História Dysfuctional - Capítulo 1


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Categorias One Direction, Selena Gomez
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Harry Styles, Romance, Selena Gomez
Exibições 34
Palavras 990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello Peoples! Estou a cá novamente (eu sempre falo isso né?) mas agora é sério. Passei por problemas tanto de postagem, como de inspiração. Mais aqui espero mesmo que agora dê certo.

|| Historia de minha autoria, se desejar inspirar-se avise-me para que depois não haja confusões.
||Por favor, sem plágios. Se você é um escritor deve saber com é complicado elaborar uma fic inteira, passamos por falta de inspirações que é a pior coisa para alguém que se dedica a isso.
||Dias exatos para atualizações são as Segundas e Sextas (porém podem ocorrer imprevistos nada é exato)
||Não movida há números e sim leitores
||Aceito opiniões, criticas, comentários etc... São muito bem recebidas.
||Não sou uma das melhores escritoras, nem profissional. Apenas faço isso porque eu amo.
||Erros ortográficos peço milhões de desculpas, eu apenas reviso enquanto produzo o capítulo.

Since©27/11/2016

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Dysfuctional - Capítulo 1 - Prologue

Londres;                   

       Liverpool   06/12/2010 , 04:47 a.m.     

                                                                            Harry Styles P.O.V

As desordenadas batidas do meu coração já não impulsionavam corretamente, o irregular anestésico que fora aplicado na parte inferior de meus membros começavam a mostrar sinais de grande efeito pela dormência muscular fazendo que impedisse que as recentes queimaduras entreabertas perfurassem a parte inferior e superior da minha pele, crava-se apenas miseráveis arranhões que sentia uma espécie de navalha.

O vento gelado fazia uma luta contra as cortinas de cores deprimidas a direita de onde me encontrava, o fino material que me revestia mal servia para manter o frio fora de minha silhueta encurvada. Ao lado uma bolsa proveniente de plástico respingava gota por gota do sangue tipo B negativo, o desconfortável tubo de soro infiltrava se em uma das minhas veias, me fazendo amaldiçoar os bips do aparelho eletrônico de cor nude que media meus batimentos cardíacos, tais esses que com certeza eram apressadamente acelerados. O sufocante material que rodeava meu pescoço me fazia querer me bater por isso, estava muito encomodo, me condeno.

Me condeno por ter estado de cinto e ela não, me condeno de está apenas na ala de observação e ela está no pronto-socorro , me condeno por não ser eu que esteja lá, por ser eu que levei conduções leves e ela está a beira da morte.

O bombardeio que minha pulsação lançava me fazia reprimir o impulso de me por de pé e sair dessa prisão que com imensa certeza seria desnecessária, meu olhar se fez vagar pelo centro do comodo, identificando a bandeja metálica que à horas foi levada para a esterilização, logo o cheio clínico e de anestésicos arquitetaram um perfume "suicidante" ,e ao mesmo tempo enjoativo.

O desfalque caiu como uma cortina negra ao redor de meu sistema nervoso impulsionando meus músculos tensarem de uma maneira "tormental " me fazendo a cerrar meus punhos em fração de segundos logo cedendo a penetração das minhas unhas na carne macia das minhas mãos, em sincronia minha mandíbula fez o dever de logo apertar mais e mais, temia que minha estrutura óssea fosse desabar.

Estava me consumindo a maldita preocupação me fazia senti mais miserável que antes, mais imbecil que antes, muito mais infeliz que antes.

O cômodo escuro se mantia estritamente vazio a quase três horas, me afirmava pelo tic tac do objeto que não me deixava fechar as pálpebras por mais de quatro horas. O único filtro que dava cor ao local era de uma fraca lâmpada que se prendia aos fios elétricos mal revestidos na parte superior ao teto, me sentia tenso, nervoso, amedrontado e talvez arruinado.

De repente, fui obrigado a sair do meu pequeno transe momentâneo para encarar os pares de olhos azuis que se encontrava a espreita da porta, meu corpo agora quase explodiu de pânico ao cruzar o olhar com o mestiço de mais ou menos 1,73 de altura, seu cabelo definia um topete básico e levava como peça de roupa um caido material grosso de malha simples e de cor branca. Seu corpo curvava verticalmente temendo um reflexo de panico no náufrago de seus olhos. Sua feição remediava pena, isso me deixava cada vez mais preocupado.

Apertava a mandíbula de uma maneira que quase poderia jurar que sua estrutura iria cair a qualquer segundo, a abafada respiração do mesmo tomava o lugar do relógio de ponteiro que me agredi a olhar por solasaio. A tosse fingida e forçada tomou início da minha garganta fazendo reprimir a vontade maior de pronunciar um "Que merda acontece?"

Mas não o fiz, franzi o cenho em pergunta, não podia me mover, a anestesia não permitia. Minhas pernas não sustentavam, tinha certeza que se tentasse cairia na primeira tentativa. Pude perceber que as notícias que trazia não eram boas, isso me golpeou de todas as formas possíveis, em uníssono a bile subiu e desceu no mesmo instante que lágrimas ameaçavam queimar na parte posterior da minha garganta, não vou fraquejar não antes sem saber o que o homem de sapatos gastos e óculos redondos veio falar.

Pareceu pensar e organizar na sua cabeça cada palavra e cada letra que ia dizer, o silêncio constrangedor e absurdo me fez tomar a dianteira, não podia mais esperar tinha que saber tinha direito de saber.

—Como está?. —soou mais miserável do que esperava, o pânico e a necessidade de saber o que ocorria refletiu no meu tom de voz.

Um suspiro prolongado tomou conta de seu diafragma sua feição conjurou uma espécie de angústia.

Resolveu então cortar os poucos metros que separava minha locação da sua, fazendo a trajetória concentrada na desgastada poltrona que descansava ao lado esquerdo da minha cama. Após se acomodar Charles abriu a boca para falar algo, porém desistiu ao pensar melhor.

—Merda, o que aconteceu? —fixei meus olhos nos seus com fúria, já estava irritado.

—Sinto muito Harry... f-izemos , fizemos o que estavam ao nosso alcance. —finalmente teve a decência de me encarar nos olhos.

Meu sistema golpeou com força, senti como se tivesse levado vários e vários socos no estômago, senti minha respiração parar e a falta de ar se apoderou de um nanosegundo enquanto retomou a respiração só que de uma forma paranormal.

—O-O que q-uer dizer com isso? —estava tão mal que mal podia confiar na minha própria voz.

—Ela, ela está morta Harry.

"Ela, ela está morta Harry". Uma voz carregada de tormenta não parava de escoar na minha cabeça, parecia que quanto mais o abismo ia se tornando um furacão recheado de dor e de impiedade mais ela aumentava.

   Essas foram suas ultimas palavras antes de entrar em um coma profundo, meu chão desapareceu no mesmo instante, minhas mãos estavam tão gélidas que temia que meu corpo inteiro esfriasse junto com elas, as lágrimas presas na parte posterior de minha garganta já se encontrava por toda minha face, em meu peito fora enfiada a mais densa faca, a pior dor te todas foi você ter me deixado.


Notas Finais


Espero que tenham aproveitado, lembrando que aceito com muito carinho criticas. Escrevi como melhor podia.
Beijos, até breve.


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