História Drown me - Capítulo 1


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Categorias Black Veil Brides (BVB), Bring Me The Horizon
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Oliver Sykes, Personagens Originais
Tags Andy Biersack, Bmth, Demonios, Oliver Sykes, Thriller
Exibições 114
Palavras 551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


booom, prólogo e como tô com tempo vou postar o primeiro capitulo em seguida. espero que gostem <3
podem comentar <3
se houver algum erro, sorry

Capítulo 1 - Prólogo - Death


Ser uma garota normal nunca foi a “minha praia”. Perdas de pessoas queridas me deixaram mais perplexa no mundo em que vivo. Se você acha que essa é uma daquelas historias que terminam com a frase “E viveram felizes para sempre”, pode parar de ler agora mesmo e procurar outra historia para ler... Ou simplesmente, se quiser continuar indo em frente... Não diga que eu não lhe avisei.

Meu nome é Clarice Pitts.

Tenho dezessete anos e há onze anos meus pais resolveram fazer uma viagem de carro. Meu pai havia chegado eufórico em casa. Parecia querer fugir de alguém... Ou até mesmo de algo. A viagem não estava nos planos da minha mãe, porém meus pais resolveram ir da mesma forma, levando eu e minha tia Elisa. Meus dois irmãos haviam ficado com minha avó, queria ter ficado com eles, mas meu pai dizia que era perigoso. Todos estavam confusos com essa atitude repentina do meu pai, mas por algum motivo, resolveram apenas ignorar e seguir as coisas que ele falava.

Viajamos a noite e no mesmo instante em que meu pai colocou o carro na estrada, uma chuva forte começou a cair. Lembro-me de minha mãe preocupada enquanto falava o nome do meu pai e praguejava baixinho. Lembro também de minha tia sentada ao meu lado no banco de trás, ela sorria de forma tranquilizadora.

De repente, o carro parou. Havia uma arvore caída no meio da estrada impedindo nossa passagem. Minha mãe dava tapinhas inofensivos no ombro do meu pai dizendo o quanto sair naquela noite foi realmente uma péssima ideia. Ouvimos batidas na janela do carro, meu pai abaixou o vidro com receio e viu que eram dois homens armados. Ambos anunciaram o assalto e apontaram uma das armas diretamente para a cabeça da minha mãe. Meu pai desesperado entregou tudo de valor que havia ali, mas aqueles homens queriam mais. Meu pai sem pensar, apenas reagiu. Os homens atiraram em meu pai, logo em seguida em minha mãe e assim, em minha tia.

O que eu poderia fazer? Estava encolhida no canto do carro, gritava por socorro mesmo sabendo que era tudo em vão. Olhei de relance para minha mãe e pude ouvir as ultimas palavras que ela dizia com dificuldade, com sua alma se esvaindo ao poucos:

– Eu te amo, Clarice... Diga aos seus irmãos que também os amo.

Dei um jeito de sair daquele carro e caminhei sem vontade dali. Quando cheguei a um posto de gasolina que não ficava tão longe de onde havia acontecido tudo. Pedi ajuda e disse com dificuldade tudo que ocorrera. Chamaram a policia e a policia disse que pegar aquela rota não era a primeira ideia de ninguém, pois ela estava cheia de assaltantes por praticamente todo o percurso e que, com certeza, a arvore caída era apenas alguma das “artimanhas” que eles haviam colocado ali para conseguir mais vitimas.

 Depois dessa noite, voltei para a casa da minha avó. A mesma me levou para vários psicólogos e afins, pois ela achava que eu havia tido algum tipo de sequela daquela noite, mas no fim, não havia. Estava tudo ok comigo. Depois de um tempo pude levar uma vida aparentemente normal à vista da família e dos meus amigos, sou uma pessoa feliz... Só não sei até quando.



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