História Duologia "You are not alone" Livro I - Do trauma à ruptura - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Age Play, Age Play Não-sexual, Família, Headspace, Infantilismo, Larry, Liam Daddy, Niall Baby, Niall Centric, Psicologia, Regressão Idade Mental, Trauma, Zayn Mommy, Ziam
Exibições 441
Palavras 9.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!

Sim, eu voltei e, não, não vou usar essa atualização para ficar atrasando a leitura de vocês que, muito gentilmente, esperaram tanto por ela. Tudo o que precisam saber sobre o meu (eterno) sumiço estará descrito no Jornal "Mãos à obra!".

Porém, quero agradecer a todos vocês por esperarem "YANA" e, claro, desejar as boas-vindas a todos os novos leitores! Amanhã vou investir tempo para responder aos comentários (eu já li todos!) e, enfim, é isso!

Como sempre:

Boa leitura!

Capítulo 15 - Capítulo XV


Quando Vanessa soube que Niall estava voltando para a casa de seus tios, na tarde domingo, ela entrou num estado de frenesi que já tinha feito sua mãe ralhar. A garota não via a hora de ter o seu ídolo, e amigo, de volta. Como qualquer outra pessoa na casa, Vanessa havia estado ansiosa e muito preocupada com Niall. Porém, com certeza, depois de Liam e Zayn, era quem estava sofrendo mais.

Ela havia acompanhado pelo Twitter toda a movimentação e rumores acerca de Niam e, ela jurava por Deus, havia feito um esforço enorme para simplesmente não acabar com aquela história de vez. A garota de catorze anos achava que era o cúmulo do absurdo que, enquanto Niall estava internado, com a saúde debilitada, pessoas estivessem mais preocupadas em provar que Liam e ele estavam juntos, ou então provar o contrário.

E as coisas para ela havia piorado muito quando, no começo daquela tarde, seu pai e seu tio haviam lhe chamado para uma conversa séria. Eles tinham lhe explicado a atual situação de Niall, tinham lhe contado que agora ele pensava que era um bebê e deram todos os detalhes, que sua mente adolescente era capaz de entender de forma simples. Se Vanessa pensava, porém, que acharia aquilo algo completamente adorável, ela se enganou. A menina gostava de imaginar Niall num comportamento frágil, ela não negava. Mas, o que os mais velhos estavam lhe contando agora era muito mais sério.

Niall estava doente. E Vanessa não queria tê-lo ao redor, se comportando como um bebê, chamando Liam e Zayn de “papai” e “mamãe”, porque tinha ficado um pouco biruta das ideias. Ela queria o seu ídolo e o seu amigo de volta; queria ser capaz de conversar com ele sobre One Direction e Justin Bieber, e fugir para a loja do senhor Smith para comer doces mais uma vez, antes que as férias acabassem e eles tivessem que voltar para suas próprias rotinas.

Mas, aquilo tinha contribuído para algo importante na vida de Vanessa. Acompanhando de perto todo o desenrolar da vida pessoal de seu primo e os seus amigos, a garota havia entendido, finalmente, que não podia confiar cegamente no que a mídia dizia a respeito dos artistas. Vanessa havia entendido que aquela imagem vendida era apenas a ponta de um iceberg muito maior.

Pois, assim como a maioria das pessoas, Vanessa não parava para pensar que seus ídolos tinham uma vida particular, como qualquer outro ser humano; que eles tinham problemas, que ficavam doentes e que passavam por todas as coisas cotidianas, assim como ela própria. Dessa forma, Vanessa agora se sentia até um pouco culpada, lembrando-se de todas as vezes em que ralhou, xingou, se desiludiu, porque os seus ídolos não estavam se comportando e fazendo as coisas que ela esperava deles.

Eles não eram super-heróis, não viviam apenas para os seus fãs. Seus ídolos eram apenas.... Pessoas normais. Claro que com um emprego cheio de pompa, visibilidade, fama, dinheiro e milhares de pessoas ao redor deles. Mas, ainda assim.... Eram apenas garotos vivendo daquilo que lhes fazia feliz, com toda a sorte de problemas, altos e baixos, como qualquer outra pessoa no mundo.

Feliz consigo mesma por ter chegado àquelas conclusões, diferente do que todo mundo pensava, Vanessa não fez um escândalo quando a porta da frente se abriu e revelou Karen, Liam, Zayn e Niall, que estavam chegando do Hospital. A garota apenas ficou lá parada, sentada no sofá, rodeada por seus pais, seu tio Geoff e suas primas, esperando para ver o que aconteceria. Ela queria mostrar e provar que amadurecera muito acompanhando a história de seu ídolo e amigo e que, sim, estava disposta a ajudá-lo da maneira que fosse possível. Mesmo que isso significasse que teria de se manter longe de Niall.

Zayn tinha Niall seguro firmemente em seus braços, ao passo que Liam estava ao seu lado, com uma mão apoiada no final de suas costas e a outra segurando uma mala de roupas. O menino loiro tinha uma expressão de quem acabara de acordar e não estava muito preocupado em dar atenção para as pessoas ao seu redor. Na verdade, ele estava pensando no que seu papai lhe dissera momentos antes, sobre eles viajarem naquele dia. Ele não sabia para onde iria, mas gostava muito de viajar e não via a hora de poder fazer isso.

- Já arrumaram as malas? – Karen perguntou sorrindo, quebrando o gelo e o pouco de medo que pairara no ar, assim que ela chegou acompanhada.

Phillipe, como o homem bem-humorado que era, aproveitou a deixa e falou.

- Nós estamos com as malas arrumadas desde que chegamos aqui, Karen! – Ele revirou os olhos, em brincadeira. – Vamos logo com isso! Eu quero ver se aquele cabelo enrolado do tal do Harry é tão bom quanto parece! Preciso de algumas dicas para dar um jeito no meu!

Naquele momento, Niall, que estava apenas observando a cena, ficou confuso. Ele se lembrava do tio Harry, e de seus cabelos cacheados e bonitos também. Mas, o tio Phill, parado na frente dele, não tinha cabelo. Ele queria dar um jeito no que, então?

- Tio Phill não tem cabelo – o loiro constatou de forma inocente, apontando o dedo para Phill.

No ato, todos na sala começaram a rir. Clara, porém, como boa esposa que era, apenas lançou um olhar compadecido para o marido, escondendo uma risadinha que queria deixar escapar. Vanessa, por sua vez, não aguentou a provocação e resolveu contribuir, tentando soar natural e despreocupada.

- Sua situação está cada vez pior, pai! – Ela riu um pouco, atraindo a atenção de Niall. – Até um bebê está zoando a sua careca!

Ao ouvir a menina se referir à Niall daquela forma, num tom tão natural e despretensioso, Zayn sorriu. Ele apertou os seus braços ao redor de seu menino e deixou um beijo leve em sua bochecha. Intimamente, Zayn desejava que todos os seus fãs, aqueles espalhados pelo mundo todo, pudessem aderir àquele comportamento e compreensão, caso a nova realidade de Niall vazasse. Pois, sim, o moreno sabia que apesar de todos os esforços aquela era uma possibilidade eminente ainda.

Niall, por sua vez, não entendeu muito do que estava acontecendo, mas também riu animado, vendo que todo mundo estava fazendo. Seu papai principalmente. A risada de seu papai era muito contagiante. Ele virou-se no colo de Zayn, podendo encarar Liam, e analisou os cabelos do maior. Niall se lembrava de que gostara de brincar mais com os cabelos de sua mamãe, porque os cabelos do papai eram muito curtos e ele não conseguia enrolar os seus dedos nos fios. Então ele concluiu que seu papai perderia os cabelos a qualquer momento também.

- Não cabelo também, papai! – Ele afirmou rindo.

Zayn gargalhou com aquilo.

- Isso mesmo, amor! – O moreno garantiu, apenas pressupondo que Niall se referia à perda de cabelos. – Se perder os cabelos for algo genético, papai com certeza vai ficar careca!

- Isso não é nada que uma boa peruca não resolva, baby! – Liam respondeu, acariciando as bochechas de Niall. – E, outra, papai vai ser um careca bonitão!

- Claro que vai – Zayn revirou os olhos, arrancando dos outros mais um par de risadas.

- Escute o que o seu papai está dizendo, menino bobo – Phillipe se aproximou dos meninos e bateu a ponta de seu dedo do nariz Niall. – Ele sabe das coisas.

Niall assentiu com a cabeça, ainda sorrindo. Ele pensava que gostava daquelas pessoas.

- Chega de zoar o papai agora, uh? – Liam pediu. – Nós vamos viajar e precisamos arrumar algumas coisas.

O menino loiro ouviu aquilo e ficou subitamente chateado. Niall não queria arrumar nada, ele só queria entrar no carro com os seus papais e ir viajar de uma vez.

- Passear agora, papai! – Ele demandou, a voz soando firme.

O bebê estava pronto para começar a chorar a qualquer momento, pois tinha sacado já que com um pouco de lágrimas e gritos altos, conseguia tudo o que queria de seu papai.

Zayn, vendo que Niall estava demandante demais, e prevendo que quando recebesse uma negativa ele começaria uma birra, se adiantou. Se ele deixasse que Liam lidasse com a situação, o maior, com certeza, acabaria cedendo.

- Agora não dá, amor – ele disse calmo, ao passo que Niall sustentou uma carranca. – Precisamos arrumar algumas coisas primeiro.... Por que você não vai brincar um pouco, enquanto a mamãe e o papai fazem isso?

Niall ponderou.

- Brincar? – Ele perguntou desconfiado. Niall não queria brincar, porque já tinha brincado muito com o Dr. Hanz no Hospital. – Nialler pode ter filme?

- Claro que pode! – Zayn afirmou. – Aladdin?

Niall balançou a cabeça, concordando. Ele adorava assistir Aladdin, porque era como ver a sua mamãe na televisão, em forma de desenho, vivendo altas aventuras. Zayn, feliz por Niall ter aceitado a proposta, andou com ele até um dos sofás e o colocou sentado lá. No ato, o menino enrolou-se em si mesmo e, sem pensar em qualquer coisa, levou o seu polegar à boca, chupando o dedo suavemente.

Ninguém disse nada sobre aquilo, porém.

Liam alcançou a televisão da sala e arrumou tudo. O DVD com o filme já estava dentro do aparelho e logo o desenho começou. Niall nem piscava, atento demais ao filme que estava começando. Mas, ele se aproximou de seu menino mesmo assim.

- Papai e mamãe vão estar logo ali, uh? – Ele informou, vendo Niall assentir um pouco aéreo. – Se precisar de nós, é só chamar.

- Ta, papai.

Não querendo deixar Niall sozinho, porém, Zayn aproximou-se de Vanessa e perguntou se ela podia fazer companhia para o seu menino, enquanto eles tivessem fora da sala. Vanessa abriu um largo sorriso e concordou freneticamente. Zayn estava confiando o seu bebê a ela e, assim, aquela era uma responsabilidade enorme! Ruth, que observava a tudo atentamente ao lado da irmã, não gostou muito daquilo. Para ela, Vanessa era desmiolada demais para cuidar do garoto.

- Eu vou ficar aqui também, Zayn – Ela falou, olhando feio para Vanessa. – Da última vez que Vanessa ficou sozinha com o Niall, eles se perderam. É melhor não arriscar.

Liam sorriu largo para a irmã. Apesar de ter aquele jeito marrento, Ruth trabalhava com crianças em situação de risco, e gostava muito do que fazia. Ruth levava jeito com crianças. Vanessa e ela nunca tinham se dado bem, mas ele tinha a certeza de que sua irmã daria conta de olhar pelos dois enquanto eles não estivessem ali.

- Obrigado por isso, Ruth – ele agradeceu, sem dar chance para Vanessa ralhar contra a prima.

- Não agradeça, Lee. Faz tempo que eu não assisto qualquer coisa da Disney.... Vai ser legal. – Ela se aproximou do sofá em que Vanessa estava e tocou o joelho da menina. – Chega pra lá, pirralha. Deixa eu sentar aqui.

Vanessa apenas revirou os olhos, resignada. Apesar de querer muito, ela não arrumaria uma briga com a prima agora. Não perto do bebê, porque não queria assustá-lo e porque Niall era sua responsabilidade agora.

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Já no quarto de Liam, Zayn e ele estavam separando e dobrando algumas roupas que precisariam levar para a casa de Harry. Sabendo, porém, que Niall precisaria de mais algumas coisas, como uma mamadeira e agora, provavelmente, uma chupeta, eles decidiram que comprariam tudo em Holmes Chapel. Uma enfermeira do Hospital havia disponibilizado uma mamadeira já, a que Niall usara antes, mas Liam e Zayn queriam que seu bebê tivesse coisas novas e que ele mesmo escolhesse.

Dr. Hanz havia comentado algo sobre a possível necessidade de fraldas, caso os acidentes de Niall com o xixi continuassem. Era uma questão de comodidade, para que não tivessem que trocar a roupa do pequeno loiro, e limpar a bagunça do xixi a cada vez que ele precisasse usar o banheiro.

Liam e Zayn sabiam que teriam de aderir à ideia das fraldas em algum momento, mas haviam concordado em esperar um pouco sobre isso. Eles queriam que Niall mostrasse a real necessidade das fraldas, para que ele não fosse privado da autonomia que tinha com o uso do banheiro de forma desnecessária. Enquanto isso, ambos tomariam o cuidado de sempre perguntar a Niall se ele precisava fazer xixi e, se isso não funcionasse, bem, começariam com as fraldas.

Absorto em seus pensamentos, Zayn se lembrou da conversa que tivera com sua mãe, pouco antes de deixarem o Hospital com Niall. De forma que se lembrou também que precisava contar algo para Liam a respeito daquilo.

- Meus pais não vão para Holmes com a gente – ele comentou, enquanto dobrava algumas camisetas para guardar na mala.

Liam achou aquilo estranho. Por mais que as coisas tivessem fugido do itinerário, por causa de Niall, o plano de todas as famílias se encontrarem na casa de Harry ainda estava em pé. Era pressuposto que os pais e as irmãs de Zayn estivessem lá também.

- Por que? – O maior questionou, parando o que estava fazendo para encarar o namorado. Ele queria perceber se Zayn estava mal com aquilo.

Zayn, por sua vez, apenas sorriu. Sua mãe estivera animada demais ao telefone, lhe contando como suas irmãs estavam felizes por conhecer a Disney finalmente.

- Minhas irmãs quase colapsaram quando meu pai falou que tinham de voltar – Zayn começou a explicar. – Elas querem passar o Natal e o Ano Novo lá na Disney, no meio daquela fantasia toda. Então eu pedi para que eles ficassem. Minhas irmãs não fazem nada além de estudar lá em Bradford. Eu quero que elas se divirtam.

Liam sorriu, entendendo o caso.

- Mas, e a Doniya? – Ele questionou, lembrando-se da irmã mais velha de Zayn. – Ela não está na Disney com eles, não é?

- Não. Ela ficou sabendo pela minha mãe tudo o que aconteceu e achou melhor passar o feriado na casa do namoradinho que ela arrumou na Uni.

A voz de Zayn, ao se referir ao namorado da irmã mais velha, soou tão amarga que Liam riu. Aquilo era ciúme, com certeza.

- Então Doniya, finalmente, arrumou um namorado?! – Ele perguntou divertido. – Já estava na hora!

- Por mim, as três morreriam solteiras, se você quer saber – Zayn respondeu malcriado, parando de dobrar as camisas. – Não gosto de tê-las metidas com caras. Homens são todos uns pervertidos!

Liam revirou os olhos, dobrando um jeans.

- Eu não sei se você sabe – ele começou -, mas você é um cara e, além disso, namora um cara também.

Zayn o encarou, com deboche.

- Justamente por isso, Payne! Eu quero mantê-las longe por ter experiência com isso e saber que, se envolver com caras pervertidos como você, é uma tremenda furada!

Liam se animou com aquilo, sabendo que o namorado não estava falando realmente sério. Assim, ele se aproximou de Zayn, esquecendo-se das roupas, e o segurou pelo queixo. Eles estavam sozinhos em seu quarto agora, Ruth e Vanessa estavam cuidando de seu bebê, e não haveria problema em provocar um pouco o moreno.

- Você não estava reclamando disso até uns dias – ele começou a falar, forçando Zayn a encará-lo. – Muito pelo contrário.... Eu me lembro bem de você todo bagunçado em cima dessa cama, completamente molhado e aberto para mim, Zayn.

Zayn ofegou com aquilo. Ele se lembrava bem daquele episódio, e já começava a ansiar por mais uma rodada. Liam nunca precisara de muito esforço para fazê-lo se submeter depois de tudo. Então ele piscou um pouco atordoado e não disse nada. O moreno podia sentir as fortes mãos de seu namorado se esgueirando pela sua bunda agora, massageando a carne, fazendo os seus quadris começarem a balançar em um ritmo quente e suave.

Liam levantou um pouco as mãos, fazendo Zayn ficar na ponta dos pés. Ele deixou uma leve mordida na orelha do moreno e começou a distribuir pequenos beijos pelo local, enquanto sussurrava e o provocava.

- E sabe do que eu me lembro também? – Liam questionou baixinho, rindo um pouco. – Lembro de você implorando para sentar na minha cara e se foder na minha língua...

- Liam.... – Zayn chamou necessitado. Seus olhos estavam fechados e, pateticamente, seu pênis já estava completamente duro e excitado dentro de suas calças.

O maior pode sentir a dureza do namorado, quando ele aumentou o ritmo de seus quadris e o chocou contra a sua coxa. Sem pensar, Liam posicionou o seu joelho no meio das pernas de Zayn e começou a moer contra o pênis duro.

- Você quer sentar na minha cara de novo, Zayn? – Liam pediu provocante, aumentando a velocidade do estímulo.

Zayn balançou a cabeça freneticamente.

- Eu quero, Lee.... Por favor!

- Tão puta você.... Tão minha.... – Liam sussurrou. – Aposto que, se eu sequer encostar nessa merda que você chama de pau, você vai gozar. Só porque você é uma vagabunda e é isso o que vagabundas fazem.

Sem esperar, Zayn se viu sendo arrastado para a cama de Liam. Aturdido pela excitação, ele mal viu o namorado se afastar dele, trancar a porta do quarto e voltar para a cama. Uma vez ali, Liam se sentou na beirada e puxou Zayn para o seu colo. Ele fez o namorado se sentar em uma de suas penas, o pênis completamente esmagado pela sua coxa.

Ao se sentir ali, automaticamente, Zayn começou a rebolar. Ele já estava muito além de excitado e queria gozar de uma vez. Havia toda a tensão acumulada daqueles últimos dias, e a impossibilidade de ter um tempo a sós com o seu namorado, só fizera piorar a situação. Zayn precisava relaxar e gozar parecia uma excelente ideia para conseguir seu intento. Liam sabia que o moreno não duraria muito, de forma que decidiu não levar as provocações muito adiante daquela vez. Porque, na verdade, eles não podiam nem ter começado com aquilo, quanto mais esticar o tempo e transar realmente.

- Vai, Zayn, rebola mais – ele demandou, segurando os quadris do namorado, querendo deixá-lo marcado. – Goza cavalgando gostoso na minha coxa.

Zayn não precisou ouvir aquilo duas vezes. Sem nem se desfazer de seus jeans, ele começou a moer o seu quadril e depois a cavalgar realmente ali, querendo alívio. Em pouco tempo, ele estava suado, murmurando um sem número de incoerências, completamente pronto para alcançar seu gostoso fim.

- Eu vou gozar – ele avisou, como sempre fazia.

Liam então o ajudou com os movimentos e quando percebeu que Zayn, finalmente, gozaria, levou uma de suas mãos até a boca dele, na tentativa de abafar um gemido alto que saiu. Após gozar, Zayn relaxou nos braços no namorado e esfregou o seu rosto na curva do pescoço dele, completamente feliz e satisfeito.

Porém, Liam ainda estava duro e excitado embaixo de Zayn e, agora, queria gozar também. Dessa forma, ele aproximou-se do ouvido do namorado, as mãos ainda firmemente seguras em seu quadril, e voltou a sussurrar.

- Eu quero me masturbar em cima da sua bucetinha, Zayn – ele demandou. – Mostra ela pra mim, mostra o quanto ela está molhada e implorando pelo meu pau.

Zayn sentiu-se aquecer com o pedido, um arrepio percorrendo toda a sua espinha e parando diretamente em cima de sua entrada. Ele se contraiu um pouco, imaginando como seria gostoso ter Liam dentro de si depois de tanto tempo. Zayn queria tanto que Liam lhe fodesse que, pensando agora, ele podia jurar que morreria de tesão se não o tivesse.

- Você vai gostar se eu me deitar na cama e me abrir todo para você, Lee? – Ele perguntou, o tom de voz sofrido. – Se eu lamber meus dedos e me foder com eles, do jeito que você gosta?

Liam sentiu a cabeça rodar com aquilo. Se eles estivessem numa daquelas cenas de dominação, ele com certeza daria um par de surras em Zayn, pelo moreno estar lhe provocando daquele jeito. Mas, aquela era uma simples foda rapidinha, então ele não se importava. Liam precisava gozar ainda e ter Zayn lhe dizendo aquelas obscenidades o empurraria para borda, antes mesmo que ele fosse capaz de perceber.

- Eu vou gostar muito, amor – ele garantiu, empurrando o seu quadril para cima, tentando encontrar um pouco de alívio para sua dura e dolorida ereção. – Eu quero ver você se foder bem gostoso para mim, então eu vou melar toda a sua bucetinha com a minha porra....

- E se eu deixar você enfiar um plug em mim, e ir viajar com ele enterrado bem fundo em mim? – Zayn continuou provocando, sentindo-se acender novamente.

O maior o agarrou pelos cabelos e alcançou o pescoço moreno com os lábios, completamente afoito e necessitado. Ali, ele deixou beijos e mordidas, tomado por lembranças quentes, sentindo seu pênis dar um espasmo e minar pré-gozo pela ponta inchada.

Eles já tinham feito aquilo outra vez e tinha sido insano. Liam plugara Zayn durante uma viajem de oito horas, quando eles ainda estavam em turnê. Quando, já no hotel, ele jogou Zayn na cama, de bruços, nu, e retirou o plug de dentro de sua bunda, ele quase morreu. A entrada de Zayn estava completamente aberta, vermelha e judiada; o moreno havia forçado todo o lubrificante preso dentro dele para fora, gemendo como a puta sofrida que era na cama.

Liam nunca o fodeu tão duro como naquele dia.

- Se você fizer isso – o maior respondeu, completamente fora do ar, imaginando como seria enquanto falava -, nós vamos chegar na casa do Harry e vou te foder em cima da cama dele. Eu vou fazer você gritar de prazer e, absolutamente, todo mundo vai saber que você me pertence. Eles vão saber que você é tão puta, que ter um plug enfiado dentro da sua buceta por quase duas horas não é suficiente para te satisfazer.... Eles vão ter a certeza de que somente o meu pau é capaz de te saciar e jogar para fora de você todo esse maldito tesão. Então eu vou te foder de novo, só porque eu posso.

Ao ouvir aquilo tudo, sabendo que era mais uma promessa do que uma fantasia, Zayn deixou-se levar por um momento. Ele agarrou os cabelos do namorado e o jogou na cama. Afoito demais, ele desfez Liam de suas calças e sua boxer, e sentiu sua boca salivar quando o membro do maior saltou bem de frente ao seu rosto. Seu primeiro instinto foi rodear a ponta vermelha e inchada com a língua e sugar para dentro de sua boca o pré-gozo dali. Com fome, sentindo falta de ter o peso de Liam, ele abocanhou o que pode e começou a chupar realmente.

Ele movimentou sua cabeça, para cima e para baixo, sentindo a ponta alcançar a sua garganta, mas não dava conta de tomar tudo. Liam era assustadoramente grande e grosso demais para que Zayn pudesse lhe dar um boquete completo. O moreno sentia as veias saltadas rasparem pelas bordas de seus lábios, sabendo que, se continuasse com aquilo, terminaria com os cantos da boca doloridamente assados e machucados.

Liam, por sua vez, estava uma completa bagunça. Tomado pelo prazer de ter os lábios bonitos de Zayn em torno de seu pau, lutando para engolir o que pudesse, ele tentava chegar em um acordo consigo mesmo. Liam não sabia se se rendia totalmente ao momento ou se se esforçava para não gemer alto e chamar a atenção.

Atordoado, ele levantou a cabeça um pouco, só para ver Zayn quase engasgado com o seu pau na boca, completamente babado, o rosto corado e os olhos lacrimejantes. Ele queria sufocar Zayn com o seu pau. Sentindo-se perto da borda, porém, ele forçou sua voz a sair.

- E-eu vou gozar na sua boca agora – ele avisou. – E vo-você vai engolir tudo.

Então Zayn parou.

Zayn simplesmente se ajoelhou na cama, sustentando um risinho debochado.

- Que merda você pensa que está fazendo?! – Liam quase gritou, ofegante e perplexo com a atitude de Zayn. Ele estava a ponto de gozar, pelo amor de Deus! – Volte aqui agora mesmo e termine isso!

Zayn ouviu a ordem e riu alto. Ele se ajeitou na cama e encarou o namorado. Liam respirava tão difícil que seu peito subia e descia numa velocidade incrível. Seus cabelos estavam fora de lugar, suas pupilas estavam dilatadas e seu pau pulsava no meio de suas pernas, todo babado e vazando pré-gozo como se fosse uma torneira.

- Sinto muito, Liam – ele disse, limpando a boca suja de saliva e pré-gozo com as costas da mão. – Mas, se você quiser gozar, pode usar as suas mãos.

Liam se irritou ao ouvir aquilo. Ele se levantou, alcançou Zayn e o segurou pelos cabelos novamente.

- Você está tentando me desafiar, Zayn? – Ele perguntou, a voz perigosamente baixa.

O moreno sentiu um arrepio tomar o seu corpo. Não era medo, porque ele tinha a certeza de que Liam nunca o machucaria. Era puro tesão mesmo, de ter o namorado agarrando-lhe pelos cabelos da nuca, forçando a encará-lo, com aquela expressão de “Macho-Alfa-Fodedor”. Zayn queria que Liam o jogasse na cama e que se enterrasse profundamente dentro dele. Ele queria passar os próximos três dias com a bunda ardendo latejante, e se lembrando do quão rude e impiedoso que Liam tinha sido.

Mas, ele não faria nada daquilo.

Não naquele momento.

Não quando Liam estava de castigo.

- Não estou te desafiando, Liam, acredite – ele disse, mantendo a voz tão firme quanto possível. – Só estou te dizendo que você pode gozar usando as suas próprias mãos.

- Você sabe que não é assim que as coisas funcionam aqui, Zayn – Liam avisou. – Ou você coloca essa boca bonita de novo no meu pau e me faz gozar bem no fundo da sua garganta, ou então eu não vou ser tão bonzinho com você na próxima vez.

- Isso é bem interessante e tentador, se você quer saber – Zayn respondeu, olhando Liam de cima. – Mas, eu tenho uma novidade para você, Liam. Quem está mandando aqui agora sou eu.

Zayn agarrou o pênis de Liam e o apertou pela base, tão forte quanto conseguiu. O maior apenas choramingou em seu lugar, incapaz de falar ou fazer qualquer coisa, por causa da dor e do tesão que sentia.

- Não sei se você lembra, mas você está de castigo, Liam – Zayn o recordou. – A gente só vai transar de novo quanto eu quiser. E eu posso demorar muito para querer.

- Zayn.... – Liam chamou, sentindo o pênis pulsar nas mãos do namorado. – Você não pode estar falando sério!

Zayn gargalhou daquela vez.

- Eu não só posso como estou – ele ditou, apertando o membro em sua mão, ainda mais. – E eu acho bom você se comportar, Liam. Porque eu posso me virar sozinho com os meus brinquedos por um longo tempo. Já você....

Ouvir aquilo fez Liam se resignar. A voz de Zayn estava muito firme para aquilo ser somente uma ameaça. Então ele se lembrou da conversa que teve com Paddy, sobre como ele não tinha controle nenhum sobre Zayn, na verdade. Ali estava a prova.

Liam sabia que, diferente de Zayn, ele não daria conta de virar com as suas próprias mãos por mais que um par de dias. Ele precisava de Zayn para se satisfazer. Não o contrário.

- Zayn, por favor.... – Liam implorou, pateticamente. – Só mais dessa vez....

- Não – Zayn foi taxativo. Ele soltou o membro ainda duro de sua mão e se levantou da cama. – E dê um jeito nisso logo. Eu vou me limpar e trocar essas roupas, depois vou descer para ver o nosso bebê. Não demore.

Foi com perplexidade que Liam viu o seu namorado rebelde entrar no banheiro, segurando uma troca de roupa limpa, sabendo que ele, definitivamente, não voltaria atrás em sua decisão. Então ele apenas se deixou cair na cama novamente e se masturbou até que sentisse como o seu pênis fosse cair, rezando a todos os deuses para que o castigo de Zayn não demorasse muito para acabar.

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Pouco tempo depois, todos eles já estavam na estrada. Liam, seus pais, Zayn e Niall seguiam no carro do moreno; Phillipe, Clara e Vanessa vinham logo atrás, no carro do tio de Liam; e por último, Nicola e Ruth faziam o seu caminho no carro da mais velha. Vanessa havia ralhado muito com os seus pais, dizendo que queria ir junto com os seus ídolos, pois queria ficar perto de Niall. Mas, Clara havia sido taxativa ao negar. A menina, completamente contrariada, apenas havia entrado no carro então, batendo a porta e reclamando um monte.

Paul, Jag, Paddy e Preston, também tinham recebido um convite para ir com eles, mas o Chefe de Segurança havia negado. Paul ainda não tinha tido a oportunidade de conversar com Harry, a respeito da pequena briga que travaram. Dessa forma, Paul achava melhor que eles passassem a noite em um hotel de Wolverhampton, e que viajassem para Holmes Chapel na manhã do dia seguinte. Ele não se sentia muito à vontade para simplesmente chegar à casa do cacheado, dada a atual situação deles.

Liam havia ralhado, pois não queria que eles passassem a noite de Natal sozinhos em um hotel. Mas, os seguranças não se importavam realmente. Aquilo fazia parte do trabalho deles depois de tudo. Resignado, o maior então apenas havia telefonado para Harry, dizendo que eles já estavam a caminho de Holmes Chapel. Harry havia estado animado demais e, incentivado pelo humor do outro, Liam havia lhe contado mais alguns detalhes a respeito de seu bebê. O cacheado tinha gritado, mais uma vez, depois de ouvir Liam descrevendo o episódio da mamadeira no Hospital. Harry achava que aquilo era adorável!

No carro de Zayn, as coisas estavam caminhando bem. Porém, em certo momento, Niall estava sentindo fome, o que começou a deixá-lo chateado. O dia havia sido muito agitado também, e agora ele estava inquieto demais.

- Mamãe, já chegou? – Niall perguntou impaciente, pela terceira vez desde que eles tinham pegado a estrada para Holmes Chapel.

Zayn suspirou, um pouco cansado. Eles tinham mais de meia hora ainda, até chegarem à casa de Harry e, pela forma como Niall estava falando, o moreno sabia que ele não aguentaria mais cinco minutos dentro do carro. Como estava sentado no banco de trás, com Niall e Karen, o moreno apertou os seus braços ao redor do menino e lhe deu um beijo na bochecha.

- Não, baby – ele respondeu, mais uma vez. – Ainda vai demorar um pouco.

- Nialler quer sair, mamãe! – Niall choramingou, sentindo os olhos marejarem.

- Eu sei, amor. Mas, você precisa esperar mais um pouco.

Ao ouvir aquilo, Niall se chateou de verdade. Ele gostava muito de viajar, e estivera ansioso por aquilo. Mas, o menino via pela janela que lá fora a noite já estava caindo, e ele sentia sua barriga roncar de fome. Niall só queria sair daquele carro, abraçar com a sua mamãe ou o seu papai, e ter uma mamadeira quentinha.

Assim, pensando que era muito mais fácil chorar do que verbalizar para sua mamãe o que queria, Niall deixou que as lágrimas caíssem facilmente de seus olhos azuis, manchando toda a sua pele, num choro doído, e começou a esfregar o rosto com suas mãos. Ele pedia para que Zayn o deixasse descer do carro, ao passo que o moreno tentava acalmá-lo.

Liam, que estava dirigindo tendo o seu pai no carona, se compadeceu de seu menino bonito e começou a conversar com ele.

- Baby, você gosta de viajar – ele começou. – Por que está tão chateado?

Niall chorou ainda mais alto, agora que tinha a atenção de seu papai para si. Ele se remexeu no banco, até estar quase completamente em cima do colo de Zayn, que lhe massageava as costas e dizia coisas doces em seu ouvido.

- Pa-papai – o loiro chamou. – Nialler sair, papai!

O maior suspirou.

- Zayn, o que você acha de pararmos um pouco? – Liam questionou, olhando para o namorado, pelo retrovisor do carro.

Então ele encarou o seu pai, que o olhou de volta. Mas, Geoff apenas deu de ombros. O mais velho pensava que aquela era uma decisão que Liam e Zayn tinham que tomar. Zayn, por sua vez, chacoalhou a cabeça em concordância. Niall estava chorando cada vez mais, e já começava a se engasgar. O moreno sentia uma onda de pânico querendo lhe tomar, porém se obrigou a se acalmar. Seu bebê já tinha chorado em seu colo daquele jeito uma vez, por causa da mamadeira, e ele estava imaginando que pudesse ser aquilo de novo.

- Eu acho melhor, Lee – ele falou. – Eu até tenho uma ideia do que pode estar acontecendo.

- Eu vou ligar para o Phill e para a Nicola – Geoff se pronunciou. – Vou dizer a eles que vamos encostar.

Karen, que somente observava a cena, com um pequeno sorriso nos lábios, decidiu esperar para ver o que Zayn faria. A mulher tinha a certeza que Niall estava cansado, provavelmente querendo uma mamadeira e se preparar para a cama. Mas, ela pensava que deveria deixar Zayn e Liam aprenderem a identificar os tipos de choro, para que pudessem lidar com Niall e suprir as suas necessidades, quando estivessem sozinhos com ele.

Assim que Liam encostou o carro, ele desafivelou o cinto e saiu. Olhando para trás, ele percebeu que seu tio e sua irmã faziam o mesmo, estacionando logo atrás deles. Então ele se aproximou da porta traseira e a abriu, tendo a visão de Zayn, logo ao lado da janela.

Zayn desceu do carro e se virou para pegar Niall. O menino loiro ainda chorava e não hesitou nem por um segundo para se jogar nos braços de Zayn.

- Mamãe... – Niall choramingou.

- Amor, por que você não conta para o papai o que está acontecendo, uh? – Liam perguntou, acariciando os cabelos tingido.

Niall apenas chorou ainda mais, irritado. Ele se remexeu um pouco no colo de Zayn e, antes que Liam percebesse, o moreno estava passando o menino choroso para os seus braços.

- Lee, segure ele por um momento, sim? – Zayn pediu.

Liam pegou o menino em seus braços e Niall, automaticamente, escondeu o rosto na curva de seu pescoço. O loiro simplesmente amava o cheiro que se desprendia da pele de seu papai. Ele não era capaz de descrever como era o perfume, mas era algo que o reconfortava e o que o fazia se sentir seguro.

Enquanto Liam caminhava devagar, balançando Niall, Zayn voltou-se para Karen.

- Karen, por favor, você pode me alcançar essa mochila atrás de você? – Ele perguntou, apontando para uma mochila preta que estava apoiada no tampo do porta-malas.

A mulher sorriu e fez o que lhe foi pedido. Com a mochila em mãos, Zayn a abriu e começou a procurar algo lá dentro. Quando Karen viu o que o namorado de seu filho estava retirando da mochila ela sorriu.

- Vejo que veio preparado, Zayn – ela brincou.

Zayn chacoalhou a mamadeira que segurava e sorriu para Karen.

- É melhor prevenir, não é?

O moreno aproximou de novo de Liam e percebeu que Niall havia se acalmado um pouco. O loiro estava com uma expressão sonolenta, os olhos um pouco caídos e tinha o polegar preso firmemente em sua boca.

- Olha o que a mamãe tem para você, baby! – Ele anunciou, sorrindo largo, levantando a mamadeira para que Niall pudesse vê-la.

Assim que Niall colocou os olhos no que tanto queria, ele voltou a se agitar no colo de Liam.

- Você quer o seu mama, amor? – Liam perguntou baixinho no ouvido do menino.

- Quer, papai!

- Então você pode tê-lo! – Liam disse e voltou-se para Zayn. – Acho melhor você se sentar no banco da frente, Zee. O espaço é maior.

Zayn fez o que o seu namorado havia lhe sugerido e, segundos depois, Niall já estava meio deitado em seu colo, ansioso por sua mamadeira. Ele levou o bico da garrafa aos lábios de seu menino bonito e, no instante seguinte, Niall sugava o leito, afoito, como se sua vida dependesse daquilo.

- Vá devagar, amor – Zayn pediu, acariciando a barriga de Niall. – Mamãe não quer que você tenha uma dor de barriga depois.

Niall apenas sorriu, sem deixar o bico da mamadeira e levou uma de suas mãos para os cabelos de Zayn. O loiro simplesmente amava o cabelo de sua mamãe. Zayn sustentou o olhar do menino durante todo o tempo, ainda lhe acariciando e sorrindo, garantindo para Niall que tudo estava bem. Liam acompanhava tudo, sem nem piscar. Ele pensava que aquela era uma das cenas mais lindas que ele já tivera o prazer de ver. Seu menino bonito estava completamente relaxado nos braços de sua mamãe e Zayn tinha aquele brilho nos olhos, que enchia o seu peito de sentimentos quentes e bonitos.

Liam podia perceber também a conexão que seus meninos tinham criado se fortalecendo um pouco mais. Zayn parecia completamente absorto no ato de alimentar seu bebê, sorrindo largo a cada vez que os dedos de Niall se enroscavam em seus fios, aproveitando o toque como se nada mais no mundo fosse importante. E Niall o encarava, com aquele ar de extrema confiança e adoração.

Ele era um cara de sorte, depois de tudo.

Quando terminou, Niall tinha os olhos fechados, tendo sido levado por um sono tranquilo. Zayn afastou a mamadeira e passou os dedos suavemente pela bochecha ainda corada pelo choro anterior. O moreno se sentia orgulhoso de si mesmo, por ter sido capaz de identificar o que o seu bebê queria, e por ter sido capaz também de suprir suas necessidades, e tê-lo deixado calmo e feliz.

- Deixe que eu guardo isso – Liam pediu baixinho, pegando a mamadeira e guardando ela de volta na mochila. – Você acha que podemos continuar, Zee?

Zayn ponderou por alguns instantes e, sem pensar, levou os olhos para Karen, como se pedisse a sua opinião.

- Está tudo bem em voltarmos para a estrada – Karen garantiu sorrindo.

- Mas, ele acabou de mamar – Zayn argumentou. – Eu não quero que ele passe mal.

Karen se segurou para não revirar os olhos. Zayn era realmente uma mãe de primeira viagem na opinião dela. Mas, ela não disse nada a respeito. Karen sabia que os dois ainda tinham muito para aprender.

- Ele não vai passar mal – ela disse. – E a gente logo vai chegar também.

Zayn assentiu um pouco incerto.

- Tudo bem – ele concordou. – Você pode pegá-lo, Lee?

Liam sorriu e cuidadosamente pegou Niall do colo de Zayn. O moreno levantou-se, esticou-se um pouco e voltou a se sentar no banco de trás do carro. Uma vez ali, Liam acomodou o menino adormecido nos braços de Zayn, sorriu para a cena e fechou a porta.

Zayn acomodou Niall sentado em se colo, as pernas do menino ao redor de sua cintura e a cabeça apoiada em seu peito. Suas mãos correram pelos cabelos loiros e, sem que percebesse, ele voltou a cantarolar baixinho a música que havia escrito e cantado para Niall no Hospital.

- Tudo certo, então? – Geoff questionou, quando Liam estava de volta ao seu lugar e se preparava para voltar à estrada.

- Sim, pai – ele respondeu sorrindo.

- Vou ligar de novo para o seu tio e a Nicola, então.

Geoff alcançou o seu celular e ligou para Phillipe, que ficou feliz em saber que tudo estava bem com Niall. Quando ele telefonou para Nicola, porém, Ruth atendeu o telefone e parecia um pouco preocupada.

- Está tudo bem sim, Ruth – Geoff garantiu para a sua filha. – O menino só precisava de uma mamadeira e um pouco de colo.... Sim, eu tenho certeza.... Fala para a sua irmã que ele não precisa dos biscoitos, ele está dormindo agora.... Liam e Zayn que decidem os horários de sono do menino, Ruth, não eu!.... Ótimo!

Geoff desligou o celular e suspirou. Ruth com a preocupação natural que uma cuidadora de crianças tinha, e Nicola com o seu jeito de médica e pediatra que estava caminhando para ser, ainda o deixariam louco. Liam, por sua vez, apenas deu uma olhada rápida em seu pai e sorriu.

- O que é isso sobre os horários de sono do Niall, pai? – Ele perguntou curioso.

- Nicola acha que agora não é um bom horário para o menino dormir – Geoff respondeu. – Ela disse que ele não vai dormir depois e que vai dar trabalho para vocês.

Liam assentiu, sabendo que sua irmã tinha razão.

- Mas, não se preocupe – Geoff voltou a falar brincando -, Nicola vai te dar uma palestra completa sobre isso depois.

- Oh, certo – Liam respondeu. – Eu acho que posso lidar com isso. Quanto mais informação, melhor. Não é Zee?

Zayn assentiu em seu lugar, olhando pelo retrovisor e sorrindo para o namorado. Ele não dispensaria nenhum tipo de ajuda, para cuidar bem de seu bebê.

- Aliás, Zee – Liam voltou a falar. – Que música era essa que você estava cantando?

- Algo que eu escrevi há algum tempo.... – Zayn respondeu, dando de ombros.

- Ela é muito boa – o maior garantiu. – Você deveria pensar em ajeitá-la para o nosso próximo álbum!

O moreno torceu o nariz quando ouviu aquilo. Ele havia cantado a música pela primeira vez para Niall.... E a letra, pelo menos o refrão, se encaixava tão bem na relação que eles tinham firmado agora. Zayn não tinha certeza se queria compartilhá-la com todo o mundo. Aquela havia se tornado uma declaração dele para o seu bebê, e Zayn gostava da ideia de guardá-la apenas para os momentos em que estivesse com Niall, cuidando e adorando o menino, lhe garantindo que tudo acabaria bem.

- Eu não sei, Lee – ele disse hesitante. – Posso pensar sobre isso...

Liam sorriu mais uma vez.

- Mostre-a para os meninos depois! Tenho certeza que Harry e Louis vão gostar também!

Ouvindo aquilo, Zayn apenas assentiu, agora completamente consciente de que eles estavam caminhando para se encontrar com Louis. E ele se preocupou.

Liam havia telefonado para Harry antes de saírem, para avisá-lo de que estavam a caminho de Holmes Chapel. O cacheado havia ficado eufórico no telefone, dizendo para eles irem o mais rápido possível e que tudo em sua casa já estava mais que preparado para recebê-los. Harry já sabia da situação de Niall, mesmo sem muitos detalhes, de forma que, provavelmente, todos em sua casa já sabiam também.

Louis incluído.

Zayn tinha medo da reação que o seu companheiro de banda teria, tinha medo de que ele fosse rude e que falasse algo desagradável. Não por eles, porque Liam e ele poderiam facilmente lidar com aquilo. Mas, por Niall. O menino loiro sempre fora sensível demais ao que as pessoas pensavam e diziam ao seu respeito, principalmente as mais próximas. Então Zayn temia que o baixinho não fosse capaz de lidar com a situação e que acabasse ferindo Niall de alguma forma.

Preocupado, ele deixou um beijo na bochecha corada de seu bebê, sorrindo ao vê-lo suspirar calmo. Zayn não deixaria que nada mais de ruim acontecesse com Niall. E, se Louis mostrasse qualquer indício de que faria alguma coisa para magoá-lo, Zayn não hesitaria um só segundo para acabar com a raça dele.

~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

- Hazz, se acalme, por favor – Louis pediu mais uma vez.

Eles estavam no quarto do cacheado, se arrumando para a pequena comemoração de seu aniversário e para a chegada do Natal. Harry estava inquieto enquanto se vestia, completamente eufórico pela chagada de seus amigos, morrendo de vontade de abraçar e beijar o bebê Niall.

- Eu não consigo, Lou – Harry choramingou. – Eu quero ver o bebê logo!

Louis revirou os olhos para aquilo. Harry já havia lhe contado, com todos os detalhes que tinha, tudo o que Liam lhe dissera a respeito de Niall. O baixinho entendia que Niall agora estava se comportando realmente como um bebê por causa de sua doença mental, mas Harry parecia ignorar, deliberadamente, aquele fato.

- Você sabe que Niall não é um bebê de verdade, certo? – Ele perguntou um pouco irônico. – Ele está doente, Harry!

Harry parou de se vestir e encarou o namorado.

- Eu sei disso, Louis – ele garantiu. – Mas, não é porque ele está doente que a minha vontade de tê-lo por perto diminui. E outra, ele pensa que é um bebê e é exatamente assim que vamos tratá-lo.

- Está falando sério? – Louis perguntou um pouco chocado. – Como eu disse, ele está doente! Não podemos reforçar o comportamento infantil dele, isso pode ser ruim! Fingir que ele é um bebê pode piorar a situação dele!

O cacheado encarou Louis, desacreditado e ofendido. Niall pensava que era um bebê, e que Liam e Zayn eram os seus papais. Eles não podiam simplesmente tratá-lo como o jovem adulto que ele era de verdade, porque Niall não se via assim. Pelo que Liam lhe dissera ao telefone, pouco antes de pegarem a estrada, o loiro estava completamente dependente deles, e tinha até mesmo chorado por uma mamadeira! Como, em nome de todos os santos, eles conseguiriam tratar o menino como adulto e fazê-lo responder a isso?

- Onde está o seu diploma de psiquiatra, psicólogo ou psicanalista, Louis? – Harry perguntou sarcástico. – Você não pode saber o que é melhor ou não para Niall. Você é tão desentendido de Saúde Mental quanto qualquer um de nós nessa história.

Louis revirou os olhos.

- Não preciso de um diploma para isso, Harry. Eu te garanto – ele suspirou. – É muito óbvio que doenças precisam ser curadas e não reforçadas! Até mesmo você é capaz de pressupor isso.

- Realmente – Harry concordou, encarando o namorado. – Mas, Niall não está em condições de cuidar de si mesmo agora, você sabe. Ele está tomando leite em uma mamadeira, Louis! Você quer o que? Que Liam e Zayn apenas ignorem as necessidades dele e esperem sentados o dia que ele vai acordar, sendo o antigo Niall de novo?

A menção de seus amigos fez o estômago de Louis revirar.

- Liam e Zayn têm grande parte de culpa nisso tudo, se você quer saber – Louis começou, se alterando um pouco. – Se eles não tives...

- O que você está dizendo?! – Harry interrompeu a fala do namorado, atordoado. – Como, no inferno, eles têm culpa do que aconteceu com o Niall?! Os dois não fazem outra coisa a não ser cuidar dele desde sempre! Principalmente desde o começo do mês! Ninguém tem culpa se a família de Niall morreu num acidente estúpido e que ele não conseguiu superar isso! E quando eu digo ninguém, estou incluindo o bebê nessa conta também, só para você saber.

Ao terminar de falar, Harry sentia sua cabeça latejar. O cacheado sabia o que Louis era reticente e cético quanto à relação de Liam, Zayn e Niall.... Mas, ouvi-lo culpar os seus amigos pela desgraça que havia abatido a vida do loiro irlandês, havia sido demais. Sentindo uma veia saltar em sua têmpora, ele passou as mãos pelos cabelos e lançou um olhar irritado para o namorado.

Louis, por sua vez, não conseguia acreditar que Harry fosse inocente o suficiente, para pensar que os seus amigos estivessem “apenas” cuidando de Niall aquele tempo todo.

- Eles têm culpa, sim! – Louis quase gritou em resposta, tão irritado quanto Harry. – Desde o começo! Se eles não tivessem tratado Niall como uma maldita criança, esse tempo todo, talvez ele não estivesse passando por isso agora! Niall é tão adulto quanto qualquer um de nós, pelo amor de Deus! Se eles queriam um bebê para cuidar, que tivessem adotado um!

- Louis, presta a atenção na merda que você está dizendo! – Harry pediu, aumentando o tom de voz. – Isso não é sobre querer um bebê para cuidar! É sobre Niall precisar de cuidado e os dois terem se disponibilizado, de coração e mente muito abertos, a fazer isso por ele!

Louis suspirou, irredutível.

- Tudo bem, Harry! Eu até concordo que Niall sempre foi mais.... Criança, sei lá – ele voltou a argumentar. – Mas, eu não consigo aceitar o fato de que Liam e Zayn sempre estiveram bem com isso! Niall ser infantilizado daquela forma nunca foi normal! Nós deveríamos ter lidado com o jeito dele de outra maneira! Não podíamos ter deixado Liam e Zayn alimentar e sustentar aqueles comportamentos! Porque, olha onde estamos agora! Niall realmente acha que é um maldito bebê!

Harry se estressou com aquilo realmente. Porém, mais que irritado, ele estava decepcionado. O cacheado esperava que Louis fosse ser capaz de ceder um pouco, principalmente porque Liam, Zayn e Niall estavam quase chegando em sua casa já. Dessa forma, sabendo que Louis não cederia, Harry apenas suspirou e forçou seu coração e sua mente a se acalmarem.

O cacheado sentia-se como se estivesse sendo imprensado contra a parede, caminhando, inevitavelmente, para ter que fazer uma escolha que, de verdade, ele não queria. Ele esperava que seu namorado abrandasse um pouco sua visão extremista sobre o caso, pois, caso contrário, Harry não hesitaria um segundo sequer antes de escolher um lado.

- Olha só, Louis – ele começou a falar, tentando manter o tom de voz tão controlado quanto conseguiu -, eu realmente não me importo se você pensa tudo isso. Se você acha que Niall não é normal desde sempre, e que é tão repugnante assim a forma com que Liam e Zayn tratam ele, tudo bem. É seu direito pensar o que quiser – Harry suspirou. Ele não queria ser tão duro com o namorado. Só não havia outra alternativa. – Mas, eles estão quase chegando agora.... Você, aceitando ou não, vai ter que lidar com um Niall choroso, pedindo colo e mamadeira para os nossos amigos...

- Eu sei disso, Harry! – Louis interrompeu o discurso do namorado. – Não sou tão estúpido assim!

Harry apenas o ignorou e voltou a falar.

- Se você sequer tentar deixá-los desconfortáveis por causa disso, enquanto todos estiverem aqui na minha casa, eu não vou hesitar na hora de escolher quem é que vai ficar aqui – o cacheado foi taxativo.

Louis arregalou os olhos, completamente chocado.

- Está dizendo que vai me mandar embora? – Ele gritou.

- É exatamente isso, Louis! – Harry garantiu, sem nem pensar. – Se você começar a ser um filho da puta com os nossos amigos e, principalmente, com o Niall, eu vou chutar a sua bunda daqui.

O baixinho ficou passado com o que ouviu. Nunca, naquele tempo todo que estava com Harry, o cacheado havia sido tão incisivo e tão cruel daquela forma quando em uma briga com ele. Pois sim, como qualquer outro casal no mundo, Harry e Louis brigavam às vezes. Mas, definitivamente, nunca as discussões haviam trilhada caminhos tão sérios e obscuros quanto aquele.

- Você não pode estar falando sério! – Louis gritou novamente, incrédulo e dizendo para si mesmo que Harry estava blefando. – Eu realmente penso que nada disso é normal, mas eu não seria capaz de fazer algo para ofendê-los! Não é como se eu fosse dizer algo para eles. Só estou comentando com você o que acho da situação! Você é o meu namorado, Harry. É pressuposto que possamos conversar sobre qualquer coisa!

O cacheado ouviu aquilo e se acalmou um pouco. Ele realmente não hesitaria em mandar Louis embora, não se isso fosse evitar qualquer constrangimento para os seus amigos. Mas, ele ainda se sentia decepcionado demais com o namorado, pela forma como ele estava olhando e analisando a situação, como se fosse o rei da verdade e senhor de todas as coisas.

- Tudo bem, Louis – ele suspirou. – Mas, fique avisado. Um só deslize e eu te coloco daqui para fora.

Louis assentiu, sentindo-se quebrado. Alguma coisa dentro dele, lhe fazia acreditar que Harry não lhe colocaria para fora somente de sua casa, senão de sua vida também. E ele temeu. Louis amava Harry mais que a si mesmo, e não queria que a relação que tinham fosse balançada por algo que, de verdade, não tinha nada a ver com eles realmente. Por mais que ele estivesse dando a sua opinião, o problema era de Liam e Zayn. Eles que tinham decidido se enfiar naquela loucura!

- Espero que você não esteja pensando em me chutar da sua vida também, Harry – ele disse, num fio de voz. – Você sabe que eu te amo.

Harry suspirou.

- Eu te amo também, Lou, você sabe – ele garantiu. – Mas, nossos amigos são importantes para mim também, e eu não vou permitir que você, ou qualquer outra pessoa, fique no caminho deles, caso essa for a sua intenção.

Ouvir aquilo doeu. E doeu muito. Então Louis apenas assentiu, sabendo que não conseguiria mais nada com aquela conversa. Ele esperava que pudesse conversar com o cacheado no dia seguinte, e tentar esclarecer alguns pontos com ele. Louis ainda não tinha comentado nada, mas estava preocupado com o rumo que a banda deles tomaria, quando tivessem que voltar às suas atividades. Em hipótese alguma eles conseguiram seguir a agenda de compromissos com Niall doente daquele jeito. O baixinho sabia que era mesquinho pensar daquela forma, mas ele não achava justo que seu sonho tivesse que ser interrompido por causa de Niall, caso ele não melhorasse em tempo.

Mas, ele não falou nada daquilo com Harry. Os dois já estavam brigando e, ele sabia, levantar a questão só faria as coisas piorarem. Então Louis apenas se resignou.

- Não se preocupe, Harry – ele pediu, sentindo-se derrotado. – Eu não vou ficar no caminho de ninguém, muito menos no caminho deles.

- Eu acho isso muito bom, Louis – Harry disse. – E agradeço, de verdade, se você fizer o esforço. Eles precisam da gente agora, mais do que nunca.

Louis assentiu.

Ele não sabia o que esperar da estadia de seus amigos ali na casa de Harry. Mas, ele tinha a certeza de que não estava preparado para ver, realmente, Niall se comportar como um bebê, e Liam e Zayn se comportarem como se fossem os seus pais. Louis sabia que assim que fosse confrontado com qualquer cena, não seria capaz de segurar a sua língua por muito tempo, por mais que tivesse garantido para Harry que não faria ou falaria qualquer coisa que os deixassem desconfortáveis. Ele nunca fora capaz disso depois de tudo.

Mas, ele tentaria.

Por Harry.


Notas Finais


Vocês são, absolutamente, os melhores. Nunca se esqueçam disso!

Obrigada por ler!
Até a próxima!


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