História Dust in the Wind - Capítulo 35


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, John Winchester, Lúcifer, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Lucifer, Lucy Harper, Originais, Personagens Originais, Sam Winchester, William Harper
Visualizações 38
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Luta, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


NÃO TENHO NADA PARA ESCREVER AQUI

Capítulo 35 - Reencounter, The farewell And fucks


LUCY POV:

Peço minha agua no balcão e aguardo tranquilamente.

-Olá! -Ouço alguém atrás de mim. Me viro rapidamente e dou de cara com... O sorriso na cara dele se desmancha e minha expressão é de surpresa e... raiva?

-Lucy... -Dean diz saindo da pose galanteador, conquistador, ou o que quer que seja que ele queria se parecer com aqueles olhos semicerrados.

-Dean. -Digo séria.

-Ah, é… você por aqui? -Ele fica confuso.

-É, eu to mesmo. -Digo não sabendo dizer. -Era uma mistura de raiva e confusão que eu sentia por ele, e saudade...

-Sua agua senhorita. -A mulher loira coloca a garrafa de agua no balcão.

-Ah, obrigada! -Digo jogando uma nota no balcão e ela pega sorrindo e volta ao que estava fazendo, ou seja, nada.

-O que você tá fazendo por aqui? -ele pergunta e eu me levanto da cadeira ao lado do balcão.

-Eu é que pergunto! -Digo sorrindo e o encarando por alguns segundos. -Foi ótimo encontrar você por aqui. -Digo voltando a caminhar e ele me segura pelo braço me puxando para um abraço. Eu fiquei sem reação só correspondi.

Ele se afastou em e um profundo silêncio se estabeleceu.

-Reconfortante, eu tenho que ir. -Digo sorrindo sem graça.

-Ir, a onde? -Ele pergunta e eu viro os calcanhares.

-Por ai... -Digo caminhando e abrindo a agua, bebo um gole e abro a porta e bato em alguém derrubando a garrafa de agua no chão. -Minha agua cacete, você tá cego seu imbecil! -Digo juntando a garrafa do chão, e... me deparando com olhos azuis.

É muita sorte... O Dean tudo bem, por que não ver o cara que eu considerei como irmão pra mim por muito tempo em uma lanchonete? Normal, por que não? Mais o anjo pelo qual eu não faço a mínima ideia até hoje do que, que eu sinto por ele? Fala sério.

-Lucy? -Ele fica com a expressão confusa.

-Ca..Castiel? -Digo meio, eu não sei, não consegui falar nada além disso. Nossos olhos se encontram, e outra vez aquela maldita sensação, aquela esquisita sensação me invade. -Ai que merda! -Digo jogando a garrafa no chão. Caminho apressada até minha moto e vejo Sam encostado no Impala.

-O seu cabelo tá maravilhoso! -Digo antes de por o capacete e acelerar para longe dali. O mais longe que eu podia, o mais rápido que eu podia, acelerava como se tudo aquilo que eu vi não passasse de uma ilusão deixando tudo aquilo na estrada. As ruas estavam calmas, e eu acelerava como se tivesse fugindo de algo, e eu estava... o meu passado!

*Flashback On*

Saio de meu quarto com minha mochila nas costas e observo tudo ao redor, estava tão calmo, sossegado, estavam todos dormindo, e Castiel estava por ai, ele gostava de sair de madrugada e caminhar rumo a lugar nenhum. Sorrio com esse pensamento.

Abro o Notebook e sento na cadeira escrevendo minha famosa carta de despedida que eu martelei na cabeça durante dias.

"Oi Sam Oi Dean e Oi Castiel, talvez vocês já devem ter torturado o Crowley, ameaçado a Rowena, Indo atrás de alguns demônio para descobrir o por que eu não estou com vocês, a resposta é, eu não quero, talvez eu esteja sendo precipitada em dizer, mais eu não quero isso, eu quero só, pelo menos tentar ter uma vida normal, quero fazer faculdade, e só... tentar esquecer tudo isso, agradeço a tudo que fizeram por mim, e nunca poderei retribuir, só quero que saibam, que eu amo vocês. E essa é a parte em que eu estou quase chorando mais "meninas más não choram"...

Escrevo isso e dou uma risada baixa, Dean disse isso pra mim quando eu fiquei alucinada, depois de descobrir tudo, de colocar Lúcifer em seu devido lugar, de organizar e proteger o céu, de manter a ordem no inferno e a paz na terra, foi o que eu fiz.

..."Não me procurem, vocês não vão achar, eu acharei vocês quando precisar, eu sei onde encontrar vocês. -L. H"

*FlashBack Off*

Ouço uma buzina de caminhão e afasto meus pensamentos da cabeça.

-Cuidado sua maluca! -O caminhoneiro diz.

-Vai se ferrar! -Grito apontando um dedo do meio e desviando do caminhão.

Por pouco eu não bati no caminhão.

-Você tá ficando louca... -Digo a mim mesma. -Eles não ligam pra você, eles nem te procuraram quando você precisou, nem lhe mandaram feliz aniversário, ou feliz Natal. -Digo enxugando as lagrimas que insistiam em cair no rosto.

Paro no acostamento e me permito chorar com os braços cruzados no painel e a cabeça encostada nos mesmos.

-Eu sou uma droga, uma droga, uma droga! -Repito isso. -Como você pode ser tão burra? -Digo a mim mesma descendo da moto. -Eu só vi eles, tipo, eu nem falei! Eu não posso estar sentindo essas coisas todas! Lucy você tem 24 anos! Você já crescida e com certeza não é aquela menina de três anos atrás que nutria um sonho de ser filósofa e viajar o mundo! -Digo para mim mesma rindo das minhas palavras. -Que inútil você é! -Digo sentando ao lado da moto. -O que eu fui fazer da minha vida? -Digo falando com a minha moto, talvez pra você seja esquizofrenia, pra mim é diálogo com a minha bebe.

Ligo a moto e percebo que estava ficando de noite. E chance era ficar em alguma pousada ou algo do tipo, faço isso todas as noites, ou pelo menos as que eu não estou andando sem rumo. Vejo uma placa indicando uma a alguns quilômetros era longe da próxima cidade. Estaciono no estacionamento (ava) e pego minha mochila, coloco nas costas e entro na recepção.

-Olá Boa noite. -A mulher diz. Era uma mulher loira, parecia ter uns trinta e poucos anos, alta e magra.

-Boa noite, eu vou querer um quarto. -Digo com o meu melhor sorriso.

-Eu vou chegar aqui. -Ela diz mexendo no computador por um instante aguardo ansiosamente.

-Bom, temos somente mais um quarto disponível, você tem sorte. -Ela diz e eu sorrio.

-Talvez eu tenha. -Digo pegando a chave e logo subindo as escadas até meu quarto.

Entro no quarto simples, havia uma cama de casal, uma cômoda, uma poltrona e mais para frente um sofá com uma TV. Depois havia uma parede que levava para a cozinha e do outro lado, outra que dava para o banheiro. Ao canto havia uma mesinha com dois lugares. O lugar quase todo era coberto por um tapete felpudo. Jogo a mochila pesada no sofá e vou direto para um banho. Não demorei mais que quinze minutos se não a agua quente acabaria e eu teria que pagar mais, e não, não estava afim de pagar mais que o preço do quarto.

Visto um shorts e uma regata preta bem solta, que deixava amostra boa parte do meu sutiã, mais eu não ligava, apesar era só eu que ia ficar ali mesmo. Ando descalça pelo pequeno local até ir de encontro a cozinha, percebo que os armários eram bem abastecidos então faço a única comida que aprendi a fazer durante esses anos. Macarrão com almondegas, e confesso, ficava uma delicia. Preparo um suco qualquer e ligo e TV assistindo um programa de Talk Show enquanto comia. Era bizarro o quanto esses atores e atrizes de Hollywood eram fingidos, era como eles fossem robôs, programados para falar somente bem da indústria, sempre sorridentes e bonitos. Aquilo me dava nojo...

Ouço um barulho vindo do quarto do lado, eram... gemidos de mulher?

Ouço os gemidos cada vez mais altos e aquilo me irritava de uma maneira.

-Dá pra calar a maldita dessa boca? -Grito e os gemidos continuavam. Por que essas paredes tinham que ser tão finas. Prendo os cabelos em um coque que logo se desfez devido ao tamanho de meu cabelo, quando eu fazia isso era por que estava irritada. Os gemidos só continuavam e parece que o Orgasmo da mulher não viria tão cedo, já que ela continuava gemendo. Jesus amado! Saio do quarto troteando e esmurrando a porta do quarto de onde vinha os gemidos.

Os gemidos param e eu espero um tempo até que um cara surge na porta. Ele estava com uma calça jeans desabotoada e sem camisa. Ele tinha cabelo comprido e com alguns piercings.

-Olá, boa noite, sinto muito atrapalhar sua foda mais eu quero dormir! -Digo sorrindo cruzando os braço impacientes.

-Ah cara desculpa, eu não sabia que ela tava fazendo tanto barulho. -Ele coça a cabeça.

-Como não? Meu Deus faça essa mulher gozar pelo amor de Deus! -Digo e ele se surpreende com o meu vocabulário. Vivendo como eu vivi durante muito tempo, falar o bom e velho palavrão ou falar as coisas de um jeito literal fizeram parte da minha vida.

-Ok, me desculpe mais uma vez. -Ele diz e eu dou de ombros fechando a porta.

Querer transar no hotel, tudo bem, mais gritar feito uma louca? Aquele cara não parecia ser tudo aquilo.

Entro em meu quarto ouvindo o belíssimo som do silêncio. Apago as luzes e vou para debaixo do edredom dormir, era tudo que eu precisava para por minha mente no lugar.


Notas Finais


COMENTEM!!!
~SenhoritaSonhos
XoXo :*


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