História E.C.L.I.P.S.E (Fanfic Interativa) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Visualizações 28
Palavras 2.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá~
Eu demorei demais pra voltar, eu sei sorry.
Não vou desistir da fanfic, jamais!
Apenas a escola atrapalhando...
Tentarei ser mais rápida com as postagens.

Queria agradecer a @Burnnie por ter me ajudado a terminar o capítulo, quando eu estava tão ocupada. Você é um amorzinho.

Até as notas finais^^

Capítulo 6 - Park Soo Min (Solar Unit)


Fanfic / Fanfiction E.C.L.I.P.S.E (Fanfic Interativa) - Capítulo 6 - Park Soo Min (Solar Unit)

Jung Taekwoon Point of View


Ultimamente, minha rotina anda sendo: Acordar, ir trabalhar com o Hakyeon, almoçar com Hakyeon, sair do trabalho com Hakyeon, jantar com Hakyeon, dormir com Hakyeon. Sim, tudo com ele ao meu lado. Nossa relação evoluiu de “Amigos” para “Ficantes”. Minha noiva? Bem, nossa “relação” vai de mal a pior. A gente briga sempre que estamos juntos e quando não, ficávamos em silêncio. Apesar disso tudo, a gente não terminou, mas estava tentando uma maneira de terminar isso e evoluir ainda mais minha relação com o Hakyeon.


No momento, eu estava com meu futuro pequeno deitado em meu colo enquanto víamos televisão. Não prestamos atenção naquele filme, apenas deixávamos o nossos corpos colados um ao outro, passando o calor de um para o outro. O silêncio entre nós, que até agora era agradável, foi quebrado pelo som da campainha. Eu tirei o menor de meu colo, que protestou manhoso, mas deixou um selar em meus lábios antes que eu levantasse e fosse até a porta, vendo pelo olho mágico quem atrapalhou meu momento de paz.


Meu coração gelou na hora. Minha noiva era quem tocava a campainha. Eu não tive tempo de explicar ao Hakyeon sobre ela, podemos chamar de medo também. Eu tinha medo do que faria a seguir, tudo bem que eu não fazia ideia de qual seria meu plano, mas teria que ser rápido e fazer o que vier primeiro na cabeça.


Peguei Hakyeon em meu colo e o coloquei no quarto. Ele parecia ter assustado, mas sorriu abertamente, o triste foi ver esse sorriso morrer ao ouvir que eu disse para ele nao sair daquele quarto por nada, ele deveria saber que tinha algo a mais.


Eu pensava em esperar para ver se ela desistia e ia embora, mas lembrei sobre a chave reserva que havia debaixo do tapete, que seria sua opção. Sentei no sofá com o olhar totalmente perdido, meus pensamentos estavam mil por hora, estava tudo muito bom para ser verdade.


 O som da tranca foi tão rápido quanto meus batimentos cardíacos. Os sons dos passos no chão amadeirado ecoou pelo apartamento. Nem ao menos dei importância de olhar para a porta, pois sabia que era ela apenas pelo cheiro enjoado de seu perfume. Engraçado, antes era o cheiro que eu amava. Ela se sentou ao meu lado e colocou a mão sobre a minha coxa, fazendo com que meu ar parasse em minha garganta e com que eu não conseguisse respirar:


-Por que não me atendeu, amor? -Sua voz, antes chamada de doce, tinha um tom irritante e incômodo.


-Eu estava perdido em pensamentos. -Falei baixinho, ainda não a encarando.


-O que queria tanto me falar? -Eu via o sorriso dela pelo canto do olho, mas não foi nada retribuído por mim. Era a hora.


-Eu preciso te admitir algo. -Nunca havia me sentido tão nervoso em minha vida.


-Fala amor. -Sua mão parou em meu ombro, mas foi rapidamente tirada por mim.


-Eu peço perdão. Foi tudo muito bom até hoje, não me arrependo de nada, mas acasos acontecem e um desse foi me apaixonar por outra pessoa. -Eu dizia tudo lentamente para que ela captasse e entendesse, mas a única coisa que ela fez foi jogar a bolsa no chão e se levantar.


-QUEM É A VAGABUNDA? -Gritou exageradamente. Cara, que voz irritante.


-Não me chame assim! Ao menos me conhece. -Surpreendente, Hakyeon apareceu na sala com um olhar bastante determinado. Cara, fodeu.


-Já trouxe ele para o nosso apartamento? Quanto tempo você me trai? -Ela perguntava tudo de maneira tão desesperada, mas eu não conseguia responder, apenas ficava de cabeça baixa. -Quer saber!? Vou embora! Não preciso ficar aqui passando essa vergonha.


Assim como ela disse, ela saiu do apartamento, mas não antes de derrubar sua aliança no chão. Eu não sabia o que fazer ou o que dizer, apenas ficava ali de cabeça baixa. Hakyeon se sentou ao meu lado, ele parecia tão perdido quanto eu, como se tentasse assimilar tudo. Eu deveria ter contado, mas que droga! Ele se remexeu no sofá, parecia querer falar algo:


-Por que não me contou? Saiba que eu não gosto de fazer o papel de amante. -Seu tom de voz frio foi o que mais me surpreendeu, também doeu muito vê-lo daquele jeito.


-Eu não queria fazer isso. Eu estava tão perdido, ao menos sabia que ia estar deste jeito. Eu sempre a amei, mas em um dia qualquer aparece um garoto lindo que mexeu com toda minha vida. Eu estava pronto pra me casar com ela, até então a pessoa certa, mas eu quase cometi um erro. -Me permiti derrubar algumas lágrimas de arrependimento. Hoje eu estou magoando todos a minha volta.


-Me desculpe por atrapalhar seu futuro perfeito. -Disse irônico. Cara, como doía.


-Você não me entendeu. O erro não é você e sim que eu ia me casar com a pessoa errada! -Disse tudo desesperadamente, o vendo um tanto surpreso. -A pessoa certa não é ela, não como eu sempre achei, a pessoa certa é você Hakyeon. Eu passei longa parte da minha vida ao lado de Seolhyun, mas nunca senti o que eu sinto quando estou ao seu lado.


-Okay Taekwoon. Eu vou embora. -Ele se levantou e tentou ir até a porta, mas eu segurei o braço dele, o puxando para mim e o abraçando por trás.


-Fica… Por favor. -Sussurrei em seu ouvido.


-Eu preciso pensar melhor nisso, Taekwoon. -Ele se desvencilhou de meu abraço, causando um sentimento de vazio em meu corpo. -Agora me deixe ir e pensar em tudo isso. Depois, prometo falar melhor com você.


Deixei ele sair pelo apartamento e soltei a minha respiração completamente. Meus joelhos se chocaram ao chão, fazendo com que o barulho ecoasse pelo apartamento silencioso. Meu mundo havia parado. Foi tudo tão rápido, eu não fazia ideia do que fazer. Minha mão foi ao celular e eu liguei para o primeiro número nos contatos.


“Ligar para “Hyuk”?

[ X] Sim  [ ] Não”




Park Soo Min Point of View


O ar frio passava pelos nossos corpos descobertos. Éramos pobres e não tínhamos dinheiros para comprar muitas roupas, então éramos obrigados a sentir aquele vento gelado nas partes rasgadas das roupas. Chegavamos cada vez mais próximo da nossa tão sonhada liberdade, mas parecia que tudo iria ficar mais difícil.


Nós tivemos a infelicidade de nascer na Coreia do Norte, em meio a tão sofrimento. Nós conseguimos nos sustentar, mas ainda sim doía ver aquelas pessoas pedindo ajuda em frente da porta e não ser possível pela escassez de tudo que tínhamos. A nossa vida mudou quando Yoon Jin, minha irmã mais nova, nasceu e meus pais decidiram sair daquele país. Coreia do Norte é um lugar extremamente fechado e sair era algo extremamente difícil, mas estávamos dispostos a correr esse riscos, mas não contávamos em perder alguma pessoa em meio a ida a liberdade, tudo mudou quando perdi minha mãe, que foi pega pelo soldado que nos achou, ela se entregou enquanto corríamos.


Fazia anos desde a cena, mas ainda tinha pesadelos com aquilo. Sentia a dor de ver a minha mãe morrendo como todas as noite, sentia a dor dos machucados feitos pelo arame farpado e ainda mais sentia a sensação de liberdade após passar aquela divisa. Lembro de me esconder em meio aos sul coreanos sem ao menos querer saber onde ficaria, o importante era estar fora daquele país.


Sempre acabava o sonho quando eu ultrapassava o arame e sentia o ar tocar meu rosto. Tinha noção do que viria depois, as malditas síndromes do sono. Meus olhos se abriram e meu corpo ao menos se movia. Por ter esses sintomas semanalmente, eu já estava acostumado a sentir meu ar fracamente saindo fracamente por meus lábios entreabertos. Vejo o rosto da minha mãe, ela sorria para mim como todas as semanas, mas eu não conseguia falar com ela. Meus olhos se fecharam novamente e abriram vendo já a luz do dia.


Levanto sentindo uma falta de ar gigantesca, me fazendo puxar o máximo de ar que conseguisse, assustando Jinwoo que dormia ao meu lado. O novo moreno se sentou na cama e começou a me abanar com suas mãos:


-Está tudo bem? -o Ex loiro disse assustado.


-Estou melhor, obrigada. -Sinto me acalmar.


Eu e Jinwoo somos amigos desde que eu entrei na Fantagio. Ele havia acabado de debutar e quis ajudar alguns trainees, sendo eu um deles. O tempo se passou e ainda somos amigos, cada vez mais juntos e colados. Jin Jin havia debutado em outro grupo, mas isso não impedia ele de ter tempo para dar atenção a mim e dormir ao meu lado para que eu não tenha que ficar ainda mais assustado por ficar naquela situação e sozinho.


Eu tinha uma reunião hoje, ela seria com Taekwoon, um dos caras que me davam medo. Estava com medo do que aconteceria naquela sala fechada. Fiquei a noite toda dizendo ao Jin Jin, seu stage name, que seria cortado da empresa e perderia todas as chances de realizar meu sonho, até mesmo chorei, mas o ex loiro era experiente em me acalmar e me botar pra dormir.


Fiz minhas higienes matinais lentamente, para que pudesse me preparar mentalmente para o corte e não chorar na frente daquele cara assustador. Meu café da manhã foi calmo, Jinwoo havia preparado a comida sem cometer nenhum acidente, o que era novidade. Ele prometeu que iremos juntos a reunião, pelo menos me acalmaria até lá.


Saímos de meu apartamento tem alguns minutos e agora nos encontramos no carro. JinJin se encontrava no banco do motorista, enquanto eu estava ao seu lado, no banco do passageiro, roendo até os meus dedos de tão  nervosos que estava.

O Park olhou para mim, soltando uma risada soprada, segurou minha mão, fazendo um pequeno carinho ali.

— Não se preocupe, ok? Você vai bem! Taekwoon sunbaenim que não seja louco de te cortar. — O coreano sorriu, fazendo um pequeno carinho agora em meu cabelos, mostrando seu lindo sorriso, me passando segurança.

Sorri de volta para o mais velho, deixando um pequeno selar em sua bochecha e um rápido abraço. JinJin bagunçou meus fios, antes de da partida no carro.

Jung TaekWoon Point of View

De manhã cedo, lá estava eu sentado naquela enorme mesa de reunião, segurando uma xícara de café e cheio de papéis en mão. Respirei fundo, passando a mão pelo meu cabelo e tomando um gole do meu café. Minha mente estava branca, nada nela tinha, apenas a imagem do pequeno Hakyeon saindo pela minha porta.

Após Hakyeon sair, eu liguei para um amigo meu, em busca de ajuda para aquela situação, em minha mente veio a voz de Hyuk mandando me acalmar e me encorajando a correr atrás da pessoa que eu realmente quero, antes que seja tarde demais.

O grande problema é: O que eu faço para conquistar Hakyeon? Aish. Bati com força na mesa, logo ouvindo uma coçada de garganta, me fazendo olhar para a porta e me arrumar a postura.

— Você é Park Soo Min? —Perguntei, vendo o garoto assentir — Entre.  — Mandei, vendo o garoto fazer o que pedi.

Não estava com cabeça para uma reunião, então fui rápido e claro com o garoto.

— Você irá debutar. Te darei está chance, então, faça o seu melhor, e acho bom não me decepcionar! Senão, de adeus ao seu sonho. — Falei de uma vez, antes de sair da sala e deixando o garoto sozinho, e indo direto ao meu carro. Eu só quero tomar um banho quente e dormir por minutos.

Park Soomin Point of View

Me assustei com a fala do homem à minha frente. Sua voz foi um pouco seca, o que me deixou um pouco intimidado. Mas, o lado bom, é que eu iria debutar.
 
Minhas mãos tremeram um pouco, algumas lágrimas desceram pelas minha bochechas, apenas na minha mente cabia o rosto de minha mãe, imaginava o quão orgulhosa estaria aquela mulher. Minha primeira reação foi descer minha mão até meus bolsos, e pegar meu celular, discando para o número do Jinjin.

“ Hyung...?” Perguntei com a voz tremida, ouvindo a voz preocupada do moreno me perguntando se tudo estava bem “Sim sim sim! Hyung, eu vou debutar."


Notas Finais


Espero que tenham gostado^^


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