História Dying With You - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Câncer, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Exibições 133
Palavras 1.582
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me perdoem pela demora, fiquei sem internet ;-;
Boa leitura!

Capítulo 5 - Fight


Fanfic / Fanfiction Dying With You - Capítulo 5 - Fight

Três dias depois

 

Point Of View Selena Gomez

11:37am — Stanford Hospital and Clinics

 

    “You win. Perfect!”, foi a primeira coisa que ouvi ao abrir os olhos.

    — Eu sei, obrigado — sua voz desprovida de humildade ecoara por todo quarto até meus ouvidos — Sem aplausos, por favor — proferiu se levantando e vindo em minha direção com os braços abertos comemorando sua vitória no jogo de seu celular

    — Justin — pronuncio seu nome em meio às risadas e o garoto coloca sua mão livre do objeto prateado no ouvido, como uma petição para começarmos a brincadeira — E ele ganha mais uma luta — digo como uma comentarista animada por sua vitória — E a plateia vai à loucura! — exclamo enquanto o loiro está com os braços levantados e girando para ver toda sua plateia invisível lhe idolatrando. Era cômico.

    — Aaaaah! — ele sussurra gritos e mais gritos como se fosse os de seus fãs me fazendo cair da gargalhada logo o contagiando. Ele puxa a cadeira ao lado de minha cama e assenta-se na mesma logo a puxando novamente para se achegar a mim — Bom dia dorminhoca — seu sorriso era contagiante

    — Me pergunto se um dia vai parar de invadir meu quarto — expressei duvida em meu rosto

    — Bem, o quarto não é tecnicamente seu, então vou continuar a invadi-lo sim — faz aspas com as mãos na palavra enfatizada

    — O hospital é particular, e meus pais pagam, portanto este quarto é meu — sorrio de canto e levanto uma de minhas sobrancelhas fazendo-o perceber que, com esta pequena frase, minha vitória havia sido conquistada

    Justin suspirou e levantou as mãos em redenção. Eu ria de seu rosto desapontado por, mais uma vez, perder um debate nosso. Ele ajeitou a cânula em seu nariz e sorriu para mim, novamente, me contagiando.

    — Alguma vez saiu daqui? — indaga girando o corpo para indicar-me referência ao quarto, mudando o assunto

    — Ainda não — dou de ombros

    Justin se levanta sorrindo me fazendo perceber que estava tramando algo, o que não é bom vindo do mesmo. Ele estica seu braço até mim e eu olho para sua mão, direcionada à minha, relutante.

    — Bem, já que você nunca saiu deste quarto desde que chegou — pausou, suspirou e continuou — Não faço mais que minha obrigação ao te mostrar o melhor lugar deste hospital — seus lábios se esticam num sorriso ainda maior que o anterior — Confia em mim? — levantou as sobrancelhas com as mãos ainda esticadas em minha direção

    Eu conhecia Justin há quase uma semana e isso não era um argumento plausível para poder confiar nele. Todavia, como Justin mesmo havia dito no primeiro dia em que o conheci: é só olhar para ele para ver o quão era inofensivo. Não por conta de suas condições, mas porque ele havia se tornado demasiado importante para mim neste curto período de tempo.

    — Confio — segurei em sua mão

 

 

       — Tem certeza de que é uma boa ideia? — indago ao loiro a minha frente

    Justin havia me arrastado para fora de meu quarto para pedir a permissão do doutor, Jeremy, a fim de podermos ir para seu lugar favorito deste prédio. Ao ter que pedir permissão, concluo que tudo para Justin deveria ser supervisionado visto que, ao que aparentava, o que mais gostava era fazer coisas sem permissão.

    O garoto ia na minha dianteira me guiando para onde deveria seguir. Vejo um pequeno sorriso em seus lábios achando graça de minha pergunta.

    — O máximo que pode acontecer é ele dizer não — seu tom era humorístico. Em nenhum momento parou para me fitar; a ansiedade de ver Jeremy e desfrutar de sua aprovação à nossa ida ao seu lugar tão secreto e venerado era evidente no brilho de seus olhos — Mas relaxe, Jeremy vai deixar — me deu uma rápida olhada com seus dentes à mostra — Assim espero — a curvatura de sua boca fora substituída por uma linha reta após ser umedecida

    Virando o corredor principal, finalmente encontramos o homem tão procurado.

    Jeremy estava no balcão de atendimento olhando uma papelada em cima do balcão de vidro. Justin, ao vê-lo, segurou em minha mão e me puxou para a direção do homem — ri de sua ansiedade excessiva e desnecessária em meio a tentativa de não cair ao tentar acompanhar a rapidez do garoto.

    Ao finalmente chegarmos no loiro de jaleco branco, Justin parou e eu fiz o mesmo. Jeremy deu um passo para trás ao se assustar com nossa chegada repentina.

    — Céus, Justin! — o homem exclama com a mão no coração. Fora inevitável não rir, Justin fez o mesmo. Jeremy revira os olhos com um pequeno sorriso balançando a cabeça negativamente — Olá Selena — acena ao finalmente me ver depois de eu ter saído de trás de Justin

    — Olá doutor — profiro acanhada

    — Então pai... — Justin corta nossa pequena conversa, porém Jeremy também o interrompe

    — Você me chamando de pai? — ele semicerra os olhos os fitando no loiro a sua frente. Fiz o mesmo, porém direcionada ao homem à nossa frente. A intriga dele ao ouvir tal palavra me fizera perceber que nunca ouvi Justin se dirigir à Jeremy como pai — Diga o que quer — seu tom saíra com uma leve risada

    Vi os olhos de Justin revirarem.

    — Está bem — ele suspira — Selena está aqui há quase uma semana e não havia saído do seu quarto, então dei a ideia de irmos no terraço do hospital porque... — novamente Jeremy o interrompe

    — Não — diz curto e áspero sem tirar os olhos da prancheta bege em suas mãos — Pode mandar Anne buscar um expresso para mim, por favor? — se dirige à mulher grisalha do outro lado do balcão

    Justin bufa e solta minha mão. Percebi que sua paciência havia acabado dando lugar ao começo de uma briga. 

    — Qual é Jeremy? — Justin pergunta ainda tentando fazer seu pai mudar de ideia — É só o terraço, não vamos sair do hospital — disse já me fazendo perceber a fúria em sua tonicidade

    Jeremy suspirava impaciente enquanto lia as folhas cravadas em sua prancheta bege. Estava começando a ficar com medo de os dois se atracarem.

    — Tudo bem Justin... — sou interrompida pelo loiro ao meu lado

    — Não! — exclama em alta tonicidade, me assustando — Você sempre reclama que apenas fico na minha, sem querer, ou ajudar, ninguém apenas esperando a morte — se direciona a Jeremy que o olhara perplexo, assim como eu, e o mesmo olhou em volta para se certificar de que mais ninguém estivesse ouvindo — Mas quando quero ajudar alguém, você não permite — as veias em seu pescoço estavam alteradas e seu rosto pouco avermelhado

    Jeremy pigarreia e se aproxima de Justin calma e lentamente.

    — Há muitas escadas lá em cima e você sabe disso — seu sussurro era grosso visto que queria gritar para que o garoto a sua frente entendesse

    — Não há elevador para lá? — intrometi-me na briga ao lembrar das grandes portas de aço que haviam em quase todo o hospital

    — Sim — Jeremy começa seu argumento — Porém os elevadores não chegam até o terraço; pode não parecer muitos degraus, mas para Justin é coisa demais — olha para a cânula em seu nariz, me levando a fazer o mesmo. Justin bufa negando com a cabeça

    — Eu já subi lá antes — seu tom era debochado

    — É, mas creio que não iria querer que o acontecimento anterior ocorra novamente — seu sorriso mostrava um indício de vitória

    Jeremy se virou ficando de costas para nós, indo em direção ao seu escritório.

    — Malia teria deixado — Justin prolifera com certa relutância

    No mesmo instante, o homem de jaleco branco rola os calcanhares se virando para nós e vejo seus olhos marejados e uma veia pulsando em sua testa. Em poucos milésimos, Jeremy já estava à centímetros de Justin. Naquele momento achei que o mataria.

    — Você nem ouse pôr palavras na boca dela! — exclama enquanto sua voz sai como um estrondo ecoando por todo o corredor — Você não pode ir até o terraço, assim como não vai — seu punho estava fechado me dando calafrios enquanto eu assistia tudo, inércia — É isso que ela ordenaria pois a conheço melhor do que ninguém — o líquido transparente em seus olhos estava prestes a cair — E se continuar, te proíbo de ver Selena! — termina

    — Pai! — Justin exclama em protesto ao mesmo tempo que grito um “o quê?”

    Porém Jeremy ligeiramente entra em seu escritório e posso ouvir a tranca ser acionada.

    Olho para Justin que está de cabeça baixa e comprimindo os olhos. Ele põe a mão em sua cânula a ajeitando em seu nariz e suspira — fazendo um pouco mais de força para conseguir respirar. Acaricio suas costas com minha mão logo recebendo um pequeno sorriso como agradecimento. Vejo Sophie, a enfermeira de cabelos ruivos, que sempre ia em meu quarto certificar como estava meu estado, passar ao nosso lado posteriormente ouvindo Justin suspirar e pôr as mãos no rosto as passeando pelas laterais do mesmo. A ruiva estava à sua frente lhe lançando um olhar de repreensão.

    — Podia ter evitado mencioná-la — é apenas o que diz antes de sair corredor afora

    Justin novamente suspira, agora, arrependido de suas palavras. Ele encosta sua traseira na parede e desliza ela até o chão, se sentando no mesmo posteriormente puxando seus joelhos para si e colocando o rosto entre eles. O lanço um olhar de pena e faço os mesmos gestos dele, logo o olhando e suspirando.

    — Quem é Malia? — indago

    O loiro retira a cabeça de entre os joelhos e a joga para trás, olhando para cima. Ele bufa logo fechando os olhos e negando com a cabeça, sorrindo, mostrando todo seu arrependimento de ter tocado no assunto.

    — Minha mãe — sussurra 


Notas Finais


Pessoas maravilhosas da minha vidinha! Me perdoem pela demora, mas, como eu disse, fiquei sem internet. PORÉM, estou eu aqui postando mais um capítulo ao som de um mashup maravilhoso de Jelena (to chorando enquanto não sei porque estou falando isso)
Mas enfim, quero agradecer pelos coments no capítulo anterior, vocês são uns amores!
Espero que tenham gostado deste capítulo e até o próximo!


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