História Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 52


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Finn, Hudson Abadder, Jake, Marceline, Mordomo Menta, Princesa De Fogo, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Rei Gelado
Tags Bubbline, Marceline, Princesa Jujuba
Visualizações 238
Palavras 1.059
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 52 - I won't let go


Fanfic / Fanfiction Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 52 - I won't let go

Todos os gritos não valeram de nada, Marcy desmaiou de tanto sangue que havia perdido.

"Ai Glob, preciso parar esse sangramento..."

Tentei levantar seu vestido para ver exatamente onde estava o ferimento, mas não estava conseguindo.

"Me desculpa, Marcy, eu juro que é pelo seu bem."

Então tirei seu vestido e o coloquei no chão. Sua cintura estava com a marca de uma ponta de flecha, que a acertou de raspão por sorte, mas mesmo assim deixou um grande ferimento.

"Ok, o que eu faço primeiro? Conter o sangramento, isso. Você consegue Bonni. Já fez isso uma vez."

De repente cenas do momento em que salvei Marcy da morte por causa daquela estaca me vieram em mente.

Peguei um pano limpo rapidamente que achei em cima da pia e fiquei pressionando seu ferimento para conter o sangramento. Ela estava suando, desmaiada, pálida. Bom, mais que o normal.

"Eu odeio te ver assim."

Assim que consegui conter um pouco o sangramento, imediatamente comecei o processo de limpeza do ferimento com os itens no kit de primeiros socorros. Depois, comecei a, cuidadosamente, dar pontos naquele ferimento.

"Calma, meu amor, vai ficar tudo bem, eu prometo."

Depois de um tempo de muita tensão e cuidado, consegui fazer um bom curativo em sua cintura. Sentei no chão, encostada no sofá, com as mãos na nuca, aliviada.

"Glob...por que temos que ficar vivendo assim, no limite de tudo?"

Respirei fundo para me acalmar um pouco. Depois, me levantei, a olhei e percebi que ela estava murmurando coisas que eu não entendida, mexendo sua cabeça em sinal de negação.

Aproximei meu ouvido de sua boca e pude ouví-la dizer:

- Bonni...

- Estou aqui, Marcy. - respondi, acariciando seu rosto.

Assim que coloquei minha mão por cima do seu rosto, senti sua temperatura.

- Droga, Marcy,  você está com febre!

Corri para procurar algum medicamento. Revirei todos os armários e não achei, porém, achei álcool.

"Isso talvez ajude"

Peguei outro pano limpo, o molhei com álcool e coloquei em sua testa para que a febre abaixasse, então fiquei ao seu lado, fazendo carinho em seu rosto. Percebi que ela estava tremendo, então fui até um quarto e encontrei um lençol azul por cima da cama. Voltei até ela e cobri, depois voltei a fazer carinho em seu rosto.

- Calma, minha Marcy, vai ficar tudo bem, eu estou aqui...

De repente, ela gritou:

- NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! SOLTA ELA!!!!!!!!!!!!!!!!!!! EU VOU MATAR VOCÊ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Enquanto gritava, ela estava se mexendo muito, com os olhos fechados de maneira apertada e fazendo cara de dor.

- MARCY, ACORDA! - comecei a gritar para acordá-la.

"Vamos, amor, você está tendo um pesadelo"

- CALA A BOCA! FICA LONGE DE MIM! - ela gritou mais uma vez.

- MARCYYYY, ACORDA, SOU EU! - insisti, com as mãos em seu rosto.

Ela continuou balançando sua cabeça de um lado para o outro, em extrema agonia.

- MARCYYYYYY!

- VOCÊ NÃO É A BONNI!!!!

- MARCY! ACORDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

Com esse último grito, ela deu praticamente um pulo e se sentou rapidamente, fazendo com que o pano com álcool em sua testa fosse parar no seu colo. Ela estava ofegante e com os olhos arregalados, aparentemente tentando se situar naquele ambiente, naquela realidade.

 - Marcy! se acalma por favor! sou eu!!!

 - Bonni? - ela perguntou, me olhando atentamente.

- Sim, Marcy, sou eu! se acalma! - disse, colocando a mão em seu rosto e a olhando nos olhos.

- O quê aconteceu? - ela perguntou, olhando para seu próprio corpo e ao redor.

 - Marcy, você desmaiou por ter perdido muito sangue. Foi atingida por uma flecha. Eu consegui dar pontos na sua cintura, mas você, depois de desmaiar, teve febre alta, então coloquei um pano com álcool em sua testa. Tudo isso eu achei por aqui. Realmente, aqui tem tudo o que precisamos! - disse, esboçando um sorrindo e tirando de cima do seu colo o pano que ela havia derrubado, então apoiei em seu ombro e a fiz deitar lentamente.

Ela fez cara de dor e se deitou com os olhos fechados.

Percebi que o lençol havia descido um pouco, deixando aparecer seus seios cobertos pelo seu sutiã preto.

Ai...será que ela ficou brava por eu ter tirado sua roupa?"

Senti meu rosto corar.

 - Bom...desculpa por ter tirado seu vestido... eu precisava fazer o curativo... - justifiquei, me sentando novamente ao seu lado.

 - Não precisa pedir desculpas. - ela disse, sorrindo e me olhando.

Sua voz ainda estava trêmula e ela parecia estar com dor ainda, o que me deixou preocupada.

- A febre logo logo vai embora... - disse, colocando delicadamente o pano com álcool novamente em sua testa.

Ela colocou gentilmente uma de suas mãos por cima do curativo no meu rosto.

 - E você? como está se sentindo? - ela perguntou, me olhando preocupada.

 - Bom, agora estou bem melhor, graças a você. Obrigada por cuidar de mim. - agradeci, sorrindo,  colocando minha mão por cima da mão dela que estava no meu rosto.

 - Eu que agradeço, você que sempre salva minha vida. - ela disse, sorrindo. - Vem cá.

Ela fez gesto para que eu deitasse por cima dela, nos seus braços.

- Mas...não vai te machucar? - perguntei, olhando sua cintura com o curativo, preocupada.

 - Não vai doer mais do que ter você longe de mim. - ela disse, sorrindo.

Então me ajeitei delicadamente em seus braços, suspirando aliviada por estar ali, com ela.

 - Não há dor maior que essa.

Ficamos um tempo deitadas, abraçadas. Eu estava aliviada por saber que ela se recuperaria, mas não conseguia parar de pensar no que ela poderia ter sonhado para ter gritado como gritou.

"Ela deve estar preocupada com alguma coisa..."

 - Marcy..o que tanto te aflinge? -perguntou

- Como assim? 

- É que você tem tantos pesadelos... Ouvi dizer que reproduzimos em pesadelos os nossos maiores medos, as nossas maiores preocupações. É meio que uma maneira de conseguirmos lidar com essas coisas... ou tentar... - justifiquei, acariciando gentilmente seu braço. - Do que você tem tanto medo? 

Ela suspirou e não me respondeu, mas de repente me abraçou mais forte. Era como se seu corpo estivesse que dizendo que não queria que eu fosse embora...

- Eu também não quero te perder... - disse, a abraçando mais forte e fechando meus olhos, acolhida em seus braços...



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