História Durthindil: Guerra entre Mundos - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, Magia
Visualizações 1
Palavras 1.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Magia, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Canibalismo, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - O Poder Misterioso


'Então ela realmente era humana... Mas se é isso, por que ela está nessa escola?' Antes mesmo de começar a pensar mais profundamente no assunto, um flash apareceu nos meus olhos. A arena tinha uns dois quilômetros então não me preocupei de cair fora e perder miseravelmente. Pulei uns vinte metros para trás.

''Então isso que é magia?''

''Isso mesmo, gostou?''

''Mais ou menos... Espera, o que é isso na sua mão? Está ficando vermelha?"

"Bola de Fogo !"

Vendo um fogo em forma de bola vindo em minha direção rapidamente, comecei a me assustar e gritei !

"Então a pessoa que me enviaram observar era apenas um medroso..." Pensou Lucy

Os olhos do meu oponente estavam emitindo raiva mas em fração de segundos, senti minhas entranhas ficando mais quente quanto mais o fogo se aproximava. Em fim, a magia ia colidir em minha pessoa. Nossa professora estava indo extingui-lo, mas ao encostar em meu braço...

POOF

"??????"

"Mas hein?" Lucy exclamou.

"É sério que vai terminar dessa forma clichê?" Uma garota observando a ''luta'' gritou !

Olhei para meu braço que estava se sentindo confortável e senti um calor... E era como imaginei. A magia que estava nos meus músculos, ficou pronta para a batalha ! Ao mesmo tempo, fogo no meu braço direito surgiu.

"Ohhh ! Então você pode usar magia mesmo sendo da raça que não pode... Que reviravolta clichê" Disse a mesma garota atrás da arena.

"Cala a boca porra !" 

Depois de dizer isso, a garota realmente ficou com a boca calada. Botei moral? Mas depois, lembrei que estava lutando. Lucy chegou perto como um raio. Parecia que não conseguiria controlar a magia no meu braço, e na mesmo hora ela sumiu. Ao ficar a 1 metro de distância, ela me deu um chute na perna esquerda. Foi tão forte que não parecia um chute de uma criança de nove anos. ao mesmo tempo, tentei um soco em seu abdome mas ela girou e ao invés me deu um soco no rosto. Com sua força, cai de costas na arena.

"Vamos Aahteni, use sua magia." Lucy mandou

"Que magia? Aquilo não foi eu. E por que você mudou do nada?"

"Desculpa então !"

Ao dizer isso, Lucy ia jogar outra bola de fogo, mas eu gritei: "Eu desisto !"

"........"

"Como você é filho dele? Que merdinha !"

"Até eu sou melhor que ele na porrada"

Ignorando-os, cheguei perto de Lucy "Como você é tão forte nessa idade? E você é uma humana... Legal ! "

Desviando o olhar, ela disse "Bom, estou indo para casa."

"Mas agora? E o resto da aula?"

Me ignorando, ela sumiu ! Sim, sumiu. 

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"Se passaram duas horas desde que sai da escola... Estou chegando" Disse Lucy.

Lucy estava em uma floresta densa com árvores de quarenta metros de altura, mas com uma luz no fundo de sua visão. Ao chegar na luz, saiu da floresta e viu uma entrada. Era a entrada do "Reino dos Humanos". Tinha uns 20 soldados com armaduras de prata pesadas com capacetes tampando seus rostos, com espadas enormes, guardando o portão.

"Senhorita, como está seu dia? Veio visitar seu pai?"

"Sim, John."

"Ele está no quinquagésimo sexto andar no castelo"

"Obrigada !"

Ao ouvir isso, todos os soldados se ajoelharam e ela entrou na cidade. Depois de cumprimentar quase todos, em fim, chegou na parte mais luxuosa. Tinha uma estrada de pedra polida, com casas enormes na esquerda e direita, mas no meio, tinha um enorme castelo. ela voou e chegou no andar onde seu pai estava.

"Oi pai !" 

"Oi filha. Você demorou mais do que o esperado. O que aconteceu?" Um homem, com uma voz grossa, parecendo ter 30 anos, estava sentado em uma cadeira  com uma montanha de papéis em seu lado. 

"Não foi nada"

"Tudo bem. Relatório" Disse o homem.

"Como o senhor disse, ele tem um poder que absorve magias. Mas em compensação, ele é medroso. Parece que ele tem uma irmãzinha. Sua mãe é uma mulher jovem com 28 anos e seu físico é bom. Tirando seu pai, talvez ela seja a maior ameaça. Não vai ser um problema com Aahteni agora, mas no futuro sim. Então eu peço para elimina-lo o mais rápido possível."

"Bom, muito bom" Disse o homem com um sorriso. "Para o seu primeiro relatório, foi ótimo. Agora, você pode sair."

"Sim, pai."

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Estava voltando para minha casa. Andando sozinho, pensando no dia, pensando na Lucy. "Perguntas". A coisa que mais faço no dia a dia.   'Por que eu absorvi uma magia? Será que meu pai sabe disso? Quer saber? Que se dane ! Eu quero é um pudim feito pela minha mãe.'

Apertei meus passos. Cheguei rapidinho na minha casa.

"MÃE, PUDDDDIIIIMMMM !!!!!!!!!" Gritei tão alto que a vizinhança se assustou.

"Cala a boca Aahteni ! " Disse minha irmã

"Moon, hoje irei lutar com você antes de comer meu pudim. Venha !"

"Eu não vou. Sou uma dama ! Damas não lutam."

"Para de graça garota. Ta com medo?"

"Medo? De você?" 

Depois de uma troca de olhares, começamos a lutar ferozmente. Por que minha irmã parece mais perigosa que a Lucy? Ela nem usa magia. Depois de apanhar, começamos a rir e fomos tomar banho. Eu, é claro, fui mais rápido para o chuveiro, enquanto minha irmãzinha ficou com lama sentada na porta do banheiro. Como estávamos limpinhos, fomos para nossa mãe e a pertubamos para fazer um pudim enorme. Daqui a alguns anos, podemos virar um doce de tanto pudim por dia. Como planejamos, um pudim apareceu na nossa mesa depois de 30 minutos. Nem esperava esfriar, comia na hora. 

"Nossa senhora, eu to cheio !"

"Ai, eu também."

"A não, vocês pediram desse tamanho, agora vocês vão comer tudo. Abra a boca primeiro Aahteni. Diga: Ahhh"

"Para mãe, não sou um bebê !"

Depois da tortura de dois quilos de pudim, fomos dormir. Me deitei na cama feito uma pedra e só levantei no outro dia. Acordei seis da manhã e me preparei para o segundo dia de aula. A roupa da escola era até que simples. A blusa era branca com partes vermelhas e a calça era preta. 

"Como que a Lucy irá hoje? Apesar de que ela seja uma tábua... O que estou pensando?"

Me dei um tapa e fui à caminho da escola......



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