História Effet Papillon - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Chat Noir, Hawk Moth, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Miraculous Ladybug, Novos Miraculous, Personagens Originais
Exibições 26
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, no segundo capítulo dessa fanfic ("Primeiro Dia") eu cometi um erro GRAVÍSSIMO. Foi sobre a descrição de Raul. Nela eu coloquei um adereço que não era para estar com ele. Então mudei para isso (só vou colocar a mudada)

Antiga: "Um colar com o formato de uma pena de metal cinza que enfeitavam ela toda, prendia no pescoço do garoto e estava sendo encoberta pela a sua blusa."

Nova:"Um relógio de pulso localizava-se no garoto e tinha o desenho de uma pata com garras"

Capítulo 4 - New


Leia as notas iniciais, aviso MUITO importante

A sala de aula estava um caos.
Sem a presença de um adulto responsável, os alunos perambulavam pela sala para conversar um com outro e zombar.
Chloé e Lila estavam discutindo no fundo da sala. Uma dizia ser melhor do que a outra e isso causava uma rivalidade. Sabrina e Louise apenas observavam aquela confusão. A morena tentava amenizar a situações e pedia para que, tanto Chloé quanto Lila, se acalmassem.
Por sorte, Adrien entrou na sala segurando a alça de sua pasta. Isso fez com que Lila e Chloé fossem até ele e o abraçar.

Louise olhou para ele com pena. Adrien conseguiu sair dos braços delas - depois de usar uma desculpa que ele inventara na hora - e correu até a garota.

— Oi, Adrien. - ela acenou com um sorriso nos lábios, que desapareceu ao ver o quanto Adrien parecia melancólico. - Está tudo bem?

— Hã, o que? - ele perguntou distraído e coçando os cabelos louros. - Sim, claro. Está tudo ótimo.

Louise lançou um olhar desconfiado à ele, porém não o forçou a contar nada. Ela apenas o conhecia por um dia e não queria causar uma impressão de curiosa.

Ela abriu a boca para falar, mas Sabrina a interrompeu se pondo entre os dois.— Oi, Adrien. Desculpe mas tenho que falar com Louise. Fique aqui conversando com Chloé enquanto isso.
Após essas palavras, Chloé ficou entre os dois e começou a importunar Adrien. Sabrina puxou o braço de Louise para perto do quadro.
— Primeira regra para ser amiga da Chloé: nunca, jamais, fale com o Adrien ou com alguém que ela goste sem ser por uma ordem dela.
— Mas... — Louise não completou a frase. Ela decidiu que era melhor não discutir com as restrições de sua única amiga. Ela soltou um suspiro. 
—  Tudo bem. — decidiu a morena por vez.
— Ótimo. — Sabrina cruzou os braços. — Ah, mais uma coisa. Não roube a Chloé de mim.
Dito isso, Sabrina voltou para o lado de Chloé, deixando Louise parada no mesmo lugar, pensando no que a ruiva havia lhe falado.
Louise apoiou-se na lousa ao seu lado e permitiu que sua cabeça descansa-se na parede. Fechou seus olhos e evitou pensar em algo. Ela fazia isso às vezes, quando algo a incomodava, por exemplo. 
— Você não deve deixa-las te tratar assim. — falou uma voz a sua frente.  
Louise abriu os olhos com rapidez ao notar que havia reconhecido o dono daquela voz. Ele possuía cabelos castanhos escuros que iam até um pouco abaixo das orelhas,olhos  castanhos-avermelhados que se moviam de um lado ao outro. Ele vestia uma blusa vermelha com uma listra branca. Usava uma calça jeans surrada e um tênis laranja. Em seu pescoço um fino fio prendia uma pena de metal prateada e balançou quando ele mudou o peso de seus pés.
— Marlon! — Louise deu um grito e abraçou o pescoço do amigo, quase o derrubando. — Eu senti sua falta.
— Também. — falou ele desvincilhando -se do abraço. — Faz quanto tempo desde a última vez que nos vimos?
— Uns sete meses, se eu não me engano. — Louise soltou uma risada. — Depois você sumiu da cidade. Sério, o que aconteceu com você?
Marlon deu os ombros.
— Resolvi dar um tempo. De tudo.
Louise deu outro abraço no garoto. 
— Mas, o que houve nesse meio tempo? — perguntou.
— Coisas. — ele respondeu e foi andando em direção as mesas.
Louise ficou parada ali por mais alguns segundos antes de decidir fazer algo.
— Ei, Marlon! — Chamou a morena, puxando o braço dele e forçando-o a olhar para ela. —  O que aconteceu com você?
Marlon, com delicadeza, retirou a mão de Louise de seu braço.
— E-eu te conto depois, ok? — falou ele. — Prometo.
Marlon deu um beijo na testa de Louise e sentou-se da penúltima fileira do lado direito. Louise encarou ele por mais alguns segundos antes de sentar em seu lugar na primeira mesa do lado esquerdo, junto com Chloé - que reclamava de Lila - e Sabrina - que ouvia tudo que Chloé dizia.
Pela primeira vez desde que chegara nessa escola, Louise se sentiu confortável por ninguém notá-la. Quando isso acontecia, ela podia se perder em seus pensamentos e não se preocupar com o que os outros tinham a dizer.
Seus olhos se abriram bruscamente quando a professora entrou na sala, pedindo desculpas pelo atraso e silêncio por causa da bagunça.
Quando todos ficaram quietos, a professora pigarreou. Seus olhos vagaram de aluno em aluno, até chegar no garoto da penúltima mesa.
Ela perguntou o nome do garoto, que se levantou - tal ato fez com que várias pessoas olhassem para ele - e disse:
— Marlon Chevalier. 
— Chevalier? — indignou-se Adrien se levantando ao ouvir do nome.
Marlon arregalou os olhos, para logo depois soltar um riso irônico.
— Agreste, — falou ele. — quanto tempo. É meio engraçado termos nos encontrado aqui, não?
Marlon sentou-se novamente na cadeira, cruzando os braços e fechando os olhos. Adrien, lentamente, voltou ao seu lugar.
Ƹ̴Ӂ̴Ʒ Ƹ̴Ӂ̴Ʒ Ƹ̴Ӂ̴Ʒ
Louise estava com a mão no lápis fazendo os exercícios que a professora mandara, mas nenhum movimento era visível. Seus olhos estavam fixos na caixa que ela encontrara alguns dias antes. Soltou o lápis e esticou a mão para a caixa e pegou-a. Louise hesitou alguns segundos antes de colocar a mão por cima da tampa e a puxar. Quando abriu, uma luz roxa saiu, iluminando o quarto com aquela cor.
Louise colocou a mão sobre o rosto para proteger-se da claridade. Quando retirou as mãos, viu que uma pequena criatura púrpura flutuava em frente ao seu rosto e a observava com os olhos arregalados, como se estivesse assustado.
— O que...? - perguntou a criatura, se encolhendo e sussurrando. — Está errado. Eu não deveria estar aqui.
Louise tapou a boca com as mãos, em uma tentativa desesperada de nãos gritar. 
— Q-quem é você? — perguntou a garota. — Ou melhor, o que é você?
A criatura flutuou até a mesa de Louise e se escondeu atrás de um livro. Ela tirou o livro da frente e segurou a criatura pelo pequeno corpo, tomando cuidado para não o machucar.
— Vo-você roubou meu Miraculous? — perguntou ele, assustado. Depois de alguns segundos, Louise percebeu que a criatura estava com medo dela. — E-eu não quero ser usado para a maldade. Não, de novo não.
— Eu não roubei nada! — defendeu-se Louise. — A caixa caiu no chão, — ela apontou para a mesma — e eu peguei para devolver ao velho que tinha deixado ela cair. Mas ele havia sumido.
A criatura baixou os olhos.
— E-eu acho que sou obrigado a me apresentar. — a criatura suspirou triste. — Eu sou Nooroo, o Kwami de borboleta.
Nooroo fechou os olhos e começou a explicar toda a história, desde sua criação até Hawk Moth. Loiuse ouvia tudo com atenção e se assustou ao ele contar que ajudara o vilão que Paris mais temeu um dia.
—  Então quer dizer que você pode transformar as pessoas em um super-herói. - murmurou ela pensativa. Louise balançou a cabeça para afastar a ideia que se formava em sua mente.
—  S-sim. — gaguejou Nooroo.—  Se você utilizar o broche — o Kwami apontou para o adereço que estava na caixa. — você poderá se transformar em um heroína ao dizer as palavras "Nooroo, transformar". Você seria capaz de controlar os outro para se tornarem seus devotos.
Louise ficou calada por alguns minutos. Ela pegou a caixa e retirou o broche. Em suas mãos, não parecia grande coisa.Não chegava a ser maior do que um mouse de computador. Era apenas um broche com uma bolinha no meio e quatro asas ao lado. Tudo era prateado e sem vida. 
Ela o prendeu em sua jaqueta azul. Nooroo olhava atentamente todos os movimentos que Louise fazia.
Nooroo flutuou até a cama de Louise, que, no momento, era forrada por uma colcha preta. A cama ficava ao lado de uma janela que estava fecha.
Louise andou com cuidado até lá. Se agachou no chão e apoiou seus braços no colchão.
— Ei, - chamou ela delicadamente. — Nooroo, eu não vou lhe fazer mal, ok?
O Kwami olhou para Louise como se não acreditasse nas palavras dela.
— Me desculpe se eu peguei o Miraculous, mas a intenção não era de ficar. Aqui, você pode devolver para o verdadeiro dono. — ela começou a retirar o broche mas, antes que pudesse completar tal ato, Nooroo flutuou até ela e colocou suas pequenas mãos sobre o broche.
— Não tire. — disse o Kwami. Ele abriu um pequeno sorriso. — Agora que sabe muitas coisas sobre o Miraculous, é melhor você ficar com ele. E, além do mais, eu vejo que você é uma boa pessoa. Só foi pega nas situações erradas.
Ela sentou-se na cama e colocou Nooroo em suas mãos que estavam em formato de concha.
— Não tive tempo de me apresentar para você. — falou ela. — Meu nome é Louise Le Roux.

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Quinta passada não consegui postar porque estava sem internet. Mas a próxima conseguirei!


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