História Dust in the Wind - Capítulo 20


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Categorias Criminal Minds
Personagens Aaron Hotchner, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jason Gideon, Personagens Originais
Tags Bullying, Criminal Minds, Cyberbullying, Hotchniss, Novela, Romance, Suspense
Exibições 67
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me perdoem por não ter postado ontem e nem mais cedo. Esse calor que está fritando o meu cérebro, me deixando muito irritada e com dores de cabeça, por isso não conseguia terminar o capítulo. Mas aqui vai ele.
Agradeço a todos os comentários e acompanhamentos, beijão. Vocês são 10!

Boa leitura!

Capítulo 20 - Colocando o plano em prática


Fanfic / Fanfiction Dust in the Wind - Capítulo 20 - Colocando o plano em prática

Washington — DC

 

Emily ficou parada esperando uma resposta, mas Elle e Sean se entreolhavam sem saber se continuavam mentindo ou se contavam logo a verdade.

— Vamos nos sentar — pediu Elle.

Emilly a encarou por alguns segundos, mas resolveu sentar-se. Sean também foi junto, ele não sabia ao certo o que Elle pretendia, porém foi. Os três sentaram-se no sofá. Elle e Sean ficaram no sofá grande enquanto Emily ficou no sofá menor do lado deles.

— Eu não sei se está acontecendo alguma coisa com a Wendy — disse Elle — e falo verdade quando digo isso. Hotch só não conseguia falar com ela pelo celular e ele me pediu para vir aqui ver se estava tudo bem... mas agora o Sean está dizendo que ela viajou para um jogo, então está tudo certo.

Emily viu que ela falava a verdade, por isso voltou-se para o cunhado.

— E você? — perguntou Emily — o que sabe?

— Eu não sei de nada — disse Sean.

— Sabe sim — insistiu Emily — ah, se sabe... e você vai ter que me contar — falou Emily já bastante irritada.

— Mas eu não sei de nada — respondeu Sean sem convencer.

— Para de mentir — retrucou Emily — e me conte logo a verdade.

— Emily...

— A verdade, Sean.

— Tudo bem — respondeu Sean dando-se por vencido — eu vou te contar toda a verdade.

Sean sabia que Emily estava muito debilitada pela gravidez, mas percebeu que ela estava bastante exaltada, e esconder a verdade, talvez só piorasse, já que ela estava bastante desconfiada. E era muito difícil mentir para ela naquela situação, sabendo que a sobrinha estava em perigo.

E assim ele fez. Ele contou sobre a carta que havia recebido e as exigências que faziam. Emily por alguns segundos ficou sem chão, mas não disse uma palavra. Elle e Sean estranharam a reação dela.

Mas na verdade, ela sentia-se num pesadelo. A ficha demorou a cair. E quando caiu, ela ficou em prantos. O sentimento de culpa e temor de que algo grave acontecesse a atormentou de tal maneira que ela sentiu-se totalmente sem rumo.

Elle sugeriu que Emily fosse ao hospital, mas ela só pensava em uma única coisa, ir para a Califórnia ajudar o marido a encontrar a filha. E Sean acabou concordando, já que ele também queria ajudar de alguma forma.

 

***

 

Los Angeles — Califórnia

 

Assim que chegou em Los Angeles, Hotch e Reid discutiram os passos que seriam tomados para colocar o plano em prática. Tudo estava sendo discutido minuciosamente, a fim de que não sejam pegos de surpresa.

Porém o grande mistério, era o que Phillip queria com Reid. No caso do ano passado, todos os agentes trabalharam, por que Reid especificamente?

Na manhã seguinte, ambos foram na penitenciaria visitar Phillip. Os dois ficaram numa sala reservada. Hotch sentou-se à mesa com Phillip. Reid ficou em pé na porta, observando de longe.

Fazer uma leitura de Phillip era difícil, já que ele foi praticamente treinado para esconder suas micro expressões. Mas Reid ficaria atento a tudo, não podia deixar nada passar.

— Ora, ora — disse Phillip — sentiu minha falta?

— Não seja idiota — respondeu Hotch rispidamente.

— E como está minha querida Emy? — perguntou Phillip ironicamente — eu sinto muita falta dela, sabia? E da minha filhinha postiça, a Wendy.

— Vamos falar do que interessa — retrucou Hotch já se irritando.

— Eu só quero saber como está a minha família — insistiu Phillip — a minha Emily e a minha Wendy.

— Não se refira a minha esposa e a minha filha como se fossem suas. Eu não admito isso.

— Você roubou as duas de mim — disse Phillip — nunca deu a atenção que elas mereciam. Você sempre foi um marido relapso e um pai ausente.

— Desgraçado — falou Hotch levantando-se e querendo partir para cima de Phillip.

— Hotch — disse Reid o segurando — ele está te provocando. Não caia nessa!

Hotch parou, mas continuou ofegante com vontade de esganar o Phillip.

— Depois conversaremos — falou Phillip olhando para Reid — estou sabendo que está namorando a minha filha.

— Cala a boca — gritou Hotch sendo contido novamente pelo Reid.

— Hotch, mantenha o foco — pedia Reid — estamos aqui por causa da Wendy.

— O que tem a minha filhinha querida? — perguntou Phillip.

— Você sabe muito bem a que estou me referindo — respondeu Hotch sentando-se.

— Não sei não — retrucou Phillip — mas se for sobre a minha filha, podem falar.

Reid tirou de dentro da sua bolsa, um bloco de notas com uma caneta e o colocou na frente de Phillip.

— O que significa isso? — perguntou Phillip.

— Você vai escrever uma confissão, dizendo que há mais quatro corpos do assassino da moeda não encontrados — disse Hotch — e que foram enterrados numa floresta a oeste de Palo Alto e que você aceita dizer onde os corpos foram enterrados em troca de redução da pena.

— Mas não há corpo nenhum — retrucou Phillip se fazendo de desentendido.

— Não subestime minha inteligência — falou Hotch — você sabe por que estou fazendo isso — Hotch foi firme e encarou Phillip continuando seu raciocínio — então iremos eu, você, Reid e outro policial de carro, nós te levaremos no ponto onde há uma cabana. Do lado dessa cabana há um poço. Você dirá que um dos corpos está dentro do poço. E pedirá para que eu o acompanhe até lá. Reid e o outro policial ficaram olhando de uma distância de mais ou menos 20 metros...

— Interessante — disse Phillip — mas para que tudo isso?

— Cala a boca e me ouça — retrucou Hotch já no seu limite — em frente ao poço debaixo de uma pedra vai ter uma arma. Você vai pegar a arma e me usar como escudo para que o policial não reaja. Depois você leva a mim e o Reid como reféns para o local onde será feito a troca.

— Isso é uma armadilha — disse Phillip — esse policial que vai ficar vai acionar o restante da polícia e do FBI e farão uma caçada a mim. Isso não vai colar comigo.

— Estaremos numa floresta onde não se pega sinal de celular — falou Hotch — nós sairemos de carro e bem no começo da estrada saindo de Palo Alto trocaremos de carro. O policial caminhará cerca de uma hora até achar uma alma viva, com isso já estaremos bem adiantados. A polícia e o FBI além de estarem uma hora atrasados, ainda vão procurar pelo carro errado. Será tempo suficiente para a troca ser realizada.

— A minha Emy vai? — perguntou Phillip para provocar Hotch — eu estou com tanta saudades dela.

— Escreva logo o que disse — pediu Hotch já perdendo a paciência — eu quero levar isso para o promotor hoje ainda.

Phillip sorriu sarcasticamente, pegou o bloco de notas e começou a escrever conforme instruções de Hotch.

— Eu não imaginei que você toparia tão rápido — disse Phillip — sua filha nunca foi sua prioridade.

— Diga logo a seus comparsas que está tudo certo para eles informarem somente o local e o horário para troca — falou Hotch.

— Eu estou com tantas saudades da minha Emy — falava Phillip como se não desse atenção ao que Hotch acabara de dizer — do cheiro dela, dos beijos...

— CALA A BOCA — gritou Hotch.

— Vamos logo embora — pediu Reid segurando Hotch pelo braço e pegando a confissão de Phillip. Hotch concordou e saíram os dois. Phillip voltou para a cela.

Dali mesmo, os dois foram para a promotoria; no início o promotor mostrou-se resistente quanto a possibilidade de redução de pena. Mas Hotch o convenceu que a liberdade condicional de Phillip Froster só ocorreria depois de ele passar por uma avaliação psiquiátrica. Então o promotor concordou, tendo em vista que ele daria uma resposta a suposta cinco famílias.

Hotch foi para o hotel com Reid e lá os dois conversaram melhor. Ambos ficaram no bar, em uma mesa longe dos demais.

— Reid, se alguma coisa der errado e nós fomos descobertos, pode ser o fim das nossas carreiras — falou Hotch — mas eu quero que você diga que não teve nada a ver com isso, que eu planejei tudo sozinho... pois é isso que vou dizer.

— Hotch, eu quero fazer isso.

— Só que eu não quero que isso custe sua carreira. A filha é minha, então a responsabilidade também é minha.

Reid nada respondeu. E por alguns minutos eles ficaram em silêncio.

— Hotch — disse Reid — eu queria dar uma olhada na avaliação psicológica do Phillip Froster.

— Percebeu alguma coisa na conversa que tivemos com ele?

— Talvez, mas eu tenho que ver os laudos psicológicos dele para ter certeza.

— O que você acha que ele tem? — perguntou Hotch curioso.

— Transtorno Dissociativo de Personalidade.

— Você está querendo dizer que ele tem dupla personalidade? — indagou Hotch surpreso.

— Sim. E uma delas é um sádico sexual e a outra é um mitomaníaco.

— Faz sentido, por isso é tão difícil fazer o perfil dele — respondeu Hotch — o advogado dele nunca deixou nenhum de nós fazer uma avaliação no Phillip por causa do envolvimento pessoal com ele, mas agora teremos uma oportunidade. E ai desvendaremos todo o mistério a respeito do assassino da moeda e da morte da Rachael Baxter.

— Quando ele fala da Wendy e da Emily, ele fala como se elas realmente fossem sua filha e esposa, apesar de ficar te provocando. Ele fala como verdade, mas eu sei que é mentira... por isso ele é tão convincente.

— Ele acredita na própria mentira!

Os dois continuaram conversando, quando um garçom se aproximou e falou com Hotch.

— Agente Aaron Hotchner — disse o garçom.

— Pois não — falou Hotch.

— Sua esposa e seu irmão estão o aguardando na recepção.

— O que? — perguntou Hotch irritado — o que eles fazem aqui?


Notas Finais


O que vocês acham que vai acontecer agora?

Os capítulos vão ser postados todo sábado ou domingo fielmente.

Obrigada a quem está lendo e já sabem, comentários são sempre bem-vindos. Sem contar que a opinião de vocês é muito importante.

Beijão e até o próximo capítulo!


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