História Drops of Jupiter - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Adultério, Hot, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Visualizações 382
Palavras 2.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Hágame tuya esa noche, capitán!


Fanfic / Fanfiction Drops of Jupiter - Capítulo 5 - Hágame tuya esa noche, capitán!

Os olhos flamejantes que estão em meu rosto são resultado do desenvolvimento de nossa noite juntos, embora o dourado se misture com a escuridão de uma madrugada sem fim. A cor ensolarada do corpo dela cobre a visão embaraçada de antes, mesmo quando seus cabelos sedosos caem pelos ombros, sacudindo as pontas bem depressa.

— Eu não aguento mais. — Ashley tem sua voz fina circundando a atmosfera que, pelos meus cálculos, parece mais quente do que todos os outros dias solitários. — Quando é que Júpiter aparecerá?

Selena salta do colchonete para aproximar seus grandes olhos havanos do telescópio, guiando-o pelo alto da montanha, afastando a imagem através de suas pupilas dos prédios a seguir. Um som faiscante e tímido ruge de sua garganta antes que aquela risada maliciosa corra pela atmosfera.

— Nada! — com a língua entre os lábios, a morena rasga a camada ressecada de sua boca; a firmeza de seus médios dentes esbranquiçados passa pela boca, envolvendo até os cantos finitos.

— Eu desisto. — minha irmã suspende o corpo, apoiando-se no vidro que contorna a pequena varanda. — Isso não deveria ser tão importante para mim.

Deixo o celular no criado-mudo, mas depois corro para pegar aquela criança crescida pelos braços, entocando um beijo suave entre seus olhos marítimos, com uma pitada de sensualidade deslumbrada em cada membrana.

— Juízo! — é minha chance de empurrá-la para fora, evitando qualquer comentário intimidador que me faça parecer um idiota na frente daquela outra mulher.

E ela continua com seu rosto levinho e branco perto do telescópio, esperando qualquer tipo de pretexto para gritar feliz e apreciar o que o céu há de nos oferecer essa noite, sem mesmo deixar de captar aquela moradia madura que existe em seus olhos, desde então.

— Bem, você não precisa ficar, se não quiser. — a voz quebradiça entrega minha desilusão, embora tudo isso pareça ir de mau à pior. Mesmo porque, meus dedos formigam em contato com o couro cabeludo.

— Ei! — ela exclama, estupefata, posicionando o pescoço à direita para, de certa maneira, conseguir me ver passando pela porta. — Eu quero.

Um minuto pensando me faz ficar desgovernado demais. Aquilo volta. Aquela sensação nostálgica, que eu deveria sentir e gostar somente quando isso fosse mencionado a minha namorada atual, não à Selena. Por outro lado, mesmo quando limpo a garganta, sentindo-me degradado e inseguro, ela contorna a situação, igualando-se ao passado.

— Acho que isso pode demorar. — um lento e doce sorriso espalha-se pelos lábios dela, esculpidos como os de um anjo. — E aí, capitão? Não vai mesmo me contar sobre você?

Meus olhos crescem de surpresa e espanto, ao mesmo tempo em que a veem tão animada com minha aproximação repentina.

— O que eu poderia contar, afinal? — um zumbido agudo estremece meus tímpanos em alerta, que parecem mais sensível essa noite, assim como a visão límpida e reluzente do conteúdo que vejo ao subir a cabeça. — Você viu, minha vida é calma. Não há nada legal acontecendo.

— É, talvez. — um incômodo repentino aparece quando a expressão que Selena demanda se torna algo incolor, mas irônico, de maneira simultânea. — Mas você aproveitou muito bem a sua adolescência, não acha?

— Eu acho. — pigarreio, com a saliva venenosa descendo pela garganta. O medo de ser julgado nunca pareceu tão caótico quanto agora. — Não posso reclamar. Mas e você? Como ficou depois que fui embora?

— Está tentando se sentir bem com isso?

— De modo algum. — corro para arrastar os dedos nas têmporas, alertando-a de sua confusão súbita — Estou apenas curioso.

— Eu não aproveitei tanto quanto você, se é isso que te interessa. — ela está na defensiva, talvez por ter se ofendido com a minha pergunta anterior, ainda que a intenção não tivesse sido das piores. Selena continua sendo uma mulher, eu preciso me lembrar disso. — Busquei focar bastante nos ensaios que apareciam, entende? Terminei o segundo grau e decidi levar todo esse lance a sério, mesmo porque, nunca pensei em algo além disso.

— Você nunca parou para pensar no que poderia fazer além de modelar?

Selena morde o interior de sua boca, pensando na pergunta que parece fazer sua cabeça latejar.

— O que eu faria? — ela balança os ombros sem alternativa em mente, tentando me passar mais confiança do que antes, e conseguindo isso. — Eu sempre fui muito indecisa. E o fato de eu ter recebido essa oportunidade tão cedo, fez com que eu não me preocupasse com coisas assim.

— Pelo menos deu certo. Então, não é o fim do mundo. Você é uma ótima modelo e tem potencial para coisas grandes.

No entanto, ela suspira.

— Eles pediram algo mais sensual.

— Você pretende fazer fotos nua? — sua testa enruga em disparada, mas não como se a frase dita a incomodasse ou ofendesse. Penso que, de certa forma, a deixa levemente constrangida.

Aquela ardência rósea surgiu nas maçãs de suas bochechas antes mesmo que eu pudesse consertar a pergunta.

— Não, Justin, falo sobre peças íntimas.

— Ah. — faço um ooh com a boca, pegando sua sensação esquisita para mim e a posicionando na forma como movo os olhos para um canto distante. — E você pensa sobre isso?

— Não é como se eu nunca tivesse feito.

— Hã? — parece existir um ponto de interrogação em meu rosto, que se fecha bem lentamente. — Você já...? — a suavidade em meu tom segue quietamente pelos ouvidos dela.

— São apenas fotos.

Tento pensar que isso não me causa curiosidade, mas a vontade de ir atrás é maior do que o meu desconforto atual.

— Claro.

Seria bom. Na verdade, seria ótimo vê-la tão desnuda, mesmo que não completamente. Selena começou a criar essas reviravoltas na minha cabeça, e parece imoral desejar ver e tocar na melhor amiga da minha irmã, mesmo que agora ela esteja crescida, bem diferente da garota que uma noite beijei dentro de uma armário velho. Só de pensar nos estragos que poderíamos fazer, a calça jeans em meu corpo me provoca um incômodo irracional, permitindo que meu pênis roce contra o zíper, e tentando, de alguma forma, ser saciado pelos meus desejos mais profundos.

— Vamos tentar outra vez. — é a minha voz que escapa com tanto cuidado quando resolvo zarpar as mãos até o mapa celeste que comprei há uns anos.

Selena continua com o telescópio por perto, mas Júpiter é tão grande e brilhante que pode ser visto no céu com um par de binóculos.

— Talvez consigamos ver a grande mancha vermelha.

— Você está de brincadeira, né? — numa velocidade incomparável, nego balançando a cabeça. — Isso será um máximo.

— Sim, será. Aliás, checou se as lentes estão na temperatura adequada?

— Fiz isso quando me alertou.

Adoto uma postura confortável e estável, mas antes, possivelmente, montei os binóculos em um tripé de câmera fotográfica. Isso evitará que eles chacoalhem durante o uso.

— Droga! Ele é incrível! — Selena aperta-me o pulso, mas salta até o telescópio. Dessa forma, consegue vê-lo como um pequeno e brilhante disco branco no céu, com quatro pontos de luzes diferentes e bem próximos.

Ela consegue encontrar os cinturões de nuvens escuras e as zonas mais claras do planeta, que aparecem lateralmente sobre a superfície. Então, tento identificar essa área clara, a norte e a sul. No entanto, encontramos a grande mancha vermelha, uma das características mais fascinantes de Júpiter. Essa gigantesca tempestade oval, maior que a Terra, fica na extremidade do cinturão equatorial do sul, e mostra claramente a velocidade com que a superfície muda. Uma curiosidade é que a mancha não é tão vermelha. Seu tom se aproxima mais do laranja e de um cor-de-rosa claro.


*

Estou hiperventilando. Cada vez mais, um tufão de calor e energia cresce pelo meu corpo de frente para o grande espelho do quarto, que me traz a visão tenebrosa de uma noite inacabada, mas próxima de me causar arritmia muscular.

Meu peito desce e sobe bem hiperbólico, mesmo quando escorro as juntas dos dedos pelos cabelos querendo acalmar meu coração que parece querer sair pela boca. Mas ela está lá. Está parada perto da porta com um pé pousado na perna e a boca decretando sensualidade, uma vez que, por coincidência ou não, meu instinto fala mais alto.

Movo a pélvis, querendo fundir o olhar assustado em todo o seu corpo banhado pelo sol, quase branco como leite, e seus dentes aparecem dentro de um sorriso impiedoso, que poderiam fazer parte de um comercial de pasta de dentes.

Todos os meus ossos rangem quando a visão clara de sua aproximação vem excessivamente, passando tremedeira e insegurança ao meu sangue drenando na cabeça, que abandonou as veias ao parecer tão incontrolável enquanto escorria por elas.

Eu me contorço de medo e culpa.

Selena? — seus olhos desejam transbordar selvageria, ainda penetrados em minhas orbes tão ardentes quanto a ponta dos dedos. — O que faz aqui?

Posso notá-la imune, querendo alcançar meu rosto com suas mãos finas e quentinhas, mas que pulam até meus ombros, os fazendo se encolherem imediatamente, sem pudor.

Não é isso o que você tanto deseja? — em sua voz há vontade, vontade essa que me aprisiona como um gênio em uma lâmpada. — Eu estou aqui para você, capitão.

Tento dar um passo para longe, mas sinto as ossadas das costas em contato com o espelho, trincando-o de maneira desigual, nunca vista antes. Isso me deixa ainda mais nervoso, pois começo a sentir um calor diferente descer pela virilha e se transformar naquela sensação de aperto entre meu pênis e a calça.

Eu não deveria...

Selena se afasta, entortando a cabeça de forma que faz eu me sentir um idiota. A propósito, que homem no mundo inteiro rejeitaria uma mulher como ela? Tão aberta e bonita assim...

Mas a imagem que ganho é alucinante e cresce. Seus dedos se desenvolvem e mexem nos botões daquela camiseta social, desfazendo-os para, então, eu conseguir manter os olhos atentos à cor amarelada de sua pele abaixo da vestimenta. O pequeno espaço que divide seus seios está evidente para os meus olhos, que quase despejam lágrimas de emoção.

— O que está fazendo? — pergunto a meio de um engasgo.

Hágame tuya esa noche, capitán!*

Droga! É aquela linguagem saliente de novo, que me faz imaginar um milhão de coisas eróticas e bastante adúlteras.

“Eu tenho uma namorada”.

“Eu não deveria querer outra”.

Os mamilos dela estão bem durinhos e querendo atenção, chamando por mim. Selena começa a tocá-los enquanto me olha inquieta, brincando com a minha sanidade e desespero mental. Esse pedaço de carne ambulante mexe comigo de maneira radical, até que a coragem vem à tona e sinto meus dedos rebeldes vasculharem seus seios redondinhos e macios...

Meus olhos se fecharam por um único segundo e tudo acabou, menos o meu desconforto.

Ergo o corpo de uma só vez, sentindo todas as partes suadas e pulsantes me trazerem uma sensação surreal, porém incapaz de acabar com a ereção que tive durante a noite, através de um sonho que eu me martirizo, não por culpa, mas sim por não ter ido até o final.

Corro para o banheiro me aliviar. Eu tentei muito não pensar nela enquanto me masturbava em frente ao espelho, apertando o mármore da pia para controlar a vontade de chamar pelo nome dela.

Como eu queria estar me enfiando em seu corpo como sua camiseta favorita.

Em resposta, minha dilatação me faz sentir culpado, mesmo que me traga um prazer bom e momentâneo.

Mia.

Droga! Mia.

Quando saio do banheiro, já passou das três da madrugada, mas ainda consigo notar minha garganta seca e dolorida por ter segurado tantos resíduos de satisfação. Acho que uma punheta nunca sugou tanto de mim quanto a dessa noite. Mal consigo ficar de pé sem me sentir tão exausto e impotente.

No entanto, assim que deixo o quarto, meu corpo entra em êxtase ao vê-la com seu rosto sonolento, querendo cuidado e conforto. A maciez de seu olhar me faz desejar estar entorpecido, mesmo quando Selena sorri como uma menina tímida, passando os cabelos desajeitados para trás e assim os deixando distantes dos olhos.

— Sempre se esbarrando comigo no meio da noite, capitão. — seguro a vontade de pegá-la pelos cabelos, desejando que sua boca me sacie mais do que minhas próprias mãos. — Insônia?

— Eu tive um... Pesadelo.

Eu não tive. Na verdade, o real pesadelo foi ter acordado tão de repente.

— Bem, eu ainda não me acostumei com essa droga de fuso horário. — capto humor e diversão em sua voz, que a essa altura, soa mais afinada do que cotidianamente. — Ainda pretende descer?

— Não. — precisei de apenas um segundo para chegar a essa escolha. — Perdi a sede.

— Então, tenha bons sonhos.

Só agora noto seu corpo por baixo daquela fina blusa branca, que marca firmemente seus lindos seios diabólicos, deixando a flexibilidade da minha visão ir até os mamilos rosados, duros e muito convidativos.

Francamente, minha boca está sedenta, a saliva parece rígida e árdua de engolir, mas eu não aguentaria nem mais um segundo perto de Selena com os dedos longe de seu corpo. No entanto, agora consigo vê-la andando para longe.

A vontade de chupá-lá chega tão rapidamente quanto o próximo sonho que tenho em que ela é minha personagem principal e favorita.

Isso está mexendo com a minha mente.


DOMINGO

Eu havia me esquecido completamente. Mia estava esperando por mim ontem, seus pais saíram para dançar, então teríamos um tempinho juntos, sem outras pessoas ou qualquer tipo de entretenimento que pudesse atrapalhar um bom momento de sexo. Aliás, desde que passei a ter pessoas em meu apartamento, não sei mais o que é isso, e talvez esse seja o motivo da minha testosterona parecer tão desesperada por outra pessoa.

Ela está nervosa, e com motivo. Deixei Mia para poder curtir a noite com Selena e Jupiter, e me sinto culpado por isso, mesmo evitando falar sobre o assunto e criar uma nova razão para o nosso desentendimento. E isso me desperta um certo tipo de inquietação. Há muito tempo não temos um momento bom juntos. As discussões apenas crescem e se tornam cada vez mais bobas, desgastando o nosso relacionamento.

— Eu te liguei inúmeras vezes, Justin.

Eu vi, mas apenas no dia seguinte. O celular estava no criado-mudo e no silencioso. Eu fiquei tão distraído com Selena que não notei quando ele vibrou até cair no chão.

— Me desculpe.

Mia bate seu pé no plano liso do apartamento quando cruza os braços, pronta para ouvir uma explicação melhor ou um pedido de desculpas mais decente, mas me faltam palavras.

— É só isso? Você não tem mais nada para me dizer? Não vai nem tentar se explicar?

— Eu estava ocupado.

— Ocupando demais para não poder nem mesmo atender às ligações da sua namorada? Será que os gemidos daquela vagabunda te deixaram surdo enquanto ela chupava você?

Meus olhos crescem rapidamente e pulam até o rosto enraivecido da mulher, cujo olhar cintilante se transforma da água para o vinho, me sacrificando por dentro.

— Você está ficando maluca? — eu tentei não gritar, mas o baque de sua pergunta foi maior do que minha competência.

Mia encolhe os ombros arrependida.

— Para mim já deu. — pego o bolo de chaves que deixei na bancada quando cheguei. — Eu vim aqui para tentar me desculpar, não para ter que ouvir essas besteiras. — ela não tenta me parar, fica muda enquanto ando até a porta. — Me procure quando você estiver menos louca.


*

Meu corpo lateja enquanto meus olhos pulam insipidamente até o Macbook de Ashley. Ele está pousado na mesinha central da sala, entre os sofás. Esperando por mim, pela minha curiosidade. E eu vou. Tentei controlar a vontade absurda dos meus olhos de entrarem em contato com aquelas fotos. Tentei mesmo.

O ecrã do aparelho brilha intensamente numa foto profissional de Selena, talvez tirada ainda na América. Alguns documentos chamam minha atenção, mas vasculho as pastas seguintes, indo até as mais antigas. E lá está todos os arquivos de ensaios sensuais; isso parece brilhar como a luz do sol no meu rosto, dando-me uma sensação de felicidade.

Passo foto por foto, sem antes apreciar a beleza anormal que Selena possui. Seu rosto e seu corpo.... Simultaneamente, sem tentar me esquecer do que vejo.

— O que você está fazendo?

De repente, deixo o Mac cair, mas Ashley vem correndo para apanhar o que é seu por direito.  Um sorriso sapeca cresce nos lábios róseos dela, mas minha ereção já foi concluída e espera por cuidados.

— Eu sabia! Você está a fim da Selena.

Merda!


Notas Finais


Olá! Estou postando bem rapidinho por causa dessa droga de internet.
Espero que gostem.
*Faça-me tua essa noite, capitão

Endless para vocês: https://spiritfanfics.com/historia/endless-9913493

Beijos ❤️


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