História Ecstasy - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Algemas


Fanfic / Fanfiction Ecstasy - Capítulo 2 - Algemas

Lexie estava me esperando do outro lado da rua com uma menina que eu nunca tinha visto antes ao seu lado.

Olhei a avenida e não tinha nenhum carro passando. Abanei os braços para que ela me visse, quando a mesma retribuiu com um aceno eu dei uma corrida para atravessar, meu celular deslizou da minha mão e caiu no chão. Abaixe-me para pegar e então visualizei um carro em alto velocidade vindo na minha direção. Só tive tempo de levantar e olhar para trás quando o carro me lançou para a calçada.

Dei um grito por uma dor que eu não sabia onde exatamente estava sentindo. Algumas pessoas pararam e olharam para mim enquanto Lexie e a menina desconhecida corriam em minha direção.

- Cat! – Ouvia-a gritando quando se aproximava. – Ah meu Deus.

Olhei a minha volta e de novo enxergava aqueles pequenos anões de jardim rindo em volta de mim. Fechei o olho forte e me senti sendo levantada.

Para minha surpresa quando abri o olho era Miguel que me segurava e me levava para longe de todos.

Ele me colocou na parte de trás de um carro preto, o qual ele iria dirigindo a menina desconhecida com ele na frente e Lexie apoiava minhas pernas em seu colo.

Quando ele já dera partida no carro eu perguntei:

- Para onde estamos indo? E como vocês me colocam no carro de um estranho? Sabia que ele me beijou?

As meninas deram risada debochando da cara de Miguel que mostrava o dedo do meio para Lexie.

- Para o hospital, e depois você decide se vai cabular aula novamente ou ir para o meu apartamento. – Miguel disse dando um sorriso de lado.

Respirei fundo e fiz uma cara de indignação. – Sem chances, eu não vou para um hospital. Eu estou bem, de verdade. Olha – Disse levantando minha perna para mostrar que estava boa, surpreendentemente dei um gemido de dor quanto tentei meche-la.

Todos no carro olharam para mim. Arquejei.

Depois de alguns quarteirões a esquerda de meu condomínio chegamos no hospital. Todos desceram do carro por exceto eu que fui levada até a emergência no colo de Miguel.

Um médico não muito velho veio me atender e dois outros estavam atrás dele, imaginei ser o chefe dele pelo o uniforme ser diferente.

- Dr. Karev, por favor.

- Hm, Catherine Young, 17 anos, atropelamento de carro. O motorista fugiu.

Olhei estranhando a eficiência do hospital de descobrir todos aqueles dados em pouco tempo que estávamos ali.

- Catherine, o Dr. Karev irá cuidar de ti.

Os dois médicos saíram e o outro que deveria ser o Karev ficou na sala.

Sem dizer nada ele colocou minha perna em cima da maca que eu estava e apertou em alguns pontos específicos. Depois fez exames de rotinas como o do olho, ver as vias aéreas e tudo mais.

- Eu vou pedir um Raio-X depois você volta aqui. – O médico deu um sorriso e saiu.

- Hm, Miguel? – Ele olhou para mim sorrindo. O sorriso dele era contagiante. – Obrigado, mas, acho que você já pode ir embora.

- Sem chances, fiquei sabendo que vocês estavam indo para o meu apartamento. Vou fazer questão de te levar até lá.

Duvidei com o olhar, parecia sem sentido o que ele estava falando. Olhei pela porta na emergência e no corredor do hospital vi os anões de jardim correndo e deslizando no chão. Seus sapatos deixavam marcas de arco-íris no chão. Dei um sorriso, não sabia se só eu vira aquilo, porém era engraçado, como os anões da branca de neve, só que todos era o Dunga.

Notei que os três que me acompanhavam com os olhares e conversavam silenciosamente entre si se perguntando o que eu exatamente estava vendo de engraçado.

- Ah, os anões. – Disse rindo, todos me encararam sérios e então eu me calei. – Mas, por que nós iriamos para o seu apartamento?

- O quarto 210 te diz alguma coisa?

Fiquei pensativa por um tempo e lembrei que em cada unidade de ecstasy tinha inicias de um nome escrito sobre o comprimido. MT.

- Espera, o que exatamente significa MT? – Perguntei.

- Miguel Tayler. Eu.

Alguns segundos se passaram até eu raciocinar. – Ah meu Deus, você é o fabricante dos comprimidos. – Exclamei surpresa.

- Shh. – Ele disse sorrindo e colocando a mão na minha boca.

O médico chegou com uma cadeira de rodas e pediu para meus amigos me esperarem ali na sala mesmo. Ele me levou por diversos corredores até chegarmos na sala de Raio-x, fizeram todos os exames e depois de examina-los o Dr. Karev mesmo enfaixou minha perna e aquilo era horrível por que eu teria que dar uma ótima explicação para meus pais.

Saímos do hospital e como prometido Miguel nos levou para o quarto 210. No corredor no apartamento era possível escutar a música alta.

Pelo o que eu entendi o quarto 210 era um apartamento onde as pessoas traficavam drogas em especial a Ecstasy que era fabricada pelo Miguel, tinha música 24 horas por dia e não havia regras.

Quando Miguel abriu a porta o lugar era um pouco mais do que tinham me explicado.

Havia pessoas jogadas no chão outras em pé, um menino que parecia não dormi a dias tocava uma guitarra em cima de um banquinho de madeira e tinha uma menina jovem com narguilé e uma fumaça colorida. Até que era bonito.

Miguel me apoiou em seu ombro e fez um aceno para as meninas o seguirem. Ele nos levou até um quarto, ainda dentro do apartamento, abriu a porta, pediu para que nós entrássemos e veio logo atrás trancando a porta.

O quarto na verdade era como um laboratório, centenas de prateleiras com diversos recipientes de tamanhos variados, balcões com instrumentos que eu não conseguia nem decifrar o que era.

- Aqui que começa toda a produção.

Ele pegou três potinhos transparentes com alguns comprimidos dentro e entregou um para cada uma de nós. – Esses são presentes. – E novamente lançou aquele sorriso desafiador.

Tudo corria bem tirando o fato de eu não conseguir andar sem apoio, até que sirenes de carros policiais começaram a tocar. Trocamos olhares entre si imaginando alguém ter alguma solução.

Antes que qualquer um pudesse pensar, ouvimos o som de tiros e a porta do quarto abriu. Para minha alegria os anões entraram rindo e me encarando, olhei para os lados para ver se mais alguém os viam. Quando voltei o olhar novamente, eles não estavam mais lá e eu sentia algo gelado preso aos meus pulsos.

- Vocês estão presos em flagrante por tráfico de drogas e homicídio culposo.

Queria descobrir quem eu tinha matado para ser presa por homicídio. – Cara minha vida já é uma droga por que eu usaria isso? – Pensei em voz alta.



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