História E não importa - Long Shot - Park Jimin - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Best Friend, Jimin, Love, Park Jimin, Romance Hetero
Exibições 485
Palavras 1.673
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HELLLLLLLLLO~~~~~
Este é um novo projeto porque eu enjoo fácil das minhas histórias kk então espero que aproveitem ♥

Uma amiga minha estava me pedindo uma fanfic só do Jimin tem um século
ENTÃO TÁ AI

ATÉ MAIS <3

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction E não importa - Long Shot - Park Jimin - Capítulo 1 - Capítulo Um

-JIMIN!!!! –pulei em seu pescoço dando lhe um “mata leão”.

-ME LARGA SUA LOUCA EU JÁ DISSE QUE NÃO FUI EU! –disse tentando me tirar de cima de si.

-EU SEI QUE FOI VOCÊ. ME DEVOLVE! –falei já com raiva quase matando-o sem ar. A escola toda havia parado pra ver a treta, como sempre, um bando de fofoqueiros.

-E por que um retrato seu com o JungKook é tão importante pra você fazer esse escândalo todo? –falou já mais calmo ou pelo simples fato de eu ainda estar enforcando o mesmo.

-Não é da sua conta. Me dá. –Soltei-o e ele inspirou fortemente. Suspirou e me encarou sério. Colocou um das mãos em seu bolso e retirou o mini retrato.

-Tá ai, sua preciosidade. –falou irônico e jogou o retrato a mim. Como o destino é injusto e a mira de Jimin também é uma bosta, o retrato acabou por cair no chão se espatifando em pedacinhos de vidro. EU JURO QUE MATO ESSE MOLEQUE. –Opa... –o ouvi dizer enquanto eu me abaixava para pegar a foto.

JungKook havia me dado aquele retrato com aquela foto antes de viajar para Daegu. Disse que era pra eu poder matar a saudade quando sentisse falta dele. E agora uma certa pessoa acabou de quebrar o único presente que meu melhor amigo me deixou.

-Vou dar na sua cara. –disse já chorosa retirando a foto do meio dos cacos.

-Foi sem querer Hee eu juro. –disse.

-Já não importa mesmo. –coloquei a foto na minha mochila e comecei a andar em direção a saída onde meu irmão me buscaria.

-Desculpe Hee sério. –ele me seguiu.

-Tá Jimin, eu disse que não importa. –senti uma lágrima descer pelo meu rosto.

-Queria saber que feitiço esse garoto jogou em você pra você se importar tanto assim com as coisas que ele te dá. –falou e fechou a cara olhando pro nada. Já estávamos no portão e como sempre Jimin sempre espera meu irmão chegar pra depois ir embora. Ele sempre solta uma desculpa de “meninas indefesas não devem ficar sozinhas”.

-Não é só com ele que eu me importo tá?! –falei e funguei em seguida passando a mão no rosto secando a lágrima. –Eu também me importo muito com você e com as coisas que você me dá. Inclusive o colar no meu pescoço foi você que deu. –revirei os olhos.

-Tá, mas não é a mesma coisa quando o assunto é JungKook... Cara, esse moleque saiu da escola tem cinco anos e você ainda carrega essa foto pra todo lado. Não me venha dizer que me trata com o mesmo carinho que ele que não é verdade. –suspirou. Passou a mão nos cabelos na tentativa de arruma-los.

-Não trato? Poxa Jimin! EU TE LEVO PRA TODO LADO COMIGO! –Me exaltei. –E AINDA CUIDO DA DROGA DA SUA SAÚDE JÁ QUE VOCÊ E SUA AUTOESTIMA BAIXA FICAM COM PARANÓIA DE QUE VOCÊ É GORDO E TAL. MENINO VOCÊ É GOSTOSO É DIFERENTE! –ele me encarou surpreso. –EU TE COMPRO SEUS DOCES FAVORITOS E QUANDO VOCÊ TÁ NA BAD EU TE LEVO PROS LUGARES QUE VOCÊ GOSTA QUE POR SINAL SÃO OS LUGARES QUE EU ODEIO ESTAR. –suspirei. –Eu só piro quando o assunto é o JungKook porque nós éramos os três mosqueteiros e de repente ficou só nós dois. E o Kook não parece nem se importar com isso, já que nem uma mensagem ele tem coragem de me enviar. –falei magoada. Jimin se calou e de repente uma chuva fininha começou a cair. Não dava nem pra molhar, mas o som era calmo e relaxante. Resolvi me sentar no chão na área coberta e Jimin me acompanhou.

-Desculpe por te pressionar. É que o JungKook sempre foi melhor em tudo... Sempre foi o centro das atenções, sempre foi o queridinho. Sei lá... Eu sempre me senti inferior a ele e quando ele foi embora eu não sei se ficava triste ou feliz... Ai você sempre fica falando dele. Como se eu não existisse na sua vida. Confesso que tenho ciúmes do JungKook sim. –me encarou.

-Olha só... –ri e ele sorriu também. –Desculpe por isso. –observei o carro do meu irmão se aproximar. –Bom... –me levantei. –Até mais Jimin. –ele se levantou e fizemos nosso toque com as mãos.

-Até mais pequena. –sorriu simplório e saiu andando na garoa que começava a engrossar.

Jimin era um garoto estranho, desde pequenos ele sempre foi mais “cheinho” que a maioria dos garotos. Foi quando tínhamos uns doze anos que ele começou a sofre bullying e aos catorze ele começou a vomitar tudo o que comia e também começou a treinar muito em casa. Fazia corridas todos os dias e chegava a ficar dias sem comer. Hoje temos dezessete mais ele ainda tem essa neura de que é gordo e acha que se ficar oito horas por dia dançando a base de apenas um suco vai se tornar um cara saudável e que todos “amam”.

Eu que tenho que ficar regulando se ele está se alimentando direito ou não. Sinceramente me sinto como uma babá.

Sentei no banco do carro vendo as gotas cair na janela. Senti-me em um clipe. Meu irmão ficou falando sobre seu casamento e blá blá. Disse que era pra eu convidar o Jimin e outras coisas. Apenas assenti com tudo que ele dizia.

Cheguei em casa e fui direto jantar, a Omma havia feito uma comida tão delicia que eu como uma linda amiga tive que fazer uma marmita e ir levar pro Jimin e para sua mãe. Como sempre...

-Omma estou indo. –falo já na porta.

-Cuidado YunHee. –falou e eu assenti.

Sai correndo pela rua como sempre até chegar ao ponto de ônibus. O ônibus chega em poucos minutos já que eu já sabia de cor o horário que ele passa.

Não demorou muito para que eu chegasse em frente ao apartamento simples de fachada gasta que eu conhecia muito bem. Subi as escadas com cuidado para não derrubar a comida e bati três vezes na porta. Como de costume Jimin abre a porta com aquele sorriso de sempre.

-E não é que você veio. –falou brincalhão.

-Eu sempre venho. –falei lhe entregando as marmitas em seguida retirando os sapatos.

-YunHee querida. –sua mãe logo veio ao meu encontro.

-Oi tia. –a abracei. Ela me puxou para a cozinha. Como sempre um lugar simples sem muitas coisas.

Quando os pais do Jimin se separam seu pai acabou levando toda a riqueza da família e deixou sua mãe com apenas uma mísera pensão que ele dá pro Jimin. Porém esse ano ele fica maior de idade e perde a pensão.

-Agradeça a sua mãe por nós querida. –disse a senhora Park enquanto comia.

-Pode deixar. –sorri.

-Jimin. –o chamei. Ele me encarou com um bigode fofo de sopa e eu ri.

-Que foi? –falou de boca cheia e eu continuei rindo.

-Meu irmão te convidou para o casamento dele. Disse que era pra você ser meu acompanhante como padrinho. –falei e ele fez uma careta.

-Eu não tenho dinheiro para comprar terno. –falou comendo novamente.

-Está por minha conta. –falei. –E a roupa da sua mãe também. –falei simplória.

-Não querida. Não podemos aceitar.

-Claro que podem. Conheço seu filho desde os dois anos. –ri e eles também riram. –Não aceito uma desfeita dessa. –fiz bico.

-Se insiste. –falou Jimin dando de ombros. –Bom, imagino que não tenha vindo aqui só pra nos trazer o jantar. –Jimin falou e eu me lembrei do trabalho que devemos fazer.

-Ah é...

Comeu rapidamente e me disse para irmos para seu quarto fazer o trabalho. Sua mãe disse para ficarmos a vontade enquanto ela ia assistir seu dorama favorito na singela televisão.

-O céu de Busan está bonito hoje. –olhei pela janela.

-Sim. Está estrelado. –sorriu. Olhei ao redor e percebi as paredes amareladas com alguns cartazes de grupos que ele gosta.

-Está precisando de uma pintura nova. –falei.

-Sim. Estou juntando dinheiro pra isso. –falou e sentou se na cama de solteiro. Sentei-me ao seu lado.

-No dia da pintura me chama pra gente fazer meleca juntos. –falei e ele riu.

-Só você mesmo. Sabe Hee... Eu sempre me perguntei como uma família de classe média foi se envolver conosco. –se referia a mim e minha família.

-Talvez seja porque quando nos conhecemos seus pais ainda estavam juntos e vocês também eram de classe média. –respondi.

-Por que não sumiu igual seus pais fizeram?

-Porque eu sou diferente. –falei olhando em seus olhos. –E também porque eu te amo seu gorducho. –apertei suas bochechas.

-Fala que eu sou gostoso e agora me chama de gorducho. Eu não te entendo. –resmungou.

-Jimin. Você é gostoso. –falei e ele riu de canto. –Mais eu adoro te chamar de gorducho porque sei que você odeia esse apelido. Além do mais eu acho fofo assim como sua personalidade. –falei dando de ombros. –Bom vamos começar com esse trabalho.

-Mais cedo JungKook me ligou. –ele falou enquanto eu escrevia no cartaz já que sua caligrafia é horrível.

-Mesmo? –parei de escrever e o encarei. –E o que ele disse? –perguntei, mas em seguida voltei a escrever.

-Que não volta esse ano como ele havia nos prometido. –suspirou. –Sinceramente Hee, não acho que o JungKook volte. –me entregou outro pincel.

-Por que acha isso?

-Ele sempre inventa uma desculpa pra não voltar. Ano passado disse que era por que ele havia se formado mais cedo e não poderia vir. Ano retrasado foi por que estava sem dinheiro. JungKook é rico. –falou com desgosto na voz.

-Entendo... Talvez ele agora seja popular igual você e não quer mais se envolver comigo. –fiz bico.

-Popular? Onde? –riu.

-Você vive rodeado de meninas Jimin. –continuei a escrever.

-Mas quando elas descobrem minha situação financeira somem. –ele falou. –Elas são apenas interesseiras. –deu de ombros. –De amiga mesmo eu só tenho você. –sentou-se ao meu lado no chão encarando o cartaz. –Sua caligrafia sempre graciosa. –elogiou.

-Obrigada Gorducho. –ri com a cara de desgosto dele.


Notas Finais


Então é isso
flw ♥


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