História Efeitos - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Namjoon, Rap Monster
Exibições 458
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeee

Boa Leitura.

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 2 - Eu Odeio Ela, Mas Amo Aquele Corpo


Fanfic / Fanfiction Efeitos - Capítulo 2 - Eu Odeio Ela, Mas Amo Aquele Corpo

No Outro Dia ~

(S/N) Onn

Fazem alguns minutos que eu acordei, já fiz a minha higiene matinal e estou em meu quarto. Ultimamente não tem nada de legal para ser feito nesta maldita casa, tenho apenas estudado para os meus cursos e me estressado com a falta de atenção dos meus pais.

Ontem eles passaram dos limites comigo, me trataram como um nada na frente daquele bebê idiota. Minha mãe ainda ousou dizer que eu dava menos trabalho quando era igual aquele feto nojento, aquilo me deixou extremamente irritada.

Por sorte tive a companhia de Namjoon, não que eu goste de estar perto daquele pobretão ignorante, mas eu aproveitei bastante a minha noite. Tenho quase certeza que o deixei louquinho por mim.

Lembro-me do dia em que ele se “confessou”, nossa foi tão engraçado. Não é que eu o achasse feio ou algo do tipo, até que ele não era de se jogar fora. Mas eu não queria nada serio com ninguém e muito menos com um empregado.

Sei que devo ser a pessoa mais chata desse mundo para ele, mas também sei que ele me deseja muito. Nos primeiros meses que ele trabalhou aqui, o vi varias vezes olhando para o meu corpo, enquanto eu estava na piscina.

Ele foi muito idiota de achar que eu acreditaria no papinho de que “eu não causo mais nenhum efeito nele”. A luxuria estava estampada nos olhos dele, enquanto me olhava pelo retrovisor.

Olhei no relógio e o mesmo indicava que eram quase 11:00hrs, com toda a certeza ele já deve ter chegado. Como será que ele vai reagir depois daquilo?

Tudo bem que eu agi como uma vadia por me expor daquela maneira, mas quem disse que eu me importo com isso? Namjoon deveria estar agradecido por eu ter deixado ele me olhar.

Resolvi descer e ver como estava o meu “empregado favorito”... Ou nem tão favorito assim.

Fui até a cozinha e só encontrei a minha mãe dando ordens a cozinheira. Passei por elas e fui até o jardim, o encontrando tirando as folhas velhas de uma pequena arvore que havia ali. Ele era tão folgado, vivia nas áreas confortáveis, como se a casa fosse dele.

_Esta fazendo um trabalho desnecessário. – Falei e ele parou, olhando para mim.

_Seu pai me pediu para fazer isso. – Ele respondeu e voltou ao que fazia.

_Pois faça logo, acho que você não merece usufruir desse espaço. – Eu disse olhando em volta.

_Não estou usufruindo, estou trabalhando. – Namjoon respondeu indiferente.

_Isso não é trabalho, você ganha muito, para fazer essas coisas fáceis. – Falei e ele parou novamente.

_Se é fácil, então porque você não faz? – Perguntou me olhando irritado.

_Tenho coisas mais importantes para fazer. – Respondi sorrindo.

_Tipo o que? Ficar enfiando o dedo na sua vagina? – Ele perguntou sorrindo de lado, como se tivesse “ganhado” na discussão.

_Pelo jeito você se lembra. – Eu disse cruzando os braços.

_Sim, mas não foi grande coisa. – Namjoon falou e começou a pegar as folhas do chão.

_O que você quer dizer com isso? – Perguntei.

_Já vi melhores e no final elas não correram. – Ele disse colocando as folhas em um saco plástico.

_Eu não corri. Aliás, você nem merecia ter me visto daquele jeito. – Eu falei e escutei uma risada dele.

_Quem merece? Nunca vi você com ninguém. – Perguntou rindo.

_Minha vida pessoal não te diz respeito. – Respondi irritada com aquela pergunta estúpida.

_Ok “princesa”. – Ele falou ironicamente.

_Escute aqui, você está muito abusado para o meu gosto. – Falei e ele me ignorou. – É melhor você parar com isso, pois se não, irei falar para o meu pai que você me viu nua.

Namjoon me encarou seriamente depois daquela frase e eu fiz o mesmo, ele está muito enganado se acha que pode agir com tamanha insolência comigo.

_Por que faz isso? Eu não tenho nada haver com você. – Ele disse me olhando. – Você não gosta de mim e eu não gosto de você, então para de vir me atormentar.

_Até parece que o mundo gira ao seu redor. – Falei desviando meu olhar do dele.

_Por que você vive me fazendo ameaças? – Ele perguntou fazendo uma expressão confusa.

_Bem... – Comecei a falar, mas não sabia muito bem o que dizer. – ...Você não me obedece, então tenho que fazer isso.

_Mentira. – Ele falou e eu o olhei seria. – Você sabe que eu tenho a obrigação de fazer o que vocês mandam.

_Logicamente, você é um empregado. – Falei com deboche.

_O que você quer agora (S/N)? Por que você está aqui? – Namjoon perguntou parecendo cansado.

_Eu posso ficar onde eu quiser. – Falei indiferente.

_Você nunca vem aqui no jardim. – Ele rebateu a minha resposta.

_Pois agora eu vim. – Eu disse, estava começando a me irritar de verdade com esse abusado.

_Fala logo que você veio aqui, por conta do que aconteceu ontem no carro. – Ele disse e eu revirei os olhos.

_Até parece que eu perderia meu tempo com isso. – Falei mexendo em meus cabelos.

_Você é tão bobinha. – Namjoon falou e riu.

_Pare de rir de mim, isso me irrita. – Eu o repreendi.

_Eu só queria saber, o que você ainda esta fazendo aqui. – Ele disse pegando o saco com as folhas e começando a andar.

Ele está muito chato hoje, um pouco mais do que era antes.

 Resolvi ir atrás do mesmo, para dar fim nessa arrogância e atrevimento dele.

(S/N) Off

Namjoon Onn

Essa garota está acabando com a minha paciência. Não entendo e nunca vou entender, como funciona a cabeça das mulheres e principalmente a dessa riquinha problemática.

Eu estava levando o saco cheio de folhas para os fundos da mansão, juntando o mesmo com os outros sacos, que seriam postos para fora amanha de manhã.

_Que lugar nojento. – Escutei a voz dela e revirei os olhos, indicando impaciência.

_Vai dizer agora, que deu vontade de vir aqui também? – Perguntei ironicamente.

_Cala a boca. Eu vim te avisar para não rir mais de mim, eu não suporto isso. – Ela disse colocando uma mecha de cabelo para de trás da orelha.

_Ta. – Respondi indiferente e fiquei olhando para ela, esperando que a mesma fosse embora. Porém ela continuou ali e agora estava olhando em volta, analisando o local. – Você quer alguma coisa (S/N)? – Perguntei cruzando os braços e me apoiando em uma mesa que havia ali.

_O que te leva a pensar que eu queira algo? – Perguntou, me olhando com desdém.

_Você nunca fica mais de 5 minutos falando comigo. A situação de ontem fez você mudar de opinião tão facilmente assim? – Eu perguntei tentando segurar o riso, ela era muito infantil ainda.

_Você é um idiota, e eu tenho certeza que quando eu saí daquele carro, você ficou de pau duro por mim. – Ela respondeu cruzando os braços e bufando irritada.

_É isso que você quer? Que eu diga que fiquei excitado por você? – Perguntei e ela me olhou.

_Não estou te pedindo para dizer nada. – (S/N) falou fingindo indiferença.

_Mas é verdade... – Falei pensativo. – Eu fiquei excitado sim, até me “aliviei” dentro do carro.

_Como você é nojento. – Ela disse e eu sorri com suas palavras.

_Você também se masturbou dentro dele. – Eu disse.

_E daí? Eu posso, eu sou limpa. – Ela falou e eu a olhei confuso.

_O que você quer dizer com isso? – Perguntei seriamente.

_Você é nojento como todos os que trabalham aqui, bando de puxa-saco. – Ela falou e eu descruzei os meus braços e fui até ela.

_Se existe alguém nojento aqui, esse alguém é você. Não volte a falar isso de mim, estou de saco cheio de você garota. – Falei a olhando com raiva.

_Cale a boca, eu vou contar tudo para o meu pai. – Ela disse e tentou sair, mas eu seguei em seu braço.

_Pare de me ameaçar. Que merda você veio fazer atrás de mim hoje, veio me provocar? – Perguntei apertando seu braço e ela tentava se soltar. – Foi por conta do que aconteceu ontem não foi? O que você quer? Quer que eu te coma?

_Você esta me ofendendo. – Ela disse ainda tentando soltar seu braço da minha mão.

_Então pare de agir como uma vadia perto de mim. Pare de me excitar e depois me humilhar. – Falei e ela me olhava um pouco assustada. – Se não for deixar eu te fuder, então não abra as pernas perto de mim e se não for contar para o seu pai, então não me ameace mais.

_Quem disse que eu não contaria para o meu pai? – Ela perguntou e eu apertei mais o seu braço.

_Então vai lá. – Eu disse, soltando o seu braço.

(S/N) colocou a mão no lugar em que eu segurava e me olhou, mas ela não tinha nenhuma expressão que pudesse ser distinguida por mim.

_Você é um idiota. – Ela falou e veio para cima de mim, me dando tapas e socos.

_Para com isso. – Pedi e segurei seus braços. – Você é louca garota?

_Você que está louco. Quem você acha que é para me agredir desse jeito? – Perguntou e eu a olhei incrédulo.

_Eu não te agredi, deixa de ser mentirosa. – Falei nervoso e soltei os braços dela.

_Pobre nojento. – Ela disse me olhando com nojo.

Meu sangue ferveu, agora sim eu teria coragem de agredi-la de verdade, mas eu não poderia fazer isso, perderia toda a razão e o meu emprego. Então fiz a única coisa que veio em minha cabeça... Á beijei, mas não era um beijo bom, estávamos nos odiando naquele momento.

(S/N) levou suas mãos até os meus cabelos e os puxou com força, e eu apertava a sua cintura com toda a raiva que eu sentia por ela.

_Eu te odeio. – Ela falou entre o beijo e eu forcei mais os meus lábios contra os dela.

Terminamos o “beijo” por falta de ar e ela me olhou por um breve momento, se afastando um pouco.

(S/N) me surpreendeu ao tirar a blusa rosa que usava e a jogar no chão daquele lugar, que considerava tão nojento á minutos atrás.

_Eu tenho coragem sim, não duvide de mim. – Ela disse e colocou as mãos para trás, soltando o fecho do sutiã que usava.

_O que você esta fazendo? – Perguntei confuso.

_Você não gosta? – Perguntou tirando o sutiã e me fazendo ver seus seios... Lindos seios.

_Por que esta fazendo isso? – Perguntei novamente.

_Porque eu quero, e eu faço TUDO o que eu quero. – (S/N) e chegou mais perto de mim, fazendo seus seios encostarem em meu peito, ainda coberto pela minha camiseta. – Nunca mais duvide de mim, pobre idiota.

Depois de ela dizer essas palavras, entrelaçou seus dedos novamente nos fios de cabelo da minha nuca e me puxou para outro beijo.

Eu estava divido entre querer ou não transar com ela. Ainda estava tudo muito confuso para mim e eu não sabia processar as coisas corretamente, queria entender o motivo daquela mudança repentina de situação.

Confesso que estava um pouco receoso de ser mais um de seus planos, para me chantagear e humilhar... Eu não confio nem um pouco nessa desgraçada.

O beijo começou a ficar mais intenso e eu deslizava as minhas mãos pelas costas nuas dela. Fui um pouco mais atrevido, para testar se realmente ela iria dar continuidade a tudo isso. Desci as minhas mãos para a sua bunda e apertei a mesma, prestando atenção nas reações dela. Paramos o beijo, novamente por falta de ar.

(S/N) saiu de perto de mim e correu até a mesa em que eu estava apoiado um pouco antes de começarmos a discutir. Ela se sentou sobre a mesma, abrindo as pernas e me chamando com o dedo.

Mesmo desconfiado, eu fui até ela e fiquei entre as suas pernas.

_Tira isso. – Ela falou, pegando na barra da minha blusa e a puxando para cima. Me “analisando”, assim que a peça já não estava mais em meu corpo. – Não é grande coisa. – Falou, repetindo a frase que eu havia falado mais cedo.

Ela voltou a me puxar para um beijo. Dessa vez pudemos sentir nossas pelas se encostando e (S/N) ainda mexia-se um pouco mais, para roçar os seus seios em mim.

Coloquei minhas mãos na lateral do corpo, pegando no cós de seu short e o puxando levemente para baixo. Ela percebeu isso e apoiou suas mãos na mesa, levantando um pouco sua bunda do móvel, para que eu pudesse tirar aquela peça.

Tirei seu short, junto com a calcinha preta que ela usava. Não estava afim de enrolar muito nisso, poderiam sentir nossa falta e eu não queria problemas.

Paramos o beijo e (S/N) me olhou com malicia. Logo senti uma de suas mãos em meu membro, o apertando levemente por cima da calça que eu usava.

_Seja um pouco mais atrevida. – Falei e ela me olhou confusa.

Abri o botão e o zíper da minha calça, pegando a mão dela e colocando dentro da minha cueca, fazendo a mesma encostar em meu pênis.

_Assim que eu gosto. – Expliquei e ela sorriu, começando a me masturbar.

Direcionei minha mão ate a sua vagina e acariciei seu clitóris, fazendo (S/N) se contrair com o contato. Comecei a fazer movimentos circulares naquela região e eu podia sentir o clitóris dela ficando mais quente e inchadinho em minha mão.

(S/N) fazia movimentos de vai e vem com as sua mão no meu membro. Aquilo estava gostoso, mas eu queria sentir o calor de sua bucetinha, ela estava ficando tão meladinha e apetitosa, com as caricias que eu estava fazendo.

_Me deixa te comer. – Pedi e ela gemeu baixinho. – Sua vagina esta tão gostosinha. – Falei beijando o seu pescoço e passando a mão pela entrada molhada de sua intimidade.

_Hmmm, vai logo. – Ela pediu e tirou a mão de dentro da minha calça, abaixando aquela minha peça de roupa, junto com a cueca.

_Vou ter que pegar uma camisinha (S/N). – Falei, lembrando que estavam em minha mochila.

_Não, se você sair daqui, eu não vou querer mais. Eu tomo remédio, não se preocupe. – Ela disse segurando em meu pescoço. – Agora me fode logo.

Não pensei duas vezes e posicionei meu pênis em sua vagina. O passei levemente pela sua entrada meladinha e quente, lubrificando a glande do meu pênis com o seu liquido.

Comecei a entrar levemente dentro dela e (S/N) mordeu os lábios, segurando um possível gemido.

Eu estocava levemente e conforme o prazer ia aumentando, a minha velocidade também aumentava. Ela passou a arranhar minhas costas com força e gemer baixo em meu ouvido.

_Aiin, tão duro e gostoso. – Sussurrou para mim.

_Gostosa, bem apertadinha. – Falei em resposta e ela mordeu o meu pescoço.

Os meus movimentos só iam aumentando e a mesa já rangia um pouco. Resolvi mudar de posição, então tirei meu pênis de dentro dela e a levantei da mesa, virando seu corpo de costas para mim e a fazendo deitar sobre o móvel que estava sentada anteriormente.

Segurei em uma de suas nádegas e abri um pouco mais sua intimidade, penetrando em sua bucetinha por trás, fazendo ela soltar um gemido manhoso.

Comecei a estoca-la rapidamente, eu estava quase gozando e eu podia sentir que ela também, pois sua bucetinha estava ficando cada vez mais apertada e quente.

Mais umas cinco penetrações, e eu sinto o meu ápice chegando. Sei que ela disse que tomava remédio, mas não iria correr o risco de gozar dentro dela. Então tirei meu membro de sua buceta e gozei em suas costas.

_Quero ver como eu irei me limpar. – Ela falou sorrindo.

Eu não respondi, somente virei o corpo dela de frente para mim e coloquei ela novamente sobre a mesa, deitando suas costas no móvel.

_Esta tão inchadinha. – Falei passando meus dedos pelo seu clitóris. – Vou te fazer gozar.

Falei e lambi sua vagina, fazendo a mesma gemer um pouco alto. Comecei a chupa-la com prazer, ela tinha um gosto diferente, porém era muito bom para mim.

(S/N) não demorou muito para chegar ao orgasmo, pois já estava quase lá antes de eu começar a chupa-la. Lambi todo o liquido quente que saiu de sua bucetinha gostosa, enquanto ela gemia com um sorriso safado no rosto.

Depois disso ela se sentou na mesa e ficou me olhando por breves segundos.

_Pegue minhas roupas. – Ordenou e eu revirei os olhos.

_Por que você é assim? – Perguntei e fui pegar as suas roupas que estavam no chão.

Ela não respondeu, somente se levantou da mesa e pegou as roupas em minhas mãos.

_Espero que não me atormente mais. – Ela disse enquanto se trocava.

_Eu te atormentar? É você que faz isso. – Falei ajeitando minha calça.

_Que seja, não pense que algo vai mudar. – (S/N) disse colocando a sua blusa.

_Não achei que mudaria mesmo. – Eu disse.

_Que bom... – Falou e colocou o short. – Não precisava ter se preocupado em gozar dentro de mim, eu tomo remédio e... As nossas espécies nunca iriam se misturar. – Dito isso ela sai do local.

Toda a raiva que eu sentia dela voltou, ela realmente deve achar que eu sou algum cachorro.

Peguei a minha camiseta no chão e a vesti rapidamente, espero nunca mais ter que lidar com as loucuras dessa garota, não sei se vou aguentar escutar todas as suas humilhações para mim.

Quando estava saindo daquele local, vi que o sutiã que ela usava estava no chão ainda. Peguei aquela peça e iria colocar dentro de algum saco de lixo por ali, mas não pude deixar de sentir o perfume dela naquela peça..... Aish, que raiva de mim mesmo. Eu odeio ela, mas amo aquele corpo.........


Notas Finais


E ai o que acharam????

Espero que tenham gostado, pois dediquei um certo tempo para escreve-lo.

Bem, é isso, eu não tenho muito o que dizer kkkkk

Comentem o que acharam S2

Bjusssss


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...