História Edmundo e Lúcia (Shipper) - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Nárnia
Personagens Aslan, Caspian X, Edmundo Pevensie, Eustáquio Mísero, Lúcia Pevensie, Pedro Pevensie, Personagens Originais, Sr. Tumnus, Susana Pevensie
Tags Edlu
Visualizações 108
Palavras 6.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo espero que gostem !!!

Capítulo 13 - A Lei de Narnia e a princesa de Galma


Fanfic / Fanfiction Edmundo e Lúcia (Shipper) - Capítulo 13 - A Lei de Narnia e a princesa de Galma


Dois anos atrás

 

No dia do cortejo do rei Edmundo, eu e as outras duas princesas foram dispensadas pelo próprio rei no caso eu, fiquei aliviada e também no entanto assustada como iria encarar meus pais?


Meu nome é Deva cheguei em Asimênia com quinze anos venho da ilha Galma um pequeno e típico reino. Como eu sou a única filha solteira das irmãs tive de ir ao cortejo do rei contra minha própria vontade. Eu ainda não queria casar e ainda mais ser rainha de um outro reino, não tinha responsabilidade para isso era muito nova. Porém meu pai é o tipo de rei que só liga para as vantagens que esse casamento teria. Ele queria guerrear contra Arquelandia nossos antigos inimigos que de vez em quando nos saqueava.


No dia do cortejo não pude deixar de me impressionar com o castelo e com a cidade e também com o rei. Edmundo era tímido muito tímido, Entretanto teve um momento que ele pareceu um pouco desorientado, o que fez a situação parecer mais engraçada, eu não entendo o porquê dele querer uma esposa se nele eu não via aquele vazio que só poderia ser preenchido com o amor. Que bobagem. Mas ele era tão bonito, e o fato dele não querer casar comigo, e entender meus motivos só fez eu me sentir mais atraída. Nem me importei dele errar meu nome seguidas vezes. Entretanto ele sumiu a noite toda pensei que ele havia ficado com alguma princesa, mas não, ambas estavam comigo. A princesa Chandra da Calormânia se sentiu esnobada pelo rei e foi a primeira a desistir, o rei não me queria eu sabia disso, porém eu não podia voltar a Galma de mãos vazias, pelo menos foi o que meu pai disse. 


Então aguardei até o amanhecer, acordei bastante cedo e fui até a sala de banquete e fiquei esperando alguém que pudesse conversar e chegou a única pessoa que eu não queria, a princesa Tara a única que queria conquistar o rei de qualquer forma.
- Bom dia princesa Deva. - Disse num sorriso falso. Sim posso ser nova mas conheço uma cobra duas caras.
- Oi - Foi apenas o que respondi.
- Então... Quando vai embora? - Perguntou direta e na cara de pau.
- Eu não vou embora ainda.
- Ah tá... Porque se lembro bem, o rei te dispensou não é mesmo? - Aquela mulher era incrivelmente chata.
- Sim mas ainda tenho assuntos a tratar com ele. - Disse olhando para o lado.
- Que feio princesa querendo conquistar o rei com outros métodos. - Disse destilando seu veneno, que vontade de manda-la para um calabouço e fazer ela comer insetos.
- Com licença tenho pessoas mais interessantes para conversar.
- Fique a vontade alteza - Disse com seu deboche. Sai daquela sala para respirar um pouco e sair de perto daquele ar contaminado. 
- Fiquei um tempo andando por aí até encontrar a rainha Lúcia escondida atrás de um mastro ela parecia divagar sobre algo. Eu não podia negar que aquilo alimentava minha curiosidade.


Eu a segui para dentro da sala de banquete e o rei Edmundo estava lá, e pra minha surpresa descobri vários segredos naquele dia, e até hoje eu me pergunto se ficar escondida vendo á rainha Lúcia e rei Edmundo se beijarem foi uma boa ideia. Até hoje fico surpresa lembrando daquela cena, mas quem diria que isso seria o começo de uma grande amizade com o rei e posteriormente um amor platónico.
Estava escondida atrás de um balcão na sala de banquete e após a rainha Lúcia se despedir do rei e a maluca da Tara entrar e tentar beija-lo, logomente Saltul aconselhou Edmundo sobre a rainha que para minha surpresa novamente, não era sua irmã de sangue, bem pelo menos tornou a cena do beijo menos assustadora. Eu achava que essa história era um mito.
Enfim a idiota aqui foi mexer um pouco a perna e deixou cair um monte de panelas no chão fazendo vários "Tibufes" bem alto. O minotauro Saltul óbvio me perguntou o que estava fazendo ali eu contei a verdade de que havia ouvido a história toda, mas só ouvi não cheguei a ver nada. Mentira! Eu vi tudo incluindo a quase "relação" que eles tiveram.
Edmundo não pareceu se importar muito naquele momento estava triste. Saltul logo disse que o rei não queria mais uma esposa e isso me deixou em uma situação desesperadora eu não tinha nada apenas segredos sem provas não podia voltar a Galma sem nada meu pai me exilaria, sem exageros. E também não queria voltar, algo me prendia naquela cidade e eu não sabia naquele momento o que era.
Tinha de ficar mais um pouco então inventei uma desculpa dizendo que meu pai não me aceitaria de volta se não fosse casada, de certa forma era verdade. Edmundo então me acolheu em Edelvais onde eu comecei a ter um carinho imenso pela cidade e o povo.
E pelo rei.


Tara a princesa de Terinbintia foi dispensada e saiu com um ódio por eu ter ficado. De certa forma fiquei contente.
Um ano se passou e o rei ainda não tinha superado o afastamento de Lúcia.
Edmundo vivia constantemente triste pelos cantos, e só eu e o seu comandante sabiam o motivo. Eu não conhecia a rainha de Pardal mas ela era muito especial para todos e muito querida também. Queria me sentir assim, não era muito próxima do rei, queria mudar isso, fazer ele esquecer ela e quem sabe talvez ficar comigo? Não, eu era muito inconstante, eu comecei a seguir o rei para todos os lados ele se tornou meu hobby, eu queria fazer ele sorrir de novo mas tinha receio de conversar até que um dia ele descobriu o que eu fazia. 


- Onde está você? - Procurava por ele, mas ele tinha sumido do meu campo de visão. 
- Está me procurando princesa? - Me assustei virei para frente e lá estava o rei me encarando esperando uma resposta.
- Rei Edmundo eu... eu só... estava aqui... - Droga ele percebeu.
- Porque está me seguindo? 
- Desculpe majestade eu gosto de observa-lo. 
- Porque? Vivo triste pra todo lado.
- Por isso... Estou esperando para ver um sorriso seu de novo. - Falei inocente com a desculpa mas esfarrapada que encontrei, mas por incrível que pareça ele acreditou. 
- Você realmente tem esperança de que um dia isso possa acontecer? - Essa era minha chance.
- Claro senhor e eu quero ajudá-lo me deixe ajudar o senhor a sorrir de novo. - Eu apertei uma de suas mãos num gesto de súplica e percebi que naquele momento que esse homem se tornou minha obsessão e minha dependência, não suportaria um dia sem vê-lo ou simplesmente observa-lo. 
- Como Deva? - Ele queria minha ajuda. 
- Não se preocupe eu vou achar um jeito. 
Foi assim que nossa amizade começou, sempre conversávamos durante as refeições e alguns passeios ao ar livre.


Mas Edmundo tinha obrigações com a guerra a maldita guerra que fazia ele se afastar de mim, mas tinha algo que me afastava ainda mais que a guerra, na maioria das vezes o assunto de todas as nossas conversas, A rainha Lúcia, ele sempre falava dela e como ela era especial e as besteiras que ele fez e que pensa ter sido ruim, eu não admitia mas sentia inveja da rainha Lúcia, ela sempre teve a admiração e atenção do rei mesmo não estando presente com ele, eu estava nutrindo um amor talvez impossível, como fazer Edmundo amar a mim? Eu queria ser uma rainha querida por todos como ela e queria Edmundo comigo. Eu seria capaz de fazer ele esquece-la? Eu poderia tentar. 
- Deva? - Estávamos sentados em um dos banco nos jardins cheios de neve Edmundo iria lutar amanhã e eu dava conforto a ele. 
- Sim Edmundo?
- Acha que um dia eu e Lúcia podemos ter uma relação normal de novo? Sabe como irmãos?
- Sim claro, mas primeiro tem que se permitir esquecer o que senti por ela. - Era obvio que esse era meu plano.
- Isso é impossível. - Ele olhava ao horizonte.
- Não, não é, alguém pode fazer você esquecer ela. - tentei persuadi-lo.
- Eu não conheci ninguém.
- Tem certeza? Olhe melhor. - Edmundo pareceu triste era bom não queria ele pensando demais nela, era minha chance. Porém não era por Lúcia que estava triste era por mim.
- Deva você é minha amiga eu jamais iria fazer isso com você. - Ele suspirou pesadamente.
- Senhor eu posso fazer você esquecer Lúcia. - Disse convincente.
- Eu sinto muito mas eu não vou fazer isso com você, não de novo, você é muito jovem para entender, sinto muito.
- Se o senhor permitir posso fazer isso. - Comecei a ficar desesperada.
- Pare Deva, não é necessário, já disse, não quero ferir seus sentimentos. 
- E eu quero tentar consertar os seus. - Ele se aproximou de mim e pois a mão em meu rosto.
- Você é tão jovem ainda para entender, mas preciso de você apenas como amiga e nada mais.
- Mas... Edmundo me dê uma chance. 
 - Edmundo me olhava confusa, eu já estava decidida do ia fazer, ele parecia pensar um pouco. Me levantei ele ficou ali sentado me olhando então coloquei minhas pernas ao redor de sua cintura.
- O que está fazendo? Está louca? - Ele parecia perplexo com a minha atitude.
- Quero fazer o que rainha Lúcia não terminou. - Beijei ele com voracidade ele retribuía mas não encostava suas mãos em mim, eu queria sentir seu toque, porque ele não me tocava? Comecei a desabotoar um pouco do seu palito e ele me impediu. Tentei beijar ele novamente mas ele virou o rosto. 
- Deva por favor se afaste. - Tive de me levantar. 
- O que foi? Não gostou? 
- Deva isso foi muito errado e jamais deve acontecer de novo estamos entendidos? Não sinto nada por você. -  Saltul surgiu e chamou pelo rei.
- Depois conversamos. - Depois de sair eu fiquei pensando, meu primeiro beijo devia ser mágico porque não foi? Ele não gosta de mim, eu queria que ele me amasse, Edmundo deve me amar tem que me amar. Eu não fiz o suficiente? Não eu não fiz! Eu não vou desistir  quero vê-lo feliz.
Quando ele voltar da guerra eu vou fazer o que Lúcia não fez. Daí ele vai me amar.

Presente

"Ao amanhecer"

- Pedro porque prendeu Edmundo? - Susana entrou de surpresa no quarto do irmão mais velho que não pareceu surpreso com sua presença.
- Ele estava alterado ontem.
- Claro que estava ele perdeu o reino dele. E Narnia perdeu uma grande comarca. 
- Não perdeu, Asimênia não faz mais parte de Narnia lembra? Foi decretado ontem.
- Pedro não seja injusto com nosso irmão, tire ele de lá.
- Desculpe Susana mais não! Edmundo vai ser julgado ainda hoje. Ele pode fugir se eu solta-lo.
- Julgamento? Pra que? - Ela se perguntava.
- Está mais do que na hora de Edmundo pagar pelos seus crimes. - Susana logo se assustou.
- Quando esse julgamento vai acontecer? 
- Ao por do sol quando todo conselho de Narnia estiver reunido.
- Pedro? Do que está falando? A guerra acabou, Edmundo foi inocentado. 
- Sim a guerra acabou, e o culpado finalmente vai ser julgado.
- Quer dizer que você criou toda uma armadilha? Só para prender o nosso irmão? - 
- Claro que não eu queria acabar com a guerra mas também quero justiça, Edmundo tem que ser julgado. - Pedro mentiu descaradamente Susana percebeu que aquele era o outro Pedro o ambicioso. 
- Foi você não foi? Que destruiu Asimênia? - Pedro encarou a irmã com um olhar de ameaça.
- Por acaso eu não estava aqui com vocês ontem, como posso ter destruído uma comarca inteira? 
- Pedro se tiver sido você eu jamais vou te perdoar. - Ele apenas virou de costas para a irmã. 
- Eu não me importo estou buscando justiça, se você não compartilha de minha ideia está contra mim.
- Porque mudou de ideia tão rápido? Se for o que estou pensando é uma pena você ter voltado. 
- Digo o mesmo de você irmãzinha. - Disse ele com um sorriso o que deixou Susana enojada ela saiu do quarto do irmão irada. Então... Alguém entra no quarto do rei em Boreal.
- Paravel estava com saudades de você, então? Está tudo resolvido? 
- Sim senhor, o exército da Arquelandia não deixou pedra sobre pedra. Sem testemunhas.
- Ótimo e o rei Beltech?
- Está ciente do ocorrido, porém não agiu contra.
- Ele quer se vingar de Edmundo tanto quanto eu. 
- Se me permite senhor qual foi a visão que o senhor teve ao completar vinte sete anos? 
- Algo horrível não gosto nem de lembrar, vou fazer de tudo para que ela nunca aconteça!
- Perfeito Senhor está certo como sempre. - Disse o pássaro sorrindo.
- E então como foi passar uns dias fingindo gostar de seus irmãos? - Paravel Perguntou.
- Frustrante o meu outro eu é um fraco.
- Sim seu outro eu... 

 


- E então Susana, Pedro vai soltar Edmundo? - Perguntou Lúcia desesperada. 
- Não ele parece irredutível ele não é mais o nosso irmão, ele voltou a ser o rei ambicioso de antes. 
- Eu vou falar com ele! - Susana parou a irmã.
- Não! Acredite em mim não vai adiantar conheço esse Pedro muito bem. O que nos resta é aguardar o julgamento do nosso irmão, e torcer por sua inocência. 
- Mas mesmo que Edmundo seja inocentado ele não será mais rei, não lembra? Ele perdeu a comarca e quis ser um rei independente. O que vai acontecer com ele? 
- Ele ficará conosco não se preocupe. - Susana abraçou a irmã caçula.
- Droga Pedro, dezenas de vidas perdidas e nenhum remorso. O que você vai fazer com Edmundo? - Pensou Lúcia abraçando a irmã.


Em baixo do castelo.


- Rei Edmundo? - Fui acordado por uma voz masculina familiar. Porém não estava repousando em meu quarto em Asimênia ou qualquer outro lugar confortável, estava em um local frio, cinza, com um odor bem desagradável. Olhei a minha frente e vi Susana mas tinha algo antes dela, grades várias grades que me prendiam naquele lugar, um calabouço? Uma prisão isso. 
- Saltul por que estou preso? Cadê a princesa? Onde Deva está? 
- Ela está bem senhor, não morreu como pensou está se recuperando, você está aqui porque Pedro...
- Pedro? Claro, onde ele está? Porque não está aqui? Porque essa droga de dor de cabeça não para? - Disse tentando acordar da tontura.
- Vocês brigaram ontem, e... Ele te colocou aqui... - O minotauro respirou fundo. 
- Parece que o rei Pedro voltou a ser o de antes. - Falou o minotauro frustrado.
- Ele nunca mudou, e eu mais uma vez acreditei nas mentiras dele Droga! Sou um idiota foi tudo planejado ele sabia que eu iria tornar Asimênia independente. Perdi tudo. - Falei prostado levantando da cama dura.
- Não cheguei a ver a briga. Mas o senhor ficou desacordado Corri até Edelvais para ver se ainda restava algo para salvar. Eu sinto muito rei Edmundo por Asimênia.
- Não sou mais rei Saltul Como meu reino ficou?
- Senhor não restou pedra sobre pedra, a cidade foi devastada as casas destruídas, tem cinzas e corpos para todos os lados. Não pude fazer nada, e só peço seu perdão, falhei na segurança da nossa comarca. - Disse o minotauro ajoelhado.
- Levante-se Saltul. Não é só você meu amigo, eu também, sabia que não podia deixar minha cidade sozinha. Foi uma armadilha. Milhares de vidas perdidas. - Começei a chorar. 
- Talvez esse seja meu novo lar eu mereço. - ajoelhei ao chão desamparado. - Saltul levantou-se. 
- O senhor vai ter que passar por isso, o senhor tem um julgamento hoje.
- Julgamento? Quem vai me julgar?
- O conselho de Narnia.
- Ah, Bom... Talvez eu mereça ser condenado pela minha incompetência. 
- Não diga isso senhor vou defende-lo o quanto eu puder, e seja qual for a sua sentença eu irei segui-lo seja qual for o seu destino. Eu mereço é justo.
- Você não merece pagar o preço por mim eu não sou mais rei, não tenho porque ficar em Narnia, eu já não me importo mais. - Disse deitando no chão deprimido.
- Por favor senhor não desista! Eu voltarei para conversar eu tenho um plano. - Logo depois que Saltul saiu eu adormeci.

Dois anos atrás

Eu voltei da guerra e Deva estava nos jardins me aguardando como de costume. 
- Rei Edmundo que bom que retornou e vivo! - Ela veio ao meu encalço e me abraçou quase caí.
- Calma calma - Sorri.
- Estou bem a batalha foi vencida mais uma vez. 
- Isso é maravilhoso e o senhor como está? - Soltou o abraço e olhou em meus olhos.
- Acho que pela primeira vez posso dizer estou bem. - Respondi o seu olhar com um sorriso. 
- Que bom... É... Será que agora podemos ter aquela conversa agora? Tenho algo a dizer.
- Sim podemos. - Fomos juntos até o jardim em silêncio até sentarmos num banco e observar as folhas crescendo estava chegando a primavera. 
- Então Edmundo... - A interrompi.
- Deva eu pensei muito esses dias que estive fora, e você é ótima porém muito nova e não quero iludi-lá, mas não sinto nada por você sinto muito. 
- Eu entendo, também pensei muito esses dias e você tem razão, sou muito jovem então decidi esperar, esperar por você sei que um dia irá me aceitar. - Ela pois a mão em minha perna e não contive a vontade de lê dar um carinho beijei sua testa carinhosamente. Quem sabe um dia eu aprenderia a ama-la. 

Presente

- Deva?! - Acordei num impulso. 
- Bom dia irmãozinho. - Era Pedro sorrindo com meu estado deplorável.
- O que quer Pedro? Porque não espera o julgamento para me humilhar? - Disse me levantando do colchão para encara-lo cara a cara. 
- É tão bom ver você assim, estou me sentindo ótimo você não está? - Ele parecia eufórico.
- Bom eu perdi meu reino, perdi meu título, nunca fiz parte do sangue da família real, porque estaria feliz? Se não passo de um ninguém. 
- Exatamente eu finalmente fiz você ser um ninguém, você não é mais uma ameaça pra mim, não tem ideia da minha felicidade irmãozinho. Mas para ela ficar completa preciso que você saia para sempre do meu caminho. 
- Vai me matar? - Disse sério.
- Não, seria um problema para mim. Sou o grande rei lembra? Não pega bem pra mim matar o meu irmãozinho bastardo. 
- E então o que vai fazer?
- Esperar a decisão do conselho, apesar de que, eu já sei qual será sua sentença. Até mais bastardo. - Pedro virou as costas para mim e começou a sair.
- Espera! - Ele parou. 
- Alguma vez na vida você disse a verdade pra mim? 
- Bom... Foram raras as vezes, mas ontem irmãozinho eu não menti a respeito da nossa família. Eu prezo por ela. Por isso quando chegar a hora preciso que aceite seu destino será o melhor para o reino e para minhas irmãs.
- Você mudou muito Pedro sempre se importou com cada um de nós. - Ouvir risos.
- Não seja moralista Edmundo, acontece que você não faz parte dessa família, aqui em Narnia você já não é ninguém, você nunca devia ter vindo com a gente. Foi um erro que finalmente será consertado.
- Eu entendo. - Ele respirou fundo e saiu me deixando abalado em minha cela vazia e escura, como o meu coração. 
Pedro saiu contente fez o que queria deixou Edmundo deprimido, e fraco sem espectativas, era isso que ele queria.


Ao subir as escadas de volta para Beija-flor o castelo de Boreal ele se deparou com a ala médica onde eram cuidado os feridos, e Deva estava lá conversando com Saltul o minotauro. Ele se pôs a ficar intrigado o que ele queria com a princesa esquecida de Galma. Foi para perto espreitar e ouvir o que estavam conversando. 
- Como está o rei? Deve está triste, tenho que estar com ele, dar apoio. 
- Princesa Deva ainda se encontra muito debilitada não tem condições de encontrar o rei nesta maneira, está fraca. 
- Sim estou, porém jamais abandonei Asimênia ou o rei em crises, e não será agora que... - Ela tentou se reerguer mas voltou a deitar por conta da dor. 
- Viu não pode, porém tenho uma notícia boa e má para lê contar sobre Edmundo.
- Má? - Disse Deva. 
- Boa? - Sussurrou Pedro escondido. 
- O rei Edmundo perdeu seu título de rei pouco antes de saber que Narnia havia perecido, ele perdeu tudo e creio que terá a sentença de proscrição, por justa causa, porém podemos intervir e só você pode ajudar está conseguindo entender?
- Sim eu estou entendendo não se preocupe se estiver ao meu alcance eu farei. Faço tudo por Edmundo. 
- Ótimo. - Disse o minotauro mais calmo, Pedro arqueou sua sombrancelha e logo percebeu que a princesa Deva se tornava um problema. Ele saiu de seu esconderijo e esperou até o momento certo. 


- Edmundo? - A voz feminina era familiar mais Edmundo não queria olhar e ver quem era.
- O que quer? 
- Vamos te ajudar não se preocupe.
- Não há mais ajuda para mim, está aqui  apenas para se despedir? 
- Claro que não, para onde você iria? 
- Isso não importa mais Susana! - Edmundo se levantou da cama e estreitou o olhar da antes irmã e viu Lúcia ao lado dela. 
- Lúcia? O que faz aqui? 
- Você pode não acreditar, mas também quero ajudar você. - Por um momento olhando a esperança no coração de Lúcia, um pouco de fé surgiu nele. 
- Saltul disse que tinha um plano, mais não sei o que é. 
- Qualquer ajuda é necessária. - Falou Susana mais alegre. 
- Mais e você Edmundo? - Perguntou Lúcia.
- O que?
- Você vai se ajudar? 
- Não tenho o porquê disso, minha vida deveria ter tido o mesmo destino da minha comarca. 
- Você está deprimido eu entendo, mas você não perdeu tudo, sabe o que quero dizer? - Edmundo percebeu que Lúcia se referia a ela. 
- Eu perdi tudo, inclusive minha família. Pedro disse isso. Não tenho o porquê esperar a ajuda de vocês. 
- Não diga isso! - Gritou Lúcia. 
- Calma irmã, Edmundo está delibitado precisa de mais um tempo sozinho. É melhor falarmos com Saltul. - Susana comentou baixo. 
- Você pode me deixar a sós com ele Susie? - A irmã assentiu e os deixou. 
- Porque a princesa Deva voltou ferida ontem a noite de Asimênia? - Edmundo ficou intrigado com a pergunta. 
- Deva foi acolhida em Asimênia a dois anos, os pais não queriam ela de volta. 
- Dois anos atrás? Na época do cortejo? 
- Isso, os pais só a aceitariam de volta se estivesse casada... Comigo. Mas, por motivos que você sabe eu não poderia me casar com ela. - Lúcia parecia mais aliviada e Edmundo percebeu. 
- Deva é uma princesa muito jovem, assim como você era, uma ótima amiga, se eu perder ela, o pingo de esperança que me resta vai sumir, ela é a única que entende o valor que Asimênia tinha pra mim. 
- Tem certeza que era só ela? - Lúcia perguntou a ele o fitando do outro lado das grades. 
- Você se foi por culpa minha eu te distanciei por favor não finja que não se importa com isso. 
- Mas é claro que me importa, você mandou eu sair, Fiquei com tanto ódio, não tem ideia de como fiquei todo esse tempo, Asimênia também era um lar para mim, por capricho seu eu não podia mas entrar na cidade. Mas agora a prioridade é te inocentar, isso é para outro momento. 
- A única prioridade pra mim Lúcia é saber... - Os olhos escuros dele fitavam os azuis dela.
Você ainda gosta de mim? - Perguntou Edmundo. 
- E você? - Rebateu Lúcia, Edmundo sorriu de canto.
- Como pode fazer uma pergunta dessas, Lu é melhor se despedir não há mais o que fazer. 
- Não! Saltul tem um plano e vamos tentar  confiar nele. Lúcia apertou a mão de Edmundo do lado de fora das grades e se despediu quando foi andando de volta para subir as escadas Susana estava lá escondida ouvindo tudo. 
- Porque Edmundo baniu sua presença em Asimênia nos últimos dois anos? - Perguntou Susana de braços cruzados.
- É melhor termos essa conversa em outro lugar. - Disse Lúcia. 

Ala médica

Deitada em sua cama Deva repousava tentando cessar sua dor até o julgamento, todavia alguém surgiu perto de seu leito com um sorriso nem um pouco confiável. 
- Olá acho que nunca fomos apresentados sou o grande rei de Narnia Pedro. - Falou passando a mão pelo cobertor que estava por cima de seu corpo.
- Eu conheço você rei Pedro bem... É uma honra conhecê-lo pessoalmente. 
- Hum, tenho certeza que é querida. 
- Bom o que traz o rei aqui em meu leito? - Falou ela já desconfiada, ouviu algumas histórias de Pedro de Edmundo e sabia que o rei não era confiável. 
- Qual exatamente é o vínculo que você tem com o meu irmãozinho? 
- E porquê quer saber? - Ela já parecia nervosa assim como Pedro que também já estava impaciente. 
- Não se questiona o grande rei você apenas o obedece! - Ele bateu de leve em sua cama, porém Deva tentou manter a calma. 
- Você não é meu rei ! - Ele arqueou a sombrancelha para ela.
- Como ousa? Não esqueça que está em Narnia e, a maior autoridade aqui sou eu.
- Fui acolhida pelo rei Edmundo e so respondo a ele, sinto muito. - Falou assustada, Pedro ficou sério de repente foi até um outro leito onde pegou uma fronha. 
- Eu também sinto muito princesa, mas, você está no meu caminho, e eu não gosto disso, se não vai me responder não tem utilidade para mim. - Ele fez menção de tentar algo para ferir Deva mas ela alertou-se. 
- NÃO! Por favor não faça nada comigo, sou a princesa Deva da ilha Galma, meu pai disse que não me queria de volta na ilha se não estivesse casada com Edmundo. Mas nunca casamos ele apenas me acolheu em Asimênia sou sua amiga. 
- Amiga? Que por acaso quer ajudar ele a ser inocentado não é isso? 
- Sim temos um plano, você é irmão dele não é? Devia também querer isso. 
- Acontece que não me importo com o bastardo, e nem com você queridinha, trabalhei muito pra ele ser culpado é julgado e não é uma princesinha órfã que vai me atrapalhar. 
- Não! - Pedro pegou a fronha e pôs no rosto da jovem princesa a sufocando até ouvir o silêncio, a princesa lutou o quanto pode mas Pedro era mais forte, quando ela parou de lutar e grunir, Pedro retirou a fronha e a princesa já parecia cianótica. 
- Bom foi um imenso desprazer lê conhecer princesa Deva, acho que vou ouvir falar de você no julgamento até lá então. - Pedro sorrindo saiu da ala médica e foi direto para seu quarto aguardar o julgamento mas parou por um momento. 
- Tenho que fazer uma última coisa, para que eu tenha certeza que ninguém me atrapalhe. 

No quarto de Susana. 

- Então pode começar a falar Lúcia. - Susana sentou em sua cama esperando o parecer da irmã caçula. 
- Tá tá tudo bem eu falo, mas só fica entre nós, essa não é uma história muito agradável para mim. 
- Tudo bem estou ouvindo. 
- Tudo começou no dia do cortejo, ou até mesmo antes disso. 
- Cortejo? 
- Sim, era uma ideia que Saltul teve para garantir mais ainda a nossa vitória sobre Pedro. Edmundo deveria desposar uma princesa para que fosse rei de duas províncias e também para garantir mais aliados, mas a noite do cortejo foi um tremendo desastre, Edmundo parecia desorientado, bêbado era a palavra certa. Se bem que até hoje não entendo seu mau súbito naquele dia, enfim, as três princesas não agradaram muito Edmundo e meio que ele começou a zombar delas, umas não se importaram já outras se sentiram ofendidas eu decidi tirar Edmundo do cortejo e talvez essa pode ter sido a pior decisão que eu já tomei. 
- Pior porque? 
- Porque Susana eu e Edmundo nos quase... - Um barulho estrondoso foi ouvido no quarto da rainha Susana ela se levantou e foi até a porta e viu que estava trancada. 
- Ei! Quem está aí? Porque nós trancou? - Susana gritava de seu quarto. 
- Bom parece que nada mais vai me atrapalhar, é melhor eu fazer uma festa para mim mesmo quando tudo isso acabar Paravel você vai ser responsável pela nossa comemoração. 
- Sim rei Pedro o julgamento já vai começar. 
- Está sentindo Paravel o ar até parece mais puro, vamos! Vamos! Não perco isso por nada! 

- SOCORRO! SOCORRO! - Lúcia batia e gritava através da porta trancada. 
- Não adianta Lúcia ninguém vai nos ouvir essas paredes são sólidas. 
- Mais o julgamento já deve ter começado.
- Bom já que estamos presas deveríamos pensar em um jeito de inocentar nosso irmão. 
- Como consegue ficar tão calma? E se Edmundo for morto. 
- Mantenha a calma e me conte o resto da história, talvez algo que você diga nós ajude. 
- Mesmo que ajude, como vamos sair daqui? 
- Lúcia esse castelo é meu eu conheço todas as entradas e saídas, então não vai continuar a história? - Susana voltou a sentar na cama e pediu para que Lúcia ficasse ao lado dela, a irmã tentou manter a calma e criar coragem para contar o resto da história, já imaginando a cara de reprovação da sua irmã. 


No Julgamento


No conselho de Narnia se encontravam os mais antigos anciões e sábios da região que agora eram as três comarcas principais. O Centauro Doran, o anão Meridas, a ninfa Laiei, e o conselheiro de Lúcia o sátiro Tumnus. 
- Estamos aqui para julgar o antigo Rei escolhido por aslam para governar Narnia, Rei Edmundo o justo, julgado também porém fazer de seu título uma blasfémia contra o próprio Aslan, acusado de assassinato, traição, Irresponsabilidade e ilegitimidade para com Narnia e com os outros reis. - O Centauro Doran começava o julgamento detalhando os crimes de Edmundo que  permaneceu calado apenas ouvindo as falsas acusações preso com algemas ajoelhado a frente de seus juízes, que estavam em uma mesa alta bastante acima dele. Pedro estava um pouco afastado de Edmundo apenas esperando o veredito. Saltul estava ao lado do antigo rei para defende-lo. 
- Que a defesa apresente seus fatos. 
- O conselho acusa meu rei de assassinato mas nunca foi comprovado que ele cometeu a morte da mulher grávida. 
- Mas temos testemunhas de que Edmundo matou o Marido da mulher, porque pouparia a vida da esposa? 
- Meu rei estava se defendendo daquele homem que estava ali justamente para acusá-lo do crime que ele não havia cometido. Eu sou testemunha deste fato assim como os dois centauros que o acusaram. 
- Sim realmente Edmundo se defendeu mas ele parecia ser o culpado do assassinato. - os Centauros que acusaram de Edmundo estavam lá no julgamento. 
- Parecer não é o mesmo que acontecer se não for provado que Edmundo realmente matou a mulher o crime será retirado! - Disse Tumnus. 
- Está certo o próximo crime a morte do rei da Arquelandia Sauro. 
- O rei já havia sido encontrado morto em sua cela nas masmorras de Edelvais, Ele foi morto apenas para começar essa guerra contra ele. Edmundo não foi o assassino. 
- Como pode ter certeza o rei da Arquelandia ameaçou revelar os segredos de Edmundo para todos não foi por isso que ele o matou? - Perguntou o cínico Pedro. 
- Não a nenhuma prova que Edmundo matou o rei! Ele foi já encontrado morto e eu também sou testemunha disso. - O conselho parou um pouco para conversar e Tumnus voltou a repetir. 
- Parecer não é o mesmo que acontecer se não for provado que Edmundo realmente matou o rei o crime será retirado! - Pedro já estava se aborrecendo com o sátiro.
- Crime retirado! Passando para o próximo então, a traição Edmundo traiu Narnia ao separar sua comarca das outras. - Disse o anão Meridas.
- O QUE? Edmundo estava sendo ameaçado pelo irmão, e queria se livrar dessas falsas acusações. - Rebateu o minotauro.
- Edmundo não pode tomar essas atitudes sem o consentimento do conselho, ele deveria ter passado por esse julgamento desde que foi descoberto que ele não era irmão de sangue dos reis, ele fugiu de nós e isso é considerado traição. 
- E o rei Pedro? Ele que ordenou que Edmundo se tornasse um rei independente. - Pedro sorriu para o minotauro. 
- Pedro não é cúmplice das decisões bagunçadas de Edmundo ele apenas agiu imprudentemente para ajudá-lo como irmão ele disse que se viu incurralado por tanta pressão, isso é mentira também? - Disse o Anão Meridas. 
- Não é verdade Edmundo pressionou o rei. - Falou Saltul com ódio de Pedro que apenas ficava sorrindo. 
- Então o crime de traição permanece. Passando para o próximo e última acusação a ilegitimidade de seu título como rei. - Comentou seria a ninfa Laiei. 
- Eu protesto isso não é crime, Edmundo nunca soube sobre isso. - Edmundo ainda permanecia calado e sem expressão nenhuma. 
- Mas não tira o fato dele não pertencer a família real. 
- Ele pode não ter o mesmo sangue que os outros reis mas foi escolhido por Aslan para Governar Asimênia antiga comarca de Narnia e como todos aqui nessa sala sabem Nada passa por cima das decisões do criador de Narnia. 
- Aslan não está mais aqui. - Disse Pedro, mas o Centauro Doran o repreendeu. 
- Mesmo que Aslan não esteja presente as suas leis permanecem e o minotauro tem razão não podemos passar por cima das decisões do leão. Mas, Edmundo escolheu seu destino se tornando um rei de um reino independente que foi recentemente subjugado e destruído pelo exército da Arquelandia. Assim sendo perdendo seu título de rei e de um rei de Narnia. Agora precisamos de um momento para dar o veredito final. - Saltul suspirou pesadamente já esperando a sentença de Edmundo que ainda permanecia inespressivo. 
- Senhor eu vou buscar nossa última alternativa não se preocupe Deva vai nós salvar. Espere eu vou atrás dela. 


No quarto de Susana. 


- O QUE? Você dormiu com Edmundo? Você dormiu com nosso irmão?! Ficou louca têm ideia de o quanto isso é estranho? 
- Eu não cheguei a dormir e sim naquele dia eu não pude pensar muito nas consequências que surgiriam. 
- Então Edmundo quis banir sua presença de Asimênia só para que vocês não tivessem uma recaída de novo? 
- Isso e agora parece que está apaixonado por aquela princesa Deva de Galma. 
- Nosso irmão foi inteligente Lúcia ele não queria despertar mais ainda a fúria de Pedro, que iria acabar decaindo sobre você. Quem sabe o que poderia ter acontecido se estivessem juntos agora? Algo bem pior que a morte das naiades. 
- Eu sei e agora entendo, mas não quero perder-lo. - Disse Lúcia quase chorando.
- Olha Lu escute você precisa saber, que não tem muita chance de Edmundo Permanecer aqui em Narnia. 
- Eu sei disso Susana por isso tenho que estar naquele julgamento para pelo menos me despedir ou até mesmo ir com ele. 
- Você abandonaria Pardal só para ficar com Edmundo?

- Eu não sei Susana! Só sei que se ele se afastar de mim novamente eu vou enlouquecer. 

- Você realmente ama Edmundo e ele te ama... - Susana começou a divagar.

- No que está pensando Su? 

- Você lembra da profecia de Aslan? Acho que finalmente entendi o que ela significa. A coroa de rosas deve ser posta no touro prateado. Você é a resposta Lu só você pode ajudar Edmundo se você se casar com ele, Ele não será exilado. Porque ele será o rei de Pardal tudo faz sentido. 

- Casar? 

- isso mesmo Lu não lembra o que Aslan disse, não há nenhuma prisão na qual o amor não possa forçar a entrada. Então Lu você faria esse sacrifício pelo nosso irmão? Eu não tenho dúvida de que ele te ama também. 

- Casamento? Edmundo rei de Pardal?


- A princesa Deva foi assassinada! - Disse Saltul ao entrar na sala. Edmundo logo olhou para o rosto de Pedro que apenas arqueava a sombrancelha para ele. Edmundo começou a criar uma enorme fúria dentro de si. 
- VOCÊ A MATOU DESGRAÇADO! MATOU DEVA! PORQUE TANTO ME FERE PEDRO? 
- Desculpe Edmundo más eu não fiz nada disso, a princesa Deva já chegou ferida em Boreal era apenas questão de tempo até que isso acontecesse. - Pedro agora já sabia mentir descaradamente sem despertar a menor desconfiança.
- Não! - Edmundo preso caiu em prantos. 
- Sinto muito senhor agora não há que possamos fazer, eu ia fazer o senhor ficar noivo da princesa. E o senhor teria uma nova vida em Galma. 
- Foi boa sua intenção meu amigo, mas não suportaria ficar longe de você sabe quem. 
- Eu sinto muito senhor. - Disse o minotauro com os olhos úmidos. 
- Não se preocupe pelo menos pude ver o meu valente conselheiro e comandante derramar algumas lágrimas pelo seu antigo rei. 
- Já foi resolvido e a pena para Edmundo é o exílio de Narnia e a perda de suas memórias será levado de volta para o mundo de onde veio você e os filhos de Adão não se lembrará de nada sobre Narnia ou sobre a sua história aqui tudo será esquecido. - Edmundo já estava sem esperança e apenas aceitou o seu destino assentindo o decreto do conselho o sorriso de Pedro não podia está mais presente ele era o mais alegre ali, mas sua alegria iria durar pouco pois naquele momento Susana invadiu o salão do conselho junto com Lúcia. 
- Edmundo não será exilado! Ele não pode! Está noivo. 
- Noivo? - Todos se perguntaram inclusive o próprio Edmundo imaginando que Deva ainda estivesse viva, mas seria impensável ela estava morta. 
- Sim Edmundo está noivo da rainha Lúcia. 


Notas Finais


Desculpe qualquer erro até o próximo se gostaram comentem !!!! Um beijo para os novos favoritos !!!!! Ninguém shippou a princesa Deva com Edmundo? 😢


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