História Edge of desire - Parte 2 - Capítulo 66


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Finn, Hudson Abadder, Jake, Marceline, Mordomo Menta, Princesa De Fogo, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete, Rei Gelado
Tags Bubbline, Marceline, Princesa Jujuba
Exibições 88
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 66 - What have we done?


Assim que a porta caiu, nos levantamos imediatamente e pude ver meu pai e o príncipe parados naquele espaço onde ficava a porta.

- Bonni, fique atrás de mim! - disse Marcy, se posicionando na minha frente, e eu apenas obedeci.

Meu pai a encarava de maneira extremamente assustadora, e o príncipe, ao lado dele, parecia não estar entendendo absolutamente nada.

- Rei Doce, quem é aquela? - ele perguntou, direcionando o olhar para a Marceline.

"Marcy, o que faremos?" 

Ela se mantinha fixa na minha frente, apertando seus punhos com muita força.

- GUARDAS, PEGUEM ESSE PEQUENO MONSTRO! - gritou o rei, assim que alguns guardas se posicionaram quase que imediatamente atrás dele.

- PAI, NÃO! - gritei, desesperada.

Eu não fazia ideia do que aconteceria, pois, sinceramente, pensei que eu e Marcy decidiríamos fugir, mas ela não manifestava nenhuma intenção de realizar tal ação.

Antes que os primeiros 5 guardas pudessem se aproximar mais, ela flutuou absurdamente rápido na direção deles e, um a um, ela foi os derrubando com golpes tão rápidos que mal podia analisá-los.

Quando dois tentavam se levantar e os outros que ainda estavam de pé a cercaram, senti meu coração apertar ainda mais com o grito que meu pai deu.

- AGORA SEU IDIOTAS, PEGUEM-NA! 

- MARCELINE!  - gritei também, no intuito de alertá-la a respeito do que vinha por trás dela.

Ela, com o olhar fixo e ofegante, flutuou, fazendo com que eles próprios acertassem suas espadas em seus braços. Novamente, com golpes rápidos e estratégicos, foi acertando eles, quase que ao mesmo tempo, até que 4 deles simplesmente cederam e ficaram no chão, restando apenas um, de frente para ela, apontando sua espada, tremendo de medo. Eu não sabia explicar o que estava sentindo naquele momento, mas confesso que o jeito que o cabelo dela caía em seu rosto e o jeito que ela se movimentava, olhando com aqueles olhos aparentemente ainda mais vermelhos e suas presas maiores, só me faziam perceber ainda mais o quanto ela era linda, mesmo no meio de tanto desespero, medo, preocupação.

- GUARDAAAAAAAAAAAAS! PRECISO DE MAIS GUARDAS!!!!!!!!!!!!!!!!  - meu pai gritou.

Ela acertou um chute na espada daquele último guarda, fazendo com que eu segurasse a respiração por um momento, pois a espada voou em direção ao rosto do meu pai, ficando presa na parede a milímetros de distância do seu rosto.

"Droga...essa foi por pouco meu amor."

Quando o último guarda foi jogado em cima do que eu costumava considerar como meu guarda roupa, Marcy rapidamente se posicionou na minha frente de novo, de costas para mim.

- Marcy... - sussurrei, olhando cada parte do seu corpo para garantir que ela não estava machucada.

De repente, muitos guardas apareceram na porta do meu quarto.

"Marcy, deveríamos fugir..."

- MATEM AQUELE MONSTRO, PEGUEM MINHA FILHA E A TIREM DE PERTO DELA! - gritou o rei.

- Bonni, precisamos sair daqui... - ela sussurrou, me olhando por cima do seu ombro.

"Graças a Glob..."

Antes que eu pudesse concordar, olhamos para a janela e me senti ainda mais preocupada, pois vários arqueiros começaram a se posicionar ali, pendurados de frente à janela por cordas, mirando na Marceline.

- PAI, PARE POR FAVOR! GUARDAS! EU ORDENO! - gritei, puxando Marcy pelo braço e ficando de frente para ela.

- CALE A BOCA, SUA PEQUENA INGRATA! DE VOCÊ EU CUIDO DEPOIS, GUARDAS, EU SOU O REI, VOCÊS OBEDECEM A MIM! ENTREM AGORA E ARRANQUEM BONNIBEL DE LÁ E MATEM AQUELE MONSTRO!  - ele gritou, sem conseguir tirar os olhos da Marceline, enquanto meu noivo me encarava fixamente.

"Droga..."

Os guardas começaram a entrar no meu quarto e eram tantos que aquele espaço parecia não ser suficiente. Marceline me pegou pelo braço e me trouxe para trás dela novamente.

- Bonni, pra trás!

Ela começou a lutar contra aqueles guardas mais uma vez. Eu fiquei observando aquilo tudo, sentindo muita vontade de lutar e de poder fazer algo também, mas era inútil, pois eu não fazia ideia de como poderia fazer aquilo. Marcy estava muito ofegante, e eu comecei a me questionar se realmente sairíamos vivas dali.

De repente, o príncipe se aproximou de mim e me agarrou pelos braços e eu me senti a mais idiota do mundo, pois, por mais que eu tentasse, não conseguia me soltar dele.

- MARCELINE! - gritei.

Ela me olhou, e nesse exato momento, percebi que acertaram um corte em seu braço, de raspão. Antes que eu pudesse gritar, o príncipe tampou minha boca, me arrastando até a porta do quarto.

- SOLTA ELA, SEU FILHO DA PUTA!  - Marcy gritou, matando com mais velocidade aqueles guardas e mostrando uma fúria imensa e vindo na minha direção.

- MARCELINE!!!!!  -  gritei, em desespero, tentando de todos os jeitos me soltar do príncipe.

De repente, algo havia acontecido com ela. Marceline ficou muito mais rápida, matando cada vez mais e mais aqueles guardas, de um jeito que chegou até a me assustar. Algum arqueiro disparou uma flecha contra ela pela janela, quebrando o vidro do meu quarto. Ela segurou duas flechas com a mão antes que elas a machucassem.

"Co...como isso é possível?????"

- MAS O QUÊ??? - gritou meu pai.

- MARCELINE! - gritei mais uma vez para que ela se atentasse aos outros guardas.

Ela matou simplesmente todos os guardas e veio na minha direção, enquanto o príncipe me machucava de tanto me apertar e, antes que ela se aproximasse mais, senti a lâmina fria da espada do príncipe ser pressionada contra meu pescoço.

Marceline parou, ficando bem de frente para mim. Todos ficaram em silêncio e meu pai me olhou também.

- FICOU LOUCO? SOLTE MINHA FILHA! 

- MAIS UM PASSO E EU CORTO A GARGANTA DELA, SUA IDIOTA! - ele gritou, olhando fixamente para Marceline, apertando mais ainda sua lâmina, e eu podia jurar que minha pele se rasgaria a qualquer momento.

"Não...Marcy não faça isso..." pensei, chorando desesperadamente por pensar no risco que ela corria ao se render.

Ela começou a abaixar suas adagas.

- MAIS UM PASSO E EU MATO ELA! - ele gritou mais uma vez.

- SOLTA ELA, SEU LOUCO! É MINHA FILHA! 

- SE VOCÊ FOR ESPERTO COMO APARENTOU SER, VÁ BUSCAR MAIS DE SEUS GUARDAS! OU MATO SUA FILHA AQUI MESMO E ASSUMO, NÃO SÓ UMA PARTE DO SEU REINO COMO COMBINAMOS, MAS A DROGA DO REINO INTEIRO! - disse o príncipe, olhando para o rei rapidamente e depois olhando para Marcy.

Meu pai o obedeceu feito um cão em desespero e correu pelos corredores chamando mais guardas.

 - Solta ela, seu canalha. - ela disse, olhando para o príncipe, apertando as adagas com força.

- Agora, seja uma Abadeer esperta e coloque essas adagas no chão, ou vou cortar o pescocinho da sua querida aqui mesmo, na sua frente. 

- Marceline...não...não dê ouvidos... - disse, chorando muito.

- CALA A BOCA, SUA PUTA! - ele gritou.

- SE VOCÊ OUSAR SE MEXER EU VOU CORTAR A CABEÇA DELA FORA, SUA CRETINA! SOLTA LOGO ESSAS MERDAS DE ADAGAS! 

"Marceline, se salve por favor...me deixe aqui e vá embora...por favor...não solte essas adagas..."

De repente, ela soltou as adagas no chão, olhando fixamente para mim.

- AGORA, AJOELHE-SE PEQUENO DEMÔNIO, PERANTE O SEU FUTURO REI. 

- Marceline... - sussurrei, chorando muito. 

- CALE-SE! - ele gritou mais uma vez, apertando a lâmina contra meu pescoço e eu senti arder.

Ela foi lentamente apoiando seus joelhos no chão, olhando para baixo, enquanto ele soltava uma risada assustadora.

Meu pai apareceu com mais alguns guardas e estes se posicionaram atrás dela.

- Se ousar se mexer... - ele ameaçou.

- Marceline... - a chamei, desesperada.

De repente, um dos guardas acertou sua espada em suas costas e ela arregalou os olhos.

- MARCELINE!!!!  - gritei com todas as minhas forças.

 

Ela despencou no chão, com o sangue escorrendo pelas suas costas.

 

- MARCELINE!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

"O que nós fizemos? Nós deveríamos ter fugido..."

 

 

 



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