História Eighteen - Capítulo 54


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts Bangtan Boys
Exibições 29
Palavras 1.198
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada por ler e espero que gostem! Me desculpem por qualquer erro e boa leitura <3

Capítulo 54 - O Autor da Carta?


Quando voltamos para a casa do Lucas já estava de noite.

- Afinal, porque vocês dois não ligam face time? – Lucas pergunta para a Mari.

Ela fica em silêncio, acho que pensando em uma resposta.

- É muito mais fácil, e ele não precisa nem te ver – Jimin concorda e senta no chão.

Nós estávamos sentados na sala de estar, perto da lareira. E estávamos esperando a pizza chegar também.

- Acho que... tem que ser pessoalmente mesmo – Mari responde – é uma coisa séria, não da pra ser virtualmente.

- Concordo, e é por isso te trouxe pra cá – falo e escuto a campainha.

- Eu vou lá – Jimin fala e se levanta.

Ele vai até a porta, e volta uns minutos depois com duas caixas de pizza. Assim que ele coloca a pizza na mesa de centro, nós já atacamos e começamos a comer.

- Pelo menos a pizza daqui é boa – falo de boca cheia.

- É verdade, tinha esquecido quanto é boa – Lucas fala.

- Verdade né – Mari fala – você e a Bianca cresceram aqui.

Lucas assente.

- Ela nasceu aqui e eu na Irlanda, mas o mais engraçado foi que não era pra eu ter nascido lá. Foi tipo um “erro”, mas não eu fui um erro. É que minha mãe estava viajando e eu decidi que queria nascer.

- Um dia depois de mim – eu falo e limpo minha boca com um guardanapo.

- É o destino – Lucas fala e faz uma cara de safado.

Dou uma risada nervosa.

- Calma lindinho, eu prefiro seu irmão – Lucas fala e os três dão risada.

- Eca – falo e pego outra fatia de pizza.

Olho para o meu celular que começou a tocar a musiquinha do iPhone, e ele estava estampado com a foto do Yoongi. Era do Face Time.

- Vish – Lucas fala ao ver a tela do meu celular.

Atendo a chamada.

 

[FACE TIME]

Assim que a tela abre, vejo o Yoongi na tela.

- JungKook, estou livre por algumas horas – ele fala e eu olho pra Mari, que do nada ficou estática.

- Ela... está ai?  – Yoongi fala.

Viro a tela do celular pra Mari. E parecia que eles tinham visto um fantasma. Juro que não sei o que aconteceu com esses dois, só sei que mudaram da água do vinho do nada. E ficaram em silêncio.

- Gente, vocês estão bem? – Lucas fala e da um empurrão na Mari.

- Me encontra daqui a pouco perto do Starbucks do centro – Yoongi fala e escuto o barulho da chamada ser desligada.

[FACE TIME OFF]

 

A Mari levanta do nada e abre a porta da entrada.

- ALGUÉM ME LEVA PRA LÁ AGORA – ela grita.

- Mas miga, você ta de pijama – Lucas fala.

- Agora – ela pede de novo e eu levanto.

- Eu te levo – falo – vamos –  falo pro Jimin e pro Lucas –  a gente pode ir ficar no Starbucks esperando eles.

- UHUL – Lucas comemora, se levanta e joga a chave do carro pra mim.

...

 

[POV’S Yoongi]

Acabei tudo que eu tinha que fazer na empresa, e para minha sorte foi mais cedo do que eu esperava. Desde que estava tudo certo pra Mari vir eu estou adiantando tudo que tem na empresa. E isso ainda deixava meu pai de bom humor, porque eu anteriormente só fazia as coisas com preguiça.

- Pai, vou indo, já acabei tudo por hoje. Então... posso sair com o Kook? – pergunto ao entrar na sala dele.

- Tá, pode sair com o Kook hoje – meu pai fala e pega o celular – quer que eu te deixe na casa dele?

- Não, eu vou a pé – falo e ele sorri pra mim, e em troca eu fico confuso.

- Estou orgulhoso de você – ele fala – pensei que seria pior, e olha, você já arrumou maioria dos meus problemas da empresa.

- Faço o que posso – forço um sorriso – já vou indo.

Chamo o elevador, e vou soltando o nó da minha gravata enquanto isso. Uma coisa que eu não gosto tanto assim é usar gravata, mas isso é norma da empresa do meu pai. Gravata não parece uma coleira?

...

Quando chego ao Starbucks, eu entro e peço um café, porque eu queria ficar acordado por um bom tempo, o quanto eu pudesse pelo menos.

A cada pessoa que abria a porta, e os sinos que tinham na mesma balançavam, parecia que eu tinha um mini enfarto. Minha ansiedade estava me matando já. Não sabia nem o que fazer para controla-la mais.

Eu acabo meu café e me levanto, saindo do Starbucks. Eu me sento num banco que tinha na frente de uma loja de roupas que estava fechada e fico ali, esperando algum sinal deles. A rua estava escura, onde estavam os postes de luz dessa cidade?

...

Passaram-se vinte minutos, e nem sinal deles. Já estava ficando preocupado, quando um carro preto parou na frente do Starbucks e dele desceram quatro pessoas. Eu me levanto na mesma hora, a tempo de vê-la olhando para mim. Eu posso estar com os olhos vendados, mas sempre vou saber que é ela.

- Lucy! – eu grito e ela sorri, vindo correndo até mim.

E eu dou alguns passos para frente e abro meus braços, a fim de receber um abraço dela. Quando nos abraçamos, eu até a tirei do chão, porque não estava acreditando nisso.

- É você mesmo? – eu falo e ela para nosso abraço.

- Sou – ela fale e vem para mais perto – e você, é você?

- Sou – eu falo e dou um sorrisinho, antes de dar um beijo nela.

Não da para descrever qual foi essa sensação de finalmente, depois de quase dois meses, poder beija-la de novo.

...

Eu só paro nosso beijo por causa da falta de ar, mas deixo nossas testas juntas.

- Como é bom ter isso de volta – falo e ela sorri e olha nos meus olhos, igual eu faço com ela.

- Não sei como expressar isso em palavras – ela fala e me da um selinho demorado – acho que é impossível dizer o quanto estou satisfeita com esse momento.

Nós nos separamos e ela me analisa dos pés a cabeça.

- Você fica bonitinho de terno – ela fala e da risada – mas não faz seu tipo.

- É norma da empresa – falo e pego em sua mão, entrelaçando nossos dedos.

Começamos a andar pela rua.

- Então você esta trabalhando? – ela pergunta.

Assinto.

- Se eu não fizer nada, eu acho que morreria de tédio. E isso faz também o tempo passar um pouquinho mais rápido. E você? Me conta de você!

- Contar o que? – ela pergunta.

- Conta qualquer coisa, eu preciso escutar sua voz! – peço.

Ela da risada.

- Para com essas viadagens – ela fala rindo.

- Não é viadagem – me defendo – é amor!

- Hã... não aconteceu nada esse tempo todo.

- Não? – pergunto.

- Não. Todo mundo foi viajar e eu fiquei, porque não estava no clima de viagem. E nesses dias – ela para de falar e pareceu pensar – na verdade, aconteceu sim uma coisa.

- O que?

- Eu descobri quem escreveu a carta da Ana – ela fala.

 

...


Notas Finais


FINALMENTE O CARA DA CARTA DA ANA!


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