História Dust Bones - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Zayn Malik
Tags Família, One Direction, Romance, Violencia
Exibições 17
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi, sou nova aqui!! Espero que gostem de minha fic!! Tive muito trabalho com ela por favor respeitem minhas decisões e eu respeitarei suas opiniões. PLÁGIO É CRIME!

Obrigado por lerem S2

Capítulo 1 - 001


Fanfic / Fanfiction Dust Bones - Capítulo 1 - 001

Personagens:

 

Harry Styles como ele mesmo

 

Halsey como Halsey Gates (garota principal)

 

Nicolas Cage como Mr. Gates

 

Liam Payne como ele mesmo

 

Bradley Cooper como Ray Decker

 

Zayn Malik como ele mesmo

 

Chloe Moretz como Paige Gates

 

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EU ME PERGUNTEI como minha vida seria se o meu pai não fosse o homem que ele é. Tirando seu trabalho, eu o amo demais. Minha irmã mais nova por outro lado tem outros planos. Ela raramente sai de casa, ameaçada pelas pequenas coisas do mundo la fora. As coisas mais pequenas do mundo a afetam de uma maneira maior e diferente, e eu sempre temi que ela se distância-se de nós.

 

Assim que fechei a porta do carro eu já sabia o numero de armas me esperando; 64. Os homens na linha da frente descansaram seus músculos tensos assim que firam quem eu era. Eu caminhei em sua direção esperando para um deles me levar onde meu pai estava.

 

“Boa tarde, senhorita Gates” Um dos homens cujo nome era Gator, me cumprimentou.

 

Eu ri suavemente, deixando minha mão descansar em seu ombro. “Só porque meu pai mandou você me cumprimentar não significa que você o tenha de fazer.”

 

Ele zombou um pouco, “Eu o faço por ter maneiras.”

 

O ar quente do México se tornou distante quando entrei na casa com ar condicionado.” Papai tinha uma coisa por lugares quentes ou tropicais. Ele sempre comprava mansões luxuosas em todos os lugares que ele ia e amava. Eu respirei fundo sabendo que o motivo para eu estar aqui não era pra ele falar um Oi ou ver como eu estava indo, mas sim porque ele queria que eu fosse em algum lado. Ele sempre me muda de lugar por causa de minha segurança. Eu não o culpo pra ser sincera. Estou contente que ele ainda se preocupa com meu bem-estar.

 

Não era surpresa nenhuma assim que entrei na casa. Tudo estava de acordo com as vontades de papai. As comodas eram escuras, quase madeira preta. As cores estavam bem pintas com uma cor escura também. Todas as salas eram espaçosas e tinha pequenos corredores ligando a outras salas. Eu não estava surpresa pela sua maravilhosa escolha de decoração ou pelo chão brilhante. Papai é perfecionista e não tem tempo para fazer qualquer tipo de erro.

 

Papai estava bebendo chá perto da janela, a qual eu não duvido nada ser à prova de bala. Seu cabelo castanho-acizentado estava puxado para trás, seu olhos verdes encarando o nada enquanto ele conversava com um homem alto encarando a janela, mantendo uma postura perfeita.

 

“Mr. Gates, sua filha esta aqui.” Gator falou se virando em seus calcanhares de seguida nos deixando sozinhos.

 

Ele colocou sua chicara de cha na mesa, suspirando quando se levantou e olhou pra mim. Ele simplesmente olhou para minhas roupas. Meus shorts não estavam do seu agrado, e eu sabia isto porque ele imediatamente abanou sua cabeça. Ele sempre insistia que eram demasiado curtos, mas eu sempre os usava porque eu gostava bastante deles. Eu estava usando um tank top branco e uma camisa de ganga por cima. A camisa estava enrolada pra cima nas mangas. Eu também estava usando meus saltos altos e meu cabelo estava caído sobre meus ombros.

 

Mas pelo menos ele me deu um sorriso. “Você esta cada vez mais crescida cada vez que olho pra você. Venha aqui dar um abraço a seu pai.”

 

Eu sorriso pra ele e o abracei forte. Não é segredo para ninguém que eu senti saudades dele. Eu não percebo como Paige consegue. Mas também papai foi a única pessoa que eu amei tao profunda e verdadeiramente. Ele é a única razão pela qual eu ainda vou na escola e tenho boas notas porque eu quero provar pra ele que sou digna.

 

“Oi papai,” eu sussurrei nos afastando.

 

“Venha, vamos nos sentar.” Ele se apressou a me sentar no sofá em que ele estava sentado a uns minutos atras. Ele me ofereceu um pouco de cha mas eu recusei querem logo chegar no porque de ele me ter chamado aqui. “Você sabe que eu não chamei você aqui pra fofocar.”

 

Minhas mãos estavam fechadas por cima de meu colo mantendo minhas pernas juntas. “Eu suspeitei.”

 

“Assim, você sabe que eu me preocupo com sua segurança. E ultimamente tem acontecido algumas coisas que me sao bem familiares. E eu so espero que você contribua comigo quando eu lhe disser que você vai ficar a morar no Texas por algum tempo.” Ele explicou.

 

Novamente mudando de sitio e indo para uma escola nova. Estou cansada da mesma velha situação. Novos amigos, novo edifício para eu explorar e me perder, novos professores, novas aulas para eu me familiarizar. Eu já viajei tanto que já nem gosto de viajar mais. Mas eu não podia reclamar. Se há coisa que papai mais odeia para alem de erros no seu sistema, era reclamações.

 

Não tento outra hipótese sem ser concordar, eu abanei minha cabeça lentamente. Ele parecia satisfeito por eu não reclamar, mas o problema era, eu nunca reclamava. Paige era quem gritava com ele pelo celular, desejando ter uma vida normal e não esta. Eu posso me identificar com ela, mas eu aceitava as coisas de maneira bem diferente.

 

“Sua irmã já esta em segurança no Texas esperando você chegar.”

 

Ele não vinha connosco. Ele ficaria aqui e depois viajaria meio mundo e lá ele iria planear como revolver o quer que tenha acontecido. Eu sempre confiei nele porque ele sempre sabia o que estava fazendo, mas isso não queria dizer que eu não me preocupava.

 

“Harry aqui, ira tomar conta de você. Não importa o quão ridículo ele mandar você fazer, você ira obedecer. Ele é o melhor de todos os homens que tenho, e o único capaz de arriscar sua vida para protege-la.” Papai explicou enquanto meus olhos viajavam em direção do homem alto perto da janela.

 

As palavras de papai se tornaram um ruido distante enquanto eu estudava aquele homem cujo nome era Harry. Suas pernas eram compridas combinando com sua figura magra. Ele estava vestido todo de preto, camisa preta, jeans pretas e ténis preto. Papai tinha todo o mundo vestido desse jeito, mesmo em trabalho pesado ele espera perfeição. Sua camisa estava enrolada até seus cotovelos, revelando suas tatuagens em sua pele monera. Não estava completamente cheio, mas eu tinha certeza de que seu braço tinha uma manga de tatuagens.

 

Seus olhos verdes me observando também. Ele parecia desinteressado, mas mesmo assim nunca removeu seus olhos de mim. Seus lábios em forma de coração não estavam nem sorrindo nem tristes. O seu preto lips piercing adicionava ainda mais escuridão a sua figura. Ele tinha uma mandibula perfeitamente desenhada. Eu quase desmaiei quando vi um piercing em sua sobrancelha. Ele estava imóvel, sério, mas relaxado. Seu silêncio me fez questionar sua existência já que nem o descer e subir de seu peito eu conseguia ver.

 

Seus cachos castanhos estavam puxados para trás, dando um ar desarrumado a seu cabelo o fazendo parecer muito mais atraente. Loucamente lindos olhos verdes pálidos me encaravam sem emoção alguma, enquanto meus olhos azuis tentavam encontrar qualquer tipo de reação.

 

“Halsey”, papai chamou, obviamente irritado porque minha atenção tinha sido desviada dele pelo estranho que era suposto me proteger com sua própria vida. Eu desviei meus olhos de Harry olhando para papai de novo. “Tudo o que ele fizer é para proteger você. Ele só serve para isso e quando você estiver a salvo ele voltará pra cá. Ele já sabe qual é seu trabalho e não será enganado pelas suas tendências de escapar.”

 

Eu estreitei meus olhos pronta a me defender. “Eu não preciso que ele me proteja. Ele é um estranho para mim. Eu não estou preparada para confiar nele.”

 

Papai se levantou de seu lugar, seus joelhos estalando. “Eu não quero saber o que você acha. Você tem 17 anos e está sob meus cuidados. Não quero ouvir mais nada. Hoje à noite vocês iram de carro para o norte de México até chegarem no Texas. Na fronteira meus homens estão esperando vocês dois. Você irá atravessar a fronteira em 3 dias.” Ele informou. “Quando você chegar quero uma chamada de você e sua irmã.”

 

Eu não precisava falar de que estou furiosa. Eu nem poderia ir em um avião porque quem quer que esteja atrás de minha família é bom o suficiente pra me rastear lá de cima. Eu tenho que estar dentro de um carro com um estranho que mais parece a Morte em forma de um homem maravilhoso. Papai começou a ir embora, Harry se desencostou na janela olhando pra rua. Eu o observei quando ele também começou a ir embora, nunca se pronunciando. Até seus passos eram silenciosos.


Notas Finais


O primeiro capitulo é sempre o mais dificil de escrever. Esta é uma ideia original que veio em minha mente, eu nem sei como ela simplesmente veio! AVISO: esta história contém cenas que vos podem deixar desconfortáveis, tenham isso em mente. Não se esqueçam de comentar se tiverem alguma ideia ou alguma critica construtiva! Sempre aqui para a opinião de quem ler.


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