História Efêmera inocência: Matiz dos Lírios - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~taegust

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Kookv, Mitologia, Nahu, Taegust, Taekook, Vkook
Visualizações 280
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite.
Desculpem por isso, de verdade. Eu sei que estou com muita fanfic atrasada e a última coisa que eu deveria fazer em um momento de bloqueio é postar uma fanfic nova. Mas não posso fazer a minha parceira esperar meu momento passar, não seria justo. Então estou postando nossa fanfic que planejamos e escrevemos juntos em segredo. Essa parceria está prometendo e tenham certeza que terão muitas surpresas.
Boa leitura

Capítulo 1 - 00. Prólogo


Fanfic / Fanfiction Efêmera inocência: Matiz dos Lírios - Capítulo 1 - 00. Prólogo

Já se contava há muito tempo entre os cidadãos daquela cidade a história dos deuses, de como seu pequeno mundinho foi criado. Dessas histórias, as regras que compõem o mundo foram criadas e seguidas à risca. Muitos obedeciam por devoção, outros por medo da fúria dos deuses, o que importava é que as tradições e leis se mantiveram as mesmas por muito tempo graças às histórias orais que passavam de geração em geração.

Um delas e, provavelmente, a mais famosa entre as língua dos mortais é a história de como a deusa da luz perdeu o posto mais alto entre os deuses, tudo por conta de um pecado. Graças a um deslize, ela não era mais a deusa das deusas, a dona do universo e a senhora da vida.

Desde os primórdios, a deusa da luz foi destinada a casar com o deus da bondade chamado Jongsuk. Juntos eles seriam o casal mais poderoso de todos e seriam capazes de comandar a humanidade guiando-os e fazendo criar a bondade em seus corações. Assim o mundo seguiria seu rumo natural sem muitos problemas.

Entretanto, o pecado nasceu no momento que God se apaixonou pela bela senhora. Ele não se importava se ela era casada, ele a desejava com toda a sua essência e, mesmo sendo o deus da Justiça, ele cometeu o primeiro pecado: a cobiça. Isso refletiu diretamente na terra e as pessoas começaram a sentir o mesmo umas pelas outras.

Mesmo com um filho nos braços de seu primeiro marido, God decidiu agir e usou de sua beleza e sedução para atrair a mulher. Um pecado atrás do outro: Sedução, luxúria, traição. Logo ela estava nos braços de outro homem e tudo isso refletiu na terra, tudo virou um caos quando as pessoas viram o sexo como fonte de prazer e não de amor.

Logo a descoberta aconteceu.

A deusa teve um filho da traição, e o restante dos deuses foram impiedosos. Além de sentenciar o castigo de God, o qual foi expulso do céu e teria que realizar seu trabalho fora da divindade, o filho bastardo seria o responsável por reestabelecer a ordem. Ele transformou-se no deus do sexo para controlar o desejo das pessoas e cessar a onda de pecados que estava dominando os seres humanos.

Logo, o deus da pureza, aquele que zela pela inocência e pelo fim dos pecados tornou-se o novo líder. A deusa foi fadada a dar a luz e a sombra ao mundo humano além de ser conselheira e a responsável por guiar os humanos em seus cultos e orações.

Após os pecados e a estabilização do céu, os humanos passaram a ser mais cuidadosos com seus erros, a trabalhar mais seu lado espiritual e aproximar-se da pureza de seus deuses. Logo regras foram estabelecidas, qualquer tipo de pecado não seria castigado pelos humanos, mas sim pelos deuses. Cada indivíduo deveria ser servo de pelo menos um dos deuses. Qualquer tipo blasfêmia ou injúria quanto aos deuses e às práticas religiosas eram pagas com a morte para serem castigadas diretamente pelos deuses. Além de, em respeito ao deus da pureza, todos só podiam perder a virgindade depois do casamento ou seriam severamente punidos por todos eles durante toda a vida. Por isso, para mostrar devoção, todos àqueles que não são casados e ainda se mantêm puros, obrigatoriamente, devem se vestir de branco.

 

x

 

Ele estava terminando de vestir suas roupas brancas, olhou para o espelho celestial que flutuava em seu quarto. Sua aparência estava sempre impecável, mas precisava conferir, principalmente se tivesse que aparecer entre os humanos.

— Você vai mesmo para o plano humano? — Uma mulher surgiu naquela área do céu que os humanos poderiam chamar de quarto. Ela aproximou-se de seu filho e com uma suavidade tão grande que parecia flutuar sobre o piso esfumaçado.

— Sim, prevejo um grande problema entre os humanos e preciso evitar antes que morte de inocentes ocorram. — Ele respondeu antes de passar a mão sobre a cintura, logo uma espada surgiu. — Tenho que levar sensatez para esse povo.

— Você precisará de violência para esta missão? — Ela não estava preocupada com o filho, afinal, ele era imortal e nenhum mortal poderia fazer nenhum mal para ele, mas o equilíbrio do mundo era posto a prova a cada visita dos deuses no plano humano.

— Espero que minhas palavras sejam o suficientes, mamãe. A minha previsão não era nada boa. — Disse antes de finalmente virar para a progenitora. — Você não confia em mim? Eu posso fazer isso sem levar o mundo a um colapso.

— Eu confio, filho, não me entenda mal. — Ela então aproximou-se mais e tocou seu ombro. — Só não quero que fiques mal falado como eu sou.

— Não acontecerá, minha mãe. Mas eu preciso mesmo ir. Há dois rapazes que precisarão de minha ajuda e não posso ficar parado. — Ele disse antes de estalar os dedos, logo anéis surgiram em sua mão. — Esses dois vão causar muitos problemas.

— Tudo bem, que os deuses te abençoem em sua jornada, Namjoon. — Ela disse antes de beijar o rosto do rapaz. — Te aguardo.

Em um piscar de olhos, ele desapareceu.

 

x

 

Os pézinhos corriam pelo jardim da igreja, as roupas brancas estavam novamente sendo sujas de terra e poeira, mas nenhum dos dois conseguiam ficar parados quando estavam juntos.

— Cheguei primeiro! — A pequena criança morena, de aparentemente sete anos, disse ao passar da linha de chegada praticamente se jogando no chão pela vitória com um sorriso no rosto. Seu amigo chegou logo depois.

— Isso não vale! Você treina em casa! Eu não posso ficar correndo na igreja quando você não está. — Ele disse, sentando ao lado do amigo com um bico nos lábios e expressão irritada.

— Pare de reclamar, Taehyung! Você já é mais velho, mais inteligente e mais forte. Deixa eu ser mais rápido! — O garoto pediu antes de sentar-se e cruzar os braços. — Eu vou te bater.

— Você sabe que apanha!

— Jeongguk, temos que ir. O culto já acabou. — Uma mulher de longo vestido amarelo e um chapéu para proteger-se do sol. — Temos que ir para casa.

— Ah não, mamãe! Quero ficar mais tempo com Taehyung. — Ele disse antes de jogar-se em cima do amigo. As crianças voltaram a deitar na grama, novamente sujando as roupinhas brancas.

— Mas Jeongguk, vocês já brincaram bastante hoje! Eu posso trazer-te amanhã, se é teu desejo. — Ela tentou convencer o filho, mas o moreno não queria soltar o amigo mais velho.

— Jeonggukie, lembra o que Namjoon, o deus da sensatez e da inteligência diz? — Taehyung perguntou passando a mão no cabelo moreno do rapaz.

— Não sei. — Mentiu, apertando ainda mais o abraço.

— Jeongguk, olhe para mim e responda. — Taehyung pediu com uma seriedade que criança não tem. Logo ele fez o que o amigo lhe disse, levantou o olhar.

— Sempre obedeça aos mais velhos.

— E o que Tao, deus do tempo, diz?

— Que tudo há seu tempo. Há tempo de brincar, tomar banho e ir dormir. — Respondeu de maneira tristonha.

— Exatamente. Agora está na hora de você ir para sua casa. — Quando Taehyung disse isso, lágrimas surgiram nos olhos de Jeongguk, e ele abraçou o amigo de novo.

— Eles são umas gracinhas, não? — O cerimonialista aproximou-se com seu longo vestido preto. — Taehyung é um devoto fiel.

— Sim, eles dão um ótimo casal, não acha? Podemos casar os dois, caso queiram quando forem mais velhos. — A mulher disse com um sorriso orgulhoso enquanto olhava para as duas crianças.

— Talvez, se os deuses quiserem dessa forma. — O homem disse antes de virar-se para a mulher. — Se quiser, pode deixá-lo na igreja hoje. Daremos comida e um lugar para dormir. Ele volta para casa amanhã quando Taehyung começar seus afazeres.

— Não será muito trabalho?

— De jeito nenhum. Há poucas crianças morando na igreja ultimamente, mais uma trará alegria a nós e aos deuses. — O homem disse com uma risada. Logo recebeu um abraço da mulher em agradecimento. — Vai que ele gosta e decide se tornar um padre como nós?

— Isso seria assustador já que Jeongguk não consegue parar quieto. — A mulher disse antes de observar Taehyung trazendo um Jeongguk choroso de mãos dadas.

— Aqui está, senhora.

— Tudo bem, Taehyung. Eu estava conversando com o cerimonialista e vou deixar o Jeongguk dormir aqui, na igreja, com você. — Ela disse com um sorriso no rosto.

— Sério? — Jeongguk logo abriu um sorriso de felicidade e abraçou Taehyung de novo. — Obrigado, mãe! Vem, Taehyung. Vamos regar as flores! — Ele disse antes de praticamente puxar o amigo para longe dos adultos.

— Obrigado, senhora. Até mais. — Taehyung gritou enquanto corria com o mais novo para os fundos da igreja.


Notas Finais


Para essa fanfic, eu li o livro todo da psicologia das cores, além de nós termos criado uma religião. Foi muito trabalhoso apenas organizar e criar a história antes de escrever, então espero que gostem. <3
Eu prometo que darei o meu melhor para voltar a ativa logo. Branco como a Neve, You the ocean and me e Tons seus são os meus alvos principais.
Obrigado pelo carinho e paciência. Amo vocês.
Beijos de um viciado em TaeKook e escravo de SoonHoon,
Nahu


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