História E se ... - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jimin, Jisoo, Jungkook
Tags Ação, Baekhyun, Bangtan, Bangtanboys, Bts, Comedia, Exo, Jhope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Kpop, Máfia, Mistério, Policial, Rapmonster, Romance, Suga, Taehyung
Exibições 90
Palavras 3.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amo essa foto da Jisoo, tá tão amorzinho assim, parece bem destraida também ♡_♡

Não me culpem pelas lágrimas que vão cair nesse capítulo :/

Capítulo 25 - Conhecendo seu inimigo


Fanfic / Fanfiction E se ... - Capítulo 25 - Conhecendo seu inimigo

{ 1 mês depois }

   Depois daquele dia as coisas voltaram a ser como antes.
   Antes de tudo acontecer, Jeon, Baek, Jisoo, nenhum deles me procurava, eu estava feliz, finalmente estava aproveitando minha vida na Coréia, sem imprevistos ou confusões alheias, eu... estou... feliz. Que piada, eu só estava me forçando a parecer feliz e queria fazer disso uma realidade.

   Vez ou outra me pegava pensando em Jeon, na nossa última noite juntos, pensava no momento em que sua mão me segurou de manhã, mas não podia voltar atrás de minhas palavras, agora pra mim ele era apenas um desconhecido que eu nunca mais ia voltar a "ver", não que eu estivesse colocando esse "ver" entre parênteses por querer ver ele de novo, mas é que eu sempre via ele na televisão ou em panfletos nas ruas de Seul, era impossível não ficar sabendo sobre ele quando eu ligo a TV e sempre tem noticias sobre Bangtan Boys, ou quando eu estou na faculdade e tem fãs comentando sobre o novo MV deles, era irritante, mas eu estava me acostumando.

   Baek não vinha mais me visitar e de vez em quando me ligava pra falar sobre o novo Drama que estava filmando, ele parecia estranho comigo, não sei ao certo o que ele queria mas sentia sua falta, do Baek que era rude mas se importava comigo, agora ele agia como se fosse apenas um garoto normal que estava curtindo a vida com várias garotas nas noitadas, alguns escândalos estavam saindo sobre isso mas nada que um bom dinheiro não calasse a boca dos jornalistas.

   Jisoo não se sentava mais ao meu lado e estava se enturmando muito bem com todos da facu, em menos de um mês ela já era uma das mais "populares", junto dela estava Ana e uma outra garota que eu não conhecia, por incrível que pareça até na faculdade tem essas coisas de popularidade, mas não é como no colégio, popular que eu digo era mais como "as meninas que os garotos mais querem transar e as garotas mais querem ser amigas... ou matar", ela era a única que eu não estava sentindo nem um pouco a falta.

   Por último temos eu, continuo a mesma de sempre, uma garota normal com uma vida normal de poucos amigos, o suficiente para eu me alegrar. Minhas notas não eram as melhores mas também não estavam ruins, estava satisfatório apesar de eu achar que posso melhorar nisso.
  Já fazia  um mês que eu não usava um vestido ou uma blusa mostrando os ombros ou o pescoço, aquele infeliz, me perguntava porque dele gostar tanto de me morder no sexo, agora entendo, as marcas não estavam nem perto de sair, mas pelo menos não estava mais parecem que eu havia levado uma surra de dez pessoas na rua, agora mais parecia que eu havia caído de um prédio. Apenas Ana havia percebido mas resolveu não comentar sobre isso depois que eu sorri pra ela e disse que estava tudo bem, ela sabe que quando eu estiver pronta irei contar tudo. Graças a minha falta de cuidados com o gesso que não chegava nem até o joelho eu tive que usa-lo durante esse mês todo, mas finalmente fiquei livre de muletas no sábado.

{ Segunda 12:00 }

   Hora do almoço, estava morrendo de fome, não via a hora de ir a lanchonete que havia em frente, eles vendiam os melhores sanduíches que eu já comi na vida, peço desculpas a minha mãe e a minha vó, mas eram melhores até mesmo que os delas

- Soluço - Ouço a voz de alguém me chamando atrás de mim e meu coração quase para

   Me viro lentamente como se tudo estivesse em câmera lenta, eu podia escultar minha batidas nesse momento e minha respiração nem existia naqueles breves segundos

- Oe - Assim que me viro me deparo com uma garota sorridente e animada como se eu fosse sua melhor amiga de anos

- Era você - minha voz sai baixa e fraca e sinto tudo voltar de novo, meus batimentos normais, minha respiração volta a existir, já não havia mais câmera lenta, o que estava havendo comigo?

- Que cara é essa? Por acaso... não pensou que fosse o... Jeon? - Aquela menina, maldita, tenho certeza que fez de proposito, ela ainda ri de mim

- Não, e por que está me chamando assim? Eu dei permissão? - Me viro e volto a anda até a lanchonete

- Apenas vi ele te chamar assim e gostei, cai bem pra você esse apelido - Uma breve gargalhada sai de seus lábios demoníacos

- Huff - ____

- Eu preciso de permissão pra te chamar assim? Então esse é o nível de aproximação de vocês? - Ela para a minha frente

- Esquece, me chama do jeito que achar melhor mas só fala logo o que você quer comigo - desvio o caminho e volto a andar

- Nada, só vim te acompanhar - Ela volta a andar ao meu lado

   Não respondo e simplesmente sigo para meu lanche tão precioso, não iria discutir logo agora apenas pra perder minha fome. Tudo seguiu em silêncio, da minha parte, Jisoo não calava a boca do meu lado, fazia um comentário sobre tudo, o lado bom era que ela não estava como antes, sua conversa até que estava boa, isso me irritava, ela estar sendo legal me irritava

- Jisoo, quer sair comigo? - Digo após terminar de tomar meu suco

- Ham? Do que você está falando? É sério? Você está mesmo falando sério? - Jisoo se agarrava ao meu braço enquanto eu apenas tentava me levantar pra poder ir ao caixa pagar a conta

- Sai garota, não pense nisso como algo... do jeito que você está pensando... eu não estou te chamando pra um encontro - Tento explicar enquanto sigo caminho e ela apenas fica rindo

- Eu sei, não precisa se preocupar, sei que não é um encontro por enquanto - Jisoo

- Por enquanto? Aish, tanto faz, pense do jeito que quiser, você aceita? - ____

- Vou pensar, não sei se deveria aceitar sair com uma estranha assim do nada sabe - Ela coloca o dedo na boca como se estivesse pensativa sobre isso

- O que eu estava pensando? Esquece - saiu andando na frente, fala sério, ela ia me dar o fora? O que eu estou pensando? Isso está confuso

- Eu aceito, que tal irmos a um parque? - Ela fala mais alto assim que eu já estava a uma certa distância

- Há, sim, hoje as 21:00 - Falo e depois sigo para a aula

   Eu queria saber quem era aquela garota, ainda estava me incomodando as cartas dela e o que ela falou no shopping, quem é essa menina? Ela não parece o tipo que mentiria ou esconderia os fatos, parece mais uma desafiadora, isso é bom, irei fazer com que aceite meus desafios e me fale toda a verdade sobre ela, Jisoo.

《 só não sabia que essa verdade poderia me destruir 》

   A noite chegou e vesti uma calça jeans, uma blusa branca com mangas e um cachecol preto que tampava meu pescoço, não estava fazendo tanto frio mas achei melhor levar uma jaqueta caso eu voltasse tarde e o tempo estivesse mais frio. Avisei minha amiga pra onde ia mas não disse com quem, não queria que ela pensasse coisas erradas sobre isso, não era amiga da Jisoo e nem tinha planos pra ser, queria evitar que alguém achasse isso.

   Lá estava eu em frente ao parque sentada no banco vendo todos se divertirem enquanto eu esperava alguém que estava atrasada 45 minutos, só  45 minutos, não é nada, eu vou matar a Jisoo assim que ela chegar, MATAR

- Soluço? Vamos? - A menina chega com a maior cara de inocente do mundo

- Vamos? Vamos? Como assim vamos? Sabe o tanto que está atrasada? - Me levanto e a encaro

- Vamos logo e deixa de ser chata pelo menos hoje - Ela segura meu pulso e me arrasta até a entrada

   Isso não me é estranho, acho que já é segunda vez, ou terceira? Eu pareço tão fácil assim a ponto de me arrastar?

- Yaa, o que você pensa que está fazendo? - Me solto

- Pagando nossas entradas? - Ela volta a andar e eu a sigo, já que pagou as entradas estava metade perdoada, o que posso fazer se meu dinheiro não é tanto, não é mesmo? Vou aceitar de bom grado
- Obrigada, mesmo assim você está atrasada e é bom você me falar o que eu quero saber - Ela andava e parou de repente fazendo eu esbarrar em suas costas

- Eu sei, não se preocupe, mas só vou te falar sobre o que você quer saber assim que ir a todos os brinquedos comigo, que tal? - Aquele maldito sorriso sai de sua boca

- Tudo...bem - Falo analisando os fatos, eu deveria tomar cuidado com ela

   O tempo passa e nós já havíamos ido a metade dos brinquedos, parecia impossível mas eu estava me divertindo, aquele com toda certeza fora o dia mais divertido dês de que cheguei na Coréia, difícil de acreditar mas estava sendo com a garota que me stalkeou, me ameaçou e até me fez sentir medo, essa garota estranha que mal conheço e agora sinto que conheço menos ainda

- Ei soluço, vem cá, olha só isso, você vai gostar - Jisoo

- O que? - vou ate ela e... eu vou matar essa garota

- O que você está fazendo? Esta maluca? - pego a arma da mão dela enquanto lhe dava um sermão

- VOCÊ AI, VOCÊ ESTA MORTA GAROTA - uma voz fala atrás de mim aos berros e assim que me viro um cara de três metros me ameaçava ( não é isagero, ele tinha uns três metros ou mais, parecia aqueles lutadores de sumô)

- S-S-Se-nhor, não fui eu - tento me explicar mas a cara dele não estava indo com minha explicação então eu faço a única coisa que sei fazer quando estou em perigo... corri

- O que está fazendo? - Jisoo falava enquanto eu segurava sua mão e a puxava

   Não respondo e apenas continuo correndo enquanto tinha que puxar sua mão ou ela ficava parada que nem um bicho preguiça, fala sério. Assim que o cara se distrai eu corro até uma cabine da roda gigante entrando na frente de algumas pessoa que estavam me xingando, pelo menos a roda ligou antes que o maluco entrasse na nossa cabine

- Não faça isso nunca mais - Falo ainda buscando ar de tão desesperada que eu estava a segundos atrás

- Ele está na cabine de trás - Jisoo

- O que? - Me assusto assim que olho pra trás e vejo um bruta montes fazendo sinal de morte pra mim

- Soluço, por que pegou a arma de mim? Agora vai morrer no meu lugar, de qualquer forma foi bom enquanto durou, se quiser te dou até um beijo de despedida, daqueles de doramas que sai até faísca - Ela ri maliciosamente como se eu fosse aceitar

- Não, obrigada, não sei se você sabe apesar de eu já ter falado umas duzentas vezes, eu...não...sou...lésbica - Falo as últimas palavras quase soletrando pra que ela entendesse de uma vez isso

- Eu sei idiota - Seu rosto toma uma expressão seria da qual eu jamais tinha visto

- Jisoo? Você está bem? - Era estranho ver ela sem sorrir, mesmo eu odiando seu sorriso que mais parecia um filme porno, mas era mais estranho a ver seria

- Como seu último desejo antes da morte eu vou te responder a uma pergunta, apenas uma - Ela me olha e até tenta dar um sorriso mas em vão

- Quem é você? - digo após alguns segundos pensando, não conseguia achar uma pergunta mais adequada que essa

   Um suspiro vem da sua parte e ela olha para o horizonte enquanto a maquina derrepente trava com nós ainda no topo, eu ia gritar e ficar com medo, mas olhar pra ela foi como levar um balde de água fria, não conseguia sentir medo, felicidade, tristeza, mágoa, raiva, não sentia nada, absolutamente nada

- Por onde devo começar então? Hmmm - Ela pensa, pensa e pensa por mais um tempo até começar a falar

- Eu fui adotada... - eu a interrompo

- Jisoo, eu não quero saber sobre sua infância, você sabe... - ela me interrompe

- Soluço, se você não parar de falar eu vou te jogar daqui de cima, entendeu amor? - Apenas aceno com a cabeça e suspiro esperando pra escultar o que ela ia dizer

- Ótimo, me perdi, onde eu estava? - Sua mão vai ao queixo

- Foi adotada - Eu completo

- Ainda estava no início? Tudo bem, continuando - ela para de me olhar, não sei se era impressão minha mas parecia que ela estava evitando meu olhar?

- Eu fui adotada com 2 anos de idade, pode parecer estranho mas eu me lembro com clareza daquela época, não de tudo, mas da maior parte. Minha mãe adotiva era uma mulher incrível, forte e esbelta como nenhuma outra, meu pai adotivo era bondoso e gentil, tão gentil quanto ela, era um casal único aqueles dois - um sorriso inocente fica em seus lábios - Também tinha meu irmão mais velho, ele era um pestinha, sempre fazendo uma grande bagunça e sempre querendo ser o mais forte, eu vivia correndo atrás dele e do nosso primo, pra mim eles eram meus heróis, minha família, nos considerávamos irmãos apesar de nenhum compartilhar o mesmo sangue, éramos três garotos que o destino resolveu juntar por acaso mas que com o tempo teve um desequilíbrio - Seus olhos pareciam buscar algo no horizonte -Naquela época eu escondia um segredo que só meus pais sabiam. Minha mãe adotiva havia falecido em um acidente e agora somente meu pai sabia. Nós nunca soubemos como realmente tinha acontecido, mas todos ficamos abalados, principalmente meu pai adotivo, ele não parava mais em casa e ninguém sabia onde ele estava, a noite escutávamos gritos vindo do porão mas meu primo tampava meus ouvidos enquanto meu irmão sorria e dizia que estava tudo bem, eu então apenas acreditava neles e continuamos brincando juntos, menos do que antes óbvio, mas tentávamos não se deixar ser levados pela depressão e seguir em frente - Um suspiro profundo vem de sua parte - Um dia qualquer eles haviam saído pra brincar com alguns novos colegas que eles conhecera na nossa nova casa, eu não fui porque não estava me sentindo muito bem, não estava muito disposta naquele dia, foi então que meu pai adotivo chegou em casa, bêbado, era a primeira vez que eu via ele em semanas e eu estava feliz por finalmente poder vê-lo, corri para abraçar meu tão querido pai, mas fui recebida com um tapa no rosto que me fez cair no chão, ele olhou pra mim com uma garrafa em mãos e disse " Você prometeu que iria ficar ao meu lado quando nos casamos, você era minha esposa e me deixou, ainda teve a cara de pau de pedir para eu cuidar das crianças" era óbvio que ele estava tão bêbado que nem distinguia mais sua filha de sua esposa morta, então ele se abaixou e me olhou no chão " Por que só eu tenho que sofrer sozinho? Todos riem e se diverte, mas eu tenho que chorar atrás de bares, eu tenho que ficar triste por todos, eu estou cansado disso, estou cansado de ver seus malditos sorrisos", pensa bem o que uma criança de 8 anos iria responder? - Ela me olha e eu não consigo dizer uma palavra se quer - Foi isso que eu fiz, fiquei calada esperando ele ir embora de novo, mas ele não foi, ele agarrou meu pé e puxou para perto de si, depois segurou meus braços me fazendo chorar de dor por causa da força que ele colocava no aperto, ele me arrastou até seu quarto e... Meu usou. Eu era uma menina de 8 anos, não entendi o que aconteceu, so me sentia dolorida e machucada, olhei para meu corpo e havia sangue em todo o colchão, olhei para o meu pai adotivo esperando uma explicação do que estava acontecendo e ele apenas respondeu "Fiz isso por amor a você mas não conte a ninguém pois irão te matar de souberem sobre quem realmente você é" - Uma lágrima ameaça cair de meus olhos enquanto eu a ouvia - Eu passei três semanas deitada fingindo estar doente, com medo de alguém me matar se souber o que havia acontecido e sobre meu segredo. Depois desse tempo eu passei a brincar mais com eles, pedia para não voltar pra casa, mas ninguém entendia, eu sentia medo e não podia falar, mas achei que meu pai adotivo nunca mais fosse fazer aquilo, como ele disse, ele me amava, então talvez não fosse me machucar de novo, passei a dormir com meu irmão e meu primo, pedia para todos dormirmos juntos e eles não negavam, eu me sentia segura ali, e agora me sentia segura em casa de novo, mas uma noite meu pai resolve dormir com a gente alegando estar com saudades de nós, eu estava insegura mas resolvi confiar no meu pai, então quando todos dormiram ele tampou minha boca e novamente aquilo estava acontecendo, eu chorava mas ninguém ouvia, meus heróis estavam mortos, minha família não existia mais, meu mundo desmoronou, meu pai gentil e bondoso agora era um monstro. Eu tentei finjir que nada acontecia, escondia o sangue, não deixava ninguém me ver tomar banho, nem as empregadas podiam me ver trocando de roupa, minha vida passou a ser somente sobre me esconder de tudo e de todos, passou até mesmo ser minha brincadeira favorita - Ela se se senta ao meu lado e limpa uma lágrima do meu rosto - Não gosto de mulheres porque quero, sinto nojo de homens, sinto nojo quando me tocam ou tentam se aproximar, você não iria entender isso, mas não pense agora que eu só estou tentando brincar com você fingindo do ser uma lésbica - Jisoo se aproxima e eu até ia me afastar mas não estava com medo, agora sinto que sabia quem ela era, então um beijo é depositado em minha bochecha e ela volta a se afastar - Quando descermos daqui é melhor você correr ou aquele cara ali vai mesmo te matar, ele não parou de te olhar um segundo se quer - Um sorriso volta a seu rosto e eu não consigo evitar de a envolver em meus braços em um abraço

- Por que você tinha que me fazer odiá-la? não pense que estou com pena de você, so queria fazer isso - Falo baixo já com lágrimas escorrendo e um soluço começa

- Seu apelido faz jus à você, ele realmente... - Não esculto o que ela fala pois a roda gigante sem perceber já tinha dado às três voltas e já estava pra abrir nossa cabine

- Minha morte chegou, então vou embora mais cedo - sorrio para ela e assim que a cabine abre eu saio correndo para fora do parque, esse é o bom de ser uma garota, você corre muito melhor que os homens, sem perceber já estava rindo da cena quando Jisoo atirava com uma arma de brinquedo na bebida do cara bem quando ele foi beber, havia sujado toda sua cara e foi muito engraçado


Notas Finais


Tô chorando aqui, bye
Beijos da Mick 😙


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