História E quando você sorrir... - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen, D.O, Xiumin
Tags Chansoo, Exobabys!, Exokids!, Semana Exokids
Exibições 110
Palavras 3.247
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu literalmente acabei de fazer... E nem iria postar, por falta de Beta... Mas acabei ouvindo tanto da Mozi que resolvi postar ~mesmo ninguém lendo~ só para ela ficar quieta...

Tenho que agradecer a Binan pela capa diva, e foi feita super rápida -> BINAN VC ARRASA , MOÇA


PS: Eu nem revisei, então qualquer erro pode me avisar, mas de todo modo irei revisá-lo depois... Bjs no kokoro

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction E quando você sorrir... - Capítulo 1 - Capítulo Único

Era mais uma manhã de segunda feira. O cheiro de bul go gui que vinha do andar inferior, junto com alguns vegetais salteados despertavam um roncar na barriguinha do pequeno Yeollie.

O pequeno, tinha despertado bem cedinho aquele dia... Na realidade, mal tinha dormido devido a ansiedade, e quando de manhãzinha o despertador soou, a criança já se encontrava de pé.

Não precisou que nenhum de seus pais o chamasse, o que estava bem cedo para tal ato. ChanYeol apenas levantou-se, e mesmo que o breu da madrugada tomasse a casa, ele encheu-se de coragem para girar a maçaneta do quarto, e sair correndo para se arrumar...

A criança de um pouco mais de seis anos, mesmo sendo maior que a maioria da sua idade, não alcançava tudo que iria precisar para aprontar-se, mas isto não iria impedir que o pequeno prosseguisse... Ao invés da banheira, que o Dae-appa usava nos dias da semana que tinha escolinha, afim de banhar a criança, ele usou o chuveiro móvel que jazia nela.

O pequeno coreano, tentou por lavar cada pedacinho do seu corpo, indo até onde suas pequenas mãos alcançavam. Ainda que o sabonete tenha esparramado ao chão quando fui pegá-lo, ele dava seu melhor, e julgava que seu trabalho estava mais que bem feito.

 Quando os pais acordaram, o menino já estava em seu quarto, vestindo da melhor forma o uniforme escolar. E mesmo que a criança não notasse, era bem claro ver a felicidade pura ser refletida, enquanto ele executava os pequenos gestos... Yeoll, desde que abriu seus olhinhos não tinha deixado de sorrir um segundo se quer.

 

 

Com a missão cotidiana das manhãs em ir aprontar o filho, enquanto o companheiro preparava o desjejum da pequena família, JongDae notou a desordem instaurada no corredor. O homem, que já estava semi posto em seu terno –ainda sem o paletó – ao caminhar até o último quarto do corredor do segundo andar, notou o rastro de poças d’águas que ligavam ao banheiro.

O homem riu, coçando leve mente a nuca, imaginando que era mais uma das travessuras do filho, e logo tratou de secar tudo antes que o companheiro visse. Quando terminou e foi ao encontro da pequena criança, o encontrou abrindo a porta.  Fitando o pequeno, JongDae notará como o tempo corria, pois para si, ainda era ontem que tinha pego a criança em seus braços quando nascerá, ou das noites que tinha passado em claro, acalentando os choros histéricos devido a cólicas... Mas agora estava vendo seu rapazinho virar-se sem a sua ajuda, e imaginava quanto tempo mais levaria para que ele seguisse seu caminho sem os pais.

Por mais que o trabalho do Yeol tenha sido até bem feito para uma criança de seis anos, os cadarços ainda estavam soltos, e isto fez o maior sorrir.

Dae, aproximou-se do pequeno, indo diretamente aos sapatos pretos, enlaçando os cadarços.

 

- Parece que alguém acordou animado hoje... E nem parece aquele bichinho preguiça que eu tenho que arrastar todos os dias para tomar banho – E ele acabou rindo, meio nasalado ao recordar de toda a manha da criança, enquanto executava sua pequena tarefa – Não esta aprontando nada, não é ChanYeol? Não quero ser chamado a diretoria mais uma vez...

 

Aquelas palavras fizeram o pequeno morder o lábio, meio sapeca... Vejam bem, não é que este fosse uma criança levada, apenas era dotado de uma imaginação elevada e uma lógica muito própria e que os adultos não entendiam com tanta facilidade.

Mas tinha uma razão especial para que o filho dos Kim fosse chamado tanto a  secretária naquele último mês.

Desde que viu o novo aluno chegar na classe, este sentiu-se ser inundado por borboletas em seu estomago. Não sabia o motivo, mas olhar para o KyungSoo lhe causava uma agitação muito boa, e até mesmo seu coração batia acelerado.

A partir do momento que a professora apresentava a classe o novo coleguinha, viu as cores tomarem conta do rosto redondinho, com grandes olhos e lábios em coração... Yeol sentia que tinha encontrado a princesa dos contos de fada que seu Min-appa lhe contava todas as noites.

Daquele dia em diante, Yeollie, passou a seguir os passos do pequeno Soo... Caminhando pelo recreio a sua sombra, sempre o encontrava sentadinho, sozinho, em meio as flores do jardim da turma dos meninos grandes...

No começo, Chan achou que ele sentia-se sozinho e triste por não brincar com os amiguinhos no parquinho de areia, ou por não fazer parte do batalhado concurso de cuspe a distância... KyugnSoo não fazia nada que os outros meninos da sua classe faziam, e isto só despertava mais e mais a curiosidade do outro.   

Era lindo ver aquele baixinho com grandes olhos a brincar entre as flores... Era como se ele pertencesse ao jardim, ou que elas queriam o roubar para si, pois a beleza do pequeno era algo grandioso, mais até do que as estrelas lá do céu.

Yeol não entendia o motivo de só pensar no coleguinha novo, não sabia o porquê de querer saber mais sobre o pequeno e de que cada gesto o encantava.

Ele sentava-se na segunda fileira, ao lado das grandes janelas, de onde via o pequeno chegar todos os dias com seus olhos brilhando, perdido em tantos sonhos, e que o fazia suspirar.

Tinha decidido fazer um desenho do KyungSoo, iria o entregar na festinha do colégio, onde pretendia o tirar para dançar e ter seu final feliz para sempre, igual ao conto da cinderela que o pai lhe contará no ultimo sábado... Assim, quando o Dae-appa lhe perguntou se tramava algo, Chan negou com veemência, não gostava de mentir para os pais, tinha medo da fada azul o deixar com um nariz grande, pois já sofria com as brincadeiras dos amiguinhos devido as orelhas, mas queria fazer uma surpresa e por KyungSoo valia a pena o risco.

 

 

Quando desceu para comer, ChanYeol viu seu Min-appa pôr-lhe uma generosa porção de sopa ao lado de um prato de arroz com brócolis... Ele odiava brócolis. Era como filhotes de aliens com o monstro do lago, fora que tinha gosto de chulé, e assim, a criança fez uma careta ao olhar o prato.  

MinSeok quando foi cumprimentar a família, dando um selar nos lábios do marido e outro na bochecha do filho, já esperava que o pequeno fosse reclamar e começar a argumentação em protestos para com o vegetal, e por isto se surpreendeu quando Yeol colocou a comida na boca, sem nada a dizer. O que os pais, espantados da criança não sabiam, era que este se sentia culpado. As três horas daquela manhã, Chan tinha ido ao térreo do triplex onde moravam, e que funcionava a pâtisserie do seu Min-appa e pego a maior e mais bela torta de chocolate que tinha na vitrine.

O pequeno sabia que roubar era errado, ainda mais sendo um de seus amados pais, e por seu coração ter ficado pequeninho ele prometeu ser o melhor dos filhos que existia no mundo inteirinho.

E isto incluía comer aos nojentos brócolis e tudo mais que os pais mudassem sem reclamar...

JongDae contou ao companheiro sobre o filho ter acordado e se arrumado sozinho, omitindo a parte da bagunça, o que redeu muitos elogios e uma chuva de beijos do pai maior, que repetia sem parar o quanto seu menininho estava virando um príncipe crescido.

JongDae tinha a tarefa de levar o filho a escola, enquanto MinSeok o buscava no inicio da tarde, ainda que o loiro tivesse que abandonar a confeitaria nas mãos de sua fiel funcionaria no horário de pico para atravessar a pequena cidade em busca da criança. O moreno, também tinha seus percalços, o trajeto para o trabalho era totalmente oposto a escola primaria, e tinha que sair horas antes para que não chegasse atrasado... Aquele esforço que ambos faziam, sendo que a escola disponibilizava transporte, era devido à vontade dos adultos em querer passar todo instante possível com a pequena cria.

ChanYeol nasceu e cresceu em meio a muito amor... Via seus pais sorrirem em cumplicidade, brincarem de modo intimo e divertido, e mesmo em discordância ele sabia que os mais velhos se entendiam... Era pequeno demais para entender aquele tipo de amor, mas sabia que sentia por eles, e também sabia que, assim como  via o Dae-appa sorrir apenas em ver o sorriso do Min-appa, ele queria ter isto com seu KyungSoo...

Sim, seu... Porque, por mais que nenhuma palavra tivesse sido trocada pelas crianças, Yeollie sentia em seu pequeno coraçãozinho que o menino com feições de um pinguim lhe pertencia... Que por ele, deveria enfrentar dragões, atravessar mares e até lutar por monstros, pois KyungSoo era seu tesouro e deveria ser muito bem cuidado e protegido.

 

 

No qual o carro branco estacionou enfrente aos portões amarelo, JongDae virou-se para o banco traseiro ao seu, mostrando ao filho todos os seus alvos dentes, em um sorriso tão esplêndido que transformavam seus olhos em arcos. Durante o trajeto, foram cantarolando as músicas que tocavam na radio local, e ainda que o menino errasse as palavras e engolisse algumas letras, era um belo show, digno de uma ovação de pé, ao menos era assim que o adulto pensava.

Desprendeu sua cria da cadeirinha do carro, e lhe entregou a mochila e sua lancheira, ambas com o tema de star wars. Viu a criança correr em disparada, fazendo com que a mochila em suas costas  chacoalhasse incessantemente. A animação do pequeno era tamanha, que mesmo não se despedindo do pai com dois beijinhos e a promessa de brincadeiras para a noite, fez o Kim acalentar-se... Ele só desejava que todos os dias fosse presenteado com a paz da pureza de sua criança.

 

 

No momento em que adentrou nas dependências da escola, Yellie correu com todas suas forças até sua sala. Estava a estampar um grande e genuíno sorriso, pois era dado o momento da sua surpresa.

Todos os dias ele era o primeiro da turma da senhorita Choi a chegar, a sala decorada com bichinhos , pintadas com tons pasteis  e recheada de brinquedos e livros, tinham mesas e cadeiras com todas as cores do arco íris. Era um lugar divertido e muito bonito.

Chan deixou sua lancheira pendurada nos cabides que o pertencia demarcado com os nomes e fotos de cada um dos alunos, e correu com a mochila entre os braços para a área das mesas. Ele foi depressa para a primeira fileira das cadeiras que ficavam ao lado das janelas, e que davam uma bela vista para o jardim.

Seu plano era muito simples, mas julgou ser brilhante... Na última sexta feira, ele estava sentadinho na confeitaria de seu Min-appa, desenhando enquanto comia – e se lambuzava – a melhor torta de chocolate com amoras, quando ele viu um casal chegar. O homem comprou um bolo de chocolate em forma de coração, e a mulher se sorria e beijava em agradecimento.

Yeollie não queria beijos, os achava nojento e até mesmo brigava com os pais quando estes insistiam em os dar. Mas ele queria o sorriso... O sorriso da sua princesa pinguim ... Tantas foram as vezes que tentou fazer seu desenho do KyungSoo, precisava dele para o chamar para dançar, mas por alguma razão ele não conseguia ver o sorriso do pequeno ao fim... Dentre todos os dias que passou com o Soo, mesmo nos momentos que o seguia em segredo, Yeol não tinha visto aqueles lábios em coração serem transformados em riso.

Chegou a achar que o pequeno não sabia como sorrir, e por isto vivia tão sério. Até tentou fazer cócegas no pequeno, se escondendo atrás da cortina e o atacando de modo inesperado. Ele imaginava que assim ouviria as gargalhadas, como era quando seu pai fazia consigo, mas seu plano fora em vão, e ao invés de sorrisos vieram lágrimas, e tudo que ouviu foi o choro.

Ele sentiu-se muito mal naquele dia, quando fora a primeira vez na diretoria, e tinha passado muito tempo longe do seu tesouro... Passou dois longos dias a se esconder do Soo por vergonha.

Mas agora seria diferente... Tinha visto que seu plano daria certo... Afinal, era chocolate, e quem não gostava de chocolate?

Ele puxou o zíper de sua mochila de uma só vez, queria por logo o bolo sobre a mesa do KyungSoo e o ver sorri pela primeira vez, enquanto ficaria escondidinho atrás da mesa da professora.

Seu mundo caiu no exato momento que viu o bolo todo quebrado. O chocolate estava derretido, melecando todo o seu material escolar, como os livros, cadernos de desenhar, e os lápis coloridos....

ChanYeol não poderia acreditar no que via. Era o fim.

O sorriso murchava aos poucos, enquanto as lágrimas brotavam em seus olhos, inundando-os em instantes, e tão logo já molhavam-lhe o rosto... Não poderia ficar mais ali, tinha fracassado mais uma vez...

Deixando a mochila cair, ele logo saiu correndo, com seu rosto avermelhado, enquanto chorava alto.

A professora alarmou-se e ainda tentou alcançar a criança, mas esta era rápida e esguia, não demorando a sumir de sua visão...

Seus alunos já tinham chegado, e ela pediu para que se sentassem e ficassem quietinhos enquanto ia procurar pelo coleguinha... O burburinho tomou conta daquela classe, as crianças não entendiam como o happy vírus – apelido que deram ao ChanYeol por este ser a pessoa mais feliz que já viram em toda suas curtas vidas – estava a chorar.

KyungSoo estava preocupado, e seus olhos se estreitavam enquanto o menino pensava. Estava a colocar sua mochila sobre a mesa, quando seus pés chutaram algo estranho. Olhou curioso, e logo reconheceu a mochila do menino que sentava-se atrás de si.

Ela estava toda suja, e os papéis dos deveres deveriam está por certo todo estragado, e voltou a fitar o local vazio atrás de si. Ele não gostava nenhum pouco de olhar para lá e não ver o menino com grandes orelhas e sorriso ainda maior que elas.

A melhor parte do dia, era saber que aquele menino tão legal com todos, e que tão querido por tantos alunos, até mesmo os da turma grande, o seguia a todo recreio. KyungSoo adorava por sentar entre as flores, e olhar furtivamente o menino que sempre esquecia de esconder os sapatos enquanto o olhava de longe em meio os arbustos. Dali, ele tinha a visão do sorriso do ChanYeol em meio as tulipas, e era algo realmente belo.

 

 

Soo esperara o dia que o maior viesse até si e eles pudessem brincar. Era tímido para que tomasse a iniciativa, mas mal via a hora em ser amigo do outro... Todos os dias falava ao seu Jong-appa sobre o Yeol, e este sempre o incentivava a ir até a outra criança. Mas KyungSoo apenas esperava por ChanYeol.

O pequeno, e menorzinho da turma, pegou a mochila do outro em suas mãos e saiu a correr para fora da sala... Sabia que era errado desobedecer as ordens da professora, e que por conta disto poderia ficar de castigo, contudo, ChanYeol precisava de si, e o pequeno encheu-se de coragem para ir ao resgate do outro.

Viu a senhorita Choi ir para a direção do parquinho, e em seu intimo sabia que era o lugar errado. Ele seguiu pelo caminho contrário e logo que saiu do prédio ele correu para o jardim tão conhecido a si.

A franjinha atrapalhava sua visão, e ele até se embolou nas próprias pernas gordinhas, mas nada daquilo retardou a determinação do pequeno, que sentia-se gigante naquele momento.

 

 

Soo acabou por encontrar o Yeollie sentado em meio as tulipas, que antes ele quem vivia a sentar. O maior não notou sua aproximação, pois estava com a cabeça escondida entre as pernas flexionas. O maior soluçava, e a cada ruído daquele choro, também entristecia ao Kyung.

Ele sentou-se ao lado do coleguinha, pondo a mochila em suas pernas. Soo estendeu os braços, e recolheu, estendeu novamente para tornar a regressar... Fez isto por umas quatro vezes, até respirar profundamente e abraçar, meio torto, ao outro.

 

- Você está chorando por causa da sua mochila? Está com medo de brigarem com você e ficar de castigo?

 

A voz saíra baixinha devido a timidez, mas foi o bastante para que o outro o ouvisse e erguesse a cabeça em pleno susto.

Yeol não poderia acreditar em seus próprios olhos, estava espantado em ver seu pequeno pinguim ali, e o confortando.

Os olhares de ambos se encontraram, pela primeira vez fitavam um ao outro tão de perto. E assim como o choro veio, ele tinha cessado, sem avisos.

As bochechas de KyungSoo coravam e as orelhas de ChanYeol seguiam a mesma coloração, devido aos instantes de silencio que seguiram depois da fala do menor.

Yeollie abriu, duas ou três vezes, a boca, querendo lhe dar alguma resposta, mas nem ele sabia o porque direito. Então, pigarreou, afim de tomar coragem e confessar seu plano falho. Era a única saída que via.

 

-Eu...É que... O bolo quebrou, e ele era um presente pra você – segredou-lhe, ainda mantendo seus olhos no rosto tão belo do pequeno-

 

-Para mim? Por quê? – KyungSoo se surpreendeu com a resposta, e se suas bochechas já estavam vermelhas, agora elas queimavam, mas não mais que a do rosto que estava diante de si. –

 

-Sim... Pra você... É que eu queria te ver sorrir... – suspirou diante de tal confissão, e logo pôs a virar o rosto, quebrando o contato visual. O que diria a seguir era vergonhoso para continuar a falar olhando nos grandes olhos do Kyung, e assim, escondeu-se entres suas grandes mãos -  É que eu queria te chamar para dançar na festinha do dia das crianças... Como no conto da Cinderella... Eu seria como o príncipe e ai teríamos um final feliz... Mas eu estraguei tudo...

 

Soltar aquela confissão em um só fôlego quase causou uma choradeira ao Yeollie, ainda mais que tão logo se passaram uns minutos e sentiu um forte cascudo em sua nuca.

Por reflexo, este levantou a cabeça, empunhando  um bico em seus lábios, enquanto suas mãos massageavam a área afetada.

Esperava que o menor o xingasse ou até mesmo o batesse novamente, mas o que aconteceu foi algo inesperado, como tudo que o KyungSoo fazia.

O pequeno selou o bico do maior, como também vira nos desenhos da Disney. Foi algo singelo e bem rápido, mas quando se afastou, ele tinha em si o maior e mais brilhante sorriso que o Chan já tinha visto na vida.

Era algo tão belo que nem sabia como explicar, mas queria poder ver a todo instante aqueles lábios em coração abertos em um resplandecente sorriso como aquele . Sentia como se o sol estivesse o aquecendo por dentro, só em ter aquela visão...

 

- Pabo...Você não pode ser o príncipe, se foi eu quem te resgatou... – o menor se pronunciava mais confiante, e empregando uma lógica que logo o outro reconheceu – Eu aceito ir dançar com você... Mas só se me trouxer chocolates...

 

E naquele momento ChanYeol, sem nem mesmo prestar muita atenção ao mundo ao seu redor, soube o que era a mais intensas das felicidades... Ele começava a entender o que era o amor, pois não se importava em ser o que KyungSoo quisesse que ele fosse, pois ele seria... Não importava o que KyungSoo quisesse, pois ele buscaria até além da primeira estrela do amanhecer... Se ele pudesse ver aquele sorriso, tudo ficaria bem. E por fim, ele entendeu, que o sorriso de KyungSoo era seu final feliz.


Notas Finais


Foi piegas? Foi...
Foi bem clichê? Foi sim...
Mas o que posso fazer se o tema EXO Kid me deixa assim? kkkkkkk


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