História Efeitos - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Namjoon, Rap Monster
Exibições 180
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um capitulo para vocês.

Boa Leitura.

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 4 - Mistura Perfeita


Fanfic / Fanfiction Efeitos - Capítulo 4 - Mistura Perfeita

(S/N) Onn

Sentei-me em minha cadeira, de frente á mesa de estudos, pegando a caneta e a folha em branco, colocando-a em minha frente e tentando entender a minha vontade repentina de escrever naquele pedaço de papel.

Eu não sabia ao certo o que estava sentindo; somente me pareceu uma boa ideia tentar colocar as minhas dores ali, em forma de palavras.

Tudo bem que essa ideia tenha saído da boca de Namjoon e que não era um conselho para mim e sim uma explicação do modo em que ele fugia dos problemas estúpidos de sua vida estúpida, mas não custa nada tentar. Já que isso ajuda uma pessoa como ele, pode ser que me ajude também.

Peguei novamente a caneta em minhas mãos e a direcionei até o papel, pensando no que eu poderia escrever......

Raiva

Solidão

Falta De Amor

Incompreensão

Lágrimas reprimidas

Porra, isso não é tão fácil assim. Tenho inúmeros pensamentos, mas são complicados ordena-los em frases com algum sentido..... Precisa ter sentido?

_Aish, que coisa estúpida. – Falei e amassei o papel em que eu escrevi aleatoriamente. – Isso não ajuda em absolutamente nada.

Levantei-me da cadeira e resolvi sair do quarto. Talvez os meus pais ainda estivessem almoçando e caso eu aparecesse lá, eles poderiam me convidar para se juntar a eles e tudo ficaria resolvido outra vez.

Sai do meu quarto, mudando a expressão de derrota, pelo meu típico sorriso egocêntrico.

Fui em direção á sala de jantar e pude encontrar a cozinheira retirando as comidas da mesa, sendo que eu ainda nem havia almoçado.

_Que atrevimento é esse? – Perguntei irritada e a cozinheira me olhou.

_Pois não, senhorita? – Falou educadamente.

_Eu ainda não almocei. – Expliquei ainda com a minha expressão fechada.

_Devo trazer novamente as refeições? – Ela perguntou, mas antes que eu pudesse responder, minha mãe adentra o cômodo.

_Já se passa do horário de almoço, a mesa não será montada novamente (S/N). – Minha mãe disse seriamente e eu a olhei com indignação.

_Eu preciso almoçar. – Falei o obvio.

_Eu sei disso, porém aprenda a não ficar fazendo drama dentro do seu quarto e venha almoçar no horário correto. – Ela disse firme e saiu.

É serio isso? Estou sendo tratada com tanta frieza por apenas dizer que odeio aquele feto nojento? Eles acham que isso vai me fazer melhorar? Vai me fazer gostar dessa ideia?... A cada segundo que se passa, eu odeio ainda mais esse bebê.

Antes eu já era colocada em segundo plano; agora além de isso, eu também sou humilhada por conta dele.

_Senhorita!? – Escutei a cozinheira chamar a minha atenção.

_Diga. – Falei a olhando.

_Não fique com fome, quer que eu lhe faça um prato? – Perguntou atenciosa.

Eu não podia negar que estava realmente com fome, e por mais que eu quisesse manter a minha pose ríspida, a tal senhora estava sendo cuidadosa comigo e todo carinho era bem vindo para mim, mas logicamente eu não iria demonstrar isso.

_Faça, já que a sua patroa é completamente estúpida com horários. – Respondi, me referindo a minha mãe.

A cozinheira saiu em direção á cozinha, levando uma ultima bandeja consigo. Eu não tinha muito que fazer ali, então optei por segui-la e escolher o que eu iria querer comer.

Assim que cheguei á cozinha, encontrei Namjoon sentado em uma das banquetas. Ele estava almoçando com o seu prato sobre o balcão e pareceu surpreso ao me ver ali naquele momento. Eu raramente ia ate a cozinha; normalmente eu passava por ali, somente parar “cortar“ o caminho até o jardim ou a área da piscina.

_Aqui está o prato senhorita, o que vai querer? – A senhora perguntou, colocando um prato branco sobre o mármore do balcão.

Confesso que eu estava me sentindo um pouco incomodada com a presença de Namjoon ali; ouso dizer que estava envergonhada por estar tendo que almoçar na cozinha. Eu não gostava nem um pouco que as pessoas me vissem “vulnerável“, e ainda mais quando essa pessoa se tratava de alguém tão impertinente como Namjoon.

_Qualquer coisa. – Respondi rapidamente e me sentei em uma das baquetas, de preferência a que estivesse mais afastada do empregado.

A cozinheira colocou alguns vegetais em meu prato, com algum tipo de carne que eu não me importei em saber qual era.

Ela me serviu e me deu um suco como acompanhamento.

Eu me apoiei no balcão e comecei a comer, sem olhar para a minha esquerda, onde estava Namjoon. Pois eu sentia que ele ainda me olhava com duvida e com toda a certeza iria se aproveitar da situação para rir da minha cara.

Vi a cozinheira pegar uma das grandes bandejas e sair com a mesma em mãos, não sabia como era a rotina de limpeza da casa, então não fazia ideia para onde ela estava levando aquilo.

_Por que esta almoçando aqui? – Escutei a voz de Namjoon, perguntar.

_Eu almoço onde bem entender, a casa é minha. – Respondi sem olha-lo.

_Até parece que a “princesinha” iria querer almoçar aqui. – Ele disse e eu revirei os olhos.

_Se eu estou aqui, é porque eu quero estar. – Falei sem humor.

_Se você está dizendo. – Ele falou, mas era nítido que não estava acreditando em mim.

_Pare de me atormentar e vá trabalhar. – Eu disse e ele deu um sorriso de lado.

_Este é o meu horário de almoço. – Ele respondeu.

_ Então vá escrever suas musicas inúteis. – Falei indiferente.

_Eu já disse que elas têm muita utilidade para mim. – Namjoon falou.

_Pois para mim não tem, não me ajudam em porcaria nenhuma. – Eu disse irritada.

_Mas quem disse que o mundo gira ao seu redor? – Ele falou e eu o olhei.

Já estava farta disso, todos estão me menosprezando como se eu não fosse absolutamente nada.

_Eu te odeio. – Eu falei e me levantei, deixando o meu prato e suco quase intocados sobre o balcão.

 (S/N) Off

Muitas Horas Depois...

Namjoon Onn

Eu havia acabado de chegar em casa, depois de um dia normal de trabalho... Na verdade “quase“ normal, pois hoje foi o dia em que (S/N) revolveu voltar a me atormentar. Espero que ela não queira fazer isso todos os dias, realmente eu não estava com muita paciência para aturar os seus showzinhos idiotas.

Ela era uma mistura perfeita entre a beleza da “mocinha” e a maldade da “vilã”.

Porém o seu lado ruim é o que mais me chama atenção. Para ser sincero acredito que ela seja MUITO imatura para a idade em que esta, ela faz birra como uma criança e diz que odeia sem nenhum remorso, como se suas palavras não tivessem efeitos nas pessoas e que não resultassem em alguma consequência.

_Formando as rugas dos seus 20 anos e está com medo de tais mudanças... Se alguém pudesse ler seus pensamentos, provavelmente zombariam... – Murmurei algumas palavras que me vieram á mente, em relação á (S/N). – Péssima musa inspiradora Namjoon, a pior de todas. – Falei e entrei no banheiro.

Namjoon Off

(S/N) Onn

Eu em meu quarto novamente, creio que aqui irá virar o meu lugar de refúgio. Mesmo que minha mãe ainda me critique por “me esconder” aqui, eu ainda ficarei protegida pelo silencio do meu quarto.

Já fiz tudo o que poderia ser feito aqui dentro, o tédio estava me dominando e tudo ao meu redor parecia ser insatisfatório aos meus olhos.

Levantei-me da cadeira em que eu estava sentada e me joguei na cama, olhando para o teto e buscando algo interessante em meio a tantas ideias e memórias desnecessárias.

Vagando em minha mente por pensamentos inúteis, acabo me lembrando do empregado idiota e da nossa “discussão” na cozinha.

Ele era tão insuportável, ainda custo em acreditar que um empregado possa ser tão insolente com alguém de uma classe muito mais alta. Ele devia me respeitar a cima de tudo, porém é completamente ao contrario que acontece.

Ás vezes eu penso que possa ser uma provocação, por conta do “fora” que eu dei nele nos seus primeiros meses de trabalho aqui. Não sei onde ele estava com a cabeça de achar que pudesse se declarar para mim e eu simplesmente aceitar como se fosse algo normal um relacionamento de pessoas tão diferentes economicamente.

Eu confesso que sim, ele é um homem muito atraente. Aliás, já transamos e eu posso dizer também, que foi uma das melhores transas da minha vida.

Ele é a mistura perfeita entre a beleza de um “príncipe” e a brutalidade de um “ogro”.

Porém o seu lado ruim é o que mais me chama atenção... O seu jeito ríspido de me tratar.

*Flashback Onn

– Foi por conta do que aconteceu ontem não foi? O que você quer? Quer que eu te coma? – Ele falou.

_Você esta me ofendendo. – Eu disse ainda tentando soltar meu braço da sua mão.

_Então pare de agir como uma vadia perto de mim. Pare de me excitar e depois me humilhar. – Falou apertando meu braço em sua mão. – Se não for deixar eu te fuder, então não abra as pernas perto de mim e se não for contar para o seu pai, então não me ameace mais.

_Quem disse que eu não contaria para o meu pai? – Perguntei ameaçadora.

_Então vai lá. – Ele disse, soltando o meu braço bruscamente.

*Flashback Off

_Em meio a tantos conflitos que me machucam... Você é o meu passatempo... – Murmurei algumas palavras que me vieram á mente, em relação á Namjoon.


Notas Finais


Gente e ai o que acharam???

Espero que estejam gostando o draminha kkkkkkk

Eu ainda não tenho certeza se os outros membros serão add como personagens, eu não pretendo fazer uma história MUITOOOO grande, então creio que só terá o Namjoon.

Beijosss amores, até o próximo.


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