História Duas Vidas - Capítulo 33


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Ageplay Não-sexual, Emmababy, Infantilismo, Mental, Regressao Idade
Visualizações 394
Palavras 1.862
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - 33 - Trick-or-treat parte 1


Fanfic / Fanfiction Duas Vidas - Capítulo 33 - 33 - Trick-or-treat parte 1

A sexta-feira chegou animada na mansão Mills.

- Bom dia querido. Refina saudou o filho que chegou a cozinha plantando um beijo na bochecha dela.

- Bom dia mamãe. Onde está nossa Evil Baby? Ele questionou levando o suco e o leite para a mesa.

- Dormindo ainda. Ontem ela brincou muito com a Tinker. Regina falou sentando-se e colocando um bolo com cheiro maravilhoso à mesa.

- Hummm bolo de maçã com canela. Henry falou com os olhos brilhando.

Os dois deram um pulo em suas cadeiras ao que um bebê com a carinha toda amassada apareceu sentada sobre a  mesa encima do bolo. E todos falaram ao mesmo tempo.

- Mamama! Emma falou feliz por estar em frente a quem procurava.

- Não! Encima do bolo nãoooo. Henry falou choramingando.

- Emma! Regina falou no susto.

Regina acalmou o coração e a respiração. Pegou a menina nos braços tirando o pijama sujo de calda de açúcar e abraçou a bebê.

- Bom dia furacãozinho. Henry falou.

- Heeeen. Emma falou o nome dele agitada e voltou seu olhar a Regina. 

- Mamama. Emma falava beijando o rosto de Regina.

- Bom dia bebê. Regina falou e a apertou contra seu corpo, sentindo a pequena se aconchegar e enfiar a mãozinha por dentro de sua camisa.

- Alguém tá com fome. Henry riu.

Regina deitou a bebê em seus braços e colocou o seio na boca dela, sentindo a sensação de pertencimento se apoderar de seu corpo e seu coração entrar no mesno ritmo do coração de Emma. Felizes por estarem juntos.

- Dá pra comer ainda? Dá mamãe? Henry perguntou olhando para o bolo que agora estava amassado.

-Mi mamama. Emma parou de mamar para implicar com Henry e depois voltou a sugar o leite, dando atenção a um botão da camisa de Regina, que só sorria. Baby Emma era a coisinha mais fofa.

- O gosto não mudou querido, só o formato. Falou sorrindo e viu Henry pegar um pedaço grande do bolo.

- Bom dia. Tinker saudou a todos.

-Bom dia. Regina e Henry responderam.

- A porta estava aberta, então fui entrando. Ela falou a Regina.

- Deixei aberta para você mesmo. Sente-se e tome café da manhã. Regina falou.

- Obrigada. Farei isso já que Emma já está tomando o dela. Tinker falou sorrindo com a cena de Regina amamentando e Emma vidrada em Regina.

- Já estou saindo. Regina falou ao que acabaram o café e Henry tirou a mesa.

- Quando chegar da escola vamos enfeitar a casa para o Halloween. Certo Tinker? Ele questionou animado.

- Sim. Estaremos esperando você. Tinker falou com Emma nos braços, os acompanhando até a saída.

- Beijo bebê. Qualquer coisa me ligue Tinker. Saíram e Tinker entrou para dar banho na pequena.

....

- Cheguei baby e Tinker. Prontos para "docea ou travessuras"? Henry falou animado ao entrar em casa.

- Que bom ! Por favor Henry, me ajude aqui. Ela pediu apontando para o teto e Henry olhou, vendo Emma encolhida no canto da parede. No canto da parede no alto.

- O que ela tem? Ela caiu num saco de pó de fada? Henry falou brincando mas franziu a testa ao ver Emma parada como se estivesse em transe.

- Antes fosse. Ela estava brincando, depois ficou quieta e agora  está lá encima falando em língua de bebê e...

- Babando! Eeeeca Emma ! Henry falou limpando a baba que tinha caído em sua camiseta.

- Não sei Tinker. Ela não parece estar brincando. Henry falou não entendendo o que acontecia ali.

- Desce bebê. Tinker chamou. 

- Veeem Emma. Vamos brincar, olha! Tinker falou e mostrou alguns itens de decoração de Halloween que Henry havia separado para decorar a entrada da mansão.

- Será que se ela arrotar ela não consegue descer? Henry falou.

- Que tipo de pergunta suína é essa? Tinker perguntou com cara de nojo.

- Desculpa, é meio nojento mas eu vi num filme e funcionou. Henry falou dando de ombros sem  os olhos da loirinha.

Tentaram de tudo para a menina descer mas ela não descia de jeito nenhum. De repente ela começou um choro alto e sentido - com direito a muito biquinho e lábios tremendo.

- Vamos chamar Regina. Não estou entendendo nada. Tinker falou desesperada e Henry concordou pegando o celular.

....

Na prefeitura Regina eatava inquieta e com um desconforto enorme no peito.

- Regina precisamos conversar. Snow falou ao entrar na sala da prefeita seguida por David com Neal nos braços.

Regina revirou os olhos e pensou "ai está o motivo do meu desconforto".

- Olá Encantados. Claro que podem entrar na minha sala. Aliás, fiquem a vontade.

- Precisamos conversar Regina e tem que ser agora. Snow falou sentando-se na cadeira em frente a mesa da prefeita.

- Pois diga Snow. Sou toda ouvidos. Regina falou deixando oa papéis de lado e olhando para os três a sua frente.

- Nós queremos conviver com a Emma. David disse.

- Exatamente. Afinal ela é nossa filha. Snow falou sorrindo ao final.

Regina arqueeou a sobrancelha. 

Sua intuição dizia que o interesse repentino não era "pelo bem" de Emma, mas precisava ver o que estava acontecendo.

- Realmente? E porque o interesse súbito. Regina questionou.

- Beeem, nós. David e eu. Pensamos bem e talvez nós devessemos ter agido de outra forma coma  Emma. Sabe, quando tudo aconteceu. Snow falou e fez cara de cão arrependido. 

- Eu sou uma ótima mãe Regina. Veja o Neal por exemplo, está saudável, lindo. Uma criança perfeita. 

- Você é maravilhosa meu amor. David falou olhando a esposa.

- E? Regina prosseguiu.

- E podemos fazer o mesmo com Emma. Ela só precisa de tempo, e nos a ensinaremos a ser uma salvadora novamente e logo a família Charming será motivo de orgulho para os toda a cidade novamente. David falou como se houvesse uma platéia a sua frente. E Snow o olhava "encantada". 

- Eu sei, falar com tanta emoção assim sobre uma família se reunir novamente é algo maravilhoso. Entendo suas lágrimas Regina. Snow falou e Regina não entendeu a que ela se referia até que passou a mão pelo rosto e sentiu a mão molhada.

O celular encima da mesa começou a vibrar mostrando a foto de Henry. 

- Querido? Regina atendeu rapidamente.

- Precisamos que venha aqui mamãe. Henry falou e Regina ouviu Emma chorando ao fundo.

- Estou indo. Regina falou e desligou o celular. Pegou a bolsa e foi saindo sendo seguida pelos três Charming.

....

Regina chefou a mansão em tempo recorde. E assim que abriu a porta de casa Henry correu ao seu encontro, vendo os avós com Neal entrarem logo após sua mãe.

- O que aconteceu? Regina questionou.

- Isso. Henry falou apontando para a cozinha.

Regina se virou na direção indicada e viu seu bebê voando. VO-AN-DO sobre a pia da cozinha coçando os olhos e chorando muito e agindo como se fugisse se algo. E depois parou. Quieta.

- Ela voa? Snow perguntou sem se conter, sendo ignorada por todos.

- Refina eu não sei o que aconteceu. Tinker falou agitada.

- Tinker, não culpo você, calma. Regina falou dando um passo para a cozinha mas sendo cortada por Snow.

- Emma. É a mamãe. Desca daí. A menina só olhou e não se mexeu um milímetro.

- Olha o Neal quer brincar com você. Snow disse e David pegou as mãozinhas do menina fazendo um tchauzinho. Emma arqueeou a sobrancelha lembrando muito ima certa rainha, o quw fez Henry e Tinker sufocarem uma risadinha. 

- David, pegue-a. Snow falou ao que viu que não conseguiria trazê-la para baixo e tomou Neal dos braços do homem.

- Ok. David se aproximou um pouco receoso da menina, e pulou jogando os braços para tentar agarra-la mas não conseguiu toca-la. Emma se movimentou rápido subindo mais alto ainda e ficando próximo ao teto. Chorando muito e coçando os olhos que estavam vermelhos.

- Assim você vai machuca-la.Regina disse e foi para perto de sua menina.

- Emma? Regina estendeu os braços e ao ouvir o chamado a menina se agitou. 

- Mamama. Emma agora chorava mais ainda - sacudindo os braçinhos e as perninhas mas sem conseguir se mexer.

- Saiam. Eu preciso dela calma. Regina pediu com o coração aos pulos por ver sua bebê daquele jeito.

Tinker, Henry, David com Neal saíram mas Snow ficou escondida atrás da porta. Observando tudo.

- A mama vai tirar você daí. Seja esse "daí" o que for. Regina falou sabendo que algima coisa estava acontecendo ali dentro e que seus olhos sem magia não estavam enxergando.

Subiu sobre a pia e tentou pegar no pezinho de Emma. Mas estava longe ainda. Tentou subir em todos os móveis ali mas nenhum era alto o suficiente para alcançar seu bebê e Emma chorava tanto deixando as lágrimas caírem sobre Regina. Ela estava sem saber o que fazer e desesperada.

- Emma. Regina chamou fazendo a menina olha-la.

- Vem pra mim meu amor. Vem pra mamãe. Regina chamou tocando o coração com uma mão e a outra estendeu a menina. 

- Ma-mamãe. Emma repetiu levando uma mãozinha até o coração e a outra em direção a mão de Regina.

Como um imã. Era assim que Regina se sentia ao sentir sua alma ser conectada a de Emma - uma vez que seus corpos estavam distantes um do outro. Ela podia ver a sua essência em roxo se misturar a essência branca da menina girar ao redor delas, formando magia em tons de lilás. Regina movimentou a mão e viu a magia se curvar a sua vontade - não a sua magia mas a magia de Emma. 

Com a magia percorrendo seu ser, Regina viu. 

Um anjo? 

Não. Regina pensou se lembrando de histórias antigas. 

Era um caído. 

Pele pálida. Asas de anjo mas na cor negra como sua alma, o cabelo jogado sobre as laterais do rosto e um sorriso maníaco no rosto. O se prendia Emma no alto com um agarre feroz parecia um cão de caça com a presa debaixo das patas. Havia no ar um sentimento de maldade que era quase palpável agora que podia "ver" através da névoa da normalidade. 

 Dava razão para o choro de Emma. O "anjo" era uma visão que Dante usaria em seu livro.

- Saia! Regina falou fazendo uma bola de fogo nascer na palma de sua mão. O anjo estreitou os olhos ao ver o fogo - trevas e luz não se dão muito bem afinal. 

Emma então desceu devagar até o chão e correu até Regina.

- Tái. Tái dati. Emma falou agarrada a perna de Regina fazendo o fogo na mão de Regina crescer e ficar branco mudando a forma para energia pura.

Uma risada maléfica e com timbre rouco foi ouvida. O anjo foi ao chão dobrando os joelhos. 

O ar ficou denso como se de repente tivessem entrado dentro de um pântano - frio, sem vida e amedrontador.

- Entregue a menina e viverá. A voz rouca se pronunciou fazendo Regina se arrepiar.

- Já disse. Saia da minha casa. Regina falou com a melhor pose de Evil Queen que era capaz.

- Eu sempre tenho o que quero e não será uma humana insignificante que me impedirá. A voz riu com escárnio.

- Rá Rá Rá. Emma imitou a risada maléfica só que a voz de bebê deixava tudo fofo.

- Não me imite fedelha! 

- Boba! Emma pos língua para fora.

- Traga-a. A voz soou decidida e irrritada.

E o anjo se projetou em um salto para cima das duas. 






Notas Finais


Vejo vcs nos comentários ! 😉

Vamos lá leitores.


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