História E de repente... A música nos uniu. - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Tags Amor Doce, Castiel, Musica
Exibições 111
Palavras 2.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AMOREEEEEEESSSSSSS, TUDOBOM COM VOCÊS? Gente, vocês não sabem como foi, teve tanta prova, tanta tarefa, meu Deus... Me desculpem, por favor! Eu queria postar capítulo no meu niver (30/9), mas foi um dia meio ruim pra mim, e sei lá, demorei para "superar". Fiquei muito pra baixo por um tempão...
Enfim, desculpem mesmo, prometo não ficar um mês sem postar capítulo, okay?
TAVA COM TANTA SAUDADE DE ESCREVER, NOSSA! EU FIQUEI ATÉ MAIS ANIMADA, JURO!
Mas, é isso aí, e me desculpem mesmo, viu? Espero que gostem!
Boa leitura" ;)

Capítulo 20 - Que dia...


(LEIAM AS NOTAS DO AUTOR, POR FAVOR. EXPLICAÇÕES).

 

            Sempre imaginei como seria o meu primeiro beijo. Mas não um selinho, como o de ontem, um beijo, beijo mesmo. Bom, embora eu estivesse inconsciente ontem, agora estou mais consciente do que nunca e meu primeiro beijo acabou de acontecer. Na verdade, ainda está acontecendo.

            É uma sensação boa, não consigo explicar direito. Eu estava com a mão na nuca de Castiel e ele estava com suas mãos em minha cintura. Sobre o beijo? Bom, como eu disse, não consigo explicar muito bem, mas é calmo, intenso e... Mais um monte de sentimentos que invadem cada pedaço de minha alma. Eu e Castiel explorávamos cada canto de nossas bocas com nossas línguas, embora eu não saiba como beijar direito, pois é minha primeira vez, me deixei levar pela emoção. Tenho certeza de que o beijo não deve ter demorado mais do que segundos, mas na minha cabeça, pareciam eternidades.
            Finalmente, tive consciência do que fiz e do que estava fazendo: Eu beijei Castiel. Eu. Apenas fui lá e o beijei. O que você fará agora, Helena? Afastei-me dele lentamente, ainda de olhos fechados.

            - A-ahn... Me d-desculpe... – Falei meio sem jeito, não sei o que dizer, não sei se olho ou não para ele e não o que fazer! Calma, Helena, respira... Pensa, pensa...

            - E não é que a mocinha tem atitude? – Castiel disse. Uau, ele só tem isto a dizer? Permaneci calada. – Acho que mudarei meus conceitos de quando falei sobre você não beijar bem... – Não, eu ouvi direito? É isso mesmo, produção? Castiel me mandou uma indireta falando que eu beijei bem? – Mas ainda tem muito a aprender. – Vindo dele, estava bom de mais para ser verdade... – Por que me beijou, hein?

            - Er... Eu apenas fiz isso para provar que você estava errado! – É o desespero... Onde eu estava com a cabeça? Beijar o Castiel... Foi bom, mas... Helena, por favor, menos. Você está em uma fria!

            - Não me convenceu... – Ele chegou mais perto de meu rosto. – Por que não tenta de novo? – Ele deu um sorriso malicioso de orelha a orelha... Estou completamente sem reação. O que eu faço?

            - Ahn... P-por quê? Você quer me beijar de novo, é? – Sinto que estou provocando-o cada vez mais, mas é totalmente instantâneo... Ou será que não? Enfim, quero só ver o que ele irá responder.

            - E vai me dizer que você não quer? Digo, querer provar que sabe beijar. – Ele se aproximava cada vez mais e eu me afastava lentamente, mas ele sempre me alcançava.

            - Você n-não irá mudar de opinião mesmo... – Alguém tapa minha boca, em nome de Deus... Mas, vai, não é tão ruim assim. Estou confiante, mas sabe lá o que isso pode dar.

            - Prove que estou errado! – Ele veio rápido em minha direção. Percebi que eu já estava encurralada, havia uma parede bem atrás de mim, impedindo-me de ir a algum lugar. – Lembra que, antes de vim me beijar, você disse bem baixinho: “Desafio aceito”? Ou alguma coisa do gênero. Aceite este desafio! – Castiel colocou seu braço direito do meu lado, apoiando-o na parede. Uau, nunca vi o ruivo tão... “determinado”. Pergunto-me se isso é apenas um desafio mesmo. Meu coração está a mil.

            - Por que insiste tanto, ruivo? Você quer mesmo me beijar, hein? – Sorri pelo canto dos lábios. Ele fez o mesmo.

            - Tem certeza que sou eu que quero te beijar? – Foi aí que me dei conta de que não parava de olhar para a boca de Castiel. Eu deixo tudo tão na cara... E isso, é porque ele está apenas de toalha. Ainda!

            - Eu não quero te beijar. N-não tem por que querer te beijar... – Na hora, me deu um nervosismo... Ele estava tão perto.

            - Acredito muito, Helena. Você me acha irresistível, confesse. – Ele falou com um ar superior. Ele está me deixando tensa...

            - Que convencido! Eu nunca disse isso, você que quer me beijar! E-eu nem sei o que falar, você está me provocando, sabia? Eu já te chamei de convencido? E tem mias, eu... – Eu estava falando tão rápido e tantas coisas nada a ver, que Castiel revirou os olhos e tapou minha boca antes de me deixar terminar de falar.

            - Você fala de mais e faz de menos, Helena. – Ele chegou mais perto do meu rosto. Conseguia sentir sua respiração quente em meu rosto e seus lábios se aproximando cada vez mais dos meus. Estava quase lá, quase, mas...

            - Au, au! – Um cachorro grande e preto pulou em cima de mim, quebrando completamente o clima. Ele era como uma barreira separando Castiel e eu.

            - Ei, amiguinho! Como vai? – Abaixei e comecei a fazer carinho no animal. Ele sentou-se e abanou o rabo. – Você é muito fofinho! É seu, Castiel? – Olhei para o mesmo que nos olhava. Suponho, que ele ficou irritado. Ele fica fofinho irritado...

            - Não, não. É do presidente dos Estados Unidos. – Ele revirou os olhos. Bom, ÁS VEZES ele fica fofinho irritado.

            - Engraçadinho...

            - Pode ficar aí fazendo carinho no Dragon, vou por minha roupa. Ou você quer me ver mais sem camisa? – Ele sorriu malicioso e se virou, sem me deixar responder. Que ruivo irritante.

            - Sabia que você tem um dono muito chato, Dragon? Ele é muito irritante. Você não acha? – Falei em um tom alto, para que Castiel pudesse ouvir.

            - Blá, blá, blá! – Ouvi Castiel falando enquanto o mesmo subia as escadas. Soltei uma curta risada. Continuei fazendo carinho no cachorro. Mas fiquei pensativa...

            Ainda estou com muita dor de cabeça, não deveria ter bebido, eu tenho apenas dezesseis anos. Tudo ontem foi tão confuso, mas, ao mesmo tempo, tão legal. Digo, o show foi incrível! Foi realmente emocionante. Não sei como vou explicar tudo para Faraize. Nossa, é verdade! Faraize deve ter ficado muito desapontado comigo, eu definitivamente não sei como irei explicar tudo para ele. Não posso chegar e falar: “Oi, Faraize, como vai”? “Então, desculpe-me por não ter dado a palestra, eu precisei ir tocar em um Pub lotado onde fiquei super bêbeda e tive muita dificuldade para lembrar tudo. Enfim, sem ressentimentos, né?” Quem dera fosse tão fácil assim. Imagina se ele fala para meus pais. Meus... Pais. Meus pais? MEUS PAIS!

            Eles já devem ter chegado em casa, eles nem sabem onde eu estou! E ELES NÃO SABEM QUE EU NÃO DEI A PALESTRA!

            - Ei, que cara é essa? Viu um fantasma, é? – Castiel estava se aproximando de mim, terminado de vestir sua camiseta.

            - Castiel, eu preciso ir para casa, meus pais não sabem que eu estou aqui, e também não sabem que não dei a palestra... – Quando cheguei na parte da palestra, abaixei um pouco o tom de voz. É meio estranho lembrar de tudo o que aconteceu por conta da palestra e do show.

            - Ah... Bom, eu te levo até sua casa. Vamos. – Castiel pegou uma chave, me puxou pelo pulso e foi para fora da casa, me levando junto, óbvio.

            Nós saímos da casa e o ruivo me levou até o seu carro. Que, no caso, é um Cruze vermelho. Entrei no carro.

            - Que coisa feia, você nem abriu a porta do carro para mim. Isso se chama falta de cavalheirismo, sabia? – Falei indignada.

            - Mimimi, mimimi, mimimi. Eu estou fazendo o favor de leva-la até sua casa, quer algo mais cavalheiro do que isso?

            - E se eu disser que sim? – Fechei a porta do meu lado do carro.

            - Vai ficar querendo, pois de mim, você não conseguirá nada além disso. – Ele deu um pequeno sorriso, ligou o carro e foi em frente.

            - Grosso... – Falei bainho e irritada.

            - Você ainda não viu nada. – Nunca na minha vida eu conheci alguém que me deixasse tão irritada em tão pouco tempo... Como ele cosegue? E como eu ainda gosto disso? Mas, admito, não imagino o Castiel sem essa característica tão marcante. Não seria a mesma coisa. – Onde você mora?

            - Perto do parque, me deixe lá que eu vou direto. – Ele concordou com a cabeça.

            - Por que desistiu da palestra? – Castiel perguntou, mas não olhou diretamente para mim.

            - Para começo de conversa, eu nunca deveria ter aceitado ir naquela palestra. Tudo foi tão rápido, acho que me deixei levar pela emoção. Eu sempre amei música, sempre amei o piano, mas, cara, eu sempre amei astronomia também, mas a música... Eu não consigo nem explicar o que ela é para mim, principalmente o piano. Sei lá, é um sentimento tão intenso... Mas, quando a palestra estava prestes a começar, foi como se eu tivesse uma eternidade para decidir o que fazer. Foi uma oportunidade que mudou minha vida, sei que mudou, pois eu tive um tempo exclusivo para fazer uma decisão. Agradeço por ter escolhido sair daquele lugar o mais rápido que pude e ter chegado a tempo no show. Digamos que alguém teve uma influência na minha decisão, você... Quero dizer, esse alguém, acordou-me para a realidade, por assim dizer. – Nossa, acho que o que eu acabei de dizer foi realmente profundo. Mas, cada palavra é a mais pura verdade. Embora eu tenha deixando bem claro quem é esse alguém, Castiel teria percebido que eu me referi a ele mesmo se eu tivesse sido mais discreta. Não sei se ele ouviu o que eu disse olhando para mim, fiquei tão focada e tão inspirada para falar, que nem prestei atenção. Ouvi Castiel soltando uma leve e curta risada. Virei-me para ele.

            - E, no entanto, você deveria ouvir mais esse alguém. – Legal, depois de tudo que eu falei, ele só prestou atenção no que eu disse sobre ele. Ótimo, maravilha! – Fiquei feliz por você ter ido ao show, não seria a mesma coisa sem você. – Awont... Que fofinho... – E como você saiu de lá?

            - Foi até engraçado, lembrando agora. Eu estava pensativa, e estava quase na hora da palestra. Quando eu finalmente decidi ir ao show, eu pedi desculpas a Faraize e falei que não podia dar a palestra, ele ficou surpreso e perguntou “como?” e eu falei que apenas não podia. E, essa, é a melhor parte: Eu sai correndo. – Ele riu.

            - Saiu correndo, é?

            - Sim, correndo! – Comecei a rir. - Deixei-o parado com cara de paisagem, e... – Parei de rir e fiquei séria e apreensiva por um tempo. O que eu fiz não foi nada legal. Eu devo ter estragado tudo para Faraize... – E eu, supostamente, estraguei tudo para ele. Não sei como vou me explicar.

            - Ei, calma, não é tão ruim. Qualquer coisa você fala que um problema familiar. – Castiel disse, tentando me acalmar.

            - Sim, mas ele iria perguntar aos meus pais, e isso não daria certo. De qualquer forma, estou ferrada... – Falei insegura, com medo e... Triste. Pode acontecer tanta coisa...

            - Helena, relaxa, vai dar tudo certo. Eu confio. – Aquelas palavras me reconfortaram tanto... Não sei nem explicar. “Eu confio”... Vindo dele, isso me reconforta.

            - E se não der? – Perguntei, um pouco amedrontada.

            - Se não der, não deu. E se der? – Sorri. Ele nem deve perceber, mas, tudo que ele fala, de uma maneira ou outra, é tão significativo para mim...  Sempre tem alguma coisa que ele fala, que me deixa completamente boba. A segurança nas palavras, a firmeza, a confiança...

            - Boa pergunta. – Nós havíamos chegado ao parque. – Pronto, pode me deixar aqui. Até mais. – Abri a porta do carro.

            - Não, eu vou com você. – O ruivo falou tirando seu cinto de segurança.

            - Eu sei me cuidar, sabia? – Falei, saindo do carro. Castiel fez o mesmo e veio em minha direção.

            - Preciso te lembrar que se não fosse por MIM: - Ele deu ênfase no “mim”. – Aquele babaca teria se aproveitado de você em sua situação no Pub ontem, Helena? – Realmente, se não fosse por ele, eu provavelmente não acordaria na casa de Castiel, eu acho... Prefiro nem pensar nisto.

            - Tá, você venceu. Agora vamos.

            Nós andamos pelo parque não por muito tempo, pois minha casa não é tão longe assim dele. Conversamos pouco, não tinha muito que conversar. Mas, rapidamente, chegamos em frente a minha casa.

            - É aqui... – Falei e parei de andar. – Ahn... Eu queria te agradecer, você me “salvou” no Pub, me deixou ficar em sua casa e trouxe-me para a minha. Então, seria falta de educação não te agradecer, não é mesmo? Enfim, obrigada, Castiel. Acho que fico te devendo uma.

            - Foi nada... Nos vemos na escola. E lembre-se: Vai dar tudo certo. – Ele deu uma piscadela para mim. Sorri e concordei com a cabeça.

            - Dê lembranças a Dragon. – Ele bagunçou meu cabelo. – Ei!

            - Darei. Agora vá, entre para sua casa. – Castiel é sempre uma delicadeza...

            - Tá, tá. – Me virei e abri a porta. Antes de fecha-la, dei um tchau com a mão para o ruivo parado lá fora. Encostei-me na porta e escorreguei para baixo.

            Que dia...


Notas Finais


Esses dois tão ficando tão fofíneos...
E aí, gostaram? Espero que sim! #Helastiel ou #Caslena? Enfim, shippo de qualquer maneira! Haha.

Perguntas:

Pergunta feita por: @Leliz
(Para Helena)
"Migan, quando você vai admitir que quer o Cast?"
Helena: Q-que? Eu não quero dele! Q-quer dizer, ele é legal, m-mas não quero ele não...
Obrigada pela pergunta!

Pergunta feita por: @Leavy
(Para mim: *autora*)
"Como você teve a ideia dessa história? Como se inspira, no que ou em quem se inspira?"
Uau, que pergunta! Bom, acho que me inspiro na vida amorosa que eu nunca tive e nunca vou ter! HAHAHA! Mas, na verdade, eu me inspiro em mim mesma, eu sempre quis escrever um romance, e não tenho algo fixo que me inspira. Embora em um ou outro capítulo sempre tenha alguma referência de alguma coisa que eu passo, pode ser no amor ou em outra coisa, entende? Eu me inspiro, principalmente, em vários romances que já li, espero, um dia, escrever tão como alguns autores escrevem!
Obrigada pela pergunta!

Se quiser mandar alguma pergunta para mim ou para a Helena, fique a vontade, eu e ela responderemos com prazer!

Beijão, amores! <3


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