História Dublê De Noiva - Capítulo 34


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags Camila, Camren, Drama, Fifthharmony, Lauren G!p, Romance
Exibições 1.166
Palavras 894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie

Capítulo 34 - Capitulo 34


A mansão Jauregui estava completamente iluminada na véspera de Halloween e um fluxo contínuo de convidados chegava para celebrar o noivado de Lauren Jauregui e Camila Cabello.

Lauren mantinha o braço em torno da cintura de Camila enquanto a guiava pelo meio da multidão, apresentando-a a pessoas cujos nomes ela ouvira e vira em colunas sociais, mas que nunca esperava conhecer pessoalmente. Toda a situação parecia-lhe irreal.

Camila cumprimentou seus anfitriões ― Jake e Erica, Michael e Clara ― com a segurança e o entusiasmo de uma noiva verdadeira. Eles realmente pareciam gostar dela, e Camila sentiu mais uma pontada de culpa por os estar enganando. Começara a vê-los como pessoas, não mais como semideuses, e esperava que nunca descobrissem a respeito da farsa depois do rompimento predeterminado do noivado. Seria muito melhor deixar que os Jauregui mais velhos achassem que ela havia sido dispensada por Lauren do que descobrissem que tinham sido enganados pelos dois.

Para Lauren a festa era real até demais, uma repetição de inúmeros eventos sociais dos quais já participara ― e viera a odiar ― no decorrer dos anos. Embora fizesse as apresentações e conversasse com desenvoltura com os convidados, dividia seus verdadeiros sentimentos com Camila.

― Eu odeio festas como esta. Odeio os papos insignificantes e as piadas fúteis. Preferia estar comendo salsichão e algodão-doce no Festival de Arte ― anunciou, recusando uma mini-torta de aspargo oferecida por uma das garçonetes. Mas não desprezou a taça de champanhe que um garçom lhe ofereceu.

Camila observou-a virar a taça e colocá-la, vazia, em outra bandeja que passava. Não era o primeiro copo que Lauren tomava nesta noite. Ela não tinha certeza se era o terceiro ou o quarto, mas concluiu que sua mente já devia ter sido afetada pela bebida para que ela desejasse estar no meio das barraquinhas de comida do festival.

― Acho que você está esquecendo o quanto odiou o Festival de Arte, Lauren ― lembrou-a Camila.

― Pelo menos o festival tinha esculturas feitas de serra. ― Lauren lançou-lhe um sorriso cômico. ― Me mostra alguma coisa aqui que se compare com aquilo.

― Você pode não dar valor a este lugar, mas eu estou me sentindo como se estivesse num cenário de filme. ― A Mansão da Ilustre Família, Cena I, Tomada I.

Lauren achou a comparação divertida, mas ela estava falando sério. Aquilo não era a vida que ela conhecia. Mais uma vez, Camila deu-se conta da ridícula pretensão daquele falso noivado. Ela e Lauren não eram apenas de classes sociais diferentes, eram de mundos diferentes. Como alguém podia acreditar que ela ficaria noiva de alguém como ela? Todos os fatos revelavam o absurdo de um noivado entre Lauren e Camila.

Quando Erica e Clara lhe perguntaram os nomes das pessoas que ela gostaria de convidar para a festa, Camila não lhes deu nenhum. O motivo era que não queria envolver mais ninguém naquela farsa. A própria Kia optara por ficar de fora, dizendo que "recusava-se a participar de uma celebração fraudulenta".

Ninguém questionara a falta de convidados de Camila. As pessoas simplesmente sorriam e lhes desejavam tudo de bom.

Ela bebericava a segunda taça de champanhe que Lauren lhe entregara. Raramente bebia aquilo, e nas poucas vezes em que o fizera, achara o gosto desagradavelmente amargo. Este, contudo, parecia-lhe leve e adocicado, e descia suavemente.

― O meu rosto está prestes a rachar de tanto sorrir ― resmungou Lauren enquanto se afastavam da última roda de convidados que haviam cumprimentado. ― E se alguém fizer mais alguma analogia com a Cinderela, não vou responder pelos meus atos.

― Todo mundo está sendo muito gentil. Mas quando se trata de contos de fadas, Alice no País das Maravilhas é provavelmente o que chega mais perto.

― Esta cena específica seria a festa de chá do Chapeleiro Maluco ― resmungou Lauren.

― E talvez tenha um pouco da história da Cinderela também ― disse Camila alegremente. ― Eu sei que você não gosta de ser escalado como fada madrinha, mas o seu cartão de crédito foi a varinha mágica que fez aparecer este vestido.

Ela deu uma olhada para o vestido vermelho curto, sexy, porém elegante, que estava vestindo. Lauren insistira que era sua responsabilidade providenciar um vestido para Camila, chegando até a ameaçar trazer Sterling ao escritório para redigir um novo contrato especificando um vestido para a festa de noivado como parte do acordo. Camila, lembrando-se do quão longo e tedioso um contrato especificado por Lauren podia ser, deixara que ela lhe comprasse o vestido.

― Você está maravilhosa com este vestido ― disse Lauren com a voz rouca. O plano de Taylor fora focar a atenção no anel de sua avó, destacando-o por meio da duplicação da cor rubi com o vestido, e mantendo assim a memória de sua avó no centro daquela noite especial.

Mas para Lauren a cor rubi não trazia lembranças de sua avó. Sua cabeça estava cheia com pensamentos sobre Lauren. Pensamentos de admiração, de luxúria, obsessivos, sobre Camila. Ela estava deslumbrante com aquele vestido, exibindo uma elegância sensual que a deixava tonta. Ela aceitara os cumprimentos dos homens presentes; também teve vontade de socar alguns deles por babarem abertamente por Camila.

― Lá está sua tia Rebecca ― disse Camila, agarrando-lhe o antebraço. Estava feliz em ver um rosto conhecido, alguém a quem não precisaria ser apresentada.

Notas Finais


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