História Efeitos - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Namjoon, Rap Monster
Exibições 335
Palavras 2.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Genteee

Hello, tudo bem?

Boa leitura.

Eu tenho novidades nas NOTAS FINAIS, então....

LEIAM AS NOTAS FINAISSS

Capítulo 3 - Sentimentos


Fanfic / Fanfiction Efeitos - Capítulo 3 - Sentimentos

Alguns Dias Depois...

(S/N) Onn

Agora são 8:00hrs da manhã, eu estou na sala da minha casa tentando achar algo para fazer. Minha vida ultimamente está uma merda e eu não acho nada de interessante para ocupar o meu tempo. Meus pais estão completamente irritados comigo e isso está me deixando péssima, hoje eu não consegui dormir de maneira nenhuma, passei á noite em claro, chorando por ter recebido um tapa do meu próprio pai.

Para quem não está entendendo o que eu estou falando, irei explicar.

Minha mãe está grávida, ela anunciou isso ontem á noite, e meu pai está muito animado com isso, eles estão muito felizes, pois sempre disseram que queriam ter um filho menino, para herdar e prosseguir com os negócios da família. Logicamente eu não aceitei nem um pouco essa situação ridícula e logo expus a minha opinião sobre tudo isso, mas em compensação, levei o maior tapa que poderia levar em toda a minha vida.

*Flashback Onn

_Bebê? – Perguntei sem acreditar.

_Sim, você terá um irmãozinho. – Minha mãe disse toda animada.

_Vocês nem sabem se essa coisa irá ser menino mesmo. – Falei irritada.

_Não chame o seu irmão de coisa. – Meu pai me repreendeu.

_O senhor está tão confiante assim? Planejaram esse negocio? – Perguntei desacreditada.

_Sim, planejamos. – Ele respondeu, confiante.

_Que nojo, vocês são velhos. – Eu disse.

_Tenha mais respeito, (S/N). – Meu pai disse, começando a se estressar.

_Respeito? Vocês não me respeitaram quando quiseram ter esse troço. – Falei nervosa.

_PARE DE TRATAR SEU IRMÃO DESSE JEITO. – Ele gritou, autoritário.

_NÃO, EU ODEIO ELE. – Cuspi as palavras sem remorso algum.

Meu pai já estava irritado comigo, e aquela deve ter sido a ultima gota que faltava para acabar com a sua paciência. A única coisa que senti, foi uma forte ardência no meu rosto e grossas lagrimas descendo pelos meus olhos.

_CALE A SUA BOCA, E VÁ PARA O SEU QUARTO. – Escutei ele gritar, então sai correndo daquele cômodo e me tranquei no meu quarto, chorando e extravazando todo o meu ódio.

*Flashback Off

Foi basicamente isso que aconteceu, eu havia saído do meu quarto mais cedo, para conseguir ver o meu pai ir para o trabalho e consequentemente, fazer com que ele me pedisse desculpas, mas isso não aconteceu.

Ele e minha mãe acordaram, tomaram o café da manha sem me chamarem para acompanha-los e meu pai saiu para o trabalho sem ao menos dizer um simples ʺtchauʺ para mim. Minha mãe passou pela sala sem nem me olhar e subiu para o seu quarto.

E agora eu estou aqui, tentando fingir que a minha vida não é uma merda. Porém eu sei e tenho certeza absoluta que ela é sim uma merda e só vai ficar pior com a chegada desse maldito bebê, e isso só me faz querer chorar ainda mais.

(S/N) Off

Namjoon Onn

Porra. Quanto mais eu limpo essa merda de jardim, mais folhas aparecem nessa grama. Acho que esse é um dos trabalhos infinitos, que você os cumpre em um dia e no outro já tem a mesma tarefa para se fazer OUTRA VEZ.

Então cá estou eu, tirando as folhas no chão novamente.

Ainda estava cedo e pelo que parece, o meu patrão já havia ido trabalhar. A casa por incrível que pareça, está mais tranquila e todos estão muito sérios, nem ao menos a cozinheira estava sorridente como de costume.

Bem, isso não é algo que eu tenha que ficar me preocupando ou com curiosidade, pois odeio fofoca e seja lá o que tenha acontecido, não é problema meu.

~*~

Havia terminado de tirar as folhas da grama e estava voltando para dentro da casa, pelo que me foi dito, uma das luzes da sala estava queimada e eu precisava ir trocar... Trabalho besta, ás vezes eu acho que os ricos são muito idiotas ou muito preguiçosos, pois pagam outras pessoas para trocarem uma simples lâmpada.

Peguei a escada que estava encostada na parede ao lado da porta dos fundos e entrei com a mesma pela cozinha, recebendo um olhar de desaprovação da cozinheira.

_Ordens do patrão e, eu não posso entrar com essa escada pela porta principal. – Me justifiquei e continuei meu caminho até a sala.

Assim que cheguei lá, pude ver que a ʺrainha do chiliqueʺ estava sentada no sofá e logo que me viu, tratou de virar de costas para mim e cobrir o rosto.

Bem, ela mudou um pouco comigo depois do que aconteceu com nós dois no fundo da mansão.Talvez ela estivesse com vergonha de ter transado com um empregado e então me evitava para não correr o risco de alguém ficar sabendo sobre nós.Isso para mim foi algo muito bom, pois garanti o meu prazer naquele momento e agora não sou mais perturbado pelas suas mentiras estúpidas.

Resolvi ignorar a presença de (S/N) no cômodo e coloquei a escada embaixo da luz que era para ser trocada.

Aquele lustre em volta da luz dificultava muito o trabalho de troca-la, agora acho que entendo porque pediram para eu trocar, ao invés de eles mesmos trocarem.

_Idiota. – Escutei a voz irritante de (S/N).

_Que? – Perguntei confuso e desinteressado.

_Que demora para trocar uma simples lâmpada. – Ela disse e eu revirei os olhos.

_Logo irei sair daqui, continue me ignorando até que eu termine o meu trabalho. – Eu falei e voltei minha atenção para o que fazia.

Eu consegui desenroscar a lâmpada e então desci da escada para pegar uma nova.

Pude notar que (S/N) não estava mais cobrindo o rosto, e seu olhar estava um pouco perdido, porém como sempre, ela estava com seu cenho franzido, demonstrando irritação.

Novamente subi as escadas e coloquei a nova lâmpada no lugar, me certificando de que ela estava bem fixa e não correria o risco de cair.

_ESTÚPIDO. – (S/N) gritou e eu me assustei.

_O que é isso? Você é louca? – Perguntei descendo da escada.

_QUE RAIVA. – Ela gritou novamente e veio para cima de mim, me dando alguns tapas, mas eu a segurei.

_Para com isso, o que você tem? – Perguntei segurando seus braços.

Ela não respondeu, somente desatou a chorar compulsivamente, como se fosse uma criança de 2 anos que não estava recebendo o presente desejado.

_O que está acontecendo aqui? – Escutei a voz da minha patroa, então soltei imediatamente os braços de (S/N).

_Senhora, eu não sei o que aconteceu... A sua filha... – Eu tentei explicar, mas fui cortado.

_Pare já com esse escândalo, (S/N). Eu e seu pai já estamos cansados de você. – A senhora disse grosseiramente e a garota ao meu lado chorou com mais intensidade, porém sem emitir nenhum som.

Minha patroa virou de costas e saiu novamente em direção ao seu quarto, não se importando com as circunstancias.

Eu não sabia o que fazer, na verdade se eu pudesse já estaria fora dessa sala á muito tempo, mas (S/N) estava chorando demais e eu não sei ao certo, mas aquilo estava me prendendo ali. Eu me sentiria mal se deixasse que ela ficasse ali naquela situação.

_Pare de chorar. Você quer uma água? – Perguntei, um pouco inseguro, pois (S/N) era louca e poderia pular no meu pescoço, me matar a qualquer momento... E não, isso não é exagero, ela me odeia, não duvido nada que seria capaz de me mandar dessa para melhor.

Ela assentiu com a cabeça, respondendo a minha pergunta. Então eu fui rapidamente até a cozinha, para pegar um copo de água para ela. A cozinheira estava assustada, pois com toda a certeza, deve ter ouvido a gritaria de (S/N). Eu não iria explicar nada agora; para ser sincero, eu nem sabia o que estava acontecendo com aquela garota.

Quando voltei para a sala, ela estava sentada no chão e ainda chorava bastante. Eu me aproximei com cautela e lhe entreguei o copo, que ela o pegou, com as mãos bem tremulas e geladas.

_Você está passando mal? – Perguntei e ela me olhou.

_Não finja que se importa. – Respondeu em um fio de voz.

_Se eu estou perguntando, é porque talvez eu me importe. – Falei e ela fechou os olhos, respirando fundo e tomando um gole da água que eu lhe trouxe.

_Eles me odeiam, agora. – (S/N) disse abrindo os olhos e me olhando.

_Você quer alguma coisa? – Perguntei, não sabendo o que dizer para a frase anterior dela.

_Quero... – Ela respondeu, vagamente.

_O que? – Perguntei, a incentivando a continuar a frase.

_Me leve embora daqui. Eu quero... Eu quero ir embora. – Ela disse.

_Para onde? – Eu perguntei.

_Qualquer lugar. – Ela respondeu.

_Eu não posso te levar assim, para qualquer lugar. – Falei.

_Eu já sou maior de idade. – (S/N) respondeu.

_Ás vezes eu esqueço disso. – Disse, pensando alto.

_Foda-se, só me leve. – Ela pediu, se levantando do chão e me entregando o copo.

~*~

Sério. Essa garota tem muitos problemas mentais, não é possível alguém em sã consciência, fazer o que ela faz.

Eu estou dirigindo essa merda de carro, já fazem mais de 40 minutos e não sei para onde caralho ir, e ela ainda diz ʺSó dirijaʺ, como se fosse fácil dirigir sem rumo algum.

_(S/N), é serio, não dá. – Falei, estacionando o carro em uma rua qualquer.

_Eu não mandei você parar. – Ela disse de braços cruzados.

_Olha. Eu entendo que você está put* da vida, com a sua família, mas não desconte isso em mim. – Eu disse, me virando e olhando para ela, que estava sentada no banco de trás. – Achei que a nossa ʺtretaʺ já estivesse resolvida. – Falei e ela deu um sorriso de lado.

_Eu não resolvo treta com ninguém. – Ela falou e olhou pela janela, o dia estava nublado. – E eu só quero ficar um tempo longe dos meus pais, não aguento mais aquela falta de atenção.

_Só porque você não tem atenção, você surta?!? – Perguntei, indignado com aquilo.

_Eu não surtei. – (S/N) disse, olhando para mim.

_Lógico que surtou, você me bateu a troco de nada e ficou gritando. – Argumentei e ela revirou os olhos.

_Talvez eu tenha me descontrolado um pouco. – Ela rebateu, mexendo no cabelo. – Mas a minha vida é uma merda e ás vezes é complicado aguentar tantas coisas ruins.

_Você não sabe o que são ʺcoisas ruinsʺ. – Falei e ela me olhou confusa.

_E você sabe? – Perguntou com deboche.

_Sei. E pode ter certeza que o que você considera ruim, não chega nem aos pés do que eu considero ruim. – Expliquei.

Ela se levantou de onde estava sentada e passou para o banco da frente, me fazendo a olhar confuso e ao mesmo tempo com tédio.

_Me diga como é a merda da sua vida, assim eu me sinto melhor. – Ela falou e se aconchegou no banco ao meu lado.

_Você é muito escrota. – Comentei e ela sorriu. – Você sorri com ofensas? – Perguntei, ao ver seu sorriso no rosto, depois de chama-la de escrota.

_Suas palavras não me afetam. – Ela explicou e eu dei de ombros. – Agora me diga suas dificuldades. – Ela pediu.

_Para que? – Perguntei desconfiado.

_Para eu rir da sua cara. – (S/N) disse.

_Chega, vou te levar para a sua casa. – Falei e liguei o carro.

_NÃO. Eu não quero ir para casa. – Ela falou e desligou o carro, pegando a chave para si.

_Eu preciso trabalhar, (S/N). – Eu disse e ela deu de ombros.

_Eu só queria conversar, você que está complicando tudo – (S/N) disse, cruzando os braços.

_Você não quer conversar, você quer me humilhar. – Falei.

_Ok, eu não vou rir da sua cara. – Ela disse levantando os braços, insinuando uma rendição.

_Por que você quer que eu fale da minha vida? – Perguntei confuso.

_Precisamos passar o tempo, ou você quer ficar 3 horas aqui, sem falar nada? – Ela perguntou retoricamente.

_Quem disse que eu vou ficar 3 horas com você? – Perguntei e ela revirou os olhos.

_Dessa vez é você que está sendo chato. – (S/N) falou. – Ande logo, conte alguma coisa.

Eu estava muito desconfiado daquilo tudo. (S/N) ficou dias me evitando; hoje deu uma super surtada enquanto eu estava na sala e agora está aqui pedindo para eu contar minhas dificuldades para ela... Não confio nem um pouco nessa garota.

_Não vou dizer nada demais, ok? – Falei e ela assentiu, sem animo nenhum. – Bem, eu moro sozinho e trabalho na sua casa.

_Aish idiota, isso eu já sei. – Ela disse com tédio. – Fale algo que eu não saiba.

_Vou te falar o vocabulário inglês, então. – A provoquei com a matéria que ela me pediu ajuda um dia.

_Besta. – (S/N) falou com raiva e franziu o cenho.

_Ok, você quer que eu fale algo que você não saiba... – Falei, pensando em algo sobre mim. Então a primeira coisa que veio a minha mente foi o meu hobby. – Bem, eu componho músicas.

_Que mentira. – Ela disse e riu.

_Não é mentira. – Eu falei, um pouco ofendido pela desconfiança dela.

_Você está dizendo isso só para me impressionar. – Ela falou e eu revirei os olhos.

_Eu não uso minhas musicas para impressionar garotas como você. – Rebati e ela voltou a se irritar.

_Eu pedi para você me dizer momentos difíceis e não sobre musicas. – (S/N) disse.

_Eu não gosto muito de bancar o ʺcoitadinhoʺ, acho que só pessoas fracas fazem isso. – Falei.

_Está me chamando de fraca? – Perguntou com arrogância.

_Se identificou? – Rebati a sua pergunta e ela não respondeu, apenas olhou para frente.

_Suas musicas falam sobre o que? – Ela perguntou, sendo novamente bipolar.

_Muitas coisas. – Respondi.

_Você canta? – Ela perguntou novamente.

_Não. – Respondi seco.

_Então..!? – Ela perguntou confusa.

_Eu componho letras de rap. – Expliquei.

_Musica de maloqueiro!! – (S/N) falou e eu a olhei irritado.

_Você já escutou algum rap na sua vida? Sabe a historia do rap? Os princípios? Tenho certeza que não sabe, então não fala merda. – Falei e ela riu.

_Eu não sei nada disso mesmo e nem me interessa, não tem utilidade. – Ela disse.

_Tem muita utilidade para mim. Foi o escrever que me ajudou a expressar meus sentimentos em forma de palavras, você é insensível demais para entender qualquer uma das minhas letras. – Eu disse e ela deu de ombros. – Me dê ás chaves, vamos embora. Eu cansei de conversar com você. – Falei e ela me entregou as chaves, se virando de costas para mim, olhando pela janela.

Garota estúpida. Não sei onde eu estava com a cabeça em querer ajuda-la quando estava chorando. Eu devia ter deixado ela lá, chorando e sofrendo como realmente merece. Se nem os pais dela a aguentam, por que eu seria obrigado a tal coisa?

Namjoon Off

Algumas horas depois...

(S/N) Onn

Eu estava no meu quarto, deitada em minha cama.

Quando Namjoon e eu voltamos do nosso ʺpasseioʺ, eu me tranquei aqui e não sai mais. Já era mais de 13hrs e eu pude notar que o meu pai já havia chegado do trabalho e deveria estar almoçando com minha mãe.

É... Novamente eles não me chamaram para comer junto com eles.

Aquilo estava me matando por dentro. Eu sei que já tenho 19 anos e não posso mais agir como uma criança, porém meu coração se aperta a cada vez que sou ignorada pelos meus pais. Eles são as únicas pessoas que me amam... Ou amavam.

Todos aqueles pensamentos e sentimentos estavam me sufocando. Eu não sabia o que fazer para livrar o meu coração daquela angustia, que para muitos era interpretada como birra ou loucura.

Levantei-me da cama e fui até a minha mesa de estudos, onde estava o meu notebook e os meus cadernos do curso. Olhei para a tela do notebook e não havia nada que me animasse naquele aparelho, então olhei para os meus cadernos. Uma caneta estava sobre uma folha em branco, na qual eu iria utilizar para escrever algo sobre meus estudos, mas...

*Flashback Onn

_Eu não sei nada disso mesmo e nem me interessa, não tem utilidade. – Eu disse.

_Tem muita utilidade para mim. Foi escrever que me ajudou a expressar meus sentimentos em forma de palavras...

*Flashback Off

Será?!?


Notas Finais


Amores, tenha algo a dizer.

Eu irei voltar com a ideia de transformar esse imagine em fic.

Pensei muito e cheguei a conclusão de que não era justo deixar que um hate me desanimasse, então bora lá.

FIC DO NAMJOONNNNNNNNN

Espero que acompanhem a história e dêem muito amor aos personagens.
Não odeiem a (S/N) kkkkkkk

Bem, por enquanto é isso.

BEIJOSSS


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