História Dupla Identidade - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~HelioVini123

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Lydia Martin, Stiles Stilinski
Tags Darkstydia, Stydia, Teen Wolf
Exibições 53
Palavras 2.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amantes de sangue.
voltamos, não! não desistimos da fic.
mas por problemas pessoais, acabamos publicando outras fics e se esquecendo dessa.
mas euzinha Lary, li um capitulo de uma fic maravilhosa de uma escritora incrível esta manhã e me deu inspiração para esse capitulo.
Helio nem sabe do que eu escrevi haha

AMEI escrever, com essa fic eu não sei o porque, mas consigo escrever mais que as outras haha
espero que gostem de ler.
Boa leitura

p.s.: Leiam a fic "Aniquia-me" da autora Gessikk e todas as outras
p.s.2.: Também se puderem é claro, dar uma passada nas fics da LadyNewt (Por causa dela, terá novidades no meu perfil com ones Newtmas)!!!

Capítulo 8 - A dama de Vermelho


Um murmuro de dor.

O som das algemas.

_shh – Uma voz feminina.

E por fim. O ultimo grito.

-**-

Terceira pessoa

A televisão do quarto de Stiles estava ligada, o moreno estava deitado sobre a cama entediado, o dia como assistente de Lydia não foi bem como ele queria. Pois passou o dia todo longe da ruiva que tinha alguns problemas urgentes para resolver. Estava a ver um filme de terror, quando o jornal local interrompe o seu programa favorito.

“Noticia de ultima hora, o bilionário Albert Gilbert é encontrado morto em sua residência” 

Stiles leu o enunciado, ajeitou melhor na cama apoiando as costas sobre a cabeceira da mesma.

_Boa Noite – O jornalista começou com o anuncio.

_Agora a pouco recebemos a confirmação que Albert Gilbert está realmente morto. Estamos com Jessica Alba no local para nos dar mais informações.

A tela mudou para onde uma jornalista loira estava. A trás dela tinha um carro de polícia e pessoas curiosas ao redor.

_Boa noite a todos – A loira esboçou um pequeno sorriso.

_O bilionário e bem-sucedido Albert Gilbert foi encontrado em sua residência, no último andar do Empire. O homem foi encontrado amarrado numa cadeira, com algemas e cordas em seu corpo. O homem estava de roupas intimas. De acordo com algumas testemunhas, cujas vizinhos da vitima. Albert havia chegado em casa com uma mulher misteriosa. De acordo com as câmeras que foram danificadas no exato momento que o homem morreu, a mulher foi a responsável pela a morte de Albert Gilbert.

_O homem deixa seus bilhões para o filho mais velho Jeremy, que estava até essa manhã como o “Cara do papel” para o FBI. E agora se tornou o bilionário mais jovem do estado.

_Albert Gilbert teve seus dedos arrancados, sobrancelhas e cílios arrancados, uma das orelhas cortadas e o homem estava sem a sua pélvis.

Stiles que bebia um copo de agua, cuspiu o liquido molhando sua cama. Teve um ataque de tosse e desligou a televisão, quando mostravam o corpo coberto do homem.

_Droga! – Resmungou o garoto indo para a mesa do computador e acessando a internet. Digitou o que procurava e leu atentamente sobre a vida do homem morto.

_Quem seria capaz de te matar? – Stiles murmurou após ler sobre a vida pacta do homem que se tornou bilionário da noite para o dia após uma invenção de sucesso.

Point of View of Lydia Martin

Estava a correr o mais rápido possível, já tinha trocado os saltos altos pelo um par de tênis que andava pelo chão molhado faz um bom tempo. Me livrei daquelas vestimentas imundas por uma roupa normal e qualquer, que mesmo passando pela a polícia não seriam suspeitas. Em Manhattam era normal pessoas fazendo suas corridas matinais e eu não seria a única estar correndo. Porém elas tinham um objetivo e eu tinha um completamente diferente, encontrar o paradeiro de quem sequestrou a minha filha.

Passei por muitos policiais que estavam rodeando o melhor edifício da cidade, um sorriso moldou a minha face. Quando fechava os olhos a face de espanto e horror de Albert aparecia. Continuei a correr em direção de meu apartamento. Precisava de um banho quente e de um bom copo de café quente para começar mais um dia como a detive Lydia Martin e esconder a dama de vermelho para as noites obscuras da cidade.

Não morava muito longe de Empire o local do assassinato. Quando fechei a porta atrás de mim, comecei a rir como uma louca. Fui tirando minhas vestimentas assim que adentrei no banheiro, sangue seco cobriam minhas pernas e braços. Adentrei no banheiro e deixei a agua quente cobrir o meu corpo gelado.

**

Sabia muito bem que ele frequentava aquele casino. Estudei seus costumes, pratiquei a semana toda como seduzir um homem que tinha todas as vadias em seus pés. Cheguei no casino antes dele chegar. Meu primeiro destino era ir ao banheiro e dar os últimos retoques. Enquanto caminhava atraia olhares de curiosos e admiradores pela a roupa que usava e no meu andar que chamava muita atenção pelo rebolado.

Um vestido vermelho brilhante, com sapatos pretos em verniz. O cabelo posicionado para o lado. Me olhei no espelho e passei um pouco mais de brilho labial. Me certifiquei que tinha uma faca posicionada ao lado direito da minha cintura presa no vestido. Como uma verdadeira hacker invadi o sistema de segurança do casino e vi a presa adentrando pelo o local.

Sorri mais uma vez e sai normalmente do banheiro, passei pelas as mesmas vendo os jogadores jogarem os mais diversos jogos. Já tinha percebido olhares de um dos seguranças de Albert sobre mim, mas continuei a minha estratégia. De caminhar e chamar a atenção deles lentamente.

Fui até o bar e pedi uma bebida que desconhecia até aquela manhã. Enquanto esperava a bebida, um dos brutamontes que é mais conhecido como segurança de Albert Gilbert veio em minha direção e se apoiou ao meu lado.

_Um whisky por favor – A voz grossa do homem me fez sorrir, pois ele tinha falado sobre o meu ombro. O vento de sua voz quente bateu contra a minha bochecha.

Virei lentamente a cabeça e meus olhos se bateram com os dele, mordi o lábio inferior e me ajeitei sobre a banqueta que sentava. Quando o garçom entregou a bebida ao homem, ele deixou junto com o dinheiro um papel amaçado ao lado de minha mão e saiu, demorei um pouco pois sabia que estava sendo observada a cada movimento.

Peguei o papel e li em voz baixa com um sorriso nos lábios.

“Empire

27º andar

Sozinha

23:00 hrs”

Olhei ao relógio em cima de mim, faltava 10 minutos. Teria 10 minutos para formular as perguntas corretas para fazer naquela noite.

Quando queremos que o tempo passe rápido ele parece igual a uma tartaruga, mas quando precisamos de tempo, o tempo passa igual a uma lebre. Quando era menor, minha mãe me contava a história da lebre e a tartaruga, que fizeram uma aposta de corrida. A lebre debochou da tartaruga, achando que a mesma nunca a alcançaria. Foi quando a lebre tirar um cochilo, o tempo passa e quando vê a tartaruga está quase ganhando, a lebre tenta correr atrás, mas não consegue e acaba perdendo para uma tartaruga.

Isso está resumindo a minha vida ultimamente, eu sou a tartaruga. Porque tive meus 10 anos para ir atrás do responsável pelo desaparecimento de minha filha, mas esperei, deixei a lebre dormir. Para poder agir. E acredito que estou próxima do fim, mal posso esperar para ver a lebre acordar e vir tentar desfazer o que estou fazendo. Será épico e hilário.

Respirei fundo antes de abrir a porta do taxi e ficar parada olhando para o Empire, um hotel de luxo que via normalmente quando estava a passar por aquelas ruas para ir ao meu pacto apartamento do subúrbio. O porteiro abriu a porta para mim com um sorriso nos lábios, ele já sabia do meu motivo ali. Me conduziu até o elevador e apertou no ultimo botão.

Enquanto o elevador ia subindo aquela musiquinha tranquila e que dava sono tocava, comecei a ajeitar melhor o vestido em minhas curvas, que até então odiava. Mas naquele momento eu precisaria gostar, para alcançar o meu objetivo;

A porta se abriu e Albert Gilbert me esperava com um belo sorriso. A gravata frouxa sobre o pescoço, estendeu a mão em minha direção. Hesitei nos primeiros segundos, depois peguei em sua mão. Ele me levou até a sua sala chiquérrima. Com a sua mão nojenta sobre a minha costa.

_Queres algo? – Perguntou ele apontando para o seu belo estoque de bebidas no centro da sala, neguei. Precisava ficar sóbria naquela noite. Mas ele eu não me importava, poderia beber à vontade. Pois ele não iria conseguir ver o sol nascer.

Ele bebericou de um whisky e se sentou ao meu lado, passou aquelas mãos sobre a minha pele a mostra de minha perna. Apertou de leve, recebendo um risinho por minha parte.

_Andava te observando essa noite – Ele comentou ainda bebendo o liquido marrom.

_És tão bela – Ele disse colocando uma mecha do meu cabelo para trás e se aproximando de meu rosto. O sopro de seus lábios batia em minha face, tive uma imensa vontade de vomitar com aquele ato, mas não fiz nada que entregasse o meu disfarce. O homem inclinado sobre mim, beijou-me lentamente. Porém já lambia o meu lábio e pedia grosseiramente passagem pela a minha boca.

Nos separamos por falta de ar, o homem gemeu de prazer e se ajeitou melhor ao meu lado.

_És realmente muito linda – Disse passando os dedos sobre os meus braços e indo até a alça do vestido, tentando abaixar o mesmo. Pigarreei e fui um pouco para o lado.

_Banheiro! – Disse olhando para os lados a procura do local, precisava colocar aquele nojo tudo para fora. O homem sorriu e se levantou, pegou na minha mão e me conduziu até o banheiro.

Durante o caminho, o mesmo não tinha visto, mas havia pegado uma das garrafas dele e escondendo atrás de mim com a outra mão que estava livre. Quando paramos em frente a porta do banheiro, ataquei a garrafa sobre a cabeça dele o fazendo desmaiar.

_Ufa! – Respirei aliviada.

Demorou no mínimo 5 minutos para colocar ele sentado só de roupas intimas sobre uma cadeira, para colocar as algemas que estavam escondidas em meu vestido. E achei cordas no apartamento dele. O algemei e amarrei. Me sentei em sua frente, com as pernas cruzadas e lixava as unhas na espera da bela adormecida acordar.

Não demorou muito, para o mesmo começar a resmungar de dor e se remexer sobre a cadeira, ele abriu os olhos e focalizou o olhar sobre mim

_Finalmente acordado – Digo deixando a lixa do lado e me ajeitando melhor na cadeira.

_Quem é você? – Balancei o dedo para os lados em sinal de negação.

_Eu que faço as perguntas por aqui – Digo me levantando e andando até a mesa onde coloquei todas as facas que encontrei naquela casa, coloquei uma luva e peguei uma das facas, caminhei até ficar atrás dele, em seu ouvido sussurrei:

_Lembra de mim? – Lambi a orelha do homem e voltei a ficar em sua frente.

_Nunca te vi na vida, sua vadia – Ele respondeu, não era a resposta que eu esperava. Sorri de lado e me sentei novamente.

_Vamos fazer o seguinte, você me responde corretamente as minha perguntas e não perde nenhum membro do seu corpo. Respondendo errado vou ter que tirar algo de você. Da mesma maneira que você tirou de mim há 10 anos atrás.

Ele estreitou o olhar sobre mim e engoliu em seco.

_A ruiva – Ele murmurou, sorri em saber que ele se lembrava de mim – Ele disse que nunca iria vir atrás de nós.

_Quem é ele? – Albert percebeu que tinha falado demais, calou-se imediatamente e negou. Com raiva peguei a faca, mais preciso era um facão e estiquei a mão dele para frente. O homem me olhou assustado. Fiz a mesma pergunta, o mesmo não me respondeu. Num ato só, arranquei os quatro dedos dele de uma vez. O sangue jorrou sobre a minha perna. Um grito de dor atingiu os meus tímpanos.

_Resposta errada – Me sentei em sua frente e vi o horror que tinha feito, mas isso não era algo para me arrepender, era algo de se orgulhar e moldar um sorriso psicopata nos lábios e assim eu estava.

_Onde ela está? – Perguntei referindo a minha filha desaparecida.

_Eu não sei – Ele disse entre os soluços, mas não olhava em meus olhos. Estava a mentir, ele sabia muito bem sobre ela.

_Vai perder os outros dedos, Sr. Bilionário. – Assim fiz, cortei os outros quatro dedos do homem da outra mão. Mais gritos vieram por parte dele.

_Ela está viva? – Eu sabia aquela resposta, mas esperava saber por parte dele.

_Não – Novamente não olhou em meus olhos, como uma boa detective descobri que a minha filha poderia estar viva, mas estava a muito longe de casa, longe de mim. Deus sabe lá o que fizeram a minha filha.

_Porque vocês mentem tanto por ele? – Perguntei caminhando para trás dele, segurei com as luvas melequentas de sangue a orelha dele e sussurrei.

_Ele não está aqui para te salvar desta vez – Foi a última coisa que ele ouviu naquela orelha, pois arranquei a mesma.

Parei com os braços colocados sobre a cintura e vi como o homem estava. Me apoiei sobre os braços da cadeira e colei meus lábios perto dos seus.

_Você é um nojento, que aproveita de belas moças para levarem elas para a cama, não merece isso que tem no meio das pernas – Ele com os olhos grudados nos meus, não viu o meu movimento que cortei o amiguinho dele fora.

O homem urrou de dor e tentou se mexer, fazendo barulho nas algemas.

-shh – Disse contra o seu lábio.

Ele gritou pela a última vez, quando enfiei a faca contra o próprio peito.

**

Desliguei o chuveiro e coloquei uma roupa ideal para o trabalho. Meu celular tinha duas ligações não atendidas do meu chefe.

O mesmo me mandou uma mensagem

“Venha urgentemente para o Empire, temos um assassinato”

Sorri de lado.


Notas Finais


Gostaram? haha
Desculpem os erros


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