História Efeitos de uma tragédia - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Arrependimento, Chance, Droga, Internet, Mudar, Prostituição, Sexo
Exibições 40
Palavras 1.492
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Batidas eufóricas


Fanfic / Fanfiction Efeitos de uma tragédia - Capítulo 4 - Batidas eufóricas

...Antes...

     Eu me aproximei muito dele ultimamente, o Gaye é muito mais legal do que eu pensava, ele me faz não sentir falta do Connor, ele é gentil, mas não deixa de ser safado, a Amber me disse que ia se afastar mais sempre pego os dois juntos, já até cansei! Eu já avisei ela muitas vezes sobre isso, hoje eu percebi que Gaye ficou me olhando o dia inteiro.

-O que você quer?- Falei- Diz logo!

-A professora de artes quer um trabalho mais sensual dessa vez...e meio que todo mundo vai pegar uma modelo pra fazer isso- Falou ele- Não quer se a minha?

-Pode ser- Falei-Com tanto que possa fumar maconha enquanto faz isso.

-Nossa, que boa ideia- Falou ele-Quer ir na minha casa depois da escola? Até as seis horas ela está vazia.

-Sim- Falei.

   Depois da escola foi com ele para sua casa e como paisagem ele achou melhor ficar em uma poltrona antiga que tem na sua casa, mesmo eu fumando maconha ele disse que ia trocar por um charuto para ficar parecendo com uma mafiosa, eu estava só de lingerie e ele estava me alisando.

-Ainda ta muito...- Falou ele- Ta faltando alguma coisa.

-Quero que a professora de artes te considere o melhor aluno dela- Falei.

   Tirei a minha calcinha e depois meu sutiã.

-Serio mesmo?- Perguntou ele.

-Quer ou não?- Perguntei.

-Claro que sim! Ta perfeito- Falou ele.

  Eu cruzei as pernas e me manti ereta, tenho que me comportar como a mulher do mafioso, demorou bastante tempo, mas assim que ele terminou me mostrou.

-Nossa, quero pendurar isso no corredor para todo mundo ver!- Falei empolgada.

-Sério mesmo?- Perguntou ele rindo- Depois falo com a professora...

-Obrigada- Falei e levei meu pé até sua perna e subi de vagar- Alguém esta duro...

-Não quer resolver esse problema comigo não?- Seu sorriso malicioso me fez sentir pontadas lá em baixo.

-Ta esperando o que?- Falei.

   Do nada ele me pegou no colo e surpresa acabei rindo e ele sorriu.

-Seu sorriso é lindo Gracie- Falou ele.

  Logo estávamos no seu quarto ele me colocou na cama e ficou por cima.

-Só meu sorriso é lindo?- Falei querendo ouvir mais.

-Seu riso é música para os meus ouvidos...- Falou ele.

-Você é tão romântico quando quer...- Falei.

-Eu sou romântico com quem merece- Falou ele.

  Ele me beijou de vagar e suas mãos percorriam pelo meu corpo, em vez de só olhar e desenhar ele queria sentir cada canto de mim...ele me deixou toda arrepiada em segundos, seu beijo desceu para o meu pescoço e quando ele deu aquela apertada gostosa senti que estava ficando molhada, então o parei e comei a tirar sua roupa, ele se voltou a mim já nu e começou a chupar meus seios, e de repente dois dedos entram em mim e começam a se mexer lá dentro, não posso evitar gemer...está muito bom, mas eu quero ele dentro de mim, quando fiquei sem folego dei duas batidas no seu ombro, ele entendeu e foi pegar o preservativo, quando ele entrou dentro de mim ele pegou minha mão e cruzou nossos dedos, ele não ia muito rápido, nem de vagar, o ideal...sempre no mesmo ritmo conseguiu me levar ao orgasmo e acabou indo junto, ele olhou no meus olhos, já cansado, mas nenhum de nós dois queria parar, eu comecei a me mexer mais e ele parecia estar gostando muito...terminamos já suados e ele caiu do meu lado ofegante.

   O que foi isso? Eu nunca gostei tanto assim de sexo, acho que foi o melhor que já tive, ele estava se preocupando comigo também, não era só mais um ignorante querendo só gozar e pronto...mas isso parece tão estranho...eu lhe dei um beijo, fazendo ele ficar sem mais fôlego ainda, eu nunca me senti tão nervosa e feliz como estou.

-Preciso ir- Sai da cama e fui atrás da minha roupa que estava na sala.

  Quando estava já na porta ele apareceu de cueca.

-Gracie...fica...- Ele pediu.

-E-eu...não posso...- Estou nervosa, o jeito que ele estava me olhando fez meu coração acelerar, o que ta acontecendo comigo?

  Eu fui literalmente correndo para casa, tentando deixar essa sensação estranha para trás.

...Depois...

   Depois de só conversas finalmente fomos arrumar as coisas que é preciso, a escola que vai pagar os materiais e nós que fazemos eles criarem vida , Amy pretende ser decoradora e desde já ela é muito boa com essas coisas então deu a maior parte das idéias, vamos colocar bandeiras penduradas, de times de vários esportes, bandeira gay, e bandeira com desenho de algumas bandas, para mostrar que qualquer estilo é bem vindo, eu descobri que Amy e Erin namoram a dois anos, eu ando conversando muito com esse povo, eles são bem divertidos e simpáticos, a Evie ta fazendo amizade também e principalmente com o cara que tá afim dela, pelo que parece eles tem muito incomum quando se trata de gostos, mas de personalidade não muito, ela é uma pessoa bem reservada e quieta, já ele é muito mais espontâneo, gosta de exagerar em tudo que faz e definitivamente extrovertido.

-Sai da frente!- Gritou Harrison e dei uns passos para o lado e ele saiu correndo com um um rolo enorme de tecido que vamos usar na decoração do palco.

-De nada!- Gritei de volta.

-Fez nada mais do que sua obrigação!- Gritou ele.

-Não me irrita garoto!- Falei.

-Meu deus...parece minha irmã mais velha falando comigo- Falou ele mais calmo que deixou o tecido no lugar certo e esta voltando.

-Por que veio correndo seu idiota?- Perguntei.

-Diversão- Falou ele sorrindo.

-Nossa...parece uma criança - Falei rindo.

-Eternamente- Falou ele, tenho inveja, eu não aproveitei minha infância o suficiente por que queria crescer, esse é um dos       meus maiores arrependimentos.

  Olhei para sua mão e vi um anel de ouro...

-Por isso a Evie perguntou se era casado?- Falei.

-Expliquei ora ela depois...- Ele olhou para o anel e riu- Na minha família tem uma tradição bizarra onde tem que usar um anel de ouro com o próprio nome até se casar.

-Nossa...- Falei- Essa é nova.

-Como é simples eu apenas sigo- Falou ele- Segundo minha vó significa que como já é casado com sigo mesmo quando se casar com a sua amante não vai optar por outra.

-Faz sentido- Falei.

-Não acredito nisso, mas pelo menos tem um objetivo bom- Falou ele.

-Gostei da logica da sua família- Falei.

   Eu já me sinto uma amante a muito tempo...

-Tem irmão para me apresentar não?- Falei.

-No máximo eu tinha meu primo, mas ele ta em coma- Falou ele- Então não...

-Que peninha- Falei.

-Você nem queria né?- Falou ele.

-Estou reservando um tempo só para mim, só tava brincado- Falei rindo.

-E como é esse lance de reservar um tempo para si mesma?- Perguntou ele.

-Para me conhecer...- Falei.

-Eu pensei besteira, mas entendi o que quis dizer- Falou ele.

-Gracie- Falou Hinley aparecendo- Posso conversar com você?

-Claro- Falei e parei de cortar o que eu estava cortando.

-Me ajuda, eu quero ficar com a Evie, eu sei que ela também quer ficar comigo, mas ela parece que ta construindo um muro entre a gente...- Falou ele.

-Para se proteger- Falou Harrison- Sempre isso.

-Você tem que ficar ciente de uma coisa, mas se ficar zoando, ou contar para alguém vou te levar, cortar seu corpo em pedacinhos e espalhar por Atlantic City- Falei.

-Ok!- Falou ele meio nervoso.

-Isso serve pra você também!- Falei olhando para o Harrison.

-Ta né...- Falou ele.

-Ela ta com medo e vergonha, ela nunca beijou ninguém, e ela não quer estragar as coisas com você- Falei.

-E o que eu faço?- Perguntou ele- Claro que não vai estragar, só se aprende com o tempo...quem sou eu pra julgar isso?

-Não adianta nem falar isso pra ela, só vai a deixar mais insegura- Falei.

-Disse que ela ta construindo um muro não é? Bom...nem todos são de tijolos- Falou Harrison- A alcance! Sem armas...sem ferramentas, acha que consegue fazer isso?

   Eu entendi o raciocínios dele e o Hinley também, ele parou para pensar e depois olhou para Harrison.

-Acho que posso- Falou ele.

-Nenhum argumento é começado sem certeza Hinley- Falei.

-Eu vou- Falou ele- Vou conseguir chegar na Evie e tornar o seu primeiro beijo não tão bosta.

-Boa sorte- Falou Harrison rindo.

   Ele saiu correndo para voltar ao seu trabalho e encarei o Harrison.

-Ótimo conselheiro- Falei.

-Também acho- Falou ele.

-Ui convencido...- Falei o que ele disse para mim outra vez.

-Não posso ter orgulho dos meus concelhos não?- Respondeu ele entendendo a referência.

   O Harrison ne ajudou a fazer umas flores que eu estava fazendo e ficamos conversando o tempo inteiro, ele gosta muito de falar, mal o conheço mas já sei tudo sobre sua família inteira, eu queria ser assim...mas por hora prefiro não ficar fazendo propaganda da minha família.

   


Notas Finais


Esse baile promete não? Kkk


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