História Duas vidas, um destino - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Ichigo Kurosaki, Orihime Inoue, Rukia Kuchiki
Tags Bleach, Byahime, Byakuya Kuchiki, Orihime Inoue
Exibições 167
Palavras 3.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


A única coisa que me resta é pedir perdão pela demora, trabalhei desde o feriado de 07 de setembro e só agora tive uma folga. Não pensem que pretendo desistir da mim fic, tenho total intenção de chegar até o final. Espero que gostem de capítulo, ele é uma fase de transição então para os próximos as coisas iram começar a caminhar para o fim. Boa leitura.

Capítulo 28 - Em paz com o passado


Fanfic / Fanfiction Duas vidas, um destino - Capítulo 28 - Em paz com o passado

 

‘Para uma Divisão tão avançada a segurança aqui é a nível de primeira aula de kendo.... muito básica... kkk isso foi mais fácil do que pensei. Aquele Capitão desprezível e suas loucuras tiveram algo de útil nisso tudo agora só preciso de algumas coisinhas ahhh... tenho tudo que preciso bem aqui e o item principal est... MALDITO! Como se ele fosse descobrir alguma coisa fazendo isso... infelizmente não tenho tempo para reparar os danos se essa mente entrar em colapso tudo terá sido perdido.’

De fato tinha sido muito fácil, um pouco de gás fez os poucos que ali estavam dormir rapidamente e chegar a sala que queria também não havia sido problema, só precisa de rapidez para sair antes que algum alarme fosse disparado.

Seu tempo estava acabando, podia sentir o corpo e a mente que ocupava lutando para assumir o controle, um ou dois, no máximo três dias e todos perceberiam pequenas mudanças até que o colapso fosse total. Ele tinha que obter os poderes dela para que pudesse voltar no tempo, sabia que ela tinha essa habilidade e pouco importava se ela morresse no processo.

‘Tinha que ser justo aquele Capitão pra ficar de guarda e ainda de quebra ser casado com ela, eles ficam juntos o tempo todo, minha única brecha de tempo é durante a aula... arriscado... não tenho outra alternativa.’

Deixando a Décima Segunda Divisão tão furtivamente quanto entrou ainda foi capaz de ver quando o Capitão entrava pelo portão principal, sorriu cinicamente embora seu sorriso desapareceu quando desejou que a Mansão Kuchiki fosse tão fácil de penetrar quanto ali, depois da segunda tentativa havia desistido: Guardas altamente treinados, alarmes em toda parte e uma barreira de kido mantida sabe-se lá por que monstro que possuía tanta energia espiritual que impedia todas as suas tentativas de progresso.

Sabia que ela estava lá no momento, além de ter ouvido que alguma coisa havia acontecido com “a esposa do Capitão Kuchiki”, embora ninguém soubesse dizer exatamente o que, a barreira estava lá. Por um momento sentiu os joelhos vacilarem e a cabeça doeu, forte, ‘Tenho pouco tempo.’.

...

Realmente a cena era pitoresca e enquanto eles simplesmente estavam embasbacados observando o alvo de tanto espanto, ou melhor os alvos, os mesmos ignoravam heroicamente o fato de estarem sendo observados. Eles tinham percebido praticamente desde os portões da mansão suas reiatsus levemente em êxtase se aproximando e era evidente o tanto de auto controle que ambos estavam tentando e falhando em ter para mascarar seus estados de euforia, e tanto Byakuya quanto Orihime sabiam exatamente o motivo.

 

Um mês atrás

...

-Observando eles dois faz com que eu pense em mim mesma. – Uma pensativa Orihime conversava sobre seus amigos com Byakuya na varanda da mansão.

-O que quer dizer com isso? – Ele realmente queria ver o ponto de seu raciocínio

-Renji e Rukia... eles se amam e eu sei que você sabe disso – O sorriso que ele lhe deu confirmava seu conhecimento nesse ponto, além do mais o que é que ele não sabia?... – Só que eles simplesmente fingem não sentir o que sentem.

-E onde isso lembra você? – Ela fez uma careta, adorável, mas mesmo assim intrigante.

-Não se aborreça mas isso lembra a mim quando girava em torno de Kurosaki-kun sem nunca ter coragem de falar o que sentia – Ela se pôs pensativa mas o que acalmou Byakuya foi o fato de perceber que não havia um único traço do amor que ela dedicou por tanto tempo ao shinigami substituto.

-Posso dizer que a única diferença é que eles tem conhecimento de seus sentimentos um pelo outro e apenas o ignoram ao contrário de Kurosaki Ichigo que nunca foi capaz de enxergar o que tinha diante de si. – Ele teve o ligeiro prazer de vê-la corar.

-Posso dizer que hoje sou muito feliz por isso. – Ambos sorriram. – O que você vai fazer quando ele finalmente tiver coragem de falar com ela? E conseqüentemente com você?

-Vou me divertir um pouco.

 

Presente

-Eu não esqueci o que você disse... – Ele olhou pra ela e sorriu, fácil como sempre – O que você vai fazer Anata?

-Não existe nada mais cômico do que meu Tenente sem saber o que fazer... – Seu olhar era tão malicioso que mesmo contra suas boas intenções de ajudar e facilitar a vida do casal de amigos/irmãos ela também sorriu, extremamente curiosa.

-Não seja mau!

A troca de palavras em meio a refeição era feita ao ‘pé do ouvido’, Rukia e Renji não faziam a menor idéia do que os aguardava e contra seu melhor juízo Renji tomou a iniciativa de interromper o jantar de seu Capitão e sua esposa ‘Ainda não me acostumei com isso!’.

-O que quer Abarai Renji?

-C-capitão eu... – Ele parou e tomou uma respiração mais profunda numa tentativa de si acalmar. – Capitão vim pedir sua permissão para me casar com Rukia.

Ter sua esposa escondendo o rosto em seu ombro para não mostrar que estava rindo não estava ajudando em seu próprio auto controle para não rir ‘Ela está me deixando muito sentimental...’, interiormente ele riu com a conclusão de um fato obvio. Só que agora não, de jeito nenhum, ele teria seu momento de prazer sob a pele de seu Tenente.

-Permissão para casar-se com Rukia – Ele repetiu levantando-se e trazendo Senbonzakura consigo.

-Sim Capitão – Ele si auto felicitou por não gaguejar mas já estava sentindo um suor frio percorrendo sua espinha.

-Você vem em minha casa, interrompe meu jantar com minha esposa e ainda pede minha permissão para tirar minha irmã de dentro de minha casa... – Ele olhou para Renji mais frio que o dragão Hyourinmaru – Entendi bem?

-Nii-sama! – Até Rukia estava assustada, primeiro por ter acreditado que Renji pediria permissão apenas para namora-la e não para casarem-se e agora pela reação de seu irmão e seu súbito tom de possessividade, e pra piorar Orihime não tirava os olhos do chão e seu corpo dava leves tremores ocasionalmente.

-... – Renji apenas conseguiu confirmar com um aceno de cabeça, a distância que estava era preciso apenas estender sua espada e Byakuya arrancaria fora sua cabeça.

-Orihime você deseja ter um eunuco? – Impagável! Byakuya sorriu.

Ele estava certo, Byakuya sempre estava certo, quando chamou seu nome ela finalmente olhou para Renji e viu escrito em seu rosto o momento em que ele interpretou as exatas palavras de Byakuya, ele simplesmente parecia aterrorizado e vê-lo levar suas duas mãos até suas partes baixas como se quisesse protege-las foi a melhor parte, mesmo Rukia estava mais branca que os trajes dos Quincys.

Como uma explosão de fogos de artifícios o riso de Orihime ecoou pela Mansão, seu dorso estava dobrado, suas mãos seguravam sua barriga e ela ria e ria como se não houvesse amanha. Byakuya olhou para ela e riu, não tinha como não rir, então caminhou até ela deixando dois shinigamis sem entender nada olhando para eles. Orihime estava com lágrimas nos olhos de tanto rir.

-Anata isso foi muito cruel! – Ela disse em meio aos risos.

-Pena que você não aguentou mais – Ela olhou para ele interrogativamente, ou tanto quanto podia – Imagine sua reação se eu tivesse sacado Senbonzakura?

Segundos depois uma nova rodada de risos ecoou pela Mansão e Byakuya não conseguiu impedir sua mente de ver o quanto sua vida havia mudado. Ele simplesmente não tinha assimilado toda mudança que havia ocorrido em sua vida, em vários momentos ele simplesmente acreditada que estava vivendo em uma dimensão paralela, era felicidade demais para alguém como ele ter direito.

‘Alguns meses atrás ouvir risos na Mansão era algo inimaginável, eu casado, eu apaixonado, eu sorrindo, eu amando, eu... feliz... algo pensado para ser impossível... mas aqui estou eu rindo, sorrindo, casado, apaixonado, amando e feliz... nunca negaria isso a Renji e muito menos a Rukia... Orihime... não... nem pensar... agora o que eu não consigo imaginar é uma vida onde você não esteja ao meu lado, onde você não faça parte dela, onde você não seja ela. Minha vida e sua vida tornaram-se apenas uma. Depois de tudo acho que é hora de ter um pouco de fé e pedir que você nunca seja tirado de mim, eu não suportaria.’

Ele rapidamente mudou sua linha de pensamentos, não tinha como seguir esse caminho sem sofrer por antecipação, não tinha como não ter medo de que isso um dia pudesse acontecer, afinal é a ordem natural das coisas, mas não, nem pensar, isso era algo para ser ignorado, esquecido, para fingir que não existia, afinal esse seria o fim. Saindo de seus pensamentos perturbadores sua atenção se voltou a cena diante de si, felicidade instantaneamente enchendo todo seu ser e mais uma vez ele sorriu, fácil, sempre fácil.

E isso era contagiante, claro que só depois do assombro de ver Byakuya sorrindo passar, seu riso era contagiante, Rukia começou a sorrir entendendo completamente a situação, apenas Renji permanecia estático ‘Eu acho que bati com cabeça em algum momento do meu dia, ou bebi demais e estou apagado em algum lugar... Kira eu te mato qualquer dia desses por me fazer beber tanto...’.

-Vamos, sentem-se vamos jantar, nós acabamos de começar! – Orihime disse com um enorme sorriso em seu rosto e para espanto de Renji o olhar de Byakuya era sereno, amoroso até.

Parecia que a palavra “sentem-se” era mágica pois do nada surgiram servos, pratos, talheres e toda a parafernalha necessária para um jantar digno do Clã Kuchiki. Era incrível a facilidade com que a conversa fluía, para espanto de Rukia e Renji Byakuya simplesmente estava curioso sobre os planos de ambos para o futuro.

-Nii-sama esse idiota nem me avisou que iria pedir sua permissão para um casamento- Rukia teve a decência de corar – Então ainda não conversamos sobre isso.

-E porque eu pediria para namorar se o que eu quero é me casar com você? – Renji não percebeu o olhar de aprovação de seu Capitão para ele.

-Façam a festa na Mansão as despesas ficam sob minha responsabilidade. – Byakuya simplesmente soltou, ele estava com um sentimento de missão cumprida, sua promessa a Hisana estava tornando-se realidade. Depois de tantos anos dos quais muitos ele havia optado por ignorar sua irmã ele estava tentando corrigir isso, mais uma coisa que ele devia a Orihime.

-Nii-sama... – Ela estava prestes a protestar mas não teve essa oportunidade.

-Oh! Rukia já pensou nos jardins decorados com violetas?... – Os olhos de Orihime brilharam de emoção – Combinariam com seus olhos, tudo ficaria perfeito!!

Essa era a mulher que ele amava, mesmo com seu próprio casamento marcado para dali a poucos dias ela não tinha dado sequer um minuto de seu tempo fantasiado sobre o fato, mas ao deparar-se com o casamento futuro de Rukia ela já estava dando idéias e fazendo planos para ela, sua capacidade de querer ver todos a sua volta felizes era uma das coisas que mais deixava Byakuya orgulhoso de tê-la escolhido como esposa.

Enquanto o jantar transcorria e as duas mulheres conversavam sobre tudo que poderia acontecer no casamento, todos mudaram para a sala quando Orihime tentou levantar e quase caiu, sendo pega por um Byakuya muito preocupado.

-O que houve? – Seus olhos estudando suas expressões.

-Apenas me senti um pouco tonta, Anata, estou bem. – Ela pousou gentilmente uma mão em seu rosto.

Tanto Rukia quanto Renji ainda não estavam acostumados a demonstrações de afeto por parte de Byakuya, e eles tanto podiam dizer que estavam felizes e abismados na mesma medida. Renji nunca vira Byakuya ser tocado antes e a própria Rukia contava nos dedos de uma única mão as vezes que havia feito isso, mas era tangível a apreciação de Byakuya a proximidade de Orihime desde sempre e agora parecia ser tudo o que ele precisava para a eternidade. E era mesmo.

-Vamos, você precisa descansar.

Duas coisas passaram pela cabeça de Byakuya nesse momento. Primeiro: Ela havia acabado de morrer, e mesmo sentido um embrulho no estomago com essa palavra, essa era a realidade e sua alma ainda estava sentido toda essa mudança ainda mais somado ao fato de que sua morte fora totalmente fora dos padrões. Segundo: Eles haviam gasto muito energia tendo seu primeiro contato intimo logo após ela acordar, fora impulsivo de sua parte e ele tentou ser tão gentil quanto pôde mas não altera o fato de ter sido imprudente. Apenas esses dois fatos juntos e já eram mais que motivos suficiente para que ele a quisesse em uma cama o mais rápido possível.

-Acho que você está certo. – Ela sorriu.

-Rukia, Renji. – Ele saiu levando Orihime antes mesmo que ela pudesse dar boa noite.

-Rukia ainda não me acostumei a isso. – Sutileza nunca foi o forte do Tenente da Sexta Divisão.

-As vezes eu também me surpreendo e tenho medo. – Ela pegou o olhar de Renji fixo nela. – Ela é parte dele agora.

-Entendo...

E entendia mesmo, ambos ainda tinham muita adrenalina correndo em suas veias para irem dormir então foram para os jardins da mansão e começaram a conversar sobre tudo que tinha acontecido desde a invasão ao Sereitey meses atrás e novamente eles estavam discutindo as possibilidades de quem seriam os responsáveis, ignorando o fato de que as rodas do destino estavam girando novamente.

...

Byakuya deitou Orihime em sua cama e prontamente se acomodou ao seu lado, como sempre sentindo um enorme prazer num ato tão simples quando deu-se conta de outro fato: eles estavam em casa, na sua casa, na sua cama, onde viveriam e construiriam seu futuro, ali era seu lar, ali era seu lugar e era a primeira vez que eles estavam juntos ali, compartilhando o que de fato eram deles.

-No que você está pensando? – Já fazia alguns minutos que Orihime o observava sem que ele percebesse, ela sempre ficava feliz com o quanto de tranqüilidade que ele ficava ao seu lado.

-Um tempo atrás eu desejei, sem acreditar ser possível, ter você exatamente aqui, assim, nessa cama. – Ele vez uma pausa para reunir seus pensamentos sem tirar os olhos dela – Naquela época eu tentei imaginar como eu me sentiria e descobri que todos os meus “sonhos” foram frustrados.

-... – Essa era uma das raras vezes em que ela estava numa perda de palavras.

-Tudo é maior, muito maior do que imaginei. – Seu olhar era firme – Não existe mais nada que me faça feliz nessa ou em qualquer outra vida, por toda a eternidade, que não seja você.

-Anata... – Uma lágrima correu pelo rosto de Orihime.

-Eu amo você Orihime Kuchiki – A sombra de sus medos ecoando em sua mente – então, por favor, não vá a nenhum lugar onde eu não possa ir, nunca fique longe de mim, não me deixa... nunca, e não permita que você vá antes de mim.

Seu medo, seu maior medo, um que até pouco tempo atrás ele nem sonhava imaginar que tinha agora criara raízes profundas em seu ser e não havia nada que eles pudessem fazer e mesmo sendo um pedido inútil ele tinha que faze-lo para que essa única parte dele pudesse ficar me paz, uma falsa paz, mas mesmo assim, era melhor que nada. Qualquer um que ousasse entrar em seu caminho, que tentasse machuca-la ele mataria, simples assim, mas o envelhecer, o morrer pelos meios naturais, era algo inevitável, e mesmo ele tendo total ciência de que eles tinham muito, muito tempo mesmo pela frente, esse medo permeava seu coração.

Orihime podia ver uma sombra de dor, um toque de angustia nos olhos e em cada palavra que Byakuya disse e nas que ele não disse também. Eram a mesma dor e a mesma angustia que ela sentia, ela entendia melhor que qualquer um os medos dele, eram os mesmos que os dela. Ela sabia que não suportaria perder mais ninguém que ela amasse e ele estava no topo da lista, ele era a lista. Ela fez a única promessa que seu coração podia aceitar.

-Eu vou estar sempre com você – Lágrimas banharam seu rosto quando ela falou o que tinha em mente – E daqui e muitos, muitos e muitos anos quando esse momento chegar eu simplesmente vou com você.

-Tudo bem – Ele espirou fundo abraçando Orihime ainda mais apertado contra si – Tudo bem, por favor descanse agora.

-Eu amo você Byakuya – Ela disse depois de um tempo sentindo que ele havia relaxado um pouco.

 

‘Mestre não pense nisso agora.’

‘Tudo que aconteceu, eu achei que... por um momento eu...’

‘Eu também e ainda estou um pouco em falta...’

‘O que quer dizer?’

‘Não sinto Shun Shun Rikka totalmente.’

‘Acalme-se Sen, eu sinto a energia dela através de Orihime.’

‘Mestre eu... sim, é verdade.’

 

Não era fraqueza, não era um medo infundado, não era sentimentalismo barato. Todo o medo de Baykuya resumia-se a dor que ele suportou por quase um século após a perda de Hisana, para algumas pessoas não é fácil dizer “adeus!” ainda mais a quem se ama. Para Byakuya não, nunca. Por um breve momento ele achou que tinha sido traído pela Soul Society e que tudo o que eles queriam era eliminar um risco: Orihime. Por um momento ele realmente acreditou que ela estava morta, a quantidade de sangue derramado era mais que suficiente para validar essa teoria. Só quando as palavras de Unohana o alcançaram foi que ele conseguiu respirar, não aliviado, apenas respirar. As horas que Orihime passou inconsciente foram muito longas e em cada minuto ele sentiu toda a dor da perda de Hisana mais uma vez.

A promessa de Orihime teria que ser suficiente e enquanto olhava para ela, que havia dormido a poucos minutos, ele finalmente chegou a um consenso consigo mesmo e teria que ser suficiente já que não havia alternativa. Ele não pensaria mais nisso, ele viveria seus anos, todos os muitos anos que tinham pela frente e quando chegasse a hora ele encontraria uma forma de fazer valer a promessa de Orihime. Com esses pensamentos ele também adormeceu.

Rukia havia adormecido ao lado de Renji no jardim da mansão, quando o sol começou a iluminar seu rosto ambos despertaram, sorrindo um para o outro. Um dia de paz depois de tanto stress. Mal o sorriso havia se formado no rosto de ambos uma borboleta do inferno apareceu para ambos.

‘Atenção todos os Capitães e Tenentes houve uma violação de segurança nas instalações da Décima Segunda Divisão, uma reunião de emergência está sendo iniciada em dez minutos.’

Começou!

 

 


Notas Finais


Até o próximo!!


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