História Dupla X: Origem - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Dupla X: Origem - Capítulo 6 - Capítulo 5

Amy conseguiu descobrir o endereço de Caleb pela internet. Para uma hacker como ela não foi nem um pouco difícil. Estacionou a moto num beco e ficou parada, com as mãos no bolso, em frente ao prédio onde o mesmo morava olhando para a janela de seu apartamento. Foi então que ele apareceu logo ali embaixo. Amy ergueu as sobrancelhas ao vê-lo. Permaneceu ali. Caleb vestia uma jaqueta de couro, preta, assim como o restante das suas peças de roupa. Usava óculos escuros também. Estava distraído, teclando em seu celular. Parecia estar esperando alguém. Os batimentos cardíacos de Amy aceleraram enquanto ela o observava do outro lado da rua, ela não entendia o porquê disso. Até que um carro, com quatro rapazes dentro, estacionou bem ali, chamando por Caleb. Caleb sorriu e ao erguer a cabeça viu Amy lá parada. A mesma virou o rosto imediatamente e começou a caminhar para fora dali. Caleb franziu o cenho. Ergueu as sobrancelhas ao assimilá-la a garota que o havia salvado, mas não tinha certeza nenhuma de que fosse realmente ela. Poderia ser apenas coisa da sua cabeça. Os garotos o chamaram a atenção novamente, por alguns segundos ele “voltou” a noite passada mentalmente. Entrou no carro e se foi dali.

Amy caminhava rápido em direção ao beco onde estava sua moto. Suspirou de nervoso. Pode ouvir muito vagamente o que diziam, estava relacionado à música, banda, ensaio, show. Ela não entendeu muito bem, seu coração disparado não a deixou prestar muito a atenção.

- O que você veio fazer aqui, Amy Danvers?! – perguntou a si mesma.

[...]

Enquanto isso, Jessie e Peter chegavam ao Instituto. Entraram no laboratório onde trabalhavam maior parte do tempo. Jessie estava apressada para fazer alguma coisa. Deixou seu jaleco em cima de uma cadeira.

- Peter, vou conversar sobre uma coisa com o senhor Oliver e já volto.

- Conversar sobre o que? Jessie, tem alguma coisa errada acontecendo com você?

- Não! Claro que não. É só... – pausou o que dizia e suspirou – Depois eu te explico, mas não se preocupe, não há nada de errado comigo!

Peter a observou sair dali às pressas e franziu o cenho. Ele realmente estava preocupado. Jessie foi até a sala de Ethan, que permitiu sua entrada sem demora, apesar de estar bastante pensativo, aparentemente preocupado com algo.

- Senhor Oliver, espero não estar atrapalhando. – ela disse.

- Claro que não. – sorriu fraco – Por favor, sente-se. – disse apontando com a mão para a cadeira a sua frente.

Jessie sentou-se, mas antes de dizer o que desejava, sentiu-se na obrigação de perguntar se ele estava bem. Não era o que seu semblante aparentava.

- Está tudo bem, senhor Oliver?

- Hum, sim! Apenas tive uma discussão com meu filho e... – Ethan interrompeu a si mesmo – Você não precisa se preocupar com isso.

- Tudo bem, mas se quiser conversar sobre estarei aqui.     

Ethan sorriu – Obrigado, Jessie! Mas então, imagino que tenha algo importante para falar comigo. Em que eu posso ajudar?

- Sim. Eu vim falar sobre... sobre o meteoro. O meteoro que vimos ontem.

Ethan a olhou confuso – O meteoro, sim, eu me lembro, mas... o que tem ele?

- É que eu acho que deveríamos ir analisá-lo.

- Mas nem mesmo sabemos onde ele está.

- Sim, mas acho que deveríamos procurá-lo para o estudarmos.

- Jessie, eu entendo seu interesse por astronomia, admiro isso, mas não faz sentido irmos atrás daquele meteoro. É apenas mais um meteoro que caiu na Terra.

- Mas, senhor Oliver, esse é diferente! Não viu a forma como ele caiu?

- Realmente, foi um pouco diferente, mas mesmo assim. Não cabe a nós descobrirmos o que há de diferente nele. Não podemos perder tempo, temos muitos projetos que precisam ser finalizados ainda. E amanhã teremos a comemoração dos 50 anos do Instituto, lembra?

- Sim, mas...

- Sem “mas”, senhorita Spivot! Agora vá ajudar o Peter, ele não vive sem você. – Ethan disse num tom brincalhão, parecendo um pai dando ordens ao filho.

Jessie sorriu de lado ao ouvir seu comentário e suspirou – Tudo bem. Obrigada por me ouvir mesmo assim.

Jessie saiu dali, mas aquele assunto não havia morrido para ela, não mesmo! Voltou ao laboratório. Peter a esperava pensativo.

- Prontinho, já voltei! Agora vamos começar o trabalho. Onde paramos, hein? Esses papéis aqui, o que está escrito neles? – disse desorientadamente pegando alguns papeis em cima do balcão – Oh, isso é importante!

- Jessie.

- Eu! – a mesma virou-se para olhá-lo.

- Vai me dizer o que está havendo agora ou eu vou ter que esperar mais um pouco?

Jessie o fitou por alguns segundos e suspirou – Você vai me achar louca.

- Mais do que eu já acho? – Peter disse se aproximando com um sorriso de lado.

Jessie lhe deu um leve soco no braço – Bobo! – e segurou o riso - É sério!

- Então me diga.

Jessie virou-se, foi até o balcão e deixou lá os papéis que segurava. Virou-se novamente para olhar para Peter e se encostou ao mesmo balcão.

- Sabe o meteoro que vimos ontem? – ela começou.

- Sim, sei. O que tem ele?

- Eu sinto que há alguma coisa diferente nele.

- Diferente como?

- Eu sinto que ele não é apenas um meteoro. Quando ele desceu do céu, ao vê-lo eu senti uma coisa, uma coisa que nunca senti antes. Foi como se o meteoro me chamasse até ele.

- Acho que o nome disso é curiosidade. – sorriu fraco.

- Não, Peter! Dessa vez não é só curiosidade, eu sinto.

- Jessie, você está começando a me assustar. – ele disse sério dessa vez.

- Eu também estou um pouco assustada, mas só tem uma forma de descobrir o que é isso.

- E qual seria?

- Indo até ele!

- O que? Não mesmo, não vou te deixar entrar no meio da mata atrás de uma rocha que caiu do céu. Ainda mais essa que já está me assustando até mesmo antes de chegar perto. Pode ser perigoso demais!

Jessie cruzou os braços – Não estou te pedindo permissão.

Peter bufou – Você não irá até lá sozinha!

- Então você vai comigo?

- Não!

- Tudo bem, então eu vou sozinha.

- Não!

- Se decida Peter.

- Esqueça esse assunto, Jessie.

- Não posso, é importante.

Peter esfregou o rosto com as mãos. Ele sabia que Jessie uma hora ou outra conseguiria convencê-lo. Ela sempre conseguia.

- Peter, é importante pra mim.

- Não vai mesmo esquecer esse assunto, né?

- Não mesmo.

Peter suspirou – Teimosa.

Jessie o observou enquanto ele virava-se indo para o outro lado da sala e deu um sorriso. Ela adorava o jeito protetor que Peter tinha.



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