História É só o meu sobrinho - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, V
Tags Incesto, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jimin!sobrinho, Jungkook, Jungkook!tio, Kookmin, Meio Incesto, Minkook, Park Jimin, Tae, Taehyung
Visualizações 182
Palavras 4.533
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Lemon, Yaoi
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem desse site que - ainda - não gosta de fic incesto e está postando uma? Isso, eu mesma. Mas calma, eu só leio se for meio incesto. Se for pai e filho, irmão com irmão nem rola, não tenho coragem ainda de ler e fujo sempre que vejo KKKKKK

ENTÃO ...

não vai ser mais os, vai ser 2shot pois ficou bem grande e tive que dividir.

Aqui vai o primeiro, amanhã quando eu chegar da faculdade eu irei postar o capítulo 2 😋

Desculpa a capa mal feita, foi eu sim, Pois é kkkkkkk. Desculpa qualquer erro irei corrigir depois sz

Boa leitura meus anjos 😙💟 e desculpa faze-las esperar rsrs

Capítulo 1 - Chapter 1


Eu andava de um lado para o outro, Taehyung estava na beira da cama me olhando com uma cara de doente, mas na verdade eu estava preocupado sem saber o que fazer, Taehyung não estava facilitando nada não me ajudando ali parado me olhando, só me deixando mais nervoso. Olhei para o acastanhado e ele revirou os olhos e jogou seu tronco para trás, deitando totalmente no colchão da minha cama.

– Para, Jungkook-ah. É só o seu sobrinho, fica tranquilo. – Tranquilo para ele quando não é ele que tem um sobrinho dez anos mais novo que ele, com corpo de dezoito mas com a idade de apenas dezesseis anos. Isso é pedofilia. É, já me entreguei. Eu tenho uma tara pelo meu sobrinho.

Eu tinha apenas dez ano quando meu sobrinho nasceu. Eu o carreguei no colo, dei de mamadeira em meu colo deitado nos meus braços, lembro dele ter me encarando por segundos e depois retornou a olhar seus dedinhos que estavam a frente do rosto segurando a parte de cima da mamadeira. Eu confesso que estranhei de primeira, mas talvez não tenha havido nada, claro que não, era um bebê de poucos meses e nada faria sentido, muito inocente de tudo. Mas sua inocência parecia ter evaporado nos seus treze anos. Ele estava sentado na cadeira, da mesa grande de madeira, segurando um copo de leite ainda em cima do móvel, havia um bigodinho de espuma do leite e aquilo foi fofo de ver, mas não quando ele me olhou de cima a baixo, analisando cada parte do meu corpo com apenas uma toalha azul em volta da minha cintura. Ele me encarou e depois de alguns segundos soltou um sorriso gentil e me cumprimentou, como se eu não tivesse notado a forma de me olhar.

– Bom dia, hyung. – tomou mais um gole de leite e voltou a me olhar.

– Bom dia Jimin. – suspirei e levei minha destra até onde estava o nó do pano que estava me cobrindo. Caminhei até a geladeira que estava atrás do garoto, tentei não tropeçar com meus próprios pés. Levei um leve susto ao ouvi-lo falar.

– Não me chamou de Jiminie por que, hyung? – a sua voz saiu tranquila, era tão doce. – Eu fiz algo para não sermos mais íntimos? – droga, o que ele estava falando? Eu fui idiota de levar aquilo na malícia? Sua voz saiu tão diferente das outras vezes...

Fechei a geladeira e fui para a pia, que ficava de frente com a direção em que o moreno estava sentado. Nem havia olhado para ele, eu iria me sentir incomodado olhando em seus olhos. – N-não, pequeno. – me virei para secar o copo de vidro, sem ainda o olhar. – Por que pergunta isso? Você não fez nada.

– Você sempre me chama de Jiminie, mamãe disse que essa maneira de chamar alguém é quando são íntimos. – falou sério. Tomou outro gole do líquido branco.

– Não se preocupe, Jiminie – o olhei finalmente, com o sorriso gentil, ele ainda olhava para o copo. – Olha, está sujinho aqui. – fui para o seu lado e me agachei, levei meu dedão para um pouco acima do seu lábio superior e limpei a espuma. Eu tinha um sorriso no rosto, tentando não demonstrar um pouco de nervosismo. Eu só fiz para ele não achar que havia feito algo e apenas pessoas próximas fazem esse gesto. Levantei em seguida, ficando de pé ao seu lado.

– Achei que eu tinha feito algo, desculpa hyung! – passou rapidamente seus braços ao redor à minha cintura e me abraçou, apoiando sua cabeça na lateral do meu corpo, seus dedos começaram a fazer carinhos na minha pele, me deixando um tanto arrepiado. Eu sequer o respondi, minha voz não saiu, apenas baguncei seus fios de cabelo. Ele olhou para cima e eu logo o olhei. – Esquenta mais leite pra mim, titio? – dessa vez sua voz estava fofa e seu olhar tão inocente.

– Claro, meu pequeno.

Eu até teria perguntado por que ele não mesmo fazia, já que mexer com o fogão era um pouco arriscado para o menor, tinha o micro-ondas, só colocaria o líquido em um copo de vidro e pronto. Mas achei melhor que não, ele estava estranho, parecia dengoso, mais que o normal.

Era virada de ano, então estávamos na casa da minha mãe, no caso a avó dele, e é claro que estava a família toda reunida e é claro que evitei o moreninho, sim éramos íntimos, mas fazia alguns meses que não o via e ele havia mudado um pouco, antes era notável, mas depois de quase um ano, dos doze anos para os treze ele já estava ficando, digamos, bem corpudinho. Coisa nada boa para a minha sanidade. O foda era que eu estava solteiro aos meus vinte e três anos há uns anos, bom, beijado alguém e tocado em alguém fazia um bom meses aí, só me dando prazer com minhas maravilhosas mãos, obrigado Deus.

Faltava poucos, cerca de trinta, minutos para dar finalmente meia noite, eu estava no sofá da sala branca e grande da casa, olhando para o celular, vendo alguns e-mails quando minha mãe gritou meu nome, olhei para ela de relance e ela me chamou para tirar fotos junto com alguns familiares, para ser mais específico: ela, uma prima com sua filha no colo, minha irmã mais velha com seu filho pré-adolescente ao lado, ou seja, Jimin. Analisei todos ali perto da parede branca, com alguns quadros pintados por não sei quem, minha mãe era louca por essas pinturas, e quando meu olhar parou na última pessoa eu não consegui desviar o olhar, o garoto de um metro e sessenta estava me olhando como se tivesse suplicando para eu me levantar, coisa que não demorou pois o mesmo tinha vindo em minha direção, pegou minhas mão e caminhou na minha frente, eu ri de lado olhando para minha mãe e minha noona e elas também estavam olhando para nós dois como se fôssemos anjos, que cuida um do outro. Mas eu não era nenhum anjo, muito menos o pequeno Jimin.

– Só assim pra vim, né Kook? – minha mãe disse ainda sorrindo assim que chegamos perto das mesmas, Jimin parando atrás de sua mãe e eu, bom, ele aproveitou que segurava minha mão com seu corpo para frente e me puxou para frente, meu corpo ficando colado no dele, suas mão levaram as minhas até a sua cintura e não largou mais, não sei se foi coisa da minha cabeça mas senti ele pressionando sua bunda contra minha virilha, ele não soltou minhas mãos e na hora que uma das minhas primas falou que já iria tirar a foto, Jimin fez minhas mão se juntar o envolvendo de vez em meus braços e sua cabeça fora jogada para trás, encostando em meu peitoral. Droga, como eu fiquei sem ar... Ele estava colado à mim e por mais que isso estava me deixando estranho, era errado, era meu sobrinho mais novo na mó inocência perante os olhares de todos na sala, aquela aproximação não intimidou ninguém ali, apenas à mim.

Desde esse dia, eu não o vejo. Há três anos que não o via, há três anos que eu não sabia como ele estava, se sua aparência ainda estava intacta, se suas coxas haviam engrossado mais, se cresceu, é claro que tudo isso havia ocorrido, oras, três anos é muita coisa. Eu não o vi mais porque, como eu já estava com vinte e três anos, eu fui fazer um estágio fora do país, finanças sempre me caiu bem, eu sempre fui bom em exatas e ter experiências em cada empresa foi maravilhoso, mas esse estágio me deu bastante conhecimento indo para a Tailândia e desenvolvendo meu trabalho lá. Eu tinha retornado para Seul cinco meses atrás, já com apartamento em mãos onde fora comprado adiantado pela internet, vi o vendedor assim que cheguei na capital. Minha mãe queria que eu voltasse para a casa dela, mas eu não queria, e nesse dia quando a fui visitar acabamos tocando no assunto sobre minha irmã. Ela tinha se mudado para Busan assim que fui para Tailândia, não fiquei sabendo na época, mas também, eu só entrava em contato com a senhora Jeon e quando era necessário.

E fazem cinco meses que a mulher do mesmo sangue que eu me perturbava sobre vir me visitar, que queria saber como foi a viajem, queria me ver isso sim, eu sei que ela estava sentindo falta e, claro, curiosa sobre minha vida e afins. Certo, uma fofoqueira de primeira, mas nem tanto vai, coitada.

Mas quando ela ligou dizendo que estava indo para a casa da nossa mãe, que iria passar uma semana lá, estava tudo bem. Estava. Estava tudo bem até quando ela falou que Jimin queria me ver pois fazia anos que não nos víamos, pois nem rede social eu havia para podermos nos vermos e conversarmos. Saí da cidade cedo, ele mal sabia esquentar um leite, muito menos teria um celular na época.

– Estamos à caminho, Jungkookie.

Ela me ligou de surpresa, sem mais nem menos, apenas avisando que estaria vindo para meu apartamento deixar Jimin passar pelo menos três dias antes deles irem embora, e também aproveitando que eu estava de férias, então estava perfeito ao seu ponto de vista. Mas não para mim. Na hora que eu recebi a ligação, eu estava jogando videogame com o Taehyung no meu quarto, já que a televisão era bem maior do que a da sala.

– E-eu não sei se isso vai acabar bem, Tae. – é óbvio que não acabaria bem! Eu, Jimin, Jimin e eu, nós dois, SÓ NÓS DOIS EM MEU APARTAMENTO. Não, isso iria me desnortear das coisas, perder o juízo, a consciência, a roupa, opa, a roupa não.

Eu queria pular da minha janela, ter quebrado o protetor dela e me jogado de cima para o chão da rua, eu não estava confiante em relação a isso. Nem um pouco confiante.

– Um cara como você, Jungkook. – falou em tom de negação. – um homem já de vinte e seis anos com medo de um sobrinho de dezesseis? Foi assim que eu te ensinei, criatura?

– Vai se foder, quem é você pra falar isso? Como vai o seu vizinho de dezoito anos, vovozinho? – bati em sua perna, ele a levantou com tudo até seu tronco e acariciou a mesma.

– Anda muito bem, obrigado por perguntar senhor covarde medroso do sobrinho gostosinho. – dei outro chute em sua perna livre, dessa vez mais forte. – Caralho, Jungkook, isso dói cara!

– Meu ovo. – em questão de segundos vi Taehyung sair da minha cama com tudo e eu abrindo a porta do quarto saindo correndo desesperado, não porque eu estava com medo de levar uns tapa do meu hyung, talvez sim, já que eu havia chutado sua canela e sei o quão dói isso. Dei risada alta quando ele quase me pegou pela blusa mas consegui escapar, porém, quando eu estava passando atrás do sofá da sala, o acastanhado subiu em cima do móvel encurtando nossa distância e pulou para cima de mim, me fazendo cair no chão.

– Seu ovo, seu desgraçado? – sua perna direita atravessou meu corpo, e então sentou em minha barriga. Ele conseguiu segurar minhas mãos, droga quando que eu fiquei tão fraco assim? Ah, é, eu estava rindo que nem louco com a barriga já doendo. Seu antebraço posicionou em minha garganta, forçando o mesmo, me fazendo parar de rir, mas nem tanto. - Tá rindo do que ainda heim, seu medroso?

Por que ele falou aquilo, cara? Eu nem fiquei com o cú na mão porque ele já estava no chão, todo fodido. Por quê? A campainha tocou.

– Sai, sai CARALHO. – o empurrei com tudo para o lado, havia aproveitado enquanto ele olhava de ombro para a porta. Levantei com tudo e olhei ao redor vendo se não havia nada fora do normal, além do Taehyung no chão. Sofá arrumado, confere. Estante e a televisão limpa, confere. Tapete trocado, confere. Olhei para o meu hyung quando ele estava levantando, mas eu sequer tive preocupação. – Hyung, meu cabelo está bagunçado? – passei minha destra rapidamente em meus fios negros. – Estou com bafo? – assoprei em seu rosto, quase levei um tapa mas desviei.

– Caralho, assim eu vou ter um enfarte! – abanou em frente ao seu rosto me empurrando com a outra mão livre e logo a levando em seu nariz. – Vai tomar um suco, sei lá! Tá com bafo, sério! – arregalei os olhos inconformado. – Deixa que eu abro enquanto você vai lá, eu avisarei.

- Jungkook-ah! – Ouvi a voz inconfundível da minha irmã me chamando do outro lado.

Sai mais rápido que o flash para a cozinha, virando a direita. Abri a geladeira à procura do suco de uva que havia na mesma, pois é, havia. Aquele idiota nem ao menos se lembrava que havíamos tomado todo enquanto jogávamos. Aish. Não tive escolha de ir até o armário ao lado e pegar o pote de biscoitos de chocolate que, não sei como, ainda tinha. Ouvi vozes se aproximando, me fazendo engolir rapidamente.

– Kook, maninho! – virei e encontrei minha irmã vindo em minha direção me abraçando sem delongas. Ela tinha cortado o cabelo, a deixando mais jovem e mais bonita, usava uma calça jeans de cintura alta e uma blusa branca social por dentro do pano de jeans. Não vi o que calçava mas certeza era salto, pois ela estava quase do meu tamanho. – Que saudades!

– Você está linda, senhorita Jeon. – falei em tom de brincadeira. – nova moda, agora? – mexi em seus cabelos, a fazendo notar do que eu falava.

– Aigo, nada disso seu bobo. Só me deu vontade, ok? – rimos. Voltei a prestar a atenção quando ela retornou a falar. – TaeTae tá ajudando o Jimin a trazer uma mala.

Estranhei. Estranhei muito... Era só três dias, não era?

– Calma, não é a mala de viagem. É só uma das pequenas que temos mas está pesadinha. – notou meu estranhamento.

– Ah, certo, certo. – falei convicto. – E quantos dias ele vai passar aqui mesmo? – perguntei só para confirmar. É só três dias, só!

– Três dias mesmo, meu bem. – abriu sua bolsa e pegou seu celular de dentro. – É que depois iremos fazer uma viagem, sabe. – ela me olhou. – Vamos a Daegu visitar minha sogra.

Eu iria falar “aí sim maninha, visitar a sogrinha”, e também um “não pode aproveitar na casa da sogra, heim” mas bem na hora minha fala sumiu quando meus olhos foram desviados para atrás da mulher a minha frente, dando de encontro pelo que eu ansiava em ver. E finalmente ali estava ele, sorrindo de lado para Taehyung enquanto o outro falava algo que eu não entendi muito bem, pois eu estava eufórico pela visão maravilhosa. Jimin. É, ele havia mudado... Pra melhor. Se existe um grow up melhor, só outro de Jimin.

Ele estava mais que lindo, mais que fofo, mais que criança. Ele estava gostoso, puta gostoso! Meu deus!

Analisei seu corpo de baixo para cima. Usava um tênis preto, uma calça moletom, que por incrível que pareça, ficava um tanto apertada deixando suas coxas fartas, põe farta nisso, em destaque, põe destaque nisso, usava uma jaqueta preta de frio, nem tão grossa, vi sua clavícula amostra, putz, aquela pele... Aquela pele... Aquele parte do pescoço já me fazia ter vontade de passar meus lábios pela carne. Olhei em seu rosto e me espantei, graças a Deus que eu não demonstrei – nem tanto. – o mero susto, ele estava já me olhando e quando nossos olhos se encontraram, eu o vi desviando. Foi bom porque comecei a reparar em seu rosto. Seu maxilar tão bem desenhado, assim como sua boca carnuda, já me dando pensamentos nada inocentes... Seus olhos tão abertinhos passaram a ter lápis de olhos, o deixando mais lindo que o normal.

– Meu pequenino cresceu, não é mesmo Kook? – Orra, ôh se cresceu...

– Mãe! – ouvi sussurrar e sua voz era dócil, não havia mudado tanto assim. Pelo menos isso, não é mesmo.

– Não precisa ter vergonha meu amor, é só o seu tio Jeon! – Jimin estava com a cabeça baixa, mas me olhou de canto quando minha irmã falou sobre mim. Como eu ainda estava o olhando sem parar, ele desviou novamente seu olhar para o chão. – Vocês estavam jogando? – perguntou para Taehyung ao lado, estava encostado na parede, perto deles. Taehyung ainda estava ali? Sério? Nem havia notado.

– Estávamos sim, senhora Jeon. Não é mesmo Jungkook? – pisquei algumas vezes, havia ouvido meu nome ser chamado mas ao mesmo tempo não tinha ouvido.

– Oi? Ah, sim, é, jogando lá no meu quarto. – cocei a nunca. – Por isso a demora para abrir a porta. – ri, totalmente, sem jeito.

– Ah, é bom que você já entra na brincadeira Jimin. – pegou nos ombros do garoto e a vi apertando levemente. – Uh? – ele assentiu. – Bom , Jungkook. – me olhou novamente. – Eu tenho que ir para a casa da mamãe, ok? – assenti – Se comporta meu amor, mamãe te ama filho. – beijou sua testa e então depois de um abraço no mesmo e depois de ter acenado para mim e para o retardado do Taehyung, idiota porque notei que ele me encarava com um sorriso debochado, foi embora deixando nós três na cozinha. Quer dizer, nós dois. Eu e Jimin. Taehyung filho de uma mãe boa saiu com o sorriso mais largo.

Eu não sabia o que fazer. Se fosse antes, eu teria ido o abraçar, ter o pegado no colo, beijado, muito, as suas bochechas macias, mas isso era antes quando ele ainda ele uma criança.

– Onde eu guardo a mala, tio Jeon? – Falou repentinamente, me fazendo abrir a boca e fechar sem saber o que falar. O que estava acontecendo? Era só dizer que eu iria mostrar o quarto de hóspedes onde ele iria ficar durante esses três dias. Mas eu gaguejei. Droga! Mil vezes droga!

– E-eu vou te levar até o quarto onde você vai ficar. – dei um passo, ele olhou meus pés dando o passo, me fazendo hesitar um pouco para dar o próximo. – Sua mãe disse que sua mala está pesada, deixa que eu levo até lá.

Caminhei até seu lado e peguei sua mala no colo, é, ela estava um pouco pesada mas nada que eu não aguentasse levar até o cômodo. Olhei pelo ombro Jimin me seguindo. Ele olhou novamente para baixo. Ele estava com vergonha?

O quarto de hóspedes ficava ao lado do meu, assim que passei em frente a minha porta vi Taehyung jogando que nem um louco, parecia que tinha esquecido que estava no meu apartamento com mais duas pessoas. Ri pela idiotice do outro. Ele sim estava ficando velho já na casa dos trinta.

– É aqui Jimin. – falei enquanto empurrei a porta do cômodo com meu pé direito, soltei a mala encima da cama de casal que tinha. Virei para frente e vi o moreno entrando lentamente no quarto, olhando cada canto do mesmo. Esperei ele chegar mais perto. – Ali é o banheiro que você vai usar, ali a cômoda para colocar suas roupas se quiser e uma televisão caso você queira assistir algo. – Falei apontando para cada coisa que eu havia falado e depois olhei para o pequeno à minha frente, que ainda estava terminando de olhar os lugares e as coisas que havia acabado de falar. – Está se sentindo mal, quer alguma coisa?

– Não. – curto e grosso.

– Oh, certo. – Ele estava me incomodando daquele jeito tão quieto, não era seu normal, não de três anos atrás. – Bom – falei me afastando da cama e indo para a porta, passando um tanto longe do menor. – Eu vou estar aqui do lado jogando com o Taehyung e, se você, você – droga, ele estava prestando atenção no que eu falava, aquilo me deixou sem jeito. – quiser se juntar à nós e jogar também, pod-

– Sim, eu irei. – me interrompeu. – Eu só vou tomar um banho.

– Ótimo, que bom que quer jogar com a gente. – mentira – Não temos sua idade mas jogamos como se fôssemos crianças. – cala a boca Jeon Jungkook. – É, e-eu vou indo. – demorou de mais.

Sai do quarto fechando a porta às pressas.

~×~

Já fazia quase duas horas desde quando o louco do meu amigo havia ido embora e Jimin não tinha dado as caras no quarto. Eu fiquei esperando ele, claro, me senti até um idiota, mas ele havia dito que iria aparecer então eu o esperei. Esperei, esperei e esperei até que eu dormi sentado no chão, com o tronco encostado na frontal da cama, com o controle do game em mãos e a televisão ligada. Acordei com o alarme as oito da manhã, era sábado, então voltei a dormir, sem nem ao menos perceber que eu ainda estava no chão.

Eu estava, sei lá, sentindo que tinha algo de estranho... Antes Jimin se incomodava até quando eu o chamava só de Jimin e não de Jiminie, e quando ele chegou no dia anterior ele ao menos sequer se importou quando nem havia o abraçado, pelo menos de boas vindas, não é mesmo? Mas eu nem ao menos havia encostado no pequeno, mal olhado. Nem olhar para ele eu estava conseguindo, ele até poderia estar agindo como quem não quer nada, como inocente, como um tímido na casa de um estranho, mas eu não conseguia pensar em outras coisas com o menor. Até quando ele me olhava eu sentia um nó na garganta.

Taehyung falou que eu estava muito preocupado, que Jimin não iria me atacar do nada, que ele era apenas o Jimin crescido, sem segundas intenções para cima de mim. Disse até que eu me achava demais por pensar que Jimin poderia ter outras intenções. Oras, eu tenho minhas dúvidas. O acastanhado falou que quando ele foi ajudar o menor a buscar a mala do mesmo, ele permaneceu calado, apenas riu quando ele reclamou que seus dedos das mãos estavam doendo, que foi a hora em que eu vi ele sorrindo ao chegar na cozinha.

Abri os olhos lentamente, tentando me acostumar com a claridade do quarto pois eu havia esquecido de fechar a janela. Passei os dedos ao redor da minha boca ao sentir babá, eca, baguncei mais meu cabelo e então olhei para o celular no chão ao meu lado próximo a minha coxa. Arregalei os olhos ao notar que era uma e trinta e cinco da tarde, eu acordei muito tarde, meu Deus... Levantei com tudo quando me lembrei que Jimin estava no quarto ao lado.

Tomei um banho rápido, escovei os dentes, fiz minhas necessidades matinal e fui me trocar. Abri o – grande até demais. – guarda-roupas e olhei por dentro, não sabia o que vestir, talvez sabia, eu não iria sair então qualquer roupa dava. Peguei uma calça jeans rasgada e uma blusa branca um tanto maior que o meu tamanho certo, pensei em usar uma touca mas a deixei de volta. Saí do quarto assim que fiquei pronto. Abri a porta do quarto de hóspedes e ainda bem que o pequeno moreno não estava lá, imagina se ele tivesse sem roupa e eu abrindo a porta com tudo? Ia ser uma cena constrangedora. Mas o encontrei no sofá, estava com as pernas em forma de índio, as mãos no meio das pernas como se tivesse esquentando as mesmas. Ele estava de moletom cinza dessa vez e com uma blusa de manga longa preta, ele estava tão fofo focado no desenho que estava assistindo que nem reparei que eu estava o admirando pela sua feição angelical, até quando ele virou seu rosto e me pegou no ato.

– Oi, tio. – falou educado, mas quando ele mordeu o lábio inferior, caralho... Eu não vou para o céu, desculpa Deus.

– Bom dia, pequeno. – falei enquanto sentei ao seu lado mas nem tão próximo, lógico.

Nossa, parece mesmo que eu estava morrendo de medo do garoto, não é mesmo? Chega a ser engraçado, mas oras.

– Por que não foi jogar com a gente ontem, uh? – na verdade eu nem me importei, ah, nem tanto vai, mas ele havia dito que ia, então... – o Taehyung queria jogar com você, ele disse que iria ganhar de mim e de você, acredita nisso? – ri, de nervoso.

– Eu queria só jogar com você, tio. – me encarou fodidamente sem piscar, como sua voz consegue ficar mais manhosa!? – Eu não sou íntimo desse tal de Taehyung.

– Mas isso não tem nada a ver, Jimin. – ri por achar graça na leve inocência da última frase. – Se tivesse ido jogar conosco, iria ser bem íntimo dele.

– Não, eu sou só íntimo de você tio, de mais ninguém. – falou como se fosse óbvio. Ata que era só eu. E ele voltou com essa coisa de íntimos. Certo. O garoto voltou a olha para a televisão e sua feição fechou, do nada. – E pelo jeito você é mais íntimo do Tae agora...

Sua voz foi perdendo o tom até o final da frase. Ah, não... Era ciúmes? Eu me derreti todo na hora, ele estava com ciúmes, meu Deus, eu acho, não sei, mas lógico que era, a maneira que ele falou, sim, isso foi ciúmes.

Eu ainda não havia falado nada, fiquei prestando, totalmente, atenção no mesmo, ele estava mordendo muito seu lábio inferior, por dentro, ele parecia segurar um choro, seus olhos estavam começando a ficar marejados e eu senti um aperto no peito. Vê-lo daquele jeito me doeu o coração. Sem delongas eu fui rapidamente para mais perto do garoto e passei meus braços pelo seu tronco inteiro e o puxando fazendo colar com o meu, depositei minha destra em sua cabeça a puxei para o meu peitoral, ele deitou sem cessar.

– Hey, hey. – levantei um pouco o seu rosto para eu poder o encarar, e droga, engoli em seco quando vi que suas bochechas estavam um pouco molhadas. Droga... – Por que está chorando? Não quer ficar aqui os três dias? Eu posso ligar para sua mãe e-

– Não... – me cortou. – Admite logo que você não gosta mais de mim, hyung.

– Oh, meus Deus. Por que diz isso? Não tem nada a ver Jimin!

– Lógico que tem, hyung! – certo, ele começou a ficar um tanto bravo, mas ainda estava fofo. – Eu cheguei ontem e você nem me abraçou, nem beijou minha bochecha... – falou timidamente olhando para seus dedos que brincavam com o couro do sofá. – você ficou no quarto jogando com seu amigo e me esqueceu.

- Vem cá, desculpa... – o puxei novamente para o mais perto de mim. Ele se encolheu e ficou em meu colo, ele era baixinho e facilitava a posição, escondeu seu rosto em meu pescoço e senti suas bochechas molhadinhas e sua respiração, o que fez me arrepiar de primeira.

Eu sei que vou para o inferno, mas não custa nada só imaginar, não é mesmo? Claro que não, por isso continuei acariciando seus fios de cabelo e torcendo para que meu pau não ficasse ereto, já que sua bunda – bastante farta. – estava encima dele com apenas os tecidos de nossas calças os separando. Jimin passou seus braços pela minha cintura e me abraçou como se eu fosse um daqueles ursos grandes de pelúcia, deu uma leve apertada me fazendo achar a maior fofura do mundo.

Eu achava que ele era só fofo e manhoso. Mas só achava mesmo.




Notas Finais




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