História Efeitos - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Namjoon, Rap Monster
Exibições 528
Palavras 2.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeee amores.

Aqui está o imagine do Namjoon que prometi com o mesmo tema da fic que "deu problema"

Espero de coração que gostem, pois fiquei desde as 5 hros da tarde escrevendo ele rsrsrs.

Mudei o nome da personagem para (S/N), coloquem o nome que quiserem S2

Boa leitura.

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 1 - Não Acredito Em Você


Fanfic / Fanfiction Efeitos - Capítulo 1 - Não Acredito Em Você

Namjoon Onn

Trabalho, trabalho e mais trabalho. Tudo o que eu tenho feito desde que cheguei a essa casa é trabalhar.

Você deve estar se perguntando o porquê eu estou reclamando tanto, onde estou e quem eu sou.

Bem eu me chamo Namjoon, tenho 22 anos e trabalho nos serviços gerais da mansão de uma família muito rica. Meu sonho sempre foi ser um rapper, mas infelizmente essa profissão raramente da algum lucro, então tive que optar por qualquer outro trabalho idiota e cá estou eu, sendo feito de escravo.

Eu trabalho aqui a cerca de um ano e poucos meses, devo dizer que tive “sorte” em me manter aqui até agora, pois raramente conseguia me estabilizar em algum emprego.

Quando digo que “sou feito de escravo”, não é por conta do meu patrão ou a esposa dele me darem tarefas demais... O problema era a filha deles.

(S/N) tinha 19 anos e era a garota mais linda que eu já havia conhecido em toda a minha vida, porém era horrível como pessoa, toda chance que ela tinha de me humilhar, era bem utilizada pela mesma.

Infelizmente no passado, acho que uns quatro meses depois que eu comecei a trabalhar aqui, cometi a idiotice de dizer que a achava linda e tentar beija-la. Desde então aquela senhorita vem me chantageando com inumes ameaças de que iria contar ao pai dela que eu tentei abusar da mesma, que eu passei a mão no corpo dela, entre outros absurdos que eu nem ouso querer dizer.

Eu na verdade nem sabia o porquê (S/N) gostava de me humilhar tanto, ela me dava varias tarefas para fazer para ela. Lembro-me do dia em que a mesma me disse para fazer sua tarefa do seu curso de inglês, pois ela sabia que eu entendia tal coisa e caso não fizesse, ela contaria para o pai que eu estava dando em cima dela.

Vocês devem estar me achando um idiota agora por aturar tudo isso, que eu poderia simplesmente deixar que ela falasse essas mentiras para o pai e depois ir embora dessa casa atrás de outro emprego. Mas as coisas não eram bem assim para mim, desde quando comecei a trabalhar aqui a minha vida mudou muito, o meu patrão é um homem muito bom para mim, me paga uma quantia muito considerável para um cargo como o meu. Antes eu não tinha nem ao menos uma refeição descente, teve dias que eu cheguei a passar fome por não ter nem ao menos uma moeda no bolso.

Não posso deixar que uma garota mimada e mentirosa, tire de mim tudo o que eu consegui aqui. Eu faço o que ela manda, isso me deixa revoltado e com muito ódio, mas qual escolha eu tenho?

Neste exato momento eu estou limpando a piscina. Eu gosto dessa área da casa, é um espaço bem relaxante e pelo menos aqui eu posso ter a oportunidade de aliviar o meu estresse, mesmo que seja limpando a piscina.

~~

Demorei cerca de 30 minutos para tirar todas as folhas e outros resíduos que estavam na água e resolvi ir até a cozinha para tomar um copo de água e aguardar a próxima tarefa que me darem.

Cheguei á cozinha e somente a cozinheira estava no local, ela era uma senhora baixinha e gordinha, com um sorriso muito amável. Assim que a mesma me viu, tratou de pegar um copo e encher de suco.

_Não precisava, queria somente uma água. – Falei.

_Você faz trabalhos físicos, precisa de algumas vitaminas, esse suco vai te fazer bem. – Ela sorridente.

_Obrigado. – Agradeci e peguei o copo.

Enquanto eu estava tomando o tal suco, escutei uma movimentação um pouco estranha na sala. A cozinheira olhou para mim, um pouco assustada, tentando também escutar o que estava acontecendo.

_Chega (S/N), não precisamos mais presenciar os seus showzinhos. – O senhor dizia com a voz levemente alterada.

_showzinho foi o de vocês com aquele bebê nojento. – Ela rebateu.

_Não vamos mais discutir com você sobre isso, você já é grande demais para isso. – A mãe dela disse e eu ouvi o barulho do assoalho da escada.

De repente a “discussão” acabou, a cozinheira deu de ombros e voltou a se concentrar em suas panelas. Eu resolvi fazer o mesmo e voltei a tomar meu suco.

~~

Fiquei alguns minutos ali na cozinha, descansando o meu corpo e então resolvi ir novamente até a piscina. Já que ninguém havia se pronunciado para me dar alguma tarefa, eu iria ver o que poderia ser feito por lá novamente.

 Cheguei á área externa e me arrependi de ter pensado em voltar aqui outra vez, pois (S/N) estava ali, com os pés mergulhados na água e de costas para mim.

Tentei sair sem que mesma percebesse a minha presença ali, mas foi algo falho...

_Ei, vem aqui. – Ela “ordenou”, odeio tanto isso.

_Diga! – Falei chegando um pouco mais perto dela, mas mantendo uma distancia considerável.

_Você e aquela cozinheira ouviram tudo não é? – Ela perguntou sem me olhar.

_Não ouvimos nada demais senhorita. – Respondi educadamente.

_Bom mesmo, não quero idiotas rindo de mim. – (S/N) falou e eu me virei para ir embora, já que sabia que ela iria começar a me humilhar para se sentir melhor. – Eu não te dispensei ainda.

_O que deseja então? – Perguntei, tentando manter a minha paciência.

_Me traga um copo de água. – Ela disse e eu assenti.

Sai do local e fui até a cozinha, pegar a água para a “princesa”.

Minha vontade era de dizer para ela mesma ir pegar, pois tinha pernas e mãos para isso. Acho tão ridículo essa dependência de alguém para se servir.

Infelizmente eu não poderia falar o que tinha vontade, então enchi um copo com água e levei até onde ela estava.

_Aqui está senhorita. – Falei lhe entregando o copo.

Quando a mesma se virou para pegar, pude ver que seus olhos estavam muito vermelhos e seu rosto molhado... Estava chorando, isso não é nenhuma novidade para mim.

_Para de me olhar, seu estúpido. – Ela disse me olhando com raiva.

_Desculpe. – Falei e ela pegou o copo. –Precisa de mais alguma coisa?

_Preciso.... – (S/N) falou e eu esperei que ela falasse o que era, mas ela ficou calada.

_Então, o que a senhorita precisa? – Perguntei educadamente, mas minha vontade era de empurrar ela nessa piscina.

_Meus pais ficaram o dia todo mimando um maldito bebê, quero que ele morra. – Ela respondeu e eu a olhei assustado.

_Um bebê não tem culpa de nada. – Ousei falar e ela me olhou irritada.

_Então a culpa é minha? – Ela perguntou e eu senti a ironia em suas palavras.

_Não senhorita. – Respondi.

_Você é um inútil. – Ela disse e eu revirei os olhos.

_Posso ir agora? – Perguntei e ela negou.

_Quero que me leve até uma boate e depois me busque. – (S/N) falou e eu respirei fundo.

_Daqui 1 hora meu experiente acaba, posso te levar, mas não poderei buscar, pois estará fora do meu horário de trabalho. – Expliquei.

_Foda-se, você vai me levar e me buscar... – Ela disse se virando para mim com um sorriso no rosto. – E caso não faça, eu contarei para o meu pai que você passou a mão no meu corpo.

_A senhora sabe que eu não fiz isso. – Falei entre dentes.

_Mas tem muita vontade que eu sei. – (S/N) disse e eu a olhei com raiva, ela sabia que eu já não a via mais como antes. – Ok. Vou me arrumar, esteja com o carro ligado daqui a 40 minutos.

Ela disse e se levantou da borda da piscina, passando por mim e me entregando o copo cheio ainda cheio de água...

Minha vontade era de dar uns bons tapas nessa garota, mas eu terei que mais uma vez, acatar as ordens dela em silencio.

~~

40 minutos se passaram e eu estava com o carro estacionado em frente à mansão, esperando aquela peste. Faltam apenas 20 minutos para o meu horário terminar, mas pelo que eu vejo terei mais umas 3 ou 4 horas de trabalho, por conta desse demônio em forma de mulher.

Mais 5 minutos e finalmente eu á vejo vindo em direção ao carro, então saiu de dentro do mesmo e abro a porta para ela entrar.

_Bom menino. – (S/N) falou, como se eu fosse um cachorro.

Assim que ela entrou, eu fechei a porta com certa violência e pude ver que ela riu com isso... Ela gosta de me ver nervoso, e isso me irrita muito mais.

Entrei no carro e comecei a dirigir até uma boate luxuosa que havia na cidade.

Demorou alguns minutos para chegarmos e eu estacionei de frente para a tal boate e sai do carro, para abrir a porta para ela.

Abri rapidamente, pois queria me ver logo longe dessa garota insuportável. Porém para a minha surpresa ela não saiu do carro, eu a olhei impaciente e ela olhava para a entrada da boate, com uma cara um pouco perdida.

_A senhorita não vai descer? – Perguntei impaciente.

_Não. – Ela disse e me olhou sorrindo falsamente.

_Por que você faz isso comigo? Já era para eu estar em casa uma hora dessas. – Falei perdendo a paciência.

_Você é muito estressado. – (S/N) falou e pegou um batom em sua bolsa, retocando sua boca com o mesmo.

_Por favor, senhorita, desça. – Falei tentando manter a ultima gota de paciência que eu tinha.

_Eu mudei de ideia, não quero mais. – Ela disse e eu balancei a cabeça em negativo, não acreditando naquilo.

_Você faz isso por querer, não é mesmo? – Perguntei e ela sorriu.

_Talvez. – Ela falou e olhou para frente.

_Eu tenho muita vontade de te jogar de um prédio. – Confessei e ela riu.

_Cuidado com o que fala, posso usar contra você. – (S/N) disse me olhando.

_Você nunca usa as coisas que eu falo contra mim, você inventa mentiras. – Eu disse.

Ela deu de ombros e voltou a olhar para frente, eu fechei a porta e entrei novamente dentro do carro, ligando o mesmo.

_Não quero voltar para casa. – Ela disse e eu revirei os olhos.

_Aonde quer ir? – Perguntei irritado.

_Não sei, só não quero ver os meus pais agora. Eles me humilharam muito hoje usando aquele bebê como exemplo, aquela praga não é nem um ser humano ainda. – Ela disse cruzando os braços.

_Eu não posso fazer nada em relação a isso... – Falei e ela me olhou com tédio. – EU SÓ QUERO IR PARA CASA CARALHO, EU ESTOU CANSADO. – Gritei e ela me olhou séria.

_Já que quer tanto assim ir, então vá. – (S/N) disse enrolando uma mecha do cabelo nos dedos.

_E vou te deixar onde? – Perguntei impaciente.

_Me leva com você. – Ela falou e piscou para mim.

_Para de me provocar, você não causa mais nenhum efeito em mim (S/N). – Falei e ela tirou o sorriso de seu rosto e me olhou com seriedade.

_Não causo? – Perguntou e eu neguei a olhando com raiva.

_Você sabe muito bem que se eu pudesse, você já estaria com Jesus. – Respondi e ela negou com a cabeça.

_Não acredito em você. – Ela disse voltando a sorrir.

_Pense o que quiser. – Falei e comecei a dirigir de volta para a casa dela.

Quem essa garota pensa que é? Ela pode ser bonita, mas não tem toda essa moral comigo não. Até poderia ter antigamente, mas agora que eu a conheço e sei do que é capaz, muitas coisas mudaram e não é uma provocaçãozinha idiota que va....

_Hummmm. – Escutei um gemido.

Olhei pelo retrovisor interno do carro e tive a visão mais privilegiada que um homem pode ter de uma mulher.

_O que você esta fazendo? – Perguntei freando o carro violentamente.

_Continue dirigindo e deixe eu me amar. – Ela falou e penetrou um de seus dedos em sua vagina, dando um gemido manhoso.

_Você está louca. – Falei e parei de olhar para aquela cena.

(S/N) estava com o vestido levantado, ela havia tirado a sua calcinha e estava se masturbando no banco traseiro do carro.

_Continue dirigindo, eu quero ver se consigo gozar antes de chegarmos. – Ela disse.

_Você pode fazer isso no seu quarto. – Falei sem olha-la.

_Eu faço onde eu quiser, alias... Eu não te causo efeito nenhum mesmo. – (S/N) falou, zombando de mim.

Respirei fundo e continuei a dirigir, mas a desgraçada ficava gemendo á todo momento e era impossível não olhar aquela cena pelo retrovisor interno.

Eu não poderia negar que a bucetinha dela era linda, estava inchada e melada naquele momento. Os gemidos dela eram manhosos, mas não eram irritantes e não me pareciam ser falsos, ela estava realmente sentindo prazer com a masturbação.

_Aiinn, está tão gostoso. – Ela gemeu essas palavras, passando seus dedos freneticamente pelo seu clitóris.

Faltavam somente algumas quadras para chegarmos até a casa dela, eu tinha que aguentar chegar até lá, ela não poderia me ganhar com essas provocações.

Olhei pelo retrovisor novamente, mas infelizmente ela olhava para ele também e assim que nossos olhares se encontraram, ela mordeu os lábios e...

_Namjoon... – Gemeu meu nome e jogou a cabeça para trás.

Voltei meu olhar rapidamente para a rua e acelerei, em menos de 2 minutos já havíamos chegado.

Eu evitei olhar pelo retrovisor novamente e não iria sair para abrir a porta do carro para ela, pude ouvir a mesma sorrindo e ajeitando suas roupas.

(S/N) abriu a porta do carro, saindo do mesmo e enfim eu pude respirar normalmente outra vez.

Até agora não estava acreditando no que eu havia presenciado, como (S/N) pode ser tão..... Estranha.

Ela me humilha sempre que pode e agora faz isso? Gemendo o meu nome? Por que me provocar tanto?

_Essa vagabunda ainda tem efeitos sobre mim. – Murmurei, apertando meu membro, que estava completamente duro de tesão... Por ela.


Notas Finais


E ai o que acharam?????
Eu espero que tenham gostado.

Como eu disse, eu posso trazer um capitulo extra, caso tenha um bom numero de comentários e favoritos rsrsrs.

Comentem o que acharam e se querer um extra, pois farei com todo o carinho para vocês.

BEIJOSSSSSSSSSS


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