História Efeito Casulo - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Metamorfose_

Postado
Categorias Naruto
Personagens Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Obito Uchiha (Tobi), Rin Nohara
Tags Amizade, Amor, Crescimento Individual, Kakashi, Luta, Metamorfose, Obito, Projeto Metamorfose, Rin, Rivalidade
Visualizações 31
Palavras 2.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Escolar, Fantasia, Luta, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fanfiction escrita para o Projeto Metamorfose. O link está nas notas finais. Acessem também o perfil do Metamorfose, ok?

Grato pela magnífica betagem de @Fillira, bem como pela esplêndida capa feita por @LARRYJEONGBOY. Muito Show o trabalho de vocês!

Capítulo 1 - Efeito Casulo


Fanfic / Fanfiction Efeito Casulo - Capítulo 1 - Efeito Casulo

Obito, apelidado por seus amigos de Tobi, cresceu sem saber quem eram seus pais, vivendo uma infância cheia de privações até ser adotado.

O adolescente observava dois casulos pendurados no teto da varanda já há algum tempo e nem se deu conta do seu horário. Sua vontade era de rasgá-los e “libertar” as borboletas. Permanecer preso ali dentro parecia desconfortável.

O rapaz queria tudo para o “aqui e agora”, como se fosse capaz de ter controle sobre tudo em sua vida. Essa sensação de incapacidade de controle total sobre seu destino lhe causava certa frustração. Acarretava ansiedade; acabava explodindo em xingamentos e agressividade.

Permaneceu examinando com os olhos atentamente a lenta metamorfose colada no teto.

— Meu filho! Vai chegar atrasado outra vez na academia! ­— Madara Uchiha vociferou.

 

[...]

 

Apressava os passos. Já era o terceiro dia consecutivo que chegava atrasado à Academia Ninja de Konoha.

O garoto tinha cabelo curto e espetado. Olhos negros. Usava um uniforme azul de manga comprida com proteções de metal na parte de trás de suas mãos, bem como um casaco azul escuro com um colar laranja. A jaqueta era presa ao resto da roupa por dois botões na gola, com o símbolo do clã Uchiha nas costas. Também usava um cinto branco, sandálias shinobi, o protetor de testa padrão de Konoha com um pano azul escuro, e um par de óculos com lentes alaranjadas conectadas a protetores auriculares.

O ranger agudo da porta anunciou sua entrada.

— Com licença! — Foi adentrando e se sentando no fundo da sala de aula, com o rosto ainda amarrotado, naquela manhã de céu aberto e frio constante.

Minato, que ministrava aula teórica de jutsu, interrompeu a explicação. Por breves instantes, fuzilou com seu olhar o garoto intruso que roubou a atenção da turma ao se sentar espalhafatosamente.

Rin deu um sorriso e uma piscadela para ele. Discretamente, mandou um bilhete através das colegas.

Rin Nohara tinha os cabelos curtos e castanhos na altura do queixo que emolduravam o seu rosto e olhos marrons brilhantes. Possuía duas marcas roxas retangulares em cada uma de suas bochechas. Usava um top de mangas compridas preto, cintura alta e saia avental roxo claro com um short por baixo. Exibia um protetor de testa com o símbolo de Konoha.

No horário do recreio, encontraram-se num local discreto no pátio da escola, embaixo de uma árvore copada.

— Como sempre atrasado, hein? Vê se melhora essa cara, parece mais mal-humorado que Kurama.

Obito não respondeu. Sorriu, colocou a mão na cintura e deu um beijo apaixonado na namorada.

— Calma, garoto! Aqui no pátio da escola, não!

— Estou atrapalhando? — Kakashi surpreendeu ambos.

— O que faz aqui? — Obito se revelou apreensivo, não por ter sido incomodado, mas pela possibilidade de Kakashi ter conseguido a transferência.

— Ué? Consegui a remoção da minha matrícula. Lembra-se de que eu gostaria de estar estudando nessa academia?

Os traços faciais de mau humor já estavam esculpidos novamente no rosto de Obito.

— Parece que não ficou feliz... — Kakashi esboçou certo grau de ressentimento.

— Quem é ele? — Rin indagou, permanecendo com seus olhos focados no rosto simétrico e no jeito de Kakashi falar.

— É um amigo... Bom... Parabéns... — Obito não esboçava o menor entusiasmo.

— Sou Kakashi Hatake. — Antecipou-se a uma possível apresentação e apertou suavemente as mãos de Rin, beijando-a nas bochechas, deixando-a com as maçãs do rosto vermelhas e quentes de vergonha.

— Rin. — A garota sorriu sem graça, não conseguindo disfarçar seu encanto.

Kakashi usava uma roupa preta básica, adornado com um lenço de design simples que percorria o seu corpo. Relativamente alto, com cabelo prata, espetado. Olhos de cor escura. Queixo estreitamente delineado, com uma pinta sob o canto esquerdo da boca. Voz grave e trejeitos que as garotas consideravam charmosos.

Obito e Kakashi eram amigos desde criança. O baixinho tinha a sensação de estar sempre mais atrasado em relação ao amigo, que era talentoso, organizado e disciplinado.

Enciumado, puxou Rin para estar mais próximo de si, colando-a ao corpo.

— Só agora a direção da Academia terminou de fazer a transferência da matrícula. Terminou o recreio, vou para a aula, detesto chegar atrasado. Prazer em te conhecer, garota. Acho que seremos todos da mesma turma. — Kakashi sorriu e retirou-se.

 

[...]

 

Com a divisão da turma em equipes de trabalho focadas em treinamento e pequenas missões, Obito, Kakashi e Rin formavam um time. Com seu jeito extrovertido e sua postura de rapaz maduro, Kakashi chamava a atenção das garotas, principalmente de Rin, que lhe dava muita atenção. O ciúme corroía Tobi.

Era o fim de mais um dia angustiante de aula. Obito se sentia desconfortável. Considerava que, até a chegada de Kakashi, a academia não era lá essas coisas, porém dava para ser feliz. Agora, com o cabelo prateado desfilando para todos os lados e se exibindo o tempo todo, os dias de aulas não passavam de tormentos.

Desde criança Obito se comparava a Kakashi. Era a referência para se autoavaliar, porém apenas focava na aparência física. Altura, torneamento dos músculos, pelos no corpo, desempenho nas atividades físicas. Não entendia que tinha seu próprio tempo para se desenvolver, crescer e amadurecer tanto fisicamente como emocionalmente. Não compreendia que era dono de sua própria individualidade, seu próprio jeito de ser e perceber as coisas.

Obito acreditava que Kakashi parecia ser melhor que ele. Seu amigo era mais maduro, mais centrado, mais descolado. Apesar de uma diferença de idade de poucos meses, Kakashi havia amadurecido mais rápido. A puberdade chegou mais cedo em relação a ele, assim como ficou emocionalmente maturado.

Tobi tinha saudade do tempo em que eram apenas amigos e crianças. Da época em que se sentia muito bem em estar ao lado do amigo e compartilhar brincadeiras e aventuras. Kakashi continuava seu amigo, é verdade, mas estava tudo diferente agora. Ele já não sentia prazer em estar na companhia dele e nutriu um sentimento de rivalidade que acabou contaminando Kakashi também. Eram amigos e rivais.

— O que está acontecendo? Por que você está chutando portas e derrubando coisas? Por que está chegando desse jeito em casa? — Madara gritou e foi em direção a ele com os braços abertos e rosto indignado.

— Estou treinando um pouco. — Falou com deboche e sarcasmo. Passou pelo vão da porta da sala e arremessou a mochila no sofá.

Madara se aproximou e se sentou ao lado do filho, que estava acomodado numa cadeira de madeira, olhando fixamente para o chão com traços faciais de irritação.

— Se não contar o que está acontecendo, não vou conseguir ajudá-lo. — Madara abrandou a voz, procurando não se influenciar com a irritação aparentemente infundada do filho.

— Já falei que estou bem. — Levantou-se, gesticulando os braços. Pegou roupas no armário e foi para o banheiro.

Madara se levantou, balançando a cabeça em reprovação. Obito estava cada vez mais agressivo.

Após o banho, o baixinho sentou-se na varanda para observar o casulo e pensar naquela sensação horrível de se sentir ameaçado pela ideia de perder o amor de Rin para um amigo. Achava que ela dava muita atenção para ele, que correspondia na mesma intensidade. "Ficaram amiguinhos rápido demais", pensou.

“E se estiverem namorando escondido?” “Será que ela faria isso comigo?” “Minha vontade é de socar a cara daquele safado!”. Os questionamentos eram insistentes em sua mente.

— Tome, fiz um suco de laranja. — Madara interrompeu os pensamentos do garoto, tentando nova aproximação e a possibilidade de estabelecer um diálogo eficaz.

— Por que essas malditas borboletas não saem logo do casulo? — O filho indagou com os olhos fixos no teto.

— Porque não está na hora.

— Há meses elas estão aí. Tenho vontade de libertá-las.

— A sabedoria da natureza dotou cada criaturinha da capacidade de nascer, crescer e amadurecer. Existe o tempo certo para cada coisa, cada etapa da vida. Você já não é mais criança e também não é adulto. Está vivendo novas experiências e precisa aprender com elas.

Obito terminou de beber o suco. Retirou-se devagar, sem comentar as palavras do pai.

Já era noite quando se deitou numa rede em seu quarto. Pensava obsessivo nos casulos. As pálpebras pesavam, lutava contra o sono. O embalo o adormeceu.

 

[...]

 

Era um dia de prova prática. Haviam recebido uma missão fictícia — uma missão de campo para investigar e capturar a bandeira vermelha. O mapa, que fora achado depois que conseguiram desvendar um enigma, indicava o local da bandeira nas imediações do bosque de Konoha.

Minato havia se responsabilizado por esse time, enquanto os demais instrutores foram sorteados para monitorarem os outros seis times. A supervisão era feita a uma boa distância física, obviamente dentro do campo de visão do monitor.

O time parecia com um bom desempenho. Estavam sincronizados. Próximos de achar a bandeira.

Obito não resistiu quando viu Rin, um pouco afastada. Aproveitando a oportunidade...

— Pensa que não sei sobre suas intenções com Rin?

— Do que está falando?

— Do jeito que olha para ela, da maneira que sorri.

— Não temos absolutamente nada a ver. Não estou interessado nela.

— Mentiroso!

— Não tenho culpa de ser bem-humorado e ter um bom papo.

— Seu babaca, não se trata disso.

— Cara, você nunca falou assim comigo! Que palhaçada é essa?

— Está sempre querendo aparecer, fica se exibindo na turma a todo momento. Que parecer sempre melhor que todo mundo!

— Não se trata disso. É meu jeito de ser. Além disso, jamais me contou que isso te incomodava.

— Você é insuportável. Minha vontade é de rachar essa cara delicadinha.

— Cara, vê se cresce! Você já não é mais criança. Aliás, nós não somos mais crianças. Olha pra você, está diferente. Na verdade, foi só o corpo que amadureceu, sua mente é de criança mimada que acha que tudo gira em torno de você mesmo. Vê se cresce, seu cabeça de pirralho!

— Vá para o inferno! — Obito atirou-se com violência contra Kakashi, de punhos fechados, derrubando-o e sentado em seu tórax; socava-o no rosto.

Surpreendido com o ataque de fúria, Kakashi tentava uma reação.

Ao perceber a cena inimaginável, Rin começou a berrar, mantendo certa distância.

Atraído pela gritaria da garota, Minato, que havia relaxado um pouco e consultava um manual, correu até o local do embate e agarrou o agressor por trás fazendo um movimento para cima.

— Não, você não fará isto, Obito! —  Falou ao visualizar o artefato cortante que o baixinho sacara e empunhava, conseguindo imobilizar, por instantes, o agressor.

— Ela é minha namorada... Ele não tinha o direito de se aproximar dela.

Minato não conseguiu mantê-lo imobilizado, e com um movimento retrógrado da cabeça, Obito atingiu a testa de seu instrutor, deixando-o desacordado.

O rapaz apontou o punhal para Kakashi, que parecia não acreditar naquela situação e na reação explosiva e extremamente agressiva de Obito, que mais parecia ter um youkai selado no corpo.

Novamente, partiu para cima de Kakashi, que já estava de pé. O prateado foi cortado no rosto com talhos acima e abaixo do olho esquerdo.

Obito desferiu outro golpe em Kakashi que, mesmo sagrando e com apenas o olho direito aberto, conseguiu se esquivar e se atracou com ele. Ambos caíram no chão, rolando; o baixinho tentou feri-lo, enquanto o prateado se esforçou para imobilizá-lo.

Kakashi conteve um golpe, procurando jogar o punhal para o lado, na intenção de meter o joelho entre ele e a lâmina da arma de Obito. O prateado apostou toda sua força contra a mão que segurava o punhal e conseguiu rasgar a carne do braço de Obito. Porém, aproveitando a direção do próprio golpe, Obito pode redirecionar o punhal e a ponta penetrou um pouco na coxa de Kakashi. Num último esforço, num jogo de corpo, concentrou toda sua força e conseguiu colocar a outra perna no tórax de Tobi, imobilizando o oponente numa chave de pernas. Agora Obito sufocava. A mão que empunhava a arma retrocedera e já não alcançava o oponente. O peso das pernas de Kakashi pressionava seus pulmões.

— Parem com isso! — Rin se aproximou, gritou novamente e começou a chorar compulsivamente, ajoelhando-se e inclinando o rosto para baixo, apoiado pelas mãos. A garota não tinha a menor noção do que estava acontecendo com a equipe que, há poucos minutos, estava a um passo de concluir a missão didática.

Obito caiu em si e largou o punhal. Kakashi afrouxou as pernas.

Diante do estardalhaço, os demais shinobis chegaram até o local e separaram os lutadores.

 

[...]

 

Obito retornava da enfermaria. Na verdade, foi pedir perdão para o amigo que ficou com uma cicatriz permanente no rosto.

Rin pediu um tempo. Disse que o amava, mas que precisava refletir sobre tudo o que aconteceu.

A Academia decidiu suspendê-lo. Obito precisava digerir aquilo tudo, reposicionar-se na vida.

Ao chegar a casa, sentou-se ao lado do pai. Sentia-se péssimo, a cabeça fora do lugar.

Madara, a par do que ocorrera, acariciou os cabelos do rapaz, depois de chamar-lhe a atenção para a realidade e as consequências de sua imaturidade.

Com a entonação de voz mais calibrada, acrescentou:

— Eu ajudei meus pais a cuidar do meu irmão, Izuna Uchiha, quando ele era criança. Algumas vezes, na hora de dormir, o maninho reclamava que a perna repuxava de uma forma estranha, como se alguém estivesse esticando o seu joelho de um lado e o pé de outro, ao mesmo tempo. — Madara sorriu — O maninho acreditava que uma força estranha estava querendo fazer mal a ele.  Era “a dor do crescimento”.

Madara pausou e respirou fundo para continuar:

— Muitas vezes, crescer fisicamente é dolorido, assim como amadurecer também pode ser. Muitas vezes, para amadurecer a gente quebra a cara, faz as pessoas sofrerem, e por conta disso, sofremos também. Você tem a oportunidade de poder se reinventar. Aprender mais. Mudar de opinião, entender os valores das outras pessoas, conhecer outras realidades, perceber que se dói em mim, dói no outro também. Não pode ter controle de tudo. Não pode ficar ansioso por causa disso.

Obito continuava em silêncio, mas agora sua atitude era diferente. Queria ouvir, refletir, mudar.

Madara prosseguiu.

— Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um menino sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através de um pequeno buraco. Parecia que ela havia parado de se desenvolver. Parecia que ficou presa ao buraco do casulo. Ansioso, o menino pensava que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia  ir  mais. Então ele decidiu ajudar a borboleta. Pegou  uma tesoura e cortou o restante do casulo.  A borboleta foi “liberta”, mas seu corpo estava murcho, pequeno e possuía asas  amassadas. O menino continuou a observá-la porque ele esperava  que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para  serem  capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da  sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o garoto, em sua ansiedade e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para  passar através da pequena abertura era o modo com que a natureza fazia com  que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria  pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

 

[...]

 

Vários meses se passaram. Obito reatou uma amizade sincera e mais profunda com Kakashi, aceitando-o do jeito que ele era e aceitando a si mesmo. Percebeu que a individualidade não pode ser comparada. Somos únicos e especiais.

Rin compreendeu o momento de mudanças emocionais que Obito conseguiu superar. Estavam se amando mais do que nunca.

— Ótimo desempenho nos testes. — Rin beijou-lhe a boca.

— Não posso desperdiçar a chance que a Academia me deu. — Falou sorrindo, agarrando-a novamente e dando um beijo demorado.

— Espero você amanhã pontualmente às 7 horas. — Rin sorriu e saiu pelo portão da Academia.

— Não se preocupe. Sete em ponto.

Em duas semanas terminavam as aulas e Obito se apressava em chegar em casa.

— Filho! Chegou na hora certa!

As duas borboletas finalmente saíram do casulo e voavam juntas em giros até alçarem um voo mais alto e sumirem na imensidão da paisagem campestre.

 

[...]

 

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Sem obstáculos, não nos fortalecemos. Precisamos do efeito do casulo, do nosso próprio tempo para o crescimento, buscando o próprio caminho individual para o amadurecimento.

O amadurecimento nasce das experiências que vivemos ao longo da vida. Cada experiência contribui para nosso crescimento individual enquanto seres humanos e traz novas aprendizagens que nos fazem amadurecer a cada dia que passa.

 

 

Observação: a lagarta leva um ano entre se metamorfosear em borboleta e sair do casulo.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...