História Dust in the Wind - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, John Winchester, Lúcifer, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Lucifer, Lucy Harper, Originais, Personagens Originais, Sam Winchester, William Harper
Exibições 48
Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Luta, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiieeee
Voltei!
Tava sem net no PC por um tempo, mais agora eu voollteeeiii agora pra ficcaaar! (Eu acho)

Mais enfim.

MUITAS TRETAS!

Capítulo 22 - Crazy?


Saio da casa dela e Lúcifer some. Confiro se não tinha nada suspeito e caminho tranquilamente pelo corredor. Saio do prédio e entro no carro. Confiro seu Crowley não está por perto e arranco para longe dali, depois de algum tempo em uma estrade deserta. Me da uma sensação estranha e eu me obrigo a parar o carro. Saio do mesmo para pegar ar.

-Meu Deus! -Digo com as mãos na cabeça. -Eu matei a minha melhor amiga! -Digo começando a soluçar. -Você fez eu matar minha melhor amiga seu filho da mãe! -Grito com todas as minhas forças. Soou um grito horrivelmente alto e eu sinto minha garganta secar.

-Lucy, Lucy querida. -Ele aparece com os braços cruzados.

-Já não basta você matar minha mãe, meu pai e minhas tias ainda tem que matar minha melhor amiga? -Digo o olhando nos olhos e ignorando que talvez ele fosse fruto da minha imaginação.

-Eu não matei ninguém amorzinho, você matou ela. -Ele diz descruzando os braços e me olhando como se fosse o dono da razão.

-Não! -Grito de novo. Começo a chorar ao perceber que ele tinha dito a verdade. -Eu, matei ela papai? -Digo fazendo o muro de "mulher-durona" desabar.

-Matou, mais sabe... Ela está em um lugar melhor agora. Ele diz sentando ao meu lado e me abraçando.

-Mesmo? -Digo limpando as lagrimas.

-Sim, Lucy... É claro que sim. -Ele diz e o silêncio reina por longos minutos. Levanto o olhando séria.

-Você não existe. -Digo cuspindo as palavras.

-Como eu não existo? -Ele fica de frente pra mim. -Você me sente não? -Ele diz tocando meu braço tombando a cabeça para o lado em um sorriso malicioso. Me afasto rápido.

-Você é fruto da minha imaginação, nada que você diz é verdade. -Digo indo para o meio da rua.

Ele muda a expressão, uma expressão assustadora que faz eu me arrepiar.

-Eu não existo Lucy? -Ele diz caminhando lentamente até a mim.

-Não!

- Eu matei seus pais Lucy? -Ele aumenta o tom de voz. -Eu matei suas queridas tias? Eu também matei aquela vadia que você chamava de amiga? Eu matei aquela tal de Camila? Não! Foi tudo você, todo mundo ao seu redor tá morrendo, e tá na hora de cair a ficha que você é que não existe! -Ele grita.

-Para! -Digo caindo no chão e tapando os ouvidos.

-Fraca, inútil, bastarda, idiota, iludida pela vida, vadia é Isso que você! -Ele começa a falar em meus ouvidos.

-Para! -Começo a gritar e deito no chão percebendo que eu corto profundamente meu braço em uma pedra pontuda e eu grito de dor. De repente ele some.

Enxergo uma luz. Era de um carro.

A figura sai de dentro do carro, era um homem, cabelos pretos um pouco gorducho, parecia ter quarenta e poucos anos.

-Socorro! -Digo com as mãos na cabeça tapando os ouvidos.

-O que ouve menina? -Ele diz tentando me levantar e eu continuo no chão.

-Lúcifer, ele... ele vai me matar! -Digo e ele arregala os olhos.

-Deus me livre garota, pare com isso! -Ele diz fazendo muita força e conseguindo me levantar. -Eu sou enfermeiro posso te ajudar. -Ele diz me levando ao carro. Eu não conseguia caminhar, eu ouvia a voz do desgraçado na minha cabeça, ele repetia meu nome lentamente e varias vezes seguidas.

-Ele vai me matar! -Digo tentando sair de dentro da carro mais as portas estavam trancadas. Olho apavorada para ele.

-Acalme-se garota, eu sou enfermeiro. -Ele diz mostrando um cartão que comprovava ele era enfermeiro, mais num hospício.

-Hey, aonde você vai me levar? Eu não sou louca! -Digo tentando sair.

-Você esta ferida, você esta com problemas. -Ele diz acelerando o carro.

-Não! -Grito dando com a cabeça no vidro e desmaio.

 

 

 

Acordo com uma luz muito clara em meus olhos. Assim que consigo enxergar vejo que era um quarto todo branco. Levanto da cama e vejo que até eu estava de branco, uma blusa e uma calça branca. A cama que eu estava era branca também, eu tinha uma fita no braço com uns números nela. Logo vejo a porta abrir e entra uma mulher, cabelos loiros em um coque alto, vestia branco e estava com uma mesinha veio até a mim sorrindo. Ela tinha canetas e algumas seringas nos bolsos da calça.

-Olá. -Ela vem até a mim sorridente.

-Aonde eu estou? -Digo sentindo uma dor de cabeça horrível.

-No Hospicio Meddinson. -Ela sorri e eu a olho apavorada.

-Hospicio? -Digo levantando.

-Acalme-se, você está bem, Tony encontrou você na estrada ontem a noite, ele lhe trouxe para cá. -ela diz pondo uma luz em meus olhos. E eu lembro do cara da estrada.

-O que eu estou fazendo aqui? -Digo vendo ela tirar o curativo que tinha em meu braço, era um curativo que cobria todo meu antebraço. Ela limpou o corte e fez outro.

-Tony disse que você estava ouvindo... -Ela faz uma pausa. -Lúcifer. -Ela diz meio incomodada.

-Sim! Ele está aqui? -Digo levantando rápido.

-Não querida, ele já foi embora. -Ela diz calmamente e eu volto a sentar na cama. -Você está aqui para cuidarmos de você.

-Não, eu quero... Eu quero meus amigos, Sam e Dean Castiel e o Bobby! -Digo desesperada.

-Acalme-se, eles poderão visita-la se quiser. -Ela diz tentando me acalmar.

Eu respiro fundo e tento me acalmar.

-Me ajuda por favor, ele vai me matar. -Digo começando a chorar e eu a abraço.

-Ninguém vai matar você. -Ela diz baixinho e eu fico um longo tempo ali.

Depois volto a sentar na cama e ela pega um papel adesivo e uma caneta rosa.

-Como é o seu nome? -Ela diz abrindo um sorriso.

-Lucy, Lucy Harper. -Digo um pouco confusa.

-Lucy... -Ela anota meu nome no papel adesivo e cola na minha blusa. -Sabe Lucy, você não parece o tipo de pessoa que devia estar aqui, você parece uma modelo sabe, magra bonita, cabelos escuros e compridos. -Ela diz e eu dou um sorriso que doeu muito para formar em meu rosto.

-Obrigado. -Digo olhando para baixo. Ela me olha e eu olho para ela.

-Vai ficar tudo bem Lucy. -Ela sorri.

-Você diz isso pra todo mundo? -Pergunto e ela solta uma risada.

-É o meu trabalho fazer com que tudo fiquei bem. -Ela diz pegando a mesinha e a arrastando para fora. Me dá um "tchauzinho" que retribuo fraca. Fecha a porta e sai.

Respiro profundamente.

Tinha uma janela grande, com grades grossas e aparentemente muito resistentes, uma mesinha do lado da cama, com uma flor também branca. -Vocês levam a sério esse negocio de que branco é a cor da paz. -Digo para mim mesma. Tinha também uma mesa maior onde tinha quatro cadeiras e alguns quebra-cabeças, um pouco para o lado da janela tinha um espelho na parede.

 A porta era branca também, com uma janelinha com grades.

Tentei abrir mais estava fechada.

Deitei na cama e respirei fundo.

-Lucy, Acalme-se, ele não está aqui. Digo fechando os olhos e sem perceber acabo pegando no sono


Notas Finais


EITAA POHAAA!

Agora que a coisa começa a ficar boa!
Haha
XOXO :*


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