emitir som. Meu coração deu uma pausa antes de ter uma falha elétrica que o forçou a bater mais rápido que o normal. No instante em que fui dizer algo, Justin levou o dedo indicador para o seu lábio em um pedido de silêncio, que poderia muito bem se tornar uma ordem caso eu insistisse em me pronunciar.

A mão esquerda dele foi de encontro com a minha coxa, enquanto seu braço direito envolvia minha cintura lentamente, prensando-me contra o móvel de madeira em minha frente. Arfei quando os dedos dedilharam minha perna, deslizando suas pontas para cima até que estivessem próximos da minha virilha. O ar faltava ao mesmo tempo que me sufocava. Sensações mistas me envolviam, e minha única certeza era o desejo de tê-lo dentro de mim. Justin aproximou seu rosto do meu, afagando meu cabelo enquanto seus dedos já tocavam o tecido da minha calcinha.
 

— Vou comer você aqui. -Sussurrou no meu ouvido e um gemido baixo escapou por entre meus lábios.
Me sinto fazendo algo errado, mas eu quero tanto.
Levantei a cabeça, revelando meu pescoço para os seus lábios que logo entraram em contato com aquela minha área sensível, espalhando beijos e dando algumas pausas para depositar lambidas e também chupar minha pele, e mesmo não sendo fortes deixaram algumas marcas de recordação.
A mão que se encontrava na minha cintura começou a brincar com o tecido do meu vestido, o trazendo para cima disfarçadamente, enquanto eu permanecia com a cabeça levantada.- olhe para o espelho. -Os sussurros voltaram. Obedeci, tendo a incrível visão do nosso exato momento- quero que veja tudo o que vou fazer com você. -O sorriso de canto me levou a perda total da sanidade. Sem perceber, o fim do vestido já estava no meu quadril, e a mão que antes marcava presença na minha cintura, agora envolvia a alça da minha calcinha. Bieber sorriu ao ver que eu usava a peça dada por ele, eu nem pude agradecer pelo presente em meio à situação delicada na cozinha.

 

— Obrigada pela surpresa. -Sussurrei. Ele me olhou rapidamente e então voltou a atenção para a calcinha, puxou a alça e quando estava longe da minha pele a soltou, causando um impacto doloroso e um estalo alto. 

 

— eu só consegui imaginar ela em você. -Mordeu meu lóbulo da orelha. Sem nem mesmo me dar chances de superar o ato anterior, um tapa forte foi depositado na minha bunda, me provocando uma respiração subitamente ofegante.- Você é minha. -Afirmou. Estava sério, os olhos mais escuros do que o normal fixados em meu reflexo no espelho- E eu não irei hesitar em matar qualquer filho da puta que desrespeitar o que me pertence.

Ele não demonstrou nada mais do que sede por controle. Os dedos logo voltaram a tocar minha calcinha.
 

— Ora, eu já te deixei assim? -A voz rouca voltou a preencher o silêncio se referindo ao quão encharcada minha calcinha estava. O hálito fresco contra minha pele causou-me um frisson, e então assenti timidamente, tendo aquela risada gostosa e fraquinha que por si só já me fodeu.
 

Os dedos dele colocaram minha calcinha de lado, e carícias tiveram início em meu clitóris, ato que me obrigou a suprimir os gemidos. Fechei os olhos quando o dedo indicador dele começou a brincar com a minha entrada, contornando aquela minha parte e penetrando apenas a ponta de seu dedo do meio, tirando e colocando freneticamente. Me torturando.
Em um piscar de olhos as mãos me abandonaram, deixando-me na mão justo agora, algo qual abominei de todas as formas. Apertei as minhas próprias mãos, fechadas em punho sobre a penteadeira. Pressionei ainda mais os olhos, mas fui relaxando quando as mãos voltaram a tocar meu quadril. Abri os olhos e encarei o reflexo do loiro no espelho. Ele agora estava ajoelhado, então não consegui ver mais do que o seu rosto. As mãos se posicionaram em cada lado da alça da minha peça intima, e assim ela foi deslizada por minhas pernas até ter seu encontro com o chão. Levantei um pé de cada vez, ajudando Bieber a retirar aquele trapo tão desnecessário no momento. Ele guardou aquilo em seu bolso  da calça com um sorriso cafajeste nos lábios, e levantou a cabeça, olhando para o meu sexo. Mordeu o lábio inferior com força e lentidão, algo que me levou à loucura mental e perda dos sentidos. Ainda ajoelhado atrás de mim, suas mãos puxaram meu quadril para trás, obrigando-me a empinar para ele, que agora já estava sério outra vez. Bem, aqui estou eu, semi nua diante de um Deus Grego me avaliando completamente vestido.
Justin reduziu nossa distância e apoiou as mãos nas minhas coxas, abriu mais minhas pernas e foi se esticando, me causando a impressão de que iria levantar, mas os lábios dele foram no encontro da minha intimidade.

 

— Ah! -Gemi no instante em que a língua quente fez movimentos circulares no meu clitóris. O início foi ágil e rápido com movimentos frenéticos me deixando em êxtase. Após alguns minutos aquilo foi diminuindo, e no fim Justin chupou minha intimidade com tanto desejo quanto meu corpo inteiro carrega agora, experimentando o meu pré gozo.

 

— Você é deliciosa, Mcline. -Disse ao se afastar e deixou uma mordida em minha nádega esquerda, só então se levantando. Mais tortura.

Finalmente as mãos do loiro encontraram o zíper da calça de couro que ele usava, a mesma logo foi parar no chão, mas não consegui ver nada pelo espelho, pois ele permanecia atrás de mim, sendo coberto pelo meu próprio corpo.

— Só abra essa boca pra gemer meu nome. -Foi bem claro. Assenti e passei a língua entre os lábios, olhando fixamente para o espelho, eu não sabia quando e nem o que, mas já imaginava.

Fui surpreendida. Deliciosamente surpreendida pelo ato que na minha cabeça ainda não iria acontecer. Abri a boca em um perfeito "O" me entregando por completa para o homem atrás de mim, sem capacidade para nada mais do que isso.

— Porra! -Ele exclamou no instante em que seu membro me invadiu. Um gemido alto passou por meus lábios, cruzei os braços sobre a penteadeira e empinei ainda mais para ele, que deu início a estocadas lentas e fortes, me levando ao ponto extremo do desejo.- tão apertada. -Sussurrou próximo ao meu ouvido. Os barulhos dos choques entre os nossos corpos, nossas respirações e gemidos dominaram todo o ambiente.

 

— Justin! -Gritei. Grito que se abafou em meio aos meus braços quais cobriam meus lábios. Mais um tapa foi depositado na minha bunda, esse sem sombras de dúvida iria render uma marca visível.

As estocadas continuavam, seu membro entrava e saia de mim freneticamente, do jeito mais inexplicavelmente gostoso possível, o prazer me dominava por completa. Justin é insaciável assim como eu, ambos ansiando por mais e mais um do outro.

Em meio à tudo isso, Justin saiu de dentro de mim, decepcionando-me por completa.

 

Não. Ele não pode parar agora!

 

Gritei em pensamentos. Levei a mão direita até os meus fios de cabelo e os coloquei para trás. Voltando as surpresas, ele agarrou minha cintura, virando-me para si brutalmente, e levando as mãos até as partes inferiores das minhas coxas, então fui puxada para o seu colo e colocada sentada sobreo móvel, ouvi o barulho de alguns brinquedos e cosméticos se chocando contra o chão. Foda-se.

Corri as mãos por todo o abdômen do loiro, puxando sua regata para cima e finalmente despindo o peitoral dele para mim.
Meus braços envolveram o pescoço do homem que veio para o meio de minhas pernas.

 

— Vamos fazer do meu jeito. -falou com os olhos fixados nos meus lábios- a cada gemido seu, darei um tapa nessa sua bunda gostosa. -Um sorriso malicioso ganhou vida nos lábios do homem, e correspondi com um igual. Eu nem mesmo pensei no que ele falou, mas sim, concordei. Foda-se. Só quero tê-lo de volta dentro de mim.
 

Bieber estava tão excitado quanto eu, mas a diferença entre nós é que ele consegue se controlar bem melhor do que eu. Ambos querem voltar a se encaixar, mas ele consegue agir normalmente mesmo assim, diferente de mim que tenho a respiração completamente descompensada, transparecendo meu desespero. Justin conduziu as mãos até as alças do meu vestido, e sorriu abertamente ao puxá-lo para baixo, revelando meus seios, sem nenhum sutiã para nos atrasar. As mãos deram início à um tipo de massagem nos meus seios, e ele permaneceu com o olhar cruzando o meu, estudando as feições que correspondiam os seus atos. Justin abocanhou meu mamilo esquerdo, brincando com a língua e fazendo movimentos com a mesma que me estimulavam e causavam um prazer indescritível. Gemi alto, e mais um tapa estalado foi dado em minha pele que já começava a formigar. Em um breve fechar de olhos, pude sentir a ereção dele encostar nas minhas pernas, voltando a ser posicionado na minha entrada, onde mais uma vez Justin me penetrou e deu início a estocadas. Desta vez suprimi a maiorias dos gemidos que consegui, tentando evitar os tapas que mesmo assim foram muitos. Comecei a movimentar meu quadril contra o dele, deixando aquilo ainda mais prazeroso para ambos. Justin ainda dava atenção para os meus seios, mas após algumas estocadas afastou seus lábios daquela parte do meu corpo, e atacou meus lábios, em um beijo que retribui na hora. Era um prazer indescritível , o beijo intenso e cada vez mais quente. As mãos agora posicionadas na minha bunda apertavam aquele local  quando não estavam me batendo, e assim puxando-me mais contra si. Encerrei o beijo com um gemido, que outra vez foi retribuído por um tapa. Era desconfortável, mas também gostoso. Eu já estava sentindo meu ápice próximo, alcançando um orgasmo, isso me dava ainda mais vontade de tê-lo em mim.

— Justin, eu.. -Fui interrompida pelos lábios dele novamente envolvendo os meus, retribui tentando evitar os gemidos, mas era inevitável

Espasmos me obrigaram a largar o beijo outra vez, apertei com força os ombros de Justin e tombei a cabeça para trás, liberando um grito agudo de puro prazer. Voltei a movimentar meu quadril.

— Blaine! -Justin gemeu meu nome. Céus! Seguido disso, Bieber deu início a sussurros que continham palavras sujas, besteiras deliciosamente ditas por aquela voz tão rouca e sensual.

Um gemido mais alto de minha parte acabou tomando todo o ambiente, anunciando que havia chegado ao ponto máximo. Minhas pernas estremeceram, um arrepio percorreu todo o meu corpo, acompanhado pela mão esquerda de Justin que dedilhava minha bunda, coxas, costas e cintura, alternando de uma para a outra e deixando marcas nessas extensões do meu corpo. Senti minha intimidade se contrair, o membro de Justin sendo ainda mais apertado, e então liberei meu líquido, podendo soltar um suspiro de alívio, até o líquido quentinho dele me invadir também.

Cabelos colados na testa, costas, ombros e até mesmo no rosto. Unidos à minha pele pelo suor que todo o momento nos proporcionou. Coração acelerado, respingos de suor escorrendo por todo o meu corpo, causando desconforto pelo vestido que ainda estava em mim, apenas cobria minha barriga, mas bem…

Justin não estava nada diferente de mim, mas mantinha sua invejável classe e sensualidade. Pisquei algumas vezes antes de sentí-lo sair de dentro de mim, algo que ainda me fez dar um último gemido baixinho. Justin me olhou imediatamente, até paralisei pensando ter feito algo errado, mas descartei a idéia quando um sorriso malicioso surgiu nos lábios do loiro. Bieber trouxe a mão direita de encontro com a minha, e me puxou com brutalidade, obrigando-me a descer da penteadeira. Virou-me de costas para o seu corpo e então me empurrou de volta para o móvel, onde me prensou mais uma vez.

— Gostosa. -Sussurrou com um resquício de sorriso na voz, depositando outro dos milhares de tapas quais recebi. Mas óbvio, por isso o sorrisinho cafajeste quando dei meu gemido, som tão imperceptível para um mero mortal, mas um claro pedido de violência sexual para o loiro dos olhos cor de mel.

Mordi meu lábio inferior finalmente me vendo livre do corpo dele — não que isso seja algo bom. Afastei-me da penteadeira, olhando para toda a bagunça que havíamos feito envolta do móvel.

 

— Vejo que alguém vai ter um belo trabalho arrumando isso -Justin comentou enquanto vestia sua calça- Bem, isso se alguma criança não ver antes. Assim será mais trabalho. Explicar porque tem porra onde deveriam ficar brinquedos, o que é isso, e como foi parar alí. -Ele riu após proclamar, e eu não fiz diferente.
 

— Não vamos arrumar? -Fiz careta.
 

— Eu não vou perder meu tempo arrumando quarto de dois pirralhos.

 

— São crianças! -Exclamei ajeitando meu vestido no corpo- nós não deveríamos ter feito isso aqui. É uma puta falta de respeito com..
 

— Blaine. -Me cortou- São crianças, certo? Que se foda. Vai ver este é o quarto deles porque é onde os pais fodiam. -Deu ombros. Agora ele estava apenas ajeitando seus fios de cabelo, os levando de volta para o topete perfeito de antes.
 

— Tudo bem, eu arrumo. -Revirei os olhos. Ajeitei meu cabelo olhando no espelho e fui caminhar na direção da bagunça quando Justin voltou a falar.
 

— Faça o que quiser. Mas que fique claro que vou descer e a quero lá em baixo, pronta em cinco minutos. Do contrário irei lhe punir na nossa próxima vez. -Deu de ombros e pegou a camiseta qual decidiu não vestir, jogou em seu ombro esquerdo. Ficando vestido apenas com a calça, o casaco aberto permitindo a visão de suas tatuagens, tênis e boné. Quase do jeito que se vestia na noite em que nos conhecemos. Ou melhor, quando ele e eu conhecemos a Blaine

Ele iniciou o trajeto para a porta, logo se retirando do cômodo e me deixando alí. Completamente perdida em pensamentos eróticos e sem capacidade de me mover para arrumar aquela bagunça.

Bieber então deixou claro que haverá próxima vez, mas o que eu esperava? Isso é tão óbvio. Nós mal estamos no início deste acordo, e bem, depois do ocorrido de minutos atrás, posso dizer que foi o melhor acordo que eu poderia ter feito.


Notas Finais


...

Irei sim agradecer mais uma vez pelos favoritos e comentários. OBRIGADA!
Aliás, comentem aqui!! Eu amo ler os comentários de vocês.

Pelo que falaram sobre o capítulo bônus do Justin, está confirmado! Então se preparem porque pode ser o próximo (ou não!) haha

Espero que tenham gostado!
Até o próximo meus amores.


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