História Eichen House (imagine Parrish) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Jordan Parrish, Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski
Visualizações 32
Palavras 1.042
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Respostando alguns dos imagines Teen Wolf que foram excluídos, essa é a vez do Parrish e espero que gostem. .. Aceito pedidos meus amores...

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Eichen House (imagine Parrish) - Capítulo 1 - Capítulo único

 Estávamos na cama, o sol que entrava pela janela deixava seu olhar verde ainda mais claro e brilhante enquanto ele sorria. Eu estava feliz por finalmente estar em seus braços e não conseguia controlar os arrepios toda vez que ele me tocava. Parrish se tornou o dono do meu coração, do meu olhar, do meu pensamento, desda primeira vez que fui a delegacia com Stiles e tombei com ele, literalmente. 

 Por muito tempo eu apenas fui uma boa parceira de investigação e a dona de seu sorriso era Lydia. Mas agora era eu que tinha as mãos em seu abdomen definido e era o meu pescoço que ele beijava. Puxei seu cabelo soltando um gemido e ele colou nossos lábios com desejo. "Eu te amo" confessei. 

 "Eu te amo, Lydia" respondeu. 

 A frustração de ouvir o nome de Lydia acabou com todo o desejo que eu sentia. Afastei Parrish, o empurrando pelo peito. "Você ta bem?" perguntou, sua voz mudando um pouco mais a cada vez que a pergunta era repetida. Então o cenário mudou e o meu olhar focou em Lydia, me libertando da alucinação. 

 Ela parecia tão debilitada quanto eu, o cabelo ruivo bagunçado e se ela não estivesse tão grogue odiaria estar vestindo aquele pijama de paciente. "Você precisa acordar" ela tocou meu rosto tentando me obrigar a ficar acordada, eu me sentia sonolenta e quase incapaz de me mexer "S/N, eles estão chegando" disse aflita "Precisa se manter acordada".

 - Eles quem? - forcei minha voz a perguntar. 

 "Nossos amigos" respondeu. 

 - Eles vão tirar você daqui - sorri lutando para me manter longe da escuridão. 

 "Vão nos tirar daqui" afirmou "S/N, não desista". 

 Suas palavras se tornaram distantes e quando percebi a escuridão já havia me puxado novamente. 





 

 A delegacia estava bastante movimentada para ser um dia comum;

 - Vocês não tem mais nada para fazer? - o Sheriff finalmente acabou com o nosso joguinho de ignorar a presença um do outro. 

 Olhei para Stiles sorrindo e ele me devolveu o sorriso vitorioso antes de olhar para o pai: - Vai nos ajudar? - perguntou. 

 - Não. Stiles, tenho coisas mais importantes para me preocupar. 

 - Então nos empreste o Parrish - sugeri.

 - Parrish não está - rebateu o Sheriff exausto - saiu com a Lydia. 

 - Saiu com a Lydia? - rebati surpresa. 

 - Como em um encontro? - Stiles continuou e eu o olhei irritada. O ciúmes ameaçando me dominar. 

 - Ela precisou de um favor. 

 - Então, a Martin vocês podem ajudar? - questionei com raiva - nossa questão também é importante. 

 Stiles concordou com a cabeça fazendo o Sheriff suspirar: - Olha eles aí - disse aliviado ao ver Parrish e Lydia chegarem aos sorrisos. 

 Me levantei de imediato sentindo meu sangue ferver com a cena: - Oi - Lydia sorriu ao nos ver. 

 Parrish nos encarou desconfiado: - Tudo bem?

 - Precisamos de ajuda para essa noite - Stiles comentou. 

 - Para que? - Lydia se intrometeu curiosa. 

 - Não posso te falar agora, Lydia - respondeu Stiles. 

 - Sabe Stiles, você terá mais ajuda do Parrish se colocar a Lydia na história - soltei zangada pegando minha bolsa - eu to indo embora, me liga depois Stiles. 

 Saí da sala do Sheriff sem olhar para ninguém, era sempre difícil digerir a realidade, onde Parrish mal conseguia disfarçar o quanto achava Lydia maravilhosa. 

 - S/N? - ouvi alguém me chamar, mas não parei até sair da delegacia, só na rua uma mão em meu braço me fez parar - S/N? Você está bem?

 - E você liga, Parrish? - bradei irritada - vai ajudar o Stiles e a Lydia que é mais importante. 

 - Você também é importante - rebateu me olhando nos olhos e hesitou um segundo antes de continuar - você é minha amiga. Eu me preocupo. 

 "Amiga" pensei ironicamente e sorri com desdem mordendo o lábio. 

 - Só me deixa em paz, Parrish - afirmei me afastando. 

 Me desliguei do sonho, que na verdade era uma lembrança, novamente o sol foi substituído pela escuridão da Eichen House, eu estava em movimento, via as luzes passarem como flashes acima de nós, sim de 'nós', eu estava sendo carregada por alguém. Forcei um pouco mais minha visão para que o rosto da pessoa ficasse mais nítido. Era Theo. 

 Escuridão. Malia lutando com Theo. Escuridão. Lydia tentando me acordar. Escuridão. Jeep do Stiles. Escuridão. Os enfermeiros tentando impedir a fuga. Escuridão. Lydia e Parrish saindo da clínica. Escuridão. 





 Acordei na clínica de Deaton, Lydia que estava ao meu lado pulou para perto do meu rosto: - Por favor, se mantenha acordada - ela soluçou. 

 - O que aconteceu? - minha garganta seca doeu ao falar. 

 Lydia sorriu aliviada e me abraçou: - Nós saímos, estamos livres. 

 Me sentei com a sua ajuda e olhei em volta, somente Stiles, Malia e Parrish estavam ali: - Há quanto tempo eu to apagada?

 - Dois dias - Malia respondeu vindo me abraçar - eu fiquei tão preocupada. 

 Assim que ela me largou Stiles pulou em mim, me abraçando forte. Olhei para Parrish esperando alguma reação como dos meus outros amigos, mas ele continuou parado, sério e sem me olhar. Aquilo foi pior do que o tratamento na Eichen House. 

 - Eu quero ir para casa - comentei tentando me levantar, Malia me apoiou até que eu conseguisse me manter sozinha. 

 Lydia que encarava Parrish se virou para Stiles e lhe disse algo baixinho. O mesmo puxou Malia e se virou para o policial: - Pode ajuda-la, Parrish? Temos que resolver uma coisa. 

 Ele assentiu ainda alheio a tudo e os três saíram. 

 - Não precisa me ajudar - afirmei e vi Parrish finalmente se mexer. 

 Sem falar nada ele reduziu a distância entre nós e me beijou colando nossos corpos, um beijo urgente, mas ao mesmo tempo carinhoso: - Não sei o que faria se te perdesse... - ele me abraçou com calor. 

 - Jordan...

 - Eu te amo - confessou em um sussurro me apertando ainda mais em seus braços. 

 A declaração me deixou um pouco surpresa, mas seu calor aquecendo meu corpo me fez relaxar e logo me rendi ao seu abraço, afundando meu rosto em seu pescoço para esconder meu sorriso. 



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