História Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 54


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Finn, Hudson Abadder, Jake, Marceline, Mordomo Menta, Princesa De Fogo, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Rei Gelado
Tags Bubbline, Marceline, Princesa Jujuba
Exibições 170
Palavras 2.431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 54 - Before they turn the lights out


Fanfic / Fanfiction Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 54 - Before they turn the lights out

Começamos a nos levantar lentamente, ainda com nossos lábios juntos num beijo intenso e calmo.

Assim que ficamos de pé, senti suas mãos passarem, dos meus braços até minha cintura, o que fez meu corpo esquentar. Por mais que estivesse com vontade de agarrá-la, eu passava minhas mãos gentilmente em sua nuca e em seus braços, tomando cuidado para não machucá-la.

De repente, ela interrompeu o beijo e me olhou nos olhos.

- Vem comigo. - ela sussurrou, sorrindo, em seguida segurou minha mão e caminhamos até a escada lentamente.

- Vai com calma, Marcy, se não seu pontos irão abrir. - disse, a ajudando a subir a escada com calma.

Chegamos até o quarto onde eu havia pego o lençol para cobrí-la anteriormente. Lá havia uma cama de casal aparentemente confortável, um guarda roupa de madeira e uma porta fechada.

"O que será que tem nesse guarda roupa?"

A ajudei a se sentar na cama e fui abrir o guarda roupa para ver o que tinha dentro. Fiquei surpresa ao ver que lá tinham algumas roupas, o que me deixou feliz.

"Graças a Glob vou poder tirar esse vestido..."

Meus pensamentos foram interrompidos quando senti as mãos de Marcy em minha barriga, me envolvendo em um abraço por trás. Ela beijou meu pescoço, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar, então suspirei e sorri enquanto ela levou seus lábios até minha orelha e sussurrou:

- Eu nem tirei sua roupa ainda e você já está pensando em vestir outra?

Comecei a rir com o que ela disse, então me virei de frente para ela, envolvi meus braços ao redor do seu pescoço e ela me abraçou pela cintura.

- Sabe uma das coisas que eu amo em você? - disse, a olhando nos olhos.

- O quê? - ela perguntou, sorrindo.

- Você, mesmo machucada, mesmo depois de ter passado por uma situação super chata, ainda consegue deixar um espacinho pra pensar em me amar... - disse, depois dei um selinho nela.

- Espacinho? Garota, eu penso muito mais do que você imagina.  - ela respondeu, sorrindo e dando um beijo no cantinho da minha boca, o que me fez rir.

A abracei forte, porém ainda com cuidado, em seguida ela me beijou.

Fomos nos beijando até que ela me encostou na porta que havia no quarto. Ela segurou minha cintura com uma das mãos, fazendo meu corpo colar no dela, então pude ouvir o barulho da maçaneta girar. Entramos, sem interromper o beijo, e ela fechou a porta novamente. 

Olhei rapidamente ao redor e pude ver que era um banheiro enorme, com uma banheira grande e limpa. 

"Como pode tudo estar tão limpo sendo que a casa parece estar abandonada?"

A sentei lentamente na lateral da banheira, interrompendo meus pensamentos para me concentrar no beijo que estávamos envolvidas.

Encaixei delicadamente minhas duas coxas no meio de suas pernas, com minhas mãos em seu rosto e suas mãos na minha cintura, enquanto nos beijávamos intensamente, sem parar. De repente, senti o calor de suas mãos percorrer, da minha cintura até minhas coxas, por baixo do meu vestido. Ela as apertou e começou a subir meu vestido lentamente e eu, obviamente, cedi, levantando meus braços e a ajudando a tirá-lo completamente.

Ela colocou novamente suas mãos em minha cintura, agora despida. Estávamos iguais agora: ambas apenas de calcinha e sutiã. Envolvi meus braços em seu pescoço, voltando a beijá-la, porém ela interrompeu o beijo e ficou olhando para os meus seios, minha barriga, meu corpo inteiro, o que me fez corar.

- Marcy... -  disse, rindo, com vergonha.

- Desculpa, não consigo me acostumar. Você tem um corpo muito lindo. - ela disse, contornando meu corpo com suas mãos e sorrindo.

- Obrigada, mas você que tem. - disse, sorrindo. 

- Sabe do que eu lembrei? - ela perguntou.

- Do quê? - perguntei, a olhando nos olhos.

- Lembrei de você dançando pra mim...  - ela respondeu, mordendo meu lábio inferior de leve.

"Ai meu Glob, não faz isso..."

- Marcyyy, esquece isso, foi horrível, já falei!!!! - disse, sentindo meu rosto ficar ainda mais vermelho.

- E eu já falei que amei. - ela disse, rindo.

"Acho que ela gosta de me ver com vergonha..."

Interrompemos a conversa e voltamos a nos beijar. Ela começou a beijar meu pescoço, me fazendo suspirar e ficar ainda mais excitada. Em seguida, senti o calor de suas mãos caminhar até minhas costas, indo em direção ao fecho do meu sutiã. Me inclinei com meus seios mais para cima dela, para que ela pudesse tirar meu sutiã mais facilmente. Assim que ela o tirou, jogou para o lado, me fazendo sorrir entre o beijo.

"Minha vez..."

Levei meus lábios até seu pescoço, dando pequenas mordidas entre os beijos. Posicionei minhas mãos em sua cintura delicadamente, então percorri minhas unhas de baixo para cima nas suas costas e depois tirei seu sutiã também.

Assim que me livrei de seu sutiã, ela se levantou, levou suas mãos até meus seios e nossas línguas começaram a se encontrar de maneira mais intensa e calorosa no beijo. Aquilo tudo estava me deixando completamente louca, de um jeito que, como eu já sabia, só a Marceline era capaz de fazer. De repente, ela interrompeu o beijo em minha boca e começou a beijar meus seios. Sentia sua língua quente brincar com meus mamilos, e neles ela dava pequenas mordidas e chupões, me fazendo delirar de prazer. A esse ponto, eu já sentia minha intimidade lubrificada de tanto prazer, de tanta vontade de tê-la novamente, então não conseguir segurar pequenos gemidos, esfregando minha perna em sua coxa, sentindo seu calor, querendo mais...

Ela voltou a beijar minha boca e se sentou lentamente na lateral da banheira mais uma vez. Depois de nos beijarmos por mais um tempo, ela parou o beijo e me olhou nos olhos. Corei um pouco ao perceber que ela começou a tirar minha calcinha, mas a ajudei, e em seguida ela já tirou a sua também. 

Então ela se levantou e me beijou mais uma vez. Entramos na banheira cuidadosamente e ela se posicionou de baixo do chuveiro e me puxou pela cintura para que nossos corpos ficassem muito próximos. Voltamos a nos beijar e ela abriu o chuveiro.

Começamos a rir ao sentir aquela água quente envolver nossos corpos. Era simplesmente uma delícia.

"Cada vez mais ela me faz conhecer sensações novas...mas será que tudo isso é novo para ela também?"

Passei meus dedos nos meus cabelos molhados, a olhei nos olhos e resolvi perguntar:

- Você já fez isso antes?

- O que? Tomar banho? Já, muuuitas vezes.  - ela respondeu, rindo e ajeitando seus cabelos molhados também.

- Não, besta! Quis dizer... Você já fez amor com alguém no chuveiro antes? - perguntei, rindo.

- Bom...Já...- ela respondeu, me olhando nos olhos, séria.

"Ah...que droga...com quem será que ela fez? será que está lembrando dessa pessoa agora?"

- Já???? Ah...entendi... - disse, desviando o olhar para o lado, mexendo em meu cabelo, não conseguindo nem sorrir mais.

"Não deveria nem ter peguntado..."

De repente, ela me puxou pela cintura, me dando praticamente um susto com isso, fazendo nossos corpos ficarem grudados novamente. Ela me olhou nos olhos, séria. 

"O...o que você...?"

Antes que pudesse completar qualquer pensamento de dúvida, ela mordeu meu lábio e começou a beijar meu pescoço, o que fez meu corpo se arrepiar. Depois, levou sua boca até meu ouvido e sussurrou:

- Com você, na minha imaginação apenas. - ela sussurrou.

Aquilo me deu um alívio. Me senti uma idiota por ter, por um momento, ficado com ciúmes de algo que nem aconteceu, então comecei a rir de mim mesma.

Envolvi meus braços no seu pescoço, a olhei nos olhos e disse:

- Eu também...sabia? - disse, não conseguindo conter um sorriso malicioso ao me lembrar de quantas vezes havia me tocado pensando nela enquanto tomava banho.

- Bom...Então podemos tirar isso do campo das idéias. Garanto que vai ser melhor ainda. - ela disse, apertando minha cintura um pouco mais e deixando nossos lábios muito próximos.

- Com toda a certeza...

Começamos a nos beijar loucamente enquanto ela passava suas mãos em meus seios, voltando a chupá-los mais uma vez.

Soltei pequenos gemidos. Aquela sensação era indescritível. A água quente percorrendo nossos corpos, seu toque em minha pele, seus lábios em mim... e eu sabia que, naquele momento, nada mais importava. Éramos como duas crianças nos divertindo e desafiando o mundo ao escolher o amor em meio à guerra e ao caos.

Ela me encostou na parede e, enquanto eu passava as mãos para tirar meus cabelos molhados do meu rosto, voltou a distribuir beijos e mordidas em meus lábios. De repente, senti suas mãos deslizarem até meus glúteos e os apertarem, enquanto começou a beijar meu pescoço.

De repente, ela levou dois de seus dedos até minha intimidade e os introduziu lá. Começou a me penetrar cada vez mais rápido, então não me preocupei em conter meus gemidos de prazer, sentindo minha intimidade ficar cada vez mais molhada de prazer. Não demorou muito para que ela logo desse um jeito de se ajoelhar na minha frente, sem tirar seus dedos de mim, e começar a me chupar depois de colocar uma das minhas pernas na lateral da banheira para que eu pudesse ficar mais entregue à ela.

Passei meus dedos pelos seus cabelos molhados, enquanto chegava cada vez mais perto de alcançar o orgasmo com seus dedos e sua língua brincando com minha intimidade.

Em meio a gemidos cada vez mais altos que não pude conter, não demorou muito para que arqueasse minha coluna, sentindo meu corpo vibrar e me entregando ao orgasmo que ela havia me feito chegar.

Ela se levantou lentamente, o que me fez pensar que ela pudesse estar sentindo dor. 

"Ai Glob, como pude esquecer disso?"

A abracei.

- Vem cá. - disse, em seguida a beijei intensamente.

Levei meus lábios até sua orelha e sussurrei:

- Minha vez de cuidar de você. 

Voltei a beijar loucamente sua boca e a fiz se sentar na lateral da banheira. Me ajoelhei no meio de suas pernas e comecei a dar pequenas mordidas e chupões na parte interna de suas coxas. 

"Vou te fazer se esquecer dessa dor, eu prometo"

A olhei de maneira maliciosa e sorri, mordendo meus próprios lábios e sorrindo com o canto da boca. 

Me encaixei um pouco mais no meio de suas pernas e fique com minha boca bem próxima de sua intimidade. Passei minha língua lentamente nela, a olhando nos olhos.

Depois, encaixei dois dos meus dedos em sua intimidade e, enquanto os colocava e os tirava, comecei a brincar com minha língua em seu clitóris. Comecei a acelerar o ritmo de meus dedos cada vez mais, fazendo movimentos circulares com minha língua. Demorou pouco tempo para que pudesse sentir suas pernas apertarem minha cabeça, seu corpo praticamente se contorcer e um líquido escorrer de sua intimidade.

Fiquei um tempo a mais beijando sua intimidade, depois me afastei e nos levantamos. Nos beijamos rapidamente e ficamos um tempo abraçadas.

Nos afastamos um pouco depois e eu perguntei:

- Marcy, onde têm sabonete?

"Afinal, AGORA tomaremos banho de fato."

- Deixa eu ver. - ela respondeu, olhando ao redor.

Ela saiu da banheira lentamente, tomando cuidado para não cair. Foi até um armário que tinha ali dentro do banheiro, em baixo da pia e começou a rir.

- Parece mágica.

- Achou?

- Sim, e achei mais até. - ela disse, mostrando sabonetes, toalhas, shampoo e condicionador, tudo novo.

Sorri, enquanto a observava voltando para dentro da banheira com o sabonete, o condicionador e o shampoo.

Tomamos banho enquanto brincávamos uma com a outra de fazer penteados estranhos com a espuma do shampoo, rindo loucamente uma da outra. E no meio de tudo isso, nos mordíamos, nos beijávamos e aproveitávamos para relaxar toda a tensão por tudo o que estávamos passando.

"E quem disse que não dá certo namorar sua melhor amiga, está redondamente enganado."

Depois que terminamos, nos secamos e fomos para o quarto enroladas nas toalhas.

Pegamos o guarda roupa e começamos a rir por ver que as roupas estavam super limpas e haviam pijamas ali também.

- Sinto que minha mãe colocou alguma mágica nessa casa. - ela disse, rindo.

- Olha, eu não acredito muito em magia, acho que tudo é perfeitamente explicável pela ciência, mas confesso que essa casa põe minhas crenças científicas em dúvida. - disse, rindo também.

Nos vestimos com aqueles pijamas que couberam perfeitamente em nossos corpos.

- Está com fome? - ela perguntou.

- Ah...um pouco...e você?

- Também. Quer ver o que a casa nos dará pra comer? - perguntou, sorrindo.

- Com certeza.

Descemos as escadas lentamente para que ela não se machucasse e fomos até a cozinha. Chegando lá, rimos por ver que a geladeira também estava repleta de comidas frescas e novas, então preparamos um jantar juntas e comemos.

Quando terminamos, não conseguia parar de bocejar.

- Nossa, eu tô exausta... - disse

- É, merecemos um bom descanso. -  ela disse, sorrindo.

- Verdade...Depois de tudo o que aconteceu... ainda não acredito no que meu pai fez... - disse, olhando para baixo, me lembrando de tudo.

- É...nem eu. Mas vamos deixar pra pensar no que faremos amanhã, que tal? - ela disse, sorrindo de maneira que me acalmou.

Assenti com a cabeça e subimos as escadas novamente. Deitamos na cama, nos cobrimos e eu aconcheguei minha cabeça em seus braços.

- Obrigada por não ter me deixado. - disse, sentindo meus olhos repletos de lágrimas.

- Eu nunca vou te deixar. - ela disse, beijando minha testa delicadamente.

- Sabe, as vezes sinto que é melhor pra você se não ficarmos juntas... - disse, passando meus dedos de leve no curativo em sua cintura.

- Do quê está falando? - ela perguntou, me olhando.

Suspirei.

- Ah Marcy, eu me sinto péssima por saber que posso estar colocando sua vida em risco. E sabemos que estou. - disse, desviando o olhar.

Ela sorriu, levantou meu queixo com seus dedos e me deu um beijo apertado.

- Para de falar besteira. - ela disse, se deitando novamente. - Para de PENSAR besteira. Estamos juntas, é isso o que importa. Agora que tal dormimos um pouco? - ela disse, me ajeitando para mais perto dela.

- Tem razão. Me desculpa. - disse, então coloquei uma de minhas pernas por cima da sua e me ajeitei em seus braços.

- Boa noite, minha pequena.

- Boa noite, Marcy.

Nos beijamos antes que ela pudesse apagar a luz do quarto.

 

 

 

 

 

"Antes que eles apaguem as luzes..."

 

 

 

 

 

 



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