História Edmundo e Lúcia (Shipper) - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas de Nárnia
Personagens Aslan, Caspian X, Edmundo Pevensie, Eustáquio Mísero, Lúcia Pevensie, Pedro Pevensie, Personagens Originais, Sr. Tumnus, Susana Pevensie
Tags Edlu
Visualizações 83
Palavras 2.622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês 😋 desculpe por qualquer erro, mals

Capítulo 3 - The silver bull


Fanfic / Fanfiction Edmundo e Lúcia (Shipper) - Capítulo 3 - The silver bull

Alguns meses depois

Desde a discussão entre Pedro e Edmundo, o irmão mais velho ficou cada vez mais orgulhoso e alimentava um ódio por Edmundo todo dia, pois viu que seu irmão estava conseguindo construir um grande reino. Pedro se sentiu amedrontado, pois Edmundo juntou um exército imenso, bem maior que o dele, ele se tornou invejoso, e começou a cobiçar tudo do irmão tinha, queria acabar com a alegria dele de alguma forma, e começou a criar um plano em sua cabeça. Edmundo por sua vez também era bastante orgulhoso mas, começou a sentir medo pelo irmão mais velho, não queria continuar de laços cortados com ele, pois temia que acontecesse algo ruim que afetasse todos, então o moreno de uma certa forma quis se desculpar enviando cartas ao outro irmão, mas não obteve resposta.
A cinco anos atrás, Edmundo começou a construção de seu castelo Edelvais, que se tornou o maior de Narnia, pois foi construída sobre as ruínas de um outro que tinha sido destruído a muito tempo. E logo depois em pouco tempo Edmundo juntou um poderoso exército de minotauros, os que chamavam de o grande exército prateado, inclusive recebeu um capacete em formato de touro todo polido a prata, uma homenagem de seu exército. Edmundo jamais começaria uma guerra contra o irmão ele só queria demonstrar que podia ser um grande rei.  Pedro com um tempo ficou mais ambicioso e queria ser o melhor.  As irmãs por sua vez continuavam sua amizade firme e forte, porém estavam preocupadas com os irmãos, sentiam uma rivalidade entre eles pelas notícias que chegavam.

Comarca Boreal

Lúcia estava na comarca dá irmã mais velha para resolver assuntos comerciais, Lúcia  estava com um vestido preto meio claro por conta da luz do sol, era cedo ainda quando Lúcia chegou a Boreal. Seu vestido também era apertado até sua cintura, mas era folgado abaixo dela, o vestido descia até os tornozelos e possuía um decote retangular pouco revelador, as mangas curtas e largas revelavam seus ombros, seu vestido era fechado com uma fivela de ouro, cravejados de pedras preciosas coloridas, Lúcia usava uma pequena sapatilha bege. Susana avistou Lúcia chegar e foi recebera no portão de seu castelo, como Susana era mais vaidosa seu vestuário era composto por um corpete, saia e mangas. O corpete bege era ajustado ao seu corpo, cobrindo dos ombros até a cintura. Ele não era apertado, não deformava seu corpo tinha a intenção apenas de ressaltar a sua silhueta feminina. seu decote era amplo mostrando um pouco dos ombros. Sua saia era ampla também da cor bege para combinar com o corpete, e calçava uma sandália cor de sua pele. Mas que era coberta por sua saia.
Susana acompanhou Lúcia até uma sala reservada no castelo, que foi batizado por Susana de Beija-flor, mas também discutindo sobre os irmãos, e sobre Aslan.
- Você sabe de algo sobre Edmundo? Perguntou Lúcia aflita.
- Não, soube que ele está com um enorme exército de Minotauros chamam ele de Rei touro prateado. - Lúcia suspirou pensando no irmão. - Creio que não seja mais questão de impressionar, é uma competição entre ele e Pedro. - Susana pegava alguns pergaminhos em uma prateleira, perto da mesa onde Lúcia estava. 
- Pedro já está ciente disso? - Perguntou Lúcia, Susana assentiu. 
- Acho que Pedro não liga mais para Edmundo, e sei que que Edmundo quer parar com essa rixa entre os dois. 
- Só espero que nosso irmão mais velho releve tudo isso, devemos estar juntos em momentos de crise. - Lúcia falava calmamente, mas com certo receio.
- Concordo. - Lúcia começou a pensar em uma antiga idéia para tentar resolver essa rixa.
- Estou pensando em Visitar Edmundo, o que acha?
- Assim sem nem ao menos avisá-lo? Sabe que Edmundo anda bastante ocupado.
- É o único jeito de revertermos isso, Edmundo já me convidou uma vez para visitá-lo, talvez seja a hora.
- Tudo bem, eu apoio você Lu, já que vocês se dão melhor. - Lúcia sorriu. 
- Sabe pensei no que Aslan disse. Lúcia sentou em uma cadeira pensativa.
- Aquelas profecias malucas? - Susana olhava a irmã pensando. 
- Sim ele disse que só iria voltar quando o amor do herdeiro for correspondido.
- Sim idai? - Susana com um tempo se tornava cada vez mais cética, e acreditava que toda essa história de herdeiro não passavam de lamúrias.
- Daí que, e se for um de nós, Que terá que corresponder o amor dele?
- An?
- Faz sentido, pensa Aslan também disse "Não há nenhuma prisão em nenhum mundo na qual o amor não possa forçar a entrada" Isso pode ser um aviso. - Susana estava captando a idéia da irmã, mas mesmo assim não deu muita importância.
- Que bobagen Lúcia. - Susana indagava.
- Esse "amor" Susana pode ser a chave pra concertar tudo. Vai ser demorar para acontecer, porém ele um dia vai surgir, e quando isso acontecer... O verdadeiro herdeiro de Narnia será reconhecido.
- Acredita realmente que um de nós vai ter um papel nisso?
- É o que tudo indica Susana.
- Tudo bem, você tem sua razão Lúcia, acha que devemos contar aos nossos irmãos, suas suspeitas?
- Melhor não, só depois que a briga deles cessar.  

Asimênia 

Edmundo andava pelos corredores de seu castelo, Ele discutia com Saltul um minotauro comandante de guerra, e também seu melhor amigo. Edmundo estava com um sobretudo verde cetim, com um decote V mostrando seu peitoral, ao qual era preso por um cinto de couro prateado que carregava sua espada, suas mangas eram finas e largas por conta do tecido, e chegavam até seus cotovelos, usava braceletes prateados presenteados por seus súditos, ele também usava uma calça preta comprida de lã e um par de sapatos marrons fechados. Seu minotauro comandante apenas carregava sua espada em um cinto adornado com o selo de Narnia, os dois chegaram a sala real, ao qual Edmundo fazia seus planejamentos futuros.
- Saltul como anda a situação do nosso exército. 
- Tràuvos, o exército está se multiplicando, mais e mais minotauros se aliam a sua causa. 

- Ótimo. 

(Tráuvos apelido dado a Edmundo pelo seu exército de minotauros significa Touro) 

- Rei Edmundo! - Corsário entrou na sala real sem aviso prévio. O sátiro vinha correndo na direção do rei para entregar uma mensagem.
- O que houve ? - Corsário fez reverência ao seu Soberano antes de falar em sinal de respeito.
- Alguém veio visitá-lo senhor, e tem muita pressa em vê-lo.
- E quem essa pessoa? 

Momentos antes

Lúcia e Susana estavam passeando pelos bosques de Boreal a cavalo, quando viram um pássaro surgir perto delas, o pássaro era familiar branco com penas escuras e carregava o selo de narnia, ele pousou em um galho. As duas irmãs imediatamente pararam seus cavalos.
- Majestades trago uma mensagem do rei Pedro as irmãs. 
- Qual o seu nome pequeno guerreiro? - Perguntou Susana. 
- Me chamo Paravel o pássaro mensageiro. - Lúcia o reconheceu.
- Susana ele mandava cartas confidenciais e de Emergência, na guerra contra a rainha branca. 
- Exatamente rainha Lúcia,  essa mensagem precisa ser lida por vocês imediatamente, Pedro também pede que a leiam isoladas de todos.
- Susana então pegou o pergaminho. 
- Bom se é assim, Chayera, Cassaya por favor voltem para Beija-flor eu e Lúcia voltamos a pé.
- Esse era o nome das Éguas da rainha, que mesmo preocupadas seguiram a ordem dela e voltaram para o castelo. Paravel o pássaro também fez o mesmo e seguiu voo de volta para Pedro.

Susana e Lúcia abriram o pergaminho e leram juntas. Cada palavra era uma surpresa e um espanto a quem lia. Susana não acreditava naquelas palavras  ficou absoluta sem reação, Já Lúcia não se conformava com aquilo, logo se alarmou e quis voltar imediatamente ao castelo com a irmã. 
- Vamos Susana devemos Avisar Edmundo! - Lúcia puxou o braço da irmã e correu com ela até Beija-flor que não estava muito distante.

Arquelandia

Bem longe dali em uma civilização bastante discreta, Um rei e seu governador discutiam sobre uma possível visita a um reino vizinho.
- Rei Sauro tem certeza de que quer ir a Narnia? Não sei se seremos bem recebidos.
- Não se preocupe Beltech, eu tenho uma chave que abrirá todas as portas de Narnia para mim.
Sauro era um homem já vivido, bastante vaidoso e ambicioso, tinha longos cabelos pretos, uma armadura reluzente feita com ouro e partes de prata, suas botas era de um couro resistente e sua capa vermelha caía ao chão. Seu Governador também era um homem já velho e sábio. Porém em Arquelandia o mais velho era o próprio rei, mesmo não aparentando.
- Falando em Narnia tem algumas informações novas de lá Beltech? 
- Sim, os irmãos Pedro e Edmundo continuam de laços cortados, nenhum dos dois mantém relações comerciais, e parecem não estar se falando. Alguns temem que ocorra uma guerra entre os dois, pois Edmundo o rei mais jovem tem recrutado vários minotauros e possui agora o maior exército de Narnia.
- Maior exército interessante... Mas até parece que irmãos começassem guerras apenas por discursão de família.
- Rei Sauro se pôs em seu trono, e começou a pensar.
- Quem sabe com a motivação certa, e uma pequena manipulação. Possamos ter a guerra e as separação dos reinos que tanto preciso.
- E como pretende fazer isso?
- Muito simples, me tornando aliado do mais forte, e com uma informação muito importante.
- Que tipo de informação?
- Tudo a seu tempo Beltech, Então tudo pronto para viagem a Comarca Asimênia?
- Sim senhor, mesmo não concordando muito com essa viagem, o que pretende fazer quando chegar lá?
- Manipular a cabeça de um certo Rei que se intitula touro prateado.

Boreal

- Lúcia tem certeza que quer ir assim ? - Susana tentava impedir a irmã de sair por impulso, mas não parecia adiantar muito, Lúcia estava decidida a ir até seu irmão.
- Você leu a carta de Pedro, sabe que nosso irmão  pode correr perigo ou trazer. Preciso conversar com ele o quanto antes.
- Você nem sabe se essa informação é verdadeira, nem Pedro sabe...
- E se for? Acha que vou ficar aqui parada vendo meu irmão talvez começar uma guerra? - Susana então suspirou calmamente e pegou o braço da irmã.
- Tudo bem Lúcia, leve tudo que precisar aqui pra sua viagem, e me informe imediatamente o que Edmundo irá fazer em seguida.
Lúcia e a irmã se abraçaram. Depois de organizar suas coisas Lúcia foi até Cassaya a  égua dada por sua irmã e montou.
- Cuidado irmã, tente resolver essa rixa entre nossos irmãos.
- Certo farei meu melhor. Vamos Cassaya. A égua saiu calvagando com Lúcia sobre ela, para fora do Castelo.

tempo atual

- Quem é essa pessoa Corsário?

- Alguém que diz trazer uma informação importante.
- E de onde ele vem? - De repente a porta da sala se abre.
- Permita-me que eu mesmo me apresente, sou rei Sauro da Arquelandia. - Sauro surgiu do nada na sala real ao qual Edmundo e Saltul se encontravam, O sátiro mensageiro se retirou, o  comandante do rei não gostou nem um pouco da invasão.
- Como ousa invadir a sala real do grande Tráuvos, Heresia! 
-Não, Saltul deixe ele falar - Ordenou Edmundo e o comandante assentiu.
- Obrigada rei Edmundo, eu vim aqui oferecer minha ajuda para resolver seu problema. - Edmundo foi até seu trono a qual se sentou e passou a observar Sauro melhor.
- Meu problema? Qual seria?
- Ah possível perda de sua comarca. - Edmundo riu de canto, achará aquilo um absurdo. Saltul apontou a espada para o pescoço do rei estranho.
- Como ousa ameaçar o trono do rei ! Não teme por sua vida? - Sauro Ergueu os braços.
- Não só a minha comandante minotauro, mas a vida das pessoas do meu reino e da comarca dele.
- Diga logo o que veio fazer aqui! - Edmundo já estava aflito por respostas.
- Meu rei, peço perdão mas não sou eu que ameaço o trono, e sim seu irmão. 
- Edmundo ficou surpreso e agora tinha sua total atenção ao estranho.
- Como? Meu irmão não pode tirar minha comarca, foi dada a mim por Aslan! - Saltul abaixou a espada, e o rei Sauro se aproximou mais de Edmundo, mais o comandante não baixou a guarda.
- Na verdade meu rei, Pedro seu irmão carrega consigo uma informação que pode retirar seu poder.
- E que informação seria essa? - Perguntou Saltul.
- Creio que deva revelar essa informação apenas a sós com o rei. - Saltul pegou a espada, mas Edmundo impediu sua ação.
- Por favor Saltul saía. Preciso conversar com este homem.
- Sim majestade. - Saltul se retirou e Sauro deu um sorriso de vitória que fez o comandante ficar furioso saindo da sala real.

Calvagando por Narnia, Lúcia finalmente chegou aos portões de Asimênia, Eram imensos com mais de 15 metros feito de ferro e prata, ao redor havia muralhas que cobria toda a cidade. Lúcia mostrou seu rosto, aos Centauros guardiões do Portão que permitiram sua entrada. 
- Por favor guardião me leve até Edmundo. 
- Como ordenar rainha Lúcia. Ela ficou boquiaberta pois avistou ao longe o maior castelo de sua vida, bem maior que Cair Paravel, o dela, e o de Susana.
- Esse é o castelo do meu irmão? 
- Sim, o grande castelo Edelvais.
Lúcia em cima de sua égua finalmente conhecia o grande império de seu irmão.


          **************************************

 

- Então o que tem a me dizer?
- Antes de tudo gostaria de dizer que Pedro veio até mim, bem antes de nosso encontro hoje, e foi ele que me contou esse segredo. Pediu que eu fosse seu aliado caso o senhor iniciasse uma guerra pelo trono, já que seu exército é bem maior que o dele.
Edmundo demonstrou certa tristeza ao ouvir aquilo, sendo traído pelo próprio irmão.
- Porque Pedro quer tirar meu trono? 
- Talvez por inveja ou Ambição de poder qualquer um desejaria seu Trono rei Edmundo, sua Comarca é esplêndida.
- Alguém como você? Edmundo se levantou de seu trono já alterado e apontou sua espada para o rei a sua frente.
- Sou um rei pacífico, não gosto de guerras, apenas vim aqui para resolver tudo isso antes que exploda o barrio de pólvora, e meu reino possa ser uma vítima nesse mal entendido.
- Edmundo abaixou a espada tentando se acalmar.
- Saiba que terá todo o meu apoio em qualquer decisão que tomar.
- Por que veio até mim? 
- Reprovo a atitude de seu irmão, e se de fato acontecer uma guerra, irei me aliar ao mais forte.
- Não pretendo declarar guerra nenhuma, diga logo que segredo é esse! - Rei Sauro sorriu por dentro pois estava preparando a mente de Edmundo para a surpresa que ele iria ter.

Fora da sala real uma moça corria rapidamente em direção ao conselheiro do rei, seus cabelos ondulados e sua coroa de rosas poderiam ser reconhecidos em qualquer lugar.
- Rainha Lúcia o que faz aqui? - Lúcia parou um pouco para respirar e aflita perguntou a Corsário.
- Onde está Edmundo?
- Na sala real mas ninguém pode entr... - Lúcia nem ao menos permitiu o Sátiro finalizar, correu até a sala onde Edmundo estava, mas já não adiantava mais Edmundo já havia descoberto, ele estava atordoado, perdido, Furioso um ódio cresceu dentro dele. Ele viu Lúcia na porta e perguntou. 
- É verdade Lúcia eu sou adotado?


Notas Finais


Obg pelos favoritos, até o próximo :3 só espero que vocês consigam entender essa minha linha do tempo kkkk


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