História Eighteen - A Faculdade - Capítulo 53


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts Bangtan Boys
Exibições 32
Palavras 2.005
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada por ler, espero que gostem e boa leitura!
Me desculpem por qualquer erro,

Capítulo 53 - London


Fanfic / Fanfiction Eighteen - A Faculdade - Capítulo 53 - London

No dia seguinte nós acordamos e nos arrumamos para tomar café da manhã no estilo mais londrino possível.

Estava chovendo um pouco e estava frio. Eu coloquei um monte de roupa, e quase não conseguia mexer minhas pernas por causa das duas calças que eu coloquei.

- Nossa Kook, vai para o Polo Norte? – Mari fala rindo.

Ela vestia apenas com um sobretudo.

- E você? Tá indo pra Jamaica? – falo a imitando.

- Desde quando se vai de sobretudo pra Jamaica, JungKook? – Jimin fala enquanto desce as escadas, colocando uma touca preta na cabeça.

- Jimin, você está uma tentação – Mari fala – esse seu cabelo ruivo com essa touca...

- Se você não fosse minha irmã...

- CRUZ CREDO – Lucas grita atrás de mim – vocês são irmãos!

- E ambos têm namorados – falo.

- É – os dois concordam, mas o jeito que eles concordavam dava para entender que isso era mentira, eles não tinham namorados?

- A Mari tem pelo menos – falo.

Ela da de ombros e arruma o sobretudo.

- Vamos logo, eu estou com fome – ela fala e vai até a porta de saída.

- Eu dirijo – Lucas fala e pega a chave de um carro.

- Vamos morrer – Mari fala e a gente da risada, menos o Lucas que da um tapa nas costas dela.

- Ai, viado – ela fala e se contorce toda por causa do tapa – eu vou virar o volante quando você estiver dirigindo.

- Eu posso dirigir? – pergunto.

- Não, o papai aqui que dirige hoje – Lucas fala convicto de si e sai da casa.

Nós o seguimos e entramos numa ranger rover preta.

- Esse carro é do motorista, acho que ele não vai ligar da gente usar, até porque foi eu que comprei – Lucas fala e da partida no carro.

Eu sentei no banco de trás com o Jimin, enquanto a Mari foi na frente com o Lucas.

- Já vou colocar o cinto – Mari fala e coloca o cinto – porque hoje é meu funeral.

- Funeral vai ser se você não calar essa boca. Eu dirijo bem, tá? – Lucas fala e o carro começa a andar.

...

Quando chegamos nas ruas molhadas do centro de Londres, eu me senti em um filme. As gotas de chuva escorrendo no vidro do carro, as poucas pessoas andando nas calçadas segurando guarda-chuvas amarelos, vermelhos e a maioria pretos. Paramos no farol, e eu olhei para dentro de uma loja e lá dentro vi crianças correndo e brincando animados, jogando bolinhas coloridas para cima e depois as pegando, repetindo o ato de joga-las para cima novamente. Depois disso o Lucas fez questão de passar em frente a empresa dos pais do Yoongi, onde era um local meio arriscado. A Mari cobriu seu rosto com o cachecol, deixando apenas os olhos para fora. A empresa era grande. Era um prédio todo espelhado e cinza. Na frente tinha o nome da empresa, e do prédio entrava e saia algumas pessoas de terno, e no caso das mulheres era ou um vestido ou um terno feminino.

- É, já entendi de onde veio todo o dinheiro deles – Lucas fala e acelera de novo, saindo de perto da empresa – Marienne sortuda da porra.

Ela da uma risada nervosa.

- Não tenho certeza disso – ela fala enquanto tira o cachecol.

- Fica tranquila, você vai ver ele – Jimin fala e olha pra mim, esperando eu confirmar o que ele falou.

- É, como eu já te expliquei, ele só precisa de um tempo na empresa e pronto, podemos marcar algo para gente sair – falo e ela assente.

...

Chegamos ao estabelecimento. Ele era bem pequeno e por causa da chuva, os tijolos que decorava o lado de fora do lugar estavam escuros, de um marrom igual chocolate. E em cima das janelas brancas, haviam toldos listrados em azul escuro e branco. Eu nunca me senti tanto em um filme na minha vida.

Assim que entramos, pegamos uma mesa para nós quatro e fazemos nossos pedidos.

- Tá bom, só eu que achei estranho feijão no café da manhã? – Mari fala enquanto olha para o cardápio.

- Não – Jimin fala – e cogumelos?!

- Eu vou pedir uma tigela de cereal mesmo – falo – não troco meu cereal por nada.

- Você é um bebezão – Jimin fala – depois de ver você brincando com uma planta junto com o Taehyung eu só acho isso de vocês.

- E você não pode falar nada – Lucas fala – porque você brincava com a Xana e a chamava de Preciosa.

- Era um apelido carinhoso para aquele bicho que ficava fazendo barulho a noite toda! – Jimin se defende.

- Você peida enquanto dorme e eu não falava nada – Lucas fala e aperta uma campainha na mesa.

Eu e a Mari começamos a rir disso e logo um homem apareceu para perguntar nossos pedidos, e o Lucas ficou sério, igual a Mari.

- Oxe – Jimin fala rindo.

- É-é-é... queremos fazer nosso pedido – Lucas fala nervoso.

Mari começa a dar risada e tampa o rosto com o cardápio.

- Três english breakfast e um cereal – eu falo, vendo que os dois não iriam falar isso. Mas ai o cara não me entendeu eu acho, até porque eu falei em coreano e ele não é coreano... DROGA!

- Desculpa – Lucas fala em inglês – são três english breakfast e um cereal.

O atendente assente.

- E para beber? – ele fala.

- Pode ser suco de laranja para todo mundo? – Lucas pergunta pra gente, e nós assentimos – suco de laranja pra todo mundo – ele falou em inglês agora e o atendente assentiu de novo, saindo de perto da mesa e entrando numa porta marrom.

- VOCÊ VIU QUE GATO?! – Lucas fala pra Mari.

- VI!  - ela fala e os dois dão risada.

- Não achei tudo isso – Jimin fala pensativo – sou melhor.

Lucas e a Mari então passam a analisar o Jimin.

- É... – Mari fala – é.

- O que? – Jimin pergunta.

- Deixa pra lá – Lucas fala e os dois dão risada.

Porra Yoongi, você podia estar livre pra vim me salvar desses três né?

- Kook, falou com a Ana? – Mari muda de assunto depois que para de rir – como estão as coisas na Coreia?

- Ela disse que estava tudo bem – falo – não conversamos muito, eram três da manhã lá e eu já tinha acordado ela sem querer.

Mari assente.

- Saudades da Júlia – Lucas fala e faz uma cara de choro – tão bonitinha.

- Saudades da minha sobrinha – Mari fala e olha com uma cara engraçada por Lucas, que devolve a cara dela fazendo uma cara de irritação.

- Ela é minha sobrinha! – Lucas fala.

- Lá vai começar esse assunto de novo? – Jimin fala.

- Sobrinha o caralho – Lucas fala – ela é minha.

- Sua uma vírgula – Mari fala – a Isa e o Hoseok ainda não decidiram as madrinhas e os padrinhos.

- Vai ser eu, eu sou a madrinha – Lucas fala.

O garçom trás nossas comidas e eu agradeço mentalmente por causa das crianças que calaram as bocas. Começo a comer meu cereal, e ele é estranhamente diferente do da Coreia, e eu senti saudades de lá na mesma hora.

- Esse cereal... parece papelão – falo.

Eles dão risada da minha cara.

- Me deixa experimentar – Jimin fala e pega a colher da minha mão, a afundando na tigela e depois colocando em sua boca. Ele demora um pouco para dar uma reação, mas é a mesma que a minha, ele não gostou – como alguém come isso?

- Não faço ideia – falo e pego a colher de volta.

...

Quando terminamos de comer, fomos passear por Londres.

Era um lugar lindo. Tudo parecia sido tirado de um filme. Eu já falei disso um monte de vezes e vou continuar a falar, é tudo extremamente perfeito. As casas são todas alinhadas, como se fossem feitas com uma régua gigante. Passamos por um bairro onde todas as casas eram brancas, e as portas eram cada uma de uma cor diferente. A Mari pirou com uma casa que tinha a porta vermelha. Ela praticamente agarrou a porta e quase a levou embora. Óbvio que ela e o Lucas estavam tirando foto de tudo. Eu e o Jimin estávamos bancando os fotógrafos deles dois. Mas até que estava divertido.

Nós então chegamos numa loja de doces, e compramos alguns doces para a gente. E depois disso parecemos chegar ao London Eye, que é a roda-gigante de Londres, é um ponto turístico bem conhecido pelo o que eu sei.

Nós pagamos para ir e nos dividimos em duas cabines. Eu e a Mari decidimos deixar o Jimin e o Lucas sozinhos, e se isso foi um erro ou não, eu não sei.

Quando a cabine começou a subir, estranhei a Mari reclamar de ser fechado.

- Não vai falar que está com claustrofobia? – puxo assunto.

- Aqui tem vidros, então não me da claustrofobia – ela fala e olha para fora – será que foi uma boa ideia deixar os dois sozinhos?

- Só vamos descobrir quando sairmos daqui.

Durante os trinta minutos que ficamos ali dentro, nós conversamos um pouco. Eu nunca fui muito próximo da Mari, ela é mais igual ao Yoongi, e é rude igual ele. Então não da pra conversar com esses dois direito. Mas hoje ela foi legal o suficiente e tivemos uma conversa muito boa.

Depois que descemos da cabine, vimos o Lucas e o Jimin sem seus casacos, e só de calça e camiseta, no caso do Jimin uma regata.

- E Lucas – Mari fala decepcionada – você falou que não ia fazer isso.

- Não deu pra resistir! – Lucas se defende.

- Vocês se pegaram de novo?! – falo incrédulo.

- É – Jimin confirma e veste seu casaco – mas combinamos de ser a última vez.

- Em você eu acredito – Mari fala – já em você... – ela olha pro Lucas.

Lucas da risada e assente.

- Não vou parar tão cedo – ele fala e veste seu casaco também.

- Mas e o Coups? – pergunto.

- É... não sei – Lucas fala e sai andando – podemos ir na Candem Town?

- O que é isso? – pergunto.

- É um bairro cheio de lojas, não da pra explicar. Ele é bem louco – Mari explica – já vi pela internet ele.

- Exatamente – Lucas confirma o que ela disse – é bem... psicodélico e tem vários punks.

- Podemos ir para lá e depois almoçar? – pergunto já sentindo meu estomago roncar.

- Acabamos de comer – Jimin fala.

- Eu não comi direito por causa daquele cereal horroroso – me explico.

Lucas da risada.

- Podemos – ele fala e começa a andar.

...

Andamos até nosso carro de novo e depois disso vamos para esse tal de Candem Town. Chegando lá eu fiquei pasmo com o quanto aquele lugar era realmente louco. Tudo ali era meio 3D, as lojas eram enfeitadas com o que elas vendiam. Por exemplo: tinha uma loja da Converse lá, e na frente tinha um tênis converse gigante, bem na fachada.

- Marienne – Lucas para do nada e puxa uma camiseta que estava pendurada na porta de uma loja.

- AI MEU DEUS – ela grita em resposta  e os dois se encaram animados e entram na loja.

Eu olho pra camiseta e ela era preta, escrito em letras brancas “GO TO THE BEACH”. Não entendi a agitação deles dois, então eu e o Jimin ficamos esperando eles dois na porta, porque nós dois não sabíamos falar inglês, e sair de perto deles seria um perigo.

- VÁ PRA PRAIA! – Lucas grita do nada, saindo da loja. E a Mari vem seguindo ele, rindo.

- Já quero usar – ela fala e vejo uma sacola na mão dela.

- Também – Lucas fala – vamos pra um lugar com calor!

- Brasil! – ela fala animada – tenho tios lá – ela olha pro Jimin – nós temos na verdade.

- O que? Nosso pai tem família no Brasil? – Jimin fala e fica surpreso – não é possível. Somos uma família global?

- Quando falo que é pior que coelho... – Lucas fala.

 

 

...


Notas Finais


VÁ PRA PRAIA!
O fim... posso ve-lo (?)


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