História Dumb Love - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~GeekSTop

Postado
Categorias Chloë Grace Moretz, Justin Bieber
Personagens Chloë Grace Moretz, Justin Bieber
Tags Drama, Infância, Revelaçoes, Romance
Exibições 287
Palavras 2.908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeey Guys! Tudo bem? Espero que sim. <3
Capítulo novo Tcharaaam
Gostaria de agradecer pelos comentários *-*

Ultimamente estou muito enrolada, nem divulgar a fanfiction estou conseguindo. Mas prometo que tentarei mudar isso.
Os comentários estão diminuindo.. Não quero ser chata mas.. o que está havendo??

Bom.. Boa leitura
E desculpe qualquer erro

*Pequeno spoiler: personagem novo e importante

Capítulo 4 - Old Friend


Fanfic / Fanfiction Dumb Love - Capítulo 4 - Old Friend

Louisa Hardway POV.

Assim que o sinal do intervalo soou, fomos liberados. Minha barriga roncava de uma maneira monstruosa, o que resultou em risadas da parte de Jennifer.

Chegamos no enorme lugar, onde se ouvia um falatório imenso de alunos. A fila para pegar os lanches estava gigante, fazendo minha vontade de comer ir para o espaço.

— Olha o tamanho dessa fila! Perdi a fome. - resmunguei

— Para não perdermos tempo, eu procuro por uma mesa lá fora e você pega os lanches, okay?

— Por que eu? - senti suas mãos nos meus ombros me empurrando até o final da fila.

— Por quê você tem um monstro dentro do seu estômago! - sorriu divertida.

Rolei meus olhos e sem perceber, já estava sozinha esperando a minha vez. Depois de longos e infinitos minutos, chegou minha vez e peguei sanduíches e sucos.

Tentando equilibrar a comida, fui até o lado de fora e em meio a tantas mesas avistei Jenny conversando com um cara moreno que está de costas para mim. Fui até os dois e coloquei "delicadamente" a bandeja sob a mesa, chamando a atenção de ambos. Assim que o moreno de jaqueta preta se virou, meus olhos se arregalaram.

— Shawn? - perguntei, pensando alto. Não pode ser...

— Louisa? - perguntou, abrindo um sorriso ao me ver.

Segundos depois senti braços fortes envolverem minha cintura, fazendo-me sair do chão e ser girada no ar.

— Não acredito! É você mesmo? - questionou após me colocar no chão e me encarar.

— Acho que sim. - respondi ainda sem acreditar.

Shawn não mudou tanto. Apesar de estar mais alto e mais forte. Esta com uma aparência mais madura e continua bonito. Muito lindo.

— Senti saudades, pequena. - sorriu verdadeiramente.

— Eu também. - retribui o sorriso, mas logo após dei-lhe um soco no braço. - Seu idiota!

— Ai! Por que fez isso? - perguntou confuso

— Você nem avisou que iria embora, seu babaca! Me deixou sozinha! - sim, ainda guardo mágoas. Um bico se formou na minha boca.

— Foi de última hora, e dona Mendes disse que se nos despedirmos seria pior. E acabamos perdendo contato. - sorriu triste. - Mas voltei! Yeah! - sua bipolaridade continua intacta.

— Ah, okay. Águas passadas. -suspirei, não adianta eu ficar com raiva por uma coisa que já passou, certo? E eu estou com saudades para ficar brava. Não posso falar nada. Olha a bipolaridade aí.

— Fácil assim? - perguntou sem entender.

— Não reclame, Mendes! - falei e o mesmo levantou as mãos em rendição.

— Onde está Aaliyah? - perguntei, sentindo falta da minha amiga.

— Minha irmã vai vim daqui a alguns dias, junto com o resto da família. Vim apenas para ver como está a casa, ver matrícula de escola e afins. - explicou.

Sem mais nem menos o abracei novamente, eu estou com muitas saudades. Fala sério, meu melhor amigo de infância.

— Gente, o que tá rolando aqui? Tô boiando no assunto. - minha amiga disse, sem entender nada.

Só agora notei que Jenn está aqui ainda, me separei de Shawn, constrangida.

— Bom, Shawn e eu passamos nossa infância juntos. Tipo, éramos melhores amigos, mas...

— Infelizmente, me mudei por causa de uma ótima proposta emprego para meu pai e perdemos contato. - O moreno completou.

A família de Shawn sempre foi humilde, e em certas épocas, passavam por muitas dificuldades. Não vou culpar Shawn, por ter se mudado por causa disso. Eles merecem toda felicidade do mundo. Minha família e a do Justin sempre ajudavam como pôde.

Passamos o intervalo inteiro conversando e Shawn nos contou um pouco da sua vida após sua mudança. E rimos bastante ao lembrarmos de confusões e brincadeiras de anos atrás.

— E Justin? - perguntou fazendo minha garganta dar um nó. - cadê o Bieber? Ele se mudou também?

— Não. Ele estuda aqui também. - Jenny respondeu prontamente.

Droga, Jenny!

— Sério? Legal. Me leva até ele. - pediu

— Melhor nã...

— Claro que ela leva! - Recebi um olhar de repreensão de Jenn.

— Ta bom. - bufei, percebendo o olhar perdido de Mendes. Já no caminho ele disse:

— Vai, me conta. O que eu perdi? - colocou seu braço pelo meus ombros.

É notável os olhares femininos no moreno ao meu lado, e com razão. Mas ele não dá a mínima.

As meninas me encaram com olhar de nojo, talvez se perguntando "O que um garoto desse está fazendo perto da esquisita?"

— Tenho que contar uma coisa - respirei fundo - Eu e o Justin não somos tão próximos como éramos antes de você se mudar.

— Como assim?

— Ele... - pausei por um momento

— Ele? - incentivou para que eu continuasse.

Como posso dizer de um jeito menos ruim?

— Não somos mais amigos, ele me odeia. Tipo, muito mesmo. Foi estranho no começo, do nada. Ele fez amizades novas, se tornou um dos populares e eu.. a nerd que sempre é zoada. Nos afastamos sem que eu percebesse, foi rápido demais. Não somos mais os mesmos. - suspirei - ele não é mais o mesmo,  Shawn. - minha cabeça estava abaixada, enquanto eu olhava meus tênis, como se fossem a coisa mais interessante no momento.

Não estou pronta para olhar em seus olhos. Estou me sentindo péssima por acabar com a sua animação para rever seu amigo de infância. Percebi que ele fechou as mãos em punho e seu olhar pesava em mim, eu podia sentir.

— E-ele o que? -perguntou sem acreditar. - Você está falando do Justin? O Justin Bieber? - seu olhar entregava que sentia raiva pelo o que aconteceu após sua partida.

— Sim. - respondi baixo.

— Por que ele faria isso? Como ele pode fazer isso, esquecer os amigos assim? - seu rosto está começando a ficar vermelho.

— Esquece o que eu disse.

— Não. Não dá. Vocês eram tão amigos. Como ele te despreza assim, como se não te conhecesse? - Shawn não mudou nada, sempre tentando ajudar os amigos - Vou agora mesmo achar ele e pedir uma explicação. - segurei seu braço rapidamente e pousei minha mão no seu rosto.Seus olhos foram até os meus.

— Shawn! Calma! Isso não importa. Eu tenho certeza que ele ficará feliz em te ver depois de anos. Eu não me importo mais com isso, eu ignoro. Sério! Não ligo - mentira, eu ligo pra caramba.

— Você não se importa? - perguntou contrariado.

Sim, me importo.

— Não. - senti seu semblante se suavizar.

— Tudo bem. - soltei um suspiro aliviado.

— Vá encontrá-lo. Ele ficará feliz em te ver - Sorri fraco.

Ele assentiu e beijou minha testa, em seguida saiu pelo corredor. Mesmo não sabendo por onde ir. Neguei com a cabeça enquanto ria. Tenho certeza que ele vai se perder. Mas ficará bem.

Senti mãos pousarem nas minhas costas e segundos depois meu corpo vai direto ao chão. Tudo estava bom para ser verdade. Risadas ecoaram pelas paredes da escola e um círculo de pessoas foi sendo formado em volta de mim; alguns curiosos; outros que passaram na hora; outros que apenas riam por rir. Mas a dor que se espalha pelos meus joelhos não se compara a dor que sinto por dentro, por que eu sei que ele está aqui, rindo e se divertindo.

Abaixei minha cabeça, torcendo para que isso acabe logo. Minha mochila foi puxada violentamente de meus braços e escutei barulho do impacto de objetos com o chão.

Meus pertences.

— Bom, vejamos aqui... - ouvi a voz de Logan, um dos garotos mais idiotas que tenho o azar de conviver todos os dias da semana. - Harry Potter? Sério? - o tom de deboche é nítido em sua voz. - Bem que você parece uma bruxa. - e mais risadas foram ouvidas

— Me deixe em paz! - disse com um fio de voz. Senti alguém se aproximar e em um solavanco, me deixar de pé.

— Justo agora que nós estávamos  nos divertindo? - um sorriso maldoso tomava conta de seus lábios.

Rolei meus olhos pelo corredor, olhando as pessoas que nos rodeiam e encontrei os olhos castanhos que tanto me deixavam feliz anos atrás, e que agora me dá medo.

Fechei fortemente meus olhos, esperando que algo fosse acontecer à meu favor ou que simplesmente eu acordasse desse pesadelo. Mas isso não vai acontecer, eu estou muito bem acordada. Batidas de salto contra o piso foi ouvido e uma risada estranha e insuportável veio logo em seguida.

— Louisa... - Hanna disse, seguirando em meu queixo e me lançando um olhar de nojo. - Quando você vai perceber que você não é ninguém? Quando vai perceber que se você morrer amanhã, não fará falta? Se olhe no espelho! Que roupas são essas? Pegou emprestado do mendigo da rua? Você é uma CDF feia e escrota. Você não tem futuro, você sempre será sozinha. Só seus pais que te aturam! Até seu irmão mais velho foi embora, cansado de olhar na sua cara feia. - eu não respondi, não falei nada. Eu não podia abaixar a cabeça, já que a mão da mesma não permitia. - Eu tenho nojo de você. - Me soltou rapidamente.

Eu não posso revidar, pois sei que vou apanhar. Isso já aconteceu e não foi legal, o que resultou em um olho roxo. E foi um custo disfarçar com base por uma semana sem que ninguém notasse até aquilo sumir.

— Você é digna de pena, Hardway. - disse Justin, pela primeira vez.

Nem o discurso de Hanna me afetou quanto essa simples frase.

Você é digna de pena, Hardway.

É como se me matassem de dentro para fora e arrancassem meu coração a sangue frio. No momento o que eu mais queria era estar no meu quarto e me esconder debaixo do edredom e chorar, chorar até a última gota de água do meu corpo acabasse. Senti meus olhos molharem, mas eu não choraria na frente deles, eu não daria esse gostinho de vitória para eles.

Talvez eu seja mesmo digna de pena.

— Mas Louisa tem um segredinho que poucos sabem, não é Louzinha? - perguntou Hanna. - Acho que Justin ainda não sabe... - balbuciou.

Não. Não. Não. Não. Não.

Ela.. ela não faria isso.

O olhar de Justin estava curioso.

Meus passos foram recuando até minhas costas baterem nos armários.

— Não enrole, Hanna! - ouvi Kiran dizer, um dos membros do "grupo".

— Vocês querem mesmo saber? - perguntou Hanna, se virando a multidão que estava ao nosso redor.

Não, ela não pode fazer isso! Não tem o direito.

— Sim! Conte! - ouvi algumas pessoas gritarem. Percebi que algumas pessoas filmavam e tiravam fotos.

— Como a voz do povo, é a voz de Deus, vou contar. - fez uma pausa para o suspense.

Apertei meus dedos contra a manga do meu moletom, até que as juntas ficassem brancas de tamanha força. Meus olhos se fecharam, pedindo para que aquilo acabasse logo.

— A Louisa... - começou - Tem um amor platônico pelo nosso querido capitão do time de basquete.

Ela disse. Ela contou para toda a escola ouvir. Contou que sou apaixonada pelo Bieber.

Rapidamente, meu rosto foi virado para o lado, devido ao tapa desferido por Hanna. Meu rosto começou a arder no local, na bochecha e coloquei minha mão por cima.

— Chora, vadia! Chora! - gritou, e sem que eu percebesse, um soluço escapou da minha garganta. - Isso é por você querer roubar o namorado dos outros. - senti outro tapa, fazendo meu rosto ir para outro lado.

E ninguém vinha impedir ela de me bater. Isso é um entretenimento para os alunos.

— Aprende uma coisa: - disse se aproximando - aqui na escola, eu mando e você obedece, ok?

Não respondi, sentindo meu rosto esquentar. Com certeza ficaria vermelho mais tarde.

— Me responda, vadia! - exclamou irritada.

— Sim. - falei baixo, em meio ao mar de lágrimas.

Eu sou fraca e estou mostrando isso para todo mundo que está presente e minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto sem parar.

Meus olhos se abriram e vi olhares de pena, ódio, diversão e vários outros sentimentos. Ryan está entre eles, mas está com a cabeça abaixada com um olhar de pena.

Eu não tinha coragem de olhar nos olhos de Justin e acabar decepcionando meu coração e a mim mesma.

Após três socos na barriga, desferidos por Hanna e Kiran, e como resultado fiquei alguns segundos tossindo e recuperando o ar que me faltava. O sinal tocou e aos poucos o corredor foi se esvaziando, sobrando apenas eu, meus pensamentos e minhas dores.

Recolhi minhas coisas do chão e fui correndo até a sala da minha próxima aula. Engoli alguns analgésicos à seco e fiz o possível para cessar o choro, antes que mais alguém visse e continuei o caminho. E por irônia do destino - ou azar -, minha próxima aula era com Justin. 

Assim que cheguei, o professor já estava na sala, pedi licença e desculpas pelo atraso. Me sentando o mais longe do loiro dos olhos dourados.

Meu cabelo devia estar parecendo um ninho, mas não me importo. Meu moletom preto gigante que ia até minha coxa estava úmido de lágrimas.

Como posso ser tão idiota? Eles não merecem que eu derrube uma lágrima. Justin não merece minhas lágrimas.

Mas sou muito fraca para isso.

No meio da tarefa, olhando pela janela, meus olhos que provavelmente estão inchados e vermelhos começaram a marejar ao lembrar do intervalo, no corredor. Porque eles têm que ser assim? O que eu fiz para eles?

Minha barriga doía cada vez que eu respirava, tendo em mente pensamentos suicidas. Não que eu vá me matar algum dia, para a felicidade deles. Os socos foram bem fortes. Mudar de escola está fora de cogitação, já que minha mãe ama o ensino daqui e não quero decepcioná-la e preocupar a mesma com meus problemas.

— Srta. Hardway? - escutei a voz do professor de literatura,  Richard, me chamar e o encarei, sentindo todos os olhares da turma se concentrarem em mim.

— Sim? - respondi com a voz rouca.

— Está tudo bem? - perguntou preocupado, ele é o professor mais brincalhão e legal da escola, o meu favorito e com certeza dos outros alunos também.

— Está. - respondi, a maioria da turma sabia que era mentira, devido ao acontecido. Mas ninguém se atreveu a disse uma palavra sequer.

— Eu gostaria que você recitasse alguma das poesias que está no livro em que estamos trabalhando em sala, por favor. - pediu sorrindo gentilmente. E me chamou com a mão.

Reprimi um gemido contraditório, eu não quero de modo algum fazer isso. Mas não posso simplesmente dizer não ao professor. Respirei fundo tentando de alguma forma, reunir forças para me levantar.

Peguei o livro já gasto devido ao tempo de uso e me levantei, indo para a frente da turma, ao lado do professor que se encontrava sentado em cima de sua mesa.

Ele assentiu de leve e comecei.

Limpei a garganta e molhei levemente meus lábios, tentando ao máximo ignorar os murmúrios.

— Queria voar e sair deste lugar
Queria poder sair, poder vazar
Queria não mais chorar.

Queria decidir viver
Queria aprender a amar
Queria sentir o que é ganhar.

Queria acreditar que um dia
Tudo irá passar e eu vou estar lá
Queria o poder de se manifestar.

Queria sentir o vento a mim levar
Queria ter, poder, fazer, viver...
Mas o que eu menos queria
Era te querer e sofrer tanto por querer
Queria só queria.

Não sei ao certo o motivo de escolher, especificamente, essa poesia. Talvez por descrever um pouco do que quero e sinto. Eu quero tantas coisas. Mas sei que não terei elas tão facilmente.

A não ser que eu tome uma atitude.

Assim que acabei de ler o pequeno texto, percebo que todos estavam me encarando, quietos. Um pequeno rubor se manifestou em minhas bochechas, não gosto quando isso acontece. Fechei o livro e o segurei contra meu peito.

— Bom, foi ótima, Louisa - o professor quebrou o silêncio e prosseguiu. - Muito interessante, qual é o nome do autor?

— Jeffrey Selvs. - respondi rapidamente, torcendo mentalmente para que aquilo acabasse logo. Eu odiava ser o centro das atenções, ainda mais ser ridicularizada, mesmo que eles não estejam dizendo na minha cara. Apenas sei disso.

Mas isso não importava, eles sempre estarão lá para me colocar para baixo.

— Boa escolha. Pode se sentar. - assenti e andei até meu lugar, me sentando enquanto guardava o livro na mochila e anotava algumas coisas que o professor dizia.

Olhei em volta e Justin me encarava, mas assim que percebeu meu olhar, desviou com uma cara fechada. Me encolhi mais em meu lugar e suspirei fundo.

Eu queria ter o poder de ler pensamentos para ver o que tanto passava na cabeça dele. Ele com certeza vai jogaria na minha cara que nunca ficaria com uma garota como eu e que sente nojo por eu gostar dele. De fato, agora mesmo, ele não vai olhar na minha cara. Principalmente sabendo que meu coração nutre sentimentos por ele.

Mas, agora com Shawn de volta, vou ter alguém para conversar, além de Jennifer.

Justin Drew Bieber, você precisa sair da minha cabeça.


Notas Finais


Shawn Gostoso Mendessss *-*-*-**-

Espero te tenham gostado morees. Comentem e favoritem. Não sej fantasminhas (Vejo supernatural, então. .
Estou de olho O.O)

Muito obrigada de novo.

Caso queiram entrar no grupo do whatsapp da fic. Deixem seu DDD e número com seu nome <3

Vamos bater um papo.. quero conhecer vocês HAHAHAH
(NÃO FUMEI)

Beijoos <3 E até o próximo capítulo


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