História Durch den monsun - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~littlejimin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Park Jimin, Witch!au, Yaoi
Visualizações 21
Palavras 2.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Sombras de água


Fanfic / Fanfiction Durch den monsun - Capítulo 4 - Sombras de água

19 de outubro de 2016

19:31

 

— Você acredita em destino, pai?

Jimin se debruçou sobre o carpete marrom da sala de estar, brincando com os lápis de cor do estojo de seu irmão mais novo que desenhava animais aleatoriamente em seu caderno de artes, fazendo companhia para seu pai, que se entretia lendo as notícias do jornal diário.

— Minha profissão não permite acreditar nessas coisas, filho — o homem respondeu, calmamente, sem dar muita atenção a inesperada pergunta de seu filho, passando para a próxima página do jornal em suas mãos.

— E se você descobrisse que o destino existe e que o seu futuro já está escrito? — Jimin perguntou novamente, brincando com o lápis de cor azul. Ele queria saber qual a opinião de um homem tão cético quanto seu pai com relação aos últimos acontecimentos da sua vida, principalmente aqueles que envolviam o garoto e suas vidências.

— Bom, nesse caso, eu tentaria descobrir se é possível modificar ele — o homem respondeu, rindo da curiosidade imprevisível do seu filho mais velho.

— Boa ideia, pai! Talvez o destino tenha sido escrito com tinta lavável ou então… —  Jimin fez uma pausa, ao se recordar do seu elemento — Na água!

— Essa frase foi profunda, meu filho, aposto que foi aquele garoto que disse isso — o homem riu da atitude do jovem e voltou suas atenções para o jornal.

Enquanto conversavam sobre destino, a campainha tocou e a madrasta de Jimin, a bela Yujin, se ofereceu para atendê-la, interrompendo o momento em que ela se concentrava preparando o jantar para a sua família.

— Ontem eu ouvi vocês dois conversando no carro, pareciam amigos há anos.

— É que ele me fez refletir, sabe? Acho que tem a ver com… Como posso dizer… A condição dele — se referiu a forma como ele foi pego e levado até a delegacia —  Por sinal, como ele está?

— Ninguém sabe, ele desapareceu desde então — o homem fechou seu jornal, o deixando de lado no sofá — A polícia procurou ele para testemunhar o caso, mas Jeongguk desapareceu. O endereço que ele deu é de uma república, mas não tem ninguém morando lá com as características dele e esse nem é o real problema, Jimin-ah, o problema é que aqueles criminosos que estavam envolvidos quando ele foi pego por engano também saíram, pagaram fiança e você sabe como as coisas são, filho — continuou — Estamos sem testemunhas no caso.

— Então quer dizer que Jeongguk pode estar em perigo, pai? — Jimin questionou, visivelmente preocupado com o garoto.

Antes que o homem pudesse responder a pergunta que o seu filho fez, Yujin surgiu na sala interrompendo a conversa para avisá-los sobre algo importante.

— Ei, olha só, um tal de Jeongguk acabou de passar aqui e disse que… — a mulher foi bruscamente interrompida pelos dois que correram na direção da porta de entrada da casa, esperando encontrar o garoto.

Porém, quando eles chegaram lá, o garoto já havia partido. Estranhamente, não havia sinais da sua presença em lugar algum, o que fez com que o pai de Jimin se oferecesse para procurá-lo.

— Ele não pode estar muito longe — e o homem saiu rua a fora a procura do garoto.

— Jimin, eu posso saber o que está acontecendo? O que o seu pai quer com aquele garoto? — a mulher questionou ao seu filho, ainda sem compreender o que havia acabado de acontecer.

— Você devia ter pedido para ele entrar, talvez ele tivesse alguma coisa importante para dizer! — o garoto praticamente gritou, entrando em casa novamente, completamente irritado por sua mãe tê-lo impedido de ver o garoto, mesmo que essa não fosse a intenção dela.

— Olha, Jimin, eu não costumo deixar estranhos entrar na minha casa e muito menos levar uma bronca do meu próprio filho — a mulher o seguiu, inconformada pelo comportamento que ele apresentava, diferente do comum.

— Mas ele não era qualquer estranho, era Jeongguk! — seu tom de voz foi exageradamente mais alto, principalmente, ao mencionar o nome do garoto, como uma forma de proteção.

— Eu não vou permitir que você fale assim comigo, Jimin, então trate de diminuir esse tom de voz! — ordenou ao garoto em um tom ameaçador.

Jimin virou de costas, cruzando os braços, dando a entender que absolutamente nada que a sua madrasta disse foi ouvido e completamente entendido.

— Eu falo do jeito que eu quiser — se voltou, exasperando novamente.

— Jimin, eu já falei para você não falar comigo nesse tom, filho nenhum fala assim com a sua própria mãe!

— Pois é, com a própria mãe! — Jimin gritou de volta, sem perceber que as suas palavras eram afiadas o suficiente para partir o coração de Yujin em mil pedacinhos.

A mulher, ao ouvir aquelas palavras proferidas pelo seu filho, deixou a sala de estar correndo até o quarto em que dividia com seu marido, em lágrimas, desejando nunca ter ouvido aquelas palavras. Jimin não era seu filho de sangue, isso todos sabiam — estava evidente nos traços do seu rosto, na cor dos seus cabelos e até em alguns trejeitos — mas ela o considerava como seu filho desde que o pegou nos seus braços quando ele tinha apenas dois anos, ainda inocente e sem entender a tragédia que abateu sua família meses após seu nascimento; pouco tempo depois, quando se casara com o pai do garoto e o ouviu chamando de mãe pela primeira vez, ela soube que sempre esteve destinada a cuidar daquele anjo e fazer o seu melhor para que ele crescesse bem e pudesse realizar todos os seus sonhos.

Droga, não consigo acertar uma hoje — Jimin sussurrou para ele mesmo, ao ver sua mãe correr escada a fora — Mãe, mamãe me desculpa, por favor — ele correu atrás da mulher, a seguindo.

Quando Jimin parou em frente a porta do quarto dos seus pais, ele viu sua mãe sentada na beirada da cama, segurando um porta-retratos. Não precisava se esforçar muito para saber que, naquele porta-retratos, tinha uma foto não muito antiga do nascimento do seu irmão mais novo ainda no hospital. Jimin com seus dez anos segurava a mãozinha do garotinho, enquanto era observado pelos seus pais.

— Mamãe… Me desculpe — ele se recostou na porta, inseguro se era o momento adequado para se desculpar.

— Eu que peço desculpas, Jimin… Se algum dia eu deixei alguma coisa faltar para você, meu amor. O fato de eu não ser a sua mãe de verdade… Bem… — ela não conseguiu falar, a voz doce que Jimin tanto adorava ouvir quando estava adormecendo, agora estava embargada por causa de suas palavras impensadas terem machucado-a em um ponto tão sensível que era aquele, que constantemente a deixava insegura, por não ser suficiente para o seu filho, sendo uma mera substituta.

— Eu amo você, mãe, você é minha mãe de verdade — ele entrou e se sentou ao lado dela, a sua voz foi doce e calma, apesar que ele queria bater a cabeça na parede mil vezes por ter magoado aquela que ele mais amava — Eu sei que às vezes eu sou terrível, mas eu te amo muito e você é suficiente, sempre foi e sempre será.

— Acho que todos nós somos um pouquinho — ela sorriu ao receber um abraço carinhoso do seu amado filho — Bom, seja como for, Jimin-ssi, aquele garoto não queria nada com o seu pai, mas sim com você — a mãe, ao se separar o abraço, disse ao filho — Ele não quis que eu chamasse você, eu até tentei, mas ele deixou um livro. Eu deixei na sala — ela disse, se recordando que havia deixado o livro em do sofá — Ele disse que você ia entender quando o visse.

Curioso pelo conteúdo do livro, Jimin e sua mãe leram as páginas juntos, após ouvir de seu pai que não havia encontrado o garoto. Tendo entendido, em partes, a mensagem do garoto no livro, ele disse que não era nada demais, somente algo que conversaram no dia anterior e que ele havia achado interessante, somente isso.

 

 

20 de outubro de 2016

16:55

 

Ao receber a ligação de Jimin, contando em detalhes sobre a visita inesperada de Jeongguk a sua casa e, principalmente, sobre o tal livro, Hoseok decidiu reunir os seus amigos para conversar com eles sobre quem era Jeongguk, seus palpites para o futuro de cada um e, principalmente, sobre as tentativas indelicadas do outro ao tentar ajudar seus hyungs, seguindo os dizeres do garoto vidente.

Namjoon, Taehyung e Yoongi não sabiam da existência de Jeongguk e de toda a história que havia vivenciado ao lado de Jimin naquele último final de semana, por isso, quando ouviram do garoto conselhos inapropriados, não sabiam que tinha um outro alguém que, aparentemente, sabia mais do que qualquer outra pessoa deveria saber. O que ele era, de onde veio e porque sabia tantos detalhes sobre os cinco garotos, seus poderes e problemas pessoais era algo ao qual desconheciam.

— Eu ainda não entendi, hyung — Taehyung disse, após beber um gole do seu café — Porque Jimin só contou para você sobre esse tal de Jeongguk? — a pergunta sendo, obviamente, direcionada a Hoseok.

—  Pois é, eu também não entendi — Namjoon concordou — Está bem claro que é uma questão que envolve todos nós.

— Isso é um pouco óbvio, hyung, ele achou que as “revelações” sobre mim são menos fortes do que as de vocês — Hoseok respondeu — E por isso ele veio até mim primeiro.

— Mas a questão não é essa — Namjoon tomou a fala — A questão é que existe um estranho que conhece a gente muito bem e isso me preocupa.

— Bom, ele só me disse que poderia confiar nele, é como um pressentimento — Hoseok respondeu, brincando com a borda do seu copo de café — Mas se vocês querem saber mais alguma coisa, é melhor perguntar para ele — ele se virou, vendo o garoto entrar na cafeteria com seu casaco grande e o livro em mãos, todos os outros o observaram também.

— Se ele está precisando de coragem para se aproximar, é porque vocês dois — Yoongi apontou para Taehyung e Namjoon — Trataram ele mal.

Fingindo uma tosse, Jimin se aproximou, ainda sem jeito e completamente constrangido. Seus cabelos alaranjados estavam bagunçados dentro de uma touca cinza, o corpo com os ombros baixos e o rosto corado.

— Oi, hyungs e Tae-... Tudo bem?

— Jiminie! Vem, senta aí.  — Taehyung o chamou, apontando para o espaço ao seu lado no banco. Jimin se acomodou ao lado do seu amigo, sentindo a tensão se esvair com a voz amigável do outro.

— Pedimos um café para você também — Namjoon arrastou o copo até o seu dongsaeng, este estando ao lado de Taehyung.

— Olha, preciso te pedir desculpas pelo jeito que te tratei ontem, eu voltei a patinar, sabia? — Taehyung parecia mais amigável, o braço em torno dos ombros do amigo, o tranquilizando.

— Ah que ótimo! Então você seguiu o meu… Quer dizer, o conselho dele — Jimin respondeu, observando o livro.

— Aliás, por falar no seu amigo, Hoseok disse que você tem uma coisa para mostrar para a gente, o que é? Tem a ver com esse livro? — Namjoon questionou, bebendo um gole da sua bebida quente, apontando para o livro.

— Sim hyung, é o livro — Jimin abriu o livro de modo que todos pudessem vê-lo, na página marcada por Jeongguk.

— Um livro bem velhinho — Yoongi comentou sobre o estado do livro, fingindo uma tosse pelo cheiro de mofo.

— E ele é — Jimin disse — Fala sobre monstros marinhos e seres misteriosos dos oceanos. Foi como se Jeongguk soubesse que eu tenho controle sobre a água — ele sussurrou as últimas palavras, evitando que as pessoas ao redor ouvissem o que ele disse — Observem aqui.

Apontando para uma imagem, Jimin levantou ainda mais questões com os seus amigos. Taehyung foi o primeiro a observar que a imagem, em específico, estava circulada em verde.

— Foi Jeongguk que fez isso, talvez ele queira me dizer alguma coisa.

— Olha, esse parágrafo fala sobre criaturas aquáticas chamadas de sombras de água — Yoongi disse, após ler brevemente o texto abaixo da imagem.

— Bom, devemos pesquisar mais a respeito — Namjoon disse — São criaturas que nunca vimos antes, mas que aparentemente estão ligadas ao Jimin.

— Será que Jeongguk é isso? — Hoseok questionou, olhando para Jimin.

— Não faço ideia — Jimin respondeu, suspirando.

— Bom rapazes, por enquanto, tenho que estudar para uma prova amanhã — Namjoon se manifestou, tirando algumas notas dos bolsos.

— Eu também — Yoon suspirou, se recordando da avaliação prática que teria no dia seguinte.

— Amanhã, nós resolvemos isso e não se preocupe Jimin, nós vamos encontrar ele e vamos entender o que ele é e porque sabe tanto sobre nós — Nam não hesitou em dizer as suas sábias palavras, bagunçando a touca e os cabelos do garoto.

— E ele vai ficar bem — Yoongi concluiu, sorrindo para seu dongsaeng.

Naquele momento, Jimin se sentiu como se tivessem tirado um peso das suas costas ao dividir aquela sua preocupação com seus amigos, ainda mais que os envolve diretamente. Ele não queria ter que lidar com aquilo sozinho e, principalmente, com a culpa de ter machucado seus amigos e sua madrasta com a sua sinceridade desmedida.

Tudo se resolveria.

Ainda que saber que Jeongguk estava em perigo fosse algo suficiente para tirar seu sono.

 

 

— Estou ansioso para trabalhar com vocês hoje, eu sou professor Kim Seokjin e espero que possamos nos divertir muito.

O novo e bonito professor de história da música se apresentou, recebendo boas vindas de seus mais novos alunos.

Namjoon e Taehyung estavam esperançosos de passarem a aula de História da Música II pesquisando à respeito da criatura marinha assinalada por Jeongguk, que possivelmente, teria ligação com o garoto que sabia tudo sobre as suas vidas, mas o novo professor da matéria se apresentou, os forçando a assistir a aula.

O que mais fazia Taehyung revirar os olhos era a forma de como todos estavam encantados com a beleza do novo professor. Ok, ele assumia que Seokjin era um homem muito bonito e estranhamente jovem para o corpo de docentes quase senis da universidade, mas não era suficiente para pôr brilhos nos seus olhos e julgou completamente exagerada a reação de todos, principalmente, das garotas que sequer prestavam atenção nas aulas anteriores, mas cochichavam dizendo que agora seriam alunas número um. Já os garotos comentavam sobre o veículo customizado que estava estacionado entre os outros, se destacando pelas peças luxuosas e pintura cintilante, que era de posse do novo professor.

— Para esse início, eu quero que vocês respondam esse questionário — o professor distribuía folhas com as perguntas — em duplas e me entreguem até o final da aula. É necessário que eu saiba a que ponto vocês estão na matéria e possa trabalhar melhor nas próximas aulas. São perguntas relacionadas ao romantismo, nacionalismo e a Ópera, especificamente no século 19.

Após receberem o questionário de vinte e duas questões, os alunos se espalharam pela universidade, entre a biblioteca com referências textuais em livros específicos, o laboratório de informática que dava acesso a Internet e alguns alunos decidiram permanecer na sala ou nos corredores por possuírem ou livros em mãos ou acesso a Internet em seus próprios aparelhos eletrônicos.

Com Namjoon e Taehyung foi exatamente a última opção, porém, escolheram a parte de trás da sala, no canto esquerdo, para se isolarem e responderem as questões, enquanto pesquisavam sobre as criaturas indicadas pelo garoto desconhecido. O mais novo entre os dois havia trazido o seu notebook com bom acesso à Internet e iria usufruir disso, enquanto o mais velho respondia as questões que tinha já sabia — ele era conhecido pela sua inteligência, não espantaria o seu dongsaeng que ele soubesse a maior parte das questões.

— Esse professor é meio estranho — Namjoon comentou, enquanto respondia a segunda questão do questionário — Qual é o nome dele mesmo?

— Kim Seokjin — Taehyung respondeu, concentrado na aba de pesquisas do navegador — A classe inteira ficou maravilhada com ele, mas a mim ele não convence.

— Eu também não, ele olhou para nós dois com um jeito tão estranho você percebeu, Tae? — Nam questionou, recebendo um aceno positivo de volta — Importante é que ele não venha aqui simpatizar e atrapalhe a gente.

— Droga — o outro exasperou, teclando com mais força do que o necessário — Não consigo encontrar nenhum site que fale sobre essas sombras de água.

— Você falou em sombras de água? — e de repente, o professor Seokjin se pôs diante dos garotos — Porque estão interessados em criaturas marinhas na aula de música?

— Você sabe do que se trata, professor? — Nam questionou — e desculpe por isso, foi uma mera curiosidade do momento.

— Claro! Eu adoro lendas — ele tirou um bloco de post it do bolso e anotou algo — Todas as lendas têm algum fundo de verdade e eu gosto disso. Aqui — ele colou o post it na tela do notebook de Taehyung — Esses sites podem ser úteis.

— Ah, obrigado, professor — Taehyung agradeceu — Você parece ser muito informado sobre o assunto — observou-o de forma suspeita.

— Ah — o professor deu uma risada forçadamente simpática — Eu gosto desses assuntos e uso muito a internet e… Cá entre nós, eu amo um mistério — e com uma piscadela, ele deixou os dois continuarem com a sua pesquisa indevida e questionário por responder.

Definitivamente, aquele professor era muito suspeito.

 


Notas Finais


☾ Com Seokjin à espreita, será que Jimin e seus amigos vão conseguir encontrar Jeongguk?

☾ Agradeço a quem leu até aqui. Se puderem, comentem, favoritem e divulguem a fanfiction e caso alguém queira bater um papinho ou só cobrar novos capítulos, meu twitter é @_peachseok

Beijos e até breve ★~(◡‿◡✿)


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