História Eighteen - Capítulo 55


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts Bangtan Boys
Exibições 33
Palavras 1.118
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


espero que gostem, boa leitura e me desculpem por qualquer erro <3

Capítulo 55 - The End


- Descobriu?! – falo incrédulo – como?

- Sabe, eu fiquei sozinha aquele tempo todo. Não sozinha de verdade, porque eu tinha o DK e o Mingyu, mas- eu a corto.

- Mingyu?! O Mingyu ficou com você? – até paro de andar só para ver o que ela iria falar.

- Sem ciúmes, Suga. Ele estava ali como um amigo de uma pessoa que tinha recém-perdido seu namorado – ela me olha com reprovação – você deveria ficar quietinho.

- Desculpa – peço e a abraço – é que ele... ele pode fazer outras coisas com você.

- Ele não vai fazer nada – ela fala e para nosso abraço para me dar um selinho demorado – nadinha.

Sorrio aliviado.

- Me desculpa por não ter te dado um tchau descente também. Eu tentei, eu juro que tentei de todas as formas ir até você, mas ele não deixou.

- Eu já superei – ela fala – e acho bom a gente aproveitar esse nosso tempo falando sobre outras coisas.

- Ok então... quem é o autor da carta?

- Ele se chama Rafael – ela fala – ele cursa astronomia com a gente e eu nem sabia da existência dele, até ele vir falar comigo sobre a Ana.

- E o que ele disse?

- Disse o que disse na carta, e disse que se interessa por ela, coisas assim.

- E você disse?

- Eu falei que ela tinha namorado, e que ele quase teve um troço quando viu a carta – ela passa a franja por trás da orelha e eu acho que fiquei hipnotizado com isso, porque não prestei mais atenção no que ela falava. Um dos problemas de se ficar separado dela era isso, qualquer coisinha já me deixava com uma vontade enorme de tê-la só para mim.

- Tá bom – falo e ela me olha surpresa – já chega de conversar, vamos ao que interessa – eu a beijo bruscamente.

...

{no dia seguinte}

Eu acordo meio perdido, sem nem saber que horas são ou que dia é. Olho para o lado e a Mari está dormindo. Sorrio ao me lembrar da noite passada e que nada foi apenas um sonho.

Deposito um beijo em sua bochecha e sento na cama, onde começo a me situar das coisas. Bom, estávamos num hotel. Porque tanto na minha casa quanto na casa do Kook isso aqui não iria dar certo. Olho para o relógio e nele constavam que eram quase sete da manhã.

Sabia que meu pai iria me matar por não ir para a empresa hoje, mas uma coisa mais importante estava acontecendo e eu não podia perder isso.

- Suga? – escuto a Mari falar e eu olho pra ela.

- Oi – eu respondo e ela senta na cama.

- Que horas são? Meu Deus eu dormi fora – ela pareceu estar meio perdida também.

- Umas sete – respondo – acho que vou pedir café da manhã pra gente.

- Você tem que ir trabalhar – ela fala e se levanta, pegando suas roupas do chão.

- Hoje não irei – falo e me levanto também, a fim de fazer o mesmo.

- Vai sim. Não provoca seu pai – ela me reprova com o olhar e veste a roupa – vai logo, você tem que ir trabalhar.

- Lucy, eu quero ficar com você – eu falo e começo a vestir minhas roupas também.

Ela fica em silêncio até terminar de vestir sua roupa. Depois disso ela senta na cama e cruza as pernas igual índio. Eu sento na sua frente.

- Temos que conversar – ela fala séria.

- Pode seguir em frente – falo.

- Por quanto tempo você vai ficar aqui?

- Não sei... – respondo com medo do que ela pode falar.

Ela respira fundo e me encara.

- Suga – ela estrala dos dedos – acho que essa é a deixa para a gente dar um tempo.

- Dar um tempo?! – eu falo e pego sua mão – Não. Isso não.

- Amor, eu não vou poder vir para a Europa toda hora – ela falou – eu não quero acabar também, mas é necessário. As aulas já irão voltar e nem trocar uma simples mensagem a gente pode, porque seu pai fez questão de bloquear tudo que vem da Coréia do Sul. Você imagina o quanto vai ser difícil para nós dois essa distância?

É claro, que eu sei, já tivemos uma ideia disso durante esses meses.

- Eu não quero me separar! – falo e minha cabeça começa a doer – vai ser difícil, mas eu acho que podemos contornar isso.

- Você não escutou o que eu disse? – ela falou calmamente, mas eu sabia que ela também não queria nada disso – com as aulas voltando, o começo de outro ano letivo por assim dizer... se nem em período de prova lá na Coréia eu conseguia falar com você, imagina nessa distância toda.

- Eu acredito que a gente pode realmente contornar isso, Lucy. Por favor...

No fundo, eu já sabia que isso iria acontecer uma hora. E também, ela estava certa. Eu que não queria aceitar tudo isso.

Ela abaixou a cabeça e ficou assim um tempo. Eu via que enquanto ela fazia isso, girava a nossa aliança no seu dedo indicador.

- Suga eu estou tentando ser forte para fazer isso – ela fala e levanta a cabeça – facilita.

Respiro fundo.

- Quando eu estava escrevendo a carta, eu cheguei a pensar em colocar uma parte. Era uma parte que me preocupava um pouco, mas se a gente não se visse mais, eu queria que você a comprimisse – falei sério – eu tirei essa parte por que... Porque eu não queria que você continuasse sem mim.

Ela me olhava atentamente.

- E que parte era essa? – ela pergunta.

- Nela eu pedia para você, caso a gente não se visse mais, arrumar um namorado melhor do que eu e que tivesse pais legais, que te dessem o carinho que sogros têm que dar.

- Você sabe que- a interrompo.

- Não sei de nada – falo e tento segurar um dor horrível que crescia em mim – eu não quero acabar, mas escutando o que você fala, fica evidente que você tem razão. Eu não faço a mínima ideia de quando eu vou poder voltar para a Coreia, e eu não posso te prender a mim para sempre. Você é livre do seu jeito, e eu sou tipo as regras que te prende.

- Para de falar assim de você – ela me repreende – você foi a melhor coisa que aconteceu comigo. E ninguém disse que a gente não pode voltar, se um dia a gente voltar a se ver – ela suspira – nem sempre eu te amei, mas enquanto houver estrelas sobre você, você nunca vai poder duvidar que a partir do dia do piquenique, eu sempre te amei.

 

...


Notas Finais


vou, chorei.


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