História Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 51


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Finn, Hudson Abadder, Jake, Marceline, Mordomo Menta, Princesa De Fogo, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Rei Gelado
Tags Bubbline, Marceline, Princesa Jujuba
Exibições 166
Palavras 2.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 51 - There was truth, there was consequence


Fanfic / Fanfiction Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 51 - There was truth,
there was consequence

Chegando no Reino Doce, ela nos ajeitou para que pudéssemos pousar em uma árvore de frente para o meu quarto, escondidas.

Olhei ao redor e vi uma coisa que nunca tinha visto antes: os cidadãos estavam recolhidos em suas casas praticamente, haviam guardas para praticamente todos os lados.

"Toda essa bagunça só por que eu passei uma noite fora?? É ridículo! Meu pai está enlouquecendo...mas não deve ser por outro motivo..."

- Não acredito nisso!! - disse, irritada.

- Olha... dá tempo de desistir ainda... - ela disse, olhando ao redor, aparentemente preocupada.

"Mas já chegamos até aqui..."

- Que nada! Vamos lá. - disse, a abraçando pela cintura novamente e me preparando para voar com ela.

"Acho que podemos chegar ao meu quarto..."

- Mas...vamos por onde?? - ela perguntou.

- Ué, você conseguiu entrar no meu quarto uma vez pela janela, pode fazer de novo...não pode? - perguntei, a olhando, preocupada por perceber que ela estava preocupada.

- Tsc...se eu posso fazer de novo? posso fazer aquilo um milhão de vezes! - ela disse, com a voz trêmula, tentando disfarçar sua insegurança fingindo estar convencida.

- Mesmo? - perguntei, levantando uma sobrancelha.

- Claro, claro. Vai, segura firme aí! - ela disse, me segurando pela cintura e aproximando nossos corpos.

"Então vamos..."

Olhei para baixo e vi todos aqueles guardas em movimento.

"Só não podemos ser vistas..."

De repente, com um salto, voamos incrivelmente rápido e entramos no meu quarto e entramos um piscar de olhos.

- Marcy! Foi...Impressionante... - disse, ajeitando meu vestido.

Ela sentou em minha janela e sorriu.

- Obrigada, obrigada...

Sua atitude de convencida e sua cara de preocupada eram contraditórias, então ri.

- Mas então... o que faremos agora?

- Bom...temos que falar com meu pai...

- Tá...mas...agora? - ela perguntou, se ajeitando e se levantando.

- É, o quanto antes, melhor.

Me encaminhei diretamente até a porta do meu quarto, já preparada para abrí-la.

"Meu pai deve estar em seu escritório."

- Marcy... - sussurrei, com a mão já na maçaneta.

- O quê foi, Bonni? - ela perguntou, parada de frente para mim, me olhando.

- Obrigada por estar aqui comigo... - disse, a olhando.

Ela sorriu, beijou minha testa e colocou a mão por cima da minha na maçaneta.

- Vamos fazer isso juntas. - ela disse, me olhando nos olhos.

Aquilo me tranquilizou MUITO. Me senti mais confiante, afinal, ela estava ali, comigo.

- Vem comigo... - sussurrei, abrindo a porta e saindo do quarto.

Ela se transformou em morcego e me seguiu.

Atravessamos o corredor rapidamente, sem sermos vistas, até que paramos na frente da porta do escritório do meu pai.

"Espero que ele esteja aqui..."

Encostei a orelha na porta, no intuito de ouvir e saber se ele estava realmente ali.

De repente, ouvi gritos de lá de dentro:

- NÃO ME INTERESSA! VOCÊS PERDERAM MINHA FILHA E VÃO DAR UM JEITO DE ACHÁ-LA, NÃO IMPORTA COMO!

Meu coração apertou um pouco. Era meu pai.

Respirei fundo.

"Melhor eu acalmá-lo primeiro...

- Marcy, espera aqui. - sussurrei.

Entrei lentamente pela porta.

- Papai?

- Hãn? Bonnibel, é você?

Encostei um pouco a porta para que a Marcy, já transformada de volta, não pudesse ser vista, então adentrei um pouco mais seu escritório e vi que ele estava sozinho.

- Sim, pai, sou eu... - respondi, com medo.

- BONNIBEL! EU NEM CONSIGO ACREDITAR! ONDE VOCÊ ESTEVE? O QUE ACONTECEU? COMO PÔDE FAZER UMA COISA DESSAS? - ele gritou, nervoso.

"Quem não faria o que eu fiz?"

- PAPAI, calma, tá tudo bem. Eu estou aqui agora.

- Tudo bem? TUDO BEM? VOCÊ FAZ IDEIA DO QUANTO FIQUEI PREOCUPADO? VOCÊ DEIXOU O REINO INTEIRO EM DESESPERO!!! VOCÊ VAI ME EXPLICAR TUDO!! - ele gritou, vindo na minha direção.

- PAI, PARA! - Gritei também para que ele pudesse me ouvir. - Olha...eu não tenho o que explicar. Eu saí. Mas eu VOLTEI. Estou bem, isso é tudo. Desculpe te deixar preocupado, mas eu preciso MUITO que o senhor escute o que eu tenho a dizer.

Ele arrastou bruscamente uma cadeira que estava perto dele, bufou, extremamente incomodado e se sentou.

- Tudo bem, então. Pode dizer.

Meu coração estava disparado, minha adrenalina estava correndo forte pelo meu corpo. Respirei fundo.

"Vamos, Bonni...você consegue...apenas ache as palavras certas..."

- Bom...pai...sabe, eu estive fora, mas...eu não estava sozinha...

- O QUÊ? COMO ASSIM? TE SEQUESTRARAM?

- NÃO, pai. Não é nada disso. AI que saco, me escuta! - disse, batendo o pé, estressada por ele não me deixar falar.

- OLHE OS MODOS, MOCINHA! Isso não é jeito de uma princesa falar!!!

"É, tá, eu sei, é uma princesa também não deve ficar com alguém da família Abadeer..."

Respirei fundo, tentando controlar a situação.

- Pai. Me diz: você vai me ouvir, ou não?

Assim que ele ficou em silêncio, continuei:

- Então, continuando... Bom, eu sei que você tem suas regras, seus motivos e eu sei que isso talvez seja um choque pra você. Mas eu gostaria muito que o senhor fizesse o máximo de esforço possível pra respeitar minhas escolhas...

"Tipo, muito esforço MESMO..."

- Do quê você está falando, Bonnibel? Eu não estou entendendo absolutamente nada... - ele disse, um pouco irritado.

Respirei fundo.

- Eu trouxe uma pessoa aqui...

O quê? Quem? Onde? - ele perguntou, olhando ao redor.

Andei até a porta, fora da sala. Fiquei de frente para a Marcy e a olhei nos olhos...

"Tem que ser agora..."

Ela me olhou nos olhos seriamente, respirou fundo e sorriu.

Aquele sorriso... aqueles olhos... os motivos para eu estar fazendo tudo aquilo.

Segurei sua mão e entrei na sala, trazendo ela comigo.

Meu pai a mediu inteira.

- O quê???????????????? - ele perguntou, absolutamente assustado, então arregalou os olhos e se levantou imediatamente da cadeira.

- Pai, calma, por favor. Escuta. A pessoa que estava comigo...era a Marceline... - disse, com a voz trêmula.

- ORA, BONNIBEL, O QUE HAVÍAMOS CONVERSADO?????

Minhas mãos estavam suadas, meu coração estava disparado. O jeito que ele a olhou foi extremamente assustador. Comecei a me questionar se era possível voltar no tempo e não deixá-lo frente a frente com ela. Algo me dizia que aquilo não iria acabar bem...

"Calma... agora já estamos aqui...vamos acabar com isso logo..."

- PAI, PARA! já chega disso, tá bom??? Eu...VOCÊ tem que me respeitar! - disse, tomando coragem para enfrentá-lo.

- NÃO, VOCÊ ME DEVE RESPEITO, BONNIBEL!  E QUANTO A VOCÊ, FORA DO MEU REINO!!! - ele gritou, a fuzilando com o olhar e apontando o dedo indicador em direção à porta.

"Não acredito nisso...não posso deixar isso acontecer..."

- NÃO. ELA NÃO VAI EMBORA. ELA VAI FICAR!!!! - gritei, apertando a mão da Marcy e o encarando.

- ESSA...VAMPIRINHA...NÃO VAI FICAR NO MEU REINO, NÃO EXISTEM MOTIVOS PLAUSÍVEIS PARA ISSO!!! - ele gritou, vindo na nossa direção apertando os punhos.

Apertei ainda mais a mão de Marcy, a puxando para trás de mim.

- QUER UM MOTIVO?? ESTAMOS JUNTAS! - gritei, o empurrando para longe.

"Pronto, agora não tem mais jeito, eu preciso falar."

Ele se afastou, mudo.

- Vocês...estão...juntas?  - ele perguntou, com os olhos arregalados

- SIM, ESTAMOS JUNTAS, ELA É MINHA NAMORADA!

Aquelas palavras saíram do fundo do meu ser. Era tudo o que eu precisava falar, mas eu sabia que as consequências daquilo talvez não fossem as melhores.

"Ou talvez com esse choque de realidade, ele aceite de uma vez."

Ele ficou ainda mais calado. Se sentou em sua poltrona, com as mãos na cabeça, enlouquecido em seus próprios pensamentos, murmurando coisas que quase não fui capaz de ouvir:

- Isso não pode estar acontecendo...não...minha filha...meu reino...não...não...minha filha com uma Abadeer...não...não pode ser...

"Pai...eu odeio te ver assim..."

- Bonni...é melhor irmos embora... - Marcy sussurrou em meu ouvido.

"Não posso simplesmente deixá-lo assim...eu...posso fazer alguma coisa..."

Soltei a mão de Marcy e fui na direção do meu pai, então me ajoelhei na sua frente e segurei suas duas mãos.

"Talvez se eu escolher as palavras certas..."

- Papai, por favor... as coisas não precisam ser assim mais. Me dá uma chance de te provar que não é preciso mais essa desavença...nós podemos conviver juntos... - disse, cuidadosamente.

"Talvez se eu falar dessa maneira ele me entenda..."

De repente, fui tirada de meus pensamentos quando senti meu rosto ser empurrado para o lado em um doloroso tapa, que senti rasgando a pele da minha bochecha e fez meu corpo despencar para o lado.

- NUNCA!

Meu rosto estava ardendo, doendo. Meu coração estava partido, pois nunca quis magoá-lo. Me sentia uma inútil. Me sentia uma idiota.

 - EI!!!!! NÃO ENCOSTA NELA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! - Marcy gritou e, antes que eu pudesse ver,  ela já havia empurrado meu pai, que caiu da poltrona e foi parar na televisão quase do outro lado da sala.

"Isso não pode estar acontecendo..."

Comecei a chorar. Estava assustada e não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, até que senti as mãos quentes da Marceline se apoiarem em meu rosto, me fazendo olhar para ela. A dor era tanta que eu ainda estava desnorteada, tampando a parte que senti machucar com uma de minhas mãos.

 - Bonni! você está bem?? me deixa ver!

Olhei para meu pai e vi que ele estava se contorcendo, olhando diretamente para sua antiga espada.

"Isso não vai acabar bem..."

 - Marcy... por favor...vá embora... - disse, chorando.

- VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO, SUA ABADEER IMUNDA!!!!! - gritou meu pai, pegando sua espada na estante ao lado como eu previa -AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH! - ele gritou, vindo acertar um golpe de espada na Marcy.

- PAI, NÃO!!!!!!!!!!!!!!!! - gritei, desesperada ao imaginar que ele poderia acertá-la.

Porém, Marcy era extremamente rápida. Ela desviou do golpe imediatamente, então ele foi em sua direção novamente. Ela desviou mais uma vez, porém, dessa vez ele acertou uma estante de madeira que tinha ali no meio, fazendo com que a espada ficasse presa.

"Graças a Glob ela não revidou...por que isso está acontecendo???"

Enquanto ele se desesperava pelo tempo que estava levando para tirar aquela espada dali, Marcy voou imediatamente na minha direção.

- GUARDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS! - ele gritou.

"Droga, droga, sai daqui Marcy..."

- Marcy, você precisa ir! por favor!!! - supliquei, em prantos.

Ela me ajeitou em seu colo.

- Eu não vou te deixar aqui. 

Fomos até a janela e, a quebrando com um chute, voamos para longe do reino rapidamente, ainda ouvindo os gritos do meu pai, insistente para que os guardas a pegassem.

"Rápido Marcy...precisamos sair logo daqui..."

Ouvi um alvoroço mas não tive coragem de olhar para baixo. De repente, ela perdeu um pouco de altitude, fazendo cara de dor e se encolhendo um pouco.

 - MERDA! - ela reclamou, foi quanto percebi que meus arqueiros estavam atirando inúmeras flechas contra nós.

- MARCY!!! - gritei, preocupada, a olhando.

Ela respirou fundo e voamos ainda mais rapidamente. Olhei para trás e percebi que o reino se encontrava cada vez mais e mais distante, principalmente dos gritos do meu pai.

 - Marcy, onde estamos indo? - perguntei, tentando me acalmar, a olhando.

- Pra um lugar seguro. - ela respondeu, ainda olhando para frente, séria.

"Não consigo acreditar que tudo isso aconteceu...eu queria que isso fosse um pesadelo e não realidade..."

Depois de um tempo de vôo, Marcy nos desceu até o meio de uma floresta distante, de frente para uma bela casinha de madeira abandonada.

"Aposto que ninguém sabe desse lugar..."

Marcy me colocou delicadamente sob a grama e correu até a porta daquela estranha e misteriosa casinha. Passou a mão ali como se estivesse limpando algo, aproximou sua boca da parede e sussurrou algo que não fui capaz de ouvir.

"Mas o que ela está fazendo?"

De repente, quase como por mágica(claro, se eu acreditasse) a porta daquela casinha se abriu, então me direcionei até ela.

- Vem, Bonni. - ela disse, me segurando pela mão.

Juntas, assim que entramos, a porta se fechou atrás de nós e fiquei completamente surpresa: onde esperava que fosse um lugar abandonado, provavelmente cheio de teias de aranhas e afins, era, na verdade, um lugar limpo, muito bem organizado, grande e transmitia um aconchego praticamente inexplicável.

"Mas como isso é possível? Esse lugar parece estar abandonado..."

Fui interrompida de meus pensamentos quando senti Marcy me segurar pela mão e me levar até um belo sofá que estava bem ali no meio, então me sentei e ela se ajoelhou na minha frente.

- Anda, me deixa ver. - ela pediu, tirando minha mão que estava apoiada em cima de onde eu havia levado um tapa.

Nós duas olhamos para minha mão e percebemos que ela estava com sangue.

"Entendi por que está ardendo tanto...foi o maldito anel que ele usa da realeza..."

 - NÃO ACREDITO!!! - ela resmungou, irritada.

- Foi o anel dele... - expliquei, desviando o meu olhar.

Ela bufou, se levantou e foi em direção à cozinha.

 - Espera aqui. 

Assim o fiz. De repente, ela voltou com uma caixinha em suas mãos.  Olhei melhor e percebi que era um kit de primeiros socorros.

"Mas...isso tudo deve estar vencido..."

Ela abriu, então pude ver que ali dentro estava tudo absolutamente novinho.

 - Não se mexe, ta bom? - ela pediu, se posicionando de frente para mim.

- Marcy...como arranjou tudo isso? - perguntei.

- Xiiiiiiu, só...me deixa cuidar disso primeiro. - ela disse, um pouco brava.

Eu me surpreendia cada vez mais com o jeito que ela cuidava de mim e se preocupada, mesmo brava, mesmo tendo que aguentar tanta coisa. Por mais que toda aquela situação estivesse difícil, eu estava feliz por estar ao lado dela.

"Só queria saber como ela está se sentindo com tudo isso..."

Ela limpou o excesso do sangue que havia em meu rosto e depois pegou um spray.

 - Bom, isso pode doer um pouquinho... fecha os olhos. - ela pediu carinhosamente, apontando o spray na direção do meu corte.

Respirei fundo e fechei meus olhos como ela havia pedido, então ela espirrou o spray, que ardeu MUITO, me fazendo resmungar.

 - Pronto, pronto... agora só precisa de um ponto, mas não se preocupa, não vai sentir nada. - ela disse, se posicionando para dar o ponto na minha bochecha.

Respirei fundo mais algumas vezes, mas ela delicadamente conseguiu dar um ponto. no meu corte.

"Ainda bem que você está aqui pra cuidar de mim..."

 - Sabe...eu costumava vir aqui com minha mãe quando as situações fugiam do controle... ela dizia que esse lugar era mágico e que aqui eu sempre encontraria o que eu preciso... - ela me contou enquanto cuidava de mim.

Sorri, a olhando nos olhos.

"Awn, que fofa..."

 - Pronto, melhor assim. - ela disse, sorrindo rapidamente e ajeitando as coisas que havia utilizado - Me desculpa por ter causado tudo isso...

"Você?? A culpa é toda minha..."

- Marceline, não foi culpa sua...eu deveria saber...eu que te peço desculpas... - disse, extremamente arrependida pela minha idéia fracassada, deixando algumas lágrimas caírem dos meus olhos.

 - Bonnibel, não é culpa sua também... nenhuma de nós duas poderíamos prever que as coisas chegariam nesse nível...e...argh... - ela parou de falar de repente, se encolhendo com as mãos em  sua cintura com cara de dor.

"Mas o quê???"

 - MARCY???

Me inclinei e tirei rapidamente suas mãos de sua cintura, então percebi que elas estavam cheias de sangue.

 - MARCY, VOCÊ ESTÁ SANGRANDO! 

"Ai droga, droga, devem ter sido aquelas flechas. Droga, preciso dar um jeito nisso!"

Me levantei e a ajudei a se sentar no sofá.

- É...pelo jeito eu não tô tão ágil assim... - ela disse, rindo desesperadamente, com cara de dor.

- MARCY! isso é sério! precisamos cuidar disso, onde eu acho mais itens de primeiros socorros? - disse, me levantando e indo rapidamente até a cozinha.

- Ali no... armário... - ela disse, com sua voz extremamente fraca.

Abri vários armários e encontrei outro kit daqueles.

"Graças a Glob."

Voltei correndo até ela, então me sentei ao seu lado no sofá, abrindo o kit rapidamente. A olhei e percebi que ela estava com os olhos quase fechando.

"Ah não...ela está perdendo muito sangue..."

 - Marcy? MARCY! Ei, ei, fala comigo! Marcy! olha pra mim!!! - gritei, balançando seu rosto para que ela ficasse acordada.

 - Eu só vou...descansar...um...pouco... - ela disse, virando a cabeça para o lado e fechando os olhos.

- NÃO VEM COM ESSA NÃO! PODE ABRIR OS OLHOS MOCINHA! NÃO FAZ ISSO COMIGO DE NOVO! - gritei, desesperada, dando pequenos tapas em seu rosto para que ela não dormisse de forma alguma.

Porém, tudo aquilo estava sendo em vão. Ela fechou os olhos e começou a respirar muito lentamente.

"Não...de novo não..."

- MARCELINE! - gritei, ainda a balançando. - Não faz isso comigo de novo...



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