História E nós? - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Dsmacêdo, Gay, Jules, Lemon, Lilian, Miguel, Revelaçoes, Sexo, Thomas, Universidade, Vivian, Yaoi
Exibições 57
Palavras 633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo!!!!
ATENÇÃO SENHORES LEITORES... LEIAM E A GENTE SE FALA LÁ NAS NOTAS FINAIS.
COISAS IMPORTANTES ESTÃO LÁ EMBAIXO ENTÃO FAÇAM O FAVOR DE LER TÁ?
AMO VCS <3

Capítulo 16 - Reviravolta


O céu parecia tão irado quanto Miguel.

Completamente negro e enraivecido, jogava sobre a cidade umas das piores tempestades que Miguel já pode presenciar. O barulho da chuva e os trovões escurecedores lhe provocavam arrepios e lembranças ruins. Os relâmpagos clareavam momentaneamente todo o local, lançando sombras assustadoras ao longo do caminho.   A cabeça de Miguel girava e girava. E ele sentia raiva, tristeza, pena de si mesmo e principalmente culpa.

Sua roupa pesava no corpo e o cabelo molhado o deixava ainda mais irritado. Não era pra menos. Estava debaixo dessa tempestade. Completamente encharcado e perdido. Sua respiração saia falha e entrecortada.

Subiu os pequenos degraus e tocou a campainha da casa.

Era uma casa um tanto grande, com dois andares e um belo jardim, agora completamente escuro e lamacento. Miguel perguntou-se se ela iria se importar dele entrar sujando a casa de lama.

A porta se abriu e Lilian o encarou com espanto. Os olhos incrivelmente abertos e uma expressão de preocupação em seu rosto.

- Miguel o que houve? – Ela berrou enquanto o puxava para dentro de casa.

- Eu posso ficar aqui essa noite? – Ele não achou que iria conseguir falar com tudo que estava sentindo, com todas aquelas palavras e sentimentos presos em sua garganta.

- Claro que sim. – Lilian disse. – Meu Deus, você precisa se secar. – E ela o levou até o seu quarto.

Não falou nada enquanto secava seu cabelo ou lhe tirava os sapatos molhados e colocava meias secas em seus pés. Continuou o ajudando em silêncio, mas ele sabia o que viria em seguida. Depois de jogar uma toalha para Miguel e o fazer retirar pelo menos a camisa molhada e vestir um moletom dela, Lilian finalmente sentou-se ao lado dele no tapete e o encarou seriamente.

- Você precisa me dizer o que aconteceu. Devo ligar pro Thomas? – Ela perguntou o encarando.

- Não! – A garota assustou-se com o tom nervoso dele. – Não ligue para ninguém. Eu conto. – Respirou fundo e tentou de alguma forma colocar tudo o que havia acontecido em palavras. – Eu... – Não conseguiu, os olhos arderam, a garganta secou e o seu peito pareceu inchar rapidamente o sufocando.

- Miguel... – Lilian segurou sua mão.

- Ai. – Protestou o rapaz de dor. – Acho que quebrei o dedo. – Ele disse olhando para o polegar que estava vermelho e inchado.

- Jesus. O que aconteceu, Miguel? – Ela entrou no seu modo autoritário e um ponta de raiva surgiu em Miguel, mas ele a repreendeu. Não podia ficar irritado com ela. Ele devia explicação levando em conta o modo como chegara ali.

- Eu quebrei o nariz no Thomas. Soquei ele e meu polegar estava dentro da mão. - Ele disse lembrando de como aquilo pareceu doer mais nele do que no amigo, ou ex amigo. Não saberia o que seria deles dali em diante.

- Você bateu no Thomas. - Lilian repetiu, como se aquelas palavras não fizessem o menor sentido.

- E terminei com o Julian. – Disse Miguel sentindo as lágrimas descerem pelo seu rosto. Masem vez de chorar ele sorria. Um sorriso de puro desespero. – Na verdade ele terminou comigo, mas dá no mesmo. – Completou jogando a cabeça para trás e fechando os olhos.

- Como assim? Quando? – Perguntou Lilian um tanto desesperada. – Por quê? Miguel, me explica isso agora! –

Miguel olhou para a amiga. Ele estava tremendo, com frio e não queria lembrar do que havia acabado de acontecer, mas devia contar a ela. Além de ter o ajudado agora, quando o que ele menos queria era ver o rosto da pessoa que ele mais amava e quando aquele que provavelmente mais o amava não queria ver o seu rosto.

Estranho.

Confuso.

Respirando fundo e ignorando o frio e a dor, ele se pôs a contar tudo. Desde o início.


Notas Finais


Não estão entendendo nada né? Eu sei. Foi proposital. Mas eu amo vcs tá?
Eu achei que não faria sentido colocar essa introdução junto com os outros dois caps que estão vindo por ai.
Eles vão ser grandes e vai ter cenas hot e como vocês viram, vai ter treta.
Enfim, eles vão explicar as coisas direitinho, não se preocupem.
<3
Até mais desculpem qualque erro e acho que o outro cap sai sexta feira. :3 Por isso resolvi postar logo esse bem pequeno.
Desculpem qualquer erro e até mais. \o
PS: Vou responder os comentários do cap anterior logo logo.


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