História Ecstasy - Capítulo 5


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Falando de mim


Fanfic / Fanfiction Ecstasy - Capítulo 5 - Falando de mim

Suzan desceu a escada sem nem olhar para trás e Lexie resolveu ir também.

Fiquei sentada, sozinha na escada, olhando para a parede. O telefone tocou e então desci correndo, talvez poderia ser alguém que me tirasse do tédio.

Suzan estava indo em direção ao telefone também, mas viu que eu já estava lá e se retirou.

“Catherine Young? ”

“Eu mesma. ”

“Aqui é o departamento policial de Seattle, convocamos uma reunião com detetives e delegados, estamos prestes a resolver o caso de seus pais e se não for um momento delicado gostaríamos que você comparecesse. ”

 

Peguei um carro que antes era do meu pai e que agora estava estacionado na garagem de minha madrinha, e dirigi rumo a delegacia.

 

- Bom dia, hm, eu sou Catherine Young e...

- Por aqui por favor. – Um policial na entrada da delegacia me disse e foi andando na frente. Eu o segui.

Entramos em uma sala com uma grande mesa, com muitas cadeiras em volta e havia um quadro com fotos de diversas pessoas.

O policial puxou uma cadeira e eu me sentei. Algumas outras pessoas que provavelmente faziam parte da investigação estavam lá.

Fiquei por um tempo batendo o pé, mexendo na unha até o delegado e um xerife entrar na sala. O xerife se sentou na primeira cadeira e o delegado permaneceu em pé, o mesmo fez um breve aceno com a cabeça cumprimentando a sala.

- Boa tarde a todos, Catherine Young, obrigado por ter comparecido. – Dei um falso sorriso enquanto todos olharam para mim.

Enquanto o delegado falava observei o quadro, fiquei surpresa por ver uma foto de Miguel no centro de tudo e curiosa por minha madrinha estar ligada a minha família. Quando voltei a prestar atenção no que ele falava notei que já tinha perdido uma boa parte de toda a investigação.

- ... isso nos leva a adoção de Catherine Young que, - Levantei o olhar e ele percebeu um quê de interrogação em minha expressão. – Catherine Young? Seus pais ou familiares nunca conversaram a respeito com você?

Fiquei quieta o encarando e rolou um clima estranho na sala.

- Permita-me dizer que seus pais a adotaram quando ainda era recém-nascida e...

- Então quem são os meus verdadeiros pais?

- Cather...

- Quem são? – Interrompi.

- Suzan Brake, senhorita.

Todos pararam imediatamente o que faziam e olharam para mim.

- Eu estou bem, de verdade. Pode continuar. – Menti, eu não deveria querer saber quem eram os meus pais verdadeiros, isso explica o porquê de Suzan ser tão puta comigo, mas, não explica o fato de ela ter me dado aos meus pais.

- Catherine, você por algum acaso já viu este homem? – Ele apontou para foto de Miguel no centro do quadro.

- Não senhor. – Menti novamente.

- Como eu explicava anteriormente, - Continuou. – Miguel era um traficante de drogas, em especial ecstasy e metanfetaminas, as mesmas encontradas na casa dos Young, o sr. Young usava remédios para dormir, acreditamos que a família tinha contato com Miguel Tayler. Isso explicaria o motivo de termos encontrados drogas ilegais no apartamento. Mas não nos leva ao assassino.

- Então vocês querem dizer que não descobriram nada? – Levantei-me e perguntei já entediada daquele assunto.

- Na verdade, chamamos a senhorita aqui, para lhe falar sobre você no meio de tudo isso. – Sentei-me novamente e tomei um gole da água que estava acima da mesa.

- Isso vai ser interessante. – Comentei. – Pode começar.

Todos na sala arregalaram os olhos expressando dúvidas sobre o meu comentário mas ignoraram rapidamente.

- Catherine, no dia do acidente, você deu alta em um dos hospitais de Seattle por ter sido atropelada. – Concordei com a cabeça. – Por ser menor de idade seus pais deveriam ter sidos informados imediatamente, porém o hospital afirma que havia um responsável com você no acidente. As câmeras gravaram você saindo do carro com mais três pessoas. Você lembra quem eram elas?

Por um momento gelei e achei que eles desconfiariam de algo se eu demorasse para responder.

- Minha amiga Lexie, eu não conhecia os outros dois, eles estavam acompanhados com ela.

- O porteiro do seu condomínio disse que viu você saindo, indo para a escola, como todos os dias. Entramos em contato com a escola e eles disseram que você não comparece as aulas a mais de três semanas. Onde você ia todos esses dias? Ou melhor, para onde você foi depois do acidente?

- Com todo respeito senhor, mas como você mesmo citou, eu ainda sou menor de idade. Você não acha que deveria haver um responsável e provavelmente um advogado comigo?

- Hm, um momento por favor. – O delegado se retirou da sala.

Levantei-me saindo quando o xerife puxou meu braço me empurrando para o corredor.

- Catherine, vem comigo.

Eu o segui, estranho muito o seu comportamento, mas o segui.

Ele me colocou dentro de uma sala com uma mesa, duas cadeiras e um vidro. Já imaginei que teria outras pessoas do outro lado me observando, sentei em umas das cadeiras enquanto o xerife fechou a porta.

No máximo uns dois minutos depois ele entrou com um prisioneiro na sala. Mesmo com o xerife na frente era impossível não reconhecer aqueles cabelos loiros estilo emo.

- Miguel?

O xerife nos deixou a sós fechando a porta.

- Catherine... Você precisa me tirar daqui.



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