História Ei, moça - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Amizade, Amor, Bang Yongguk, Bap, Bias, Crush, Daehyun, Ei Moça, Himchan, Insinuação De Sexo, Jongup, Musica, Paixão, Romance, Sexo, Youngjae, Zelo
Exibições 57
Palavras 2.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Uhuuul já temos 10 favoritos \õ/ muito obrigada a todo mundo que está acompanhando a fic, favoritando, comentando... amo vocês *-*

Hoje eu resolvi me adiantar na postagem do capítulo, já que hoje é aniversário do nosso Giant Baby, que não é mais tão bebê assim, mas pra mim o Zelo sempre vai ser um bebê :' ). Orgulho de ver essa criança crescida <3

No cap de hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a Sujin /que rufem os tambores/ e no final vocês entenderão o título desse capítulo xD

O próximo já está fabricado, estou fazendo os últimos ajustes e muita coisa vai acontecer nele hehehehehe

Mas agora chega de enrolação e boa leitura <3

Capítulo 6 - Eu quase vi...


Fanfic / Fanfiction Ei, moça - Capítulo 6 - Eu quase vi...

 

[Sujin’s POV]

 

Resolvi ir embora, pois o que eu tinha que fazer ali já havia sido feito. Daehyun-sshi é uma ótima pessoa, quem me dera ter a chance de ter um homem desses na minha vida, mas eu sei que com o tipo dele não adianta nem insistir. Rs...está na cara que está apaixonado, só ele que ainda não enxergou...

 

                                                        ***

 

Quando estava andando em direção ao saguão do hotel para ir embora notei ao longe do corredor a silhueta de uma moça e logo me dei conta que se tratava da mesma do fato de horas antes. Apesar de ainda estar abatida, ela parecia melhor. Não pensei duas vezes e a chamei:

-Mo-Moça! – tentei não chamar muita atenção. Isso foi o suficiente para ela voltar sua atenção pra mim- érr... eu estou com um pouco de fome... por gentileza, você poderia me servir uma xícara de chá?- disse me aproximando da... garota? Ela tinha uma aparência bem jovem, coisa de uns 17 anos, mas não sei...

-Ah, sim, claro! Qual o número do quarto que eu devo entregá-lo? – Me perguntou prestativa.

-Bem...como estou esperando meu motorista vir me buscar, seria possível eu tomá-lo na cozinha ou em algum outro lugar que possamos conversar? – ela ficou me olhando com uma cara de “oi, como assim?” mas o importante é que ela aceitou minha sugestão.

Sim, eu sei como convencer as pessoas usando boas palavras. Consegui o que queria, ponto pra mim!

 

[Tae Hee POV’s]

 

Eram quase 4:30 da manhã. A hora custava a passar e parecia que o maldito ponteiro do relógio estava sempre no mesmo lugar.

Se conforme Tae Hee... se conforme

Estava limpando o corredor que dava acesso ao saguão de entrada do hotel quando ouvi uma voz feminina chamar alguém. Supus que esse alguém fosse eu, já que naquele momento eu era a única pessoa naquele local.

-Mo-Moça! – me virei na direção da qual vinha a voz e vi que se tratava de uma mulher, mas não era qualquer mulher. Era a... namorada do Daehyun. Ok beleza, finja que não sabe de nada. - érr... eu estou com um pouco de fome... por gentileza, você poderia me servir uma xícara de chá?

Ah claro, agora vou ter que dar de cara com o Daehyun pelado... meus pensamentos me torturaram. Mas de toda forma, fiz meu trabalho e perguntei de forma prestativa à mulher:

-Ah, sim, claro! Qual o número do quarto que eu devo entregá-lo?

-Bem...como estou esperando meu motorista vir me buscar, seria possível eu tomá-lo na cozinha ou em algum outro lugar que possamos conversar?

Possível até é, mas sobre o que você quer conversar comigo? Pensei por alguns segundos, mas resolvi indicar o caminho a ela. Nessa altura da madrugada a cozinha geralmente permanece praticamente vazia, então não vi problemas em deixá-la ir até lá para tomar seu chá. Já que ela tanto insistia...

 

                                                            ***

 

Chegamos à cozinha e eu fui logo abrindo a porta para que ela entrasse. Realmente ela era uma mulher muito bonita, educada, elegante, fina... uma mulher level Daehyun.

O cozinheiro do hotel estava um tanto ocupado arrumando os congelados que haviam acabado de chegar. Então, como era só um chá, eu mesma o preparei e servi a moça que me observava sem dizer uma só palavra.

Decidi quebrar o silêncio.

-Me desculpe, mas a senhora havia dito que queria conversar comigo.- resolvi perguntar enquanto entregava-lhe o açúcar para adoçar a bebida.

-Ah sim... eu só queria saber se está tudo bem com você? – ela me disse enquanto bebericava seu chá sem adoçá-lo, vai ver estava de dieta.

Heim? Assim de repente. Tenho que admitir que fui pega de surpresa pela pergunta desconexa.

 

[Sujin’s POV]

 

Foi bem fácil de convencê-la a irmos para um lugar mais reservado. Chegamos à cozinha do hotel e como o cozinheiro estava ocupado ela mesma preparou e me serviu o chá.

Naquele momento eu pude reparar o quão bonita era aquela jovem, pois na hora do ocorrido eu não tinha reparado em seu rosto, a reconheci pelo adereço que usava no cabelo. Sim, eu realmente sou bem detalhista como geralmente me dizem: consigo perceber as coisas de forma rápida.

-Me desculpe, mas a senhora havia dito que queria conversar comigo- ela me indagou lançando um olhar curioso sobre mim enquanto eu provava o chá, que por sinal estava ótimo.

-Ah sim... eu só queria saber se está tudo bem com você?- tentei parecer casual e ela ficou me olhando sem entender o porquê da pergunta.

-Ér... estou bem, senhora. Agradeço a preocupação. – me respondeu educada.

-Certeza? E não precisa me chamar de senhora, Sujin está bom.- lancei-lhe um leve sorriso e ela sorriu de volta meio sem jeito.

-Ah, me desculpe Sujin-sshi.- se reverenciou.

-Na verdade, estou te perguntando isso, pois o rapaz que estava comigo me pareceu bastante preocupado com você... por acaso, você o conhece? – ela me olhou surpresa quando disse o final da frase, mas tenho que admitir que desta vez fui eu quem não entendeu o porquê. Talvez eu estivesse perguntando demais.

-Nã-não, não o conheço, nunca o vi na minha vida... é-é... por que? – me perguntou afobada.

-Nada não...isso só me prova que ele é um bom homem.- respondi. – Digamos que durante esses anos eu já tenha conhecido muitos homens na mesma situação que o conheci, mas nunca havia presenciado alguém tomar uma atitude como a dele.

-Ér... muito obrigada. –me respondeu e eu sorri.

-Não me agradeça, agradeça a ele preparando um delicioso café da manhã, ok? –sorri e ela sorriu de volta.- sortuda é aquela por quem ele está apaixonado... bem que eu queria ele pra mim, maaas só me resta ficar querendo mesmo haha- disse enquanto meus dedos passeavam na borda da xícara.

-Apaixonado?!- Ela me perguntou surpresa.

-É... mas acho que já falei de mais...ér, como é seu nome? – mudei de assunto.

-Tae Hee, me chamo Tae Hee. Ela me respondeu com um olhar curioso para saber mais sobre o assunto, mas resolvi ficar quieta, já havia falado além do que devia.

-Bom, eu fico mais tranquila em saber que está melhor. – suspirei- nessa vida sempre terá alguém pra achar que pode sair humilhando as pessoas por aí, mas não se preocupe com essas coisas, tudo bem? Afinal você não fez nada de errado, desde que eu havia chegado ao hotel aqueles dois projetos de pais estavam se embebedando e a criança estava jogada pelos cantos. Se orgulhe do seu ato, menina.

 Como estava na minha hora de ir embora, fui me levantando da cadeira enquanto agradecia pelo chá. –muito obrigada.

Se eu pudesse eu até ficaria mais algum tempo jogando conversa forma, mas o cafetão que “tomava conta de mim” não tinha a menor paciência de esperar pelas garotas, exceto quando o motivo da demora vinha acompanhado de um pagamento de “hora extra” exigido pelo cliente.

-Às ordens, Sujin-sshi. – ela se curvou diante de mim e eu fiz o mesmo em sinal de respeito.

Só eu sei o que essa garota sentiu naquele momento. Desde que eu entrei para esse mundo da prostituição minha vida é recheada de humilhações, seja por homens machistas na cama que me tratam com uma cadela, seja pelos cafetões que me veem como um pedaço de carne que lhes trás dinheiro, pela sociedade que me julga uma vagabunda ou até mesmo pelos meus pais que me julgam como suja, a vergonha da família, ou melhor... nem da família me consideram mais. A única pessoa que não me julga é a minha filha e é por ela que eu aguento isso todos os dias, pois ela pode ter um pai que a abandonou ainda quando era um ser humano em formação, mas ela tem uma mãe que a ama mais do que tudo e que é capaz de qualquer coisa para criá-la como uma criança merece.

 

[Tae Hee POV’s]

 

Eu havia acabado de ter um papo com a suposta namorada do Daehyun que deu a entender que não era bem uma namorada. Apesar de não ter entendido muito o porquê daquela conversa, deu para perceber que ela era uma pessoa de bom coração, talvez eu tenha sido injusta ao sentir ciúmes dela.

Eu estava prestes a fechar a porta da cozinha quando do nada a tal Sujin enfiou a cara pra dentro do ambiente. Mulher do céu!!! Você quer me matar?! Praticamente pulei pra trás como um gato assustado quase caindo de bunda no chão.

-Hahah me desculpe Tae Hee-sshi, só vim lembrá-la do café da manhã, ok? Quero que você mesma entregue a refeição no quarto dele, certo? – ela parecia se divertir com a minha situação. Mas tudo bem...

Assim que deu o recado me mandou uma piscadela e na mesma velocidade que chegou saiu de volta rumo ao mundo, não me dando chances de responder nada .

Ok, Sujin-sshi... só não sei como eu vou fazer isso, mas beleza....

                                                             ***

 

Me torturei pelas horas restantes com essa história de levar o café da manhã para aquele ser. Aish... não tinha como eu esconder minha cara pra fazer isso, e não...não ia rolar, alguém ia ter que entregar isso pra mim.

Como punição pelo meu “mau comportamento” eu tive que ficar trabalhando até as nove da manhã e o desgraçado do cozinheiro ouviu tudo o que Sujin havia falado e anotou a tal tarefa no meu quadro de obrigações. É...agora to ferrada. Pensei comigo. Como não ia dar pra escapar disso, resolvi aceitar que doía menos.

Assim como me foi exigido, preparei um café da manhã mais do que completo. Tinha de tudo: pães, torradas, acompanhamentos, leite, suco, bolo, frutas e inclusive um generoso pedaço de chessecake, porque sei que o mozão ia amar isso. Pera aí! Eu disse... mozão?!

Seria cômico se não fosse trágico, mas eu disse- ou melhor, pensei. Depois percebi que havia preparado tudo aquilo como se eu fosse a moçinha do drama preparando o café da manhã para o amado bonitão. Tae Hee... isso já está passando dos limites, você tá ficando louca. Me repreendi enquanto empurrava o carrinho com a refeição até o quarto da criatura.

Eram exatamente oito da manhã quando cheguei em frente a porta que agora se configurava em um grande pesadelo pra mim. Como entregar isso aqui... fiquei me debatendo internamente por longos minutos enquanto encarava o pedaço de madeira e num momento de insanidade, tive uma ideia que podia não ser a mais brilhante, mas que provavelmente me salvaria daquilo.

Posicionei o carrinho bem em frente à porta e na ponta da bandeja principal eu coloquei um bilhetinho com os escritos:

Para Sr. Jung Daehyun

E, num ato mais insano ainda, apertei a campainha e saí correndo para me esconder atrás de um grande vaso que havia próximo a porta do quarto do dito cujo.

Fiquei esperando por séculos na esperança dele abrir aquela porta logo, pegar o maldito carrinho e ir se matar de comer dentro do quarto, mas esperei e nada. Aish, ele deve tá dormindo ainda!

Não tive escolha a não ser tocar a campainha de novo. Me dirigi de forma apressada em direção à porta e tudo teria dado certo, se não fosse o mero detalhe de que no exato instante, que estava prestes a encostar o dedo na campainha, a maldita porta se abre de supetão e vejo um Daehyun enrolado num lençol olhando para o além com uma cara de sono e o cabelo que parecia que tinha passado um furacão naquela cabeça.

AISH! Essa não! ele me viu!! Me virei de costas e fiquei congelada ali no meio do corredor. Que droga, será que me reconheceu?! E ele tá pelado, eu bem que imaginei que ia encontra esse coiso PELADO!!!

Quis morrer né, aquilo sim que eu posso chamar de adrenalina: eu morrendo de medo dele me reconhecer, e por outro lado eu me corroendo de vontade de espiar aquela visão divina, onde apenas um lençol idiota me atrapalharia de ter uma prévia do paraíso. E se aquele lençol escorregasse...? Tae Hee, se controle! Me adverti em pensamento.

-Ér... mandaram entregar essa refeição para o senhor. – falei tentando mudar a voz.

-Hum? – ele me questionou com uma voz de quem não se encontrava aqui na Terra ainda. Acho que ele não deve ter reparado em mi...

-OOWAAAA!!! – fui tirada dos meus pensamentos por aquele ser gritando fascinado.

Cara... isso é normal? O mozão é doido assim mesmo? Que susto. Não resisti e tive que espiar de canto de olho e sim, meu bias é doido! Como pode uma pessoa ir de zero a cem assim, em questão de segundos?? Primeiro, ele estava fora do ar sem se quer saber quem era e do nada ele grita como se tivesse feito a descoberta do século.

-Tem chessecake aqui!!!- Exclamou exalando alegria pelos poros.

Não resisti e tive que espiar novamente e agora ele estava comendo o doce ali mesmo, em pé, como uma criança desesperada por chessecake. E não sei qual adjetivo usar para a isso, mas o lençol idiota estava no c-h-ã-o! Choquei! Choquei demais! Só não pude ver mais detalhes porque o protetor que havia em cima de um dos pratos tampava o alvo principal dos meus olhos. Mano... esse homem não existe...

Não soube nem como reagir diante daquela cena, apenas sai caminhando a passos duros por aquele corredor, enquanto aquele maluco continuava comendo chessecake totalmente peladão na frente do quarto.

Não era época de Natal, mas... Eu quase vi o peru dele! Eu quase vi o peru dele! Isso ecoava insanamente na minha cabeça, eu tinha que admitir, estava em choque. Eu não estava preparada psicologicamente para viver um momento desses.

Eu quase vi o peru do Daehyun...

 


Notas Finais


E aí o que acharam hahahaha sim eu sou má, não deixei a Tae Hee ver tudo u.u' ela terá que esperar pelo momento certo pra que isso aconteça xD.
Quanto a Sujin... bem, ela era pra ser só uma personagem aleatória que o Dae ia conhecer e depois iria sumir no mundo, mas eu resolvi que ela terá mais participação nessa história. Já andei planejando algumas coisas pra ela e vamos ver no que isso dá hahaha estou pensando ainda, mas tenho que admitir que já me apeguei a Sujin <3 ela é muito mãezona se preocupando com todo mundo >.< <3

Espero que tenham gostado, qualquer coisa deixem aí nos comentários, blz?

Bom final de semana e #HappyZelshionistaDay

Até o próximo cap! Beijinhos da tia aqui ;*


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