História Eine Liebe zu erinnern - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Alemanha, Prússia
Tags Germancest, Gilbert Beilschmidt, Ludwing
Exibições 37
Palavras 2.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem!

Minha primeira vez tentando explorar o universo desse casal

Capítulo 1 - Eine andere Art zu lieben


Ordem suspirou. Estava novamente indo visitar aquele garoto sem nome ou nacionalidade. Apenas sabia que ele era uma nação igual a ele, mas por que ele não falava? A única coisa, ou melhor um único nome  que saia dos lábios finos e rachados do pequeno era balbuciado com dificuldade: "Itália". 

Será que ele se referia ao pequeno gorduchinho que Áustria explorava em sua casa? Enfim, ele não sabia. Mas hoje acolheria o pequeno e o tomaria para si antes que outro o fizesse, Ordem não tinha um lar ou era um grande império, porém precisaria conquistar terras e consolidar seu poder. O  albino sorriu com a pequena nação nos braços enquanto caminhava até o acampamento, será que aquela criança se acostumaria? 

- Kesesesese! Tu nunca vais conhecer outra pessoa mais incrível que eu.- Ordem diz abraçando o garoto mais forte, continuou seu caminho desaparecendo floresta a dentro. 

Desde que chegara a casa de Ordem, o menino não tivera nenhuma reação. Passava os dias deitado sem alimentar-se, na verdade sem ter alguma atitude e ver o menor definhar aos poucos daquela forma entristecia o coração da Ordem. Porém Gilbert Beilschmidt não era acostumado a aquele tipo de atitude e por isso não conseguia conversar com o miúdo. 

Gilbert estava a caminhar pelos vastos corredores de sua residência até o quarto onde o miúdo estaria acomodado. Antes de entrar um auditivo suspiro deixou os lábios finos de Beilschmidt. Ao adentrar o cômodo pôde ver a silhueta do corpo pequenino escondida sob o cobertor, apesar da escuridão do local, Gilbert soube exatamente onde pisar ou o que fazer. Era hoje que Ordem faria o garoto se reerguer. 

Com isso em mente deixou a bandeja com comida reforçada sobre uma mesa de cabeceira e sentou-se ao leito do louro: 

- Até quando irás ficar aí moribundo?- a voz altiva do albino ecoou pelo recinto escuro quebrando o silêncio, o menino não teve reação alguma, Gil levantou-se e rumou até a porta do local:- Eu desafio-te a desafiar-te a levantar desta cama.- ditou antes de encostar a porta suavemente. 

O menor abriu os olhos azuis e pela primeira vez comeu sua refeição. Na manhã seguinte quando Ordem foi recolher a bandeja vibrou de felicidade ao deparar-se com esta totalmente vazia: 

- Kesesesesesesesesese! Nesse ritmo, logo estarás porto para reencontrar a pessoa que amas!- Ordem chutou ao dizer esse fato. Apenas fora um tiro no escuro, mas pela reação do menor ele acertara em cheio, presumiu ser isso ao ouvir o nome "Itália" sair dos lábios rachados do menor. Sorriu ao ver a face do menor fitá-lo assustado. 

- I-Itália...- Sussurrou fracamente enquanto tentava sentar-se, Gil vendo o desespero da pequena nação, abraçou-a. 

- Não se esforce demais West.- sussurrara acariciando as madeixas curtas do menor:- Minha incrível pessoa irá manter-te em segurança a partir deste momento. 

-x- 

- Veja Lud! Esse é o seu reino!- o albino mostrou um povo aplaudindo as nações da sacada se um palácio:- Tudo que o sol toca é seu!- o albino diz sorrindo apontando para o sol. O menor encarava a paisagem sem entender o entusiasmo do maior ao mostrar-lhe a vastidão daquelas terras, mas nada falaria, não queria estragar aquele sorriso tão contagiante da nação maior. Ordem, agora Prússia estava feliz. 

- Tudo isso é meu...?- o menor sussurrou olhando para onde Gil apontava. Estava decidido, ele cresceria e ficaria muito forte, assim ele iria poder proteger seu amado Bruther. O loirinho fitava Gil com uma grande admiração estampada em seus olhos azuis, Gilbert é lindo. Beilschmidt, não tão alto tendo apenas 1,78 de altura, sua pele branca como marfim e sem imperfeições alguma, corpo escultural definido, mas nada exagerado, rosto bem másculo, olhos vermelhos que muitas vezes variam do rosa a um roxo ou vermelho mais intenso, mas tudo  conforme a luz, assim como suas madeixas naturalmente platinadas qie variam entre os tons de cinza, prata, branco e loiro platinado, possui a franja assimétrica, certamente muito belo. Principalmente aos olhos de Ludwing.

Os irmãos germânicos observaram mais um tempo a movimentação e adentraram o palácio,  Gilbert rumou ao escritório e lá se trancou pela tarde toda estava atolado com o trabalho e precisaria virar a madrugada se quisesse terminar tudo antes de Bismarck vir e lhe dar uma bronca, ah! Que saudades de Fritz II. Ele era um grande rei, aquele que compartilhava o amor de Prússia pelas artes, porém fora um grande rei que o liderou a três grandes vitórias. Praguejando e massageando suas têmporas por conta do cansaço, voltou a ler documentos e estratégias que será um usadas na próxima guerra. 

-x-

Prússia estava no escritório de seu quarto imerso em documentos a serem assinados. Suspirou cansado e sonolento, massageou a tensão do ombro, por que raios ele não sentou a bunda na cadeira e fez seu trabalho antes?  Mesmo sonolento ouviu uma tempestade começou e ele praguejou baixo. Ótimo, uma bela chuva para dormir e o incrível ele estaria preso assinando documentos. Enquanto praquejava, ouviu  batidas frenéticas na porta: 

-  Quem é?- indaga com a voz cansada, se fosse Bismarck cobrando-lhe os documentos e enchendo sua pouca paciência com sua voz demasiadamente irritante, com certeza Prússia o mandaria ir para aquele lugar correndo o risco de ser severamente punido. 

-  Deixa-me  entrar!- a voz infantil ecooa amedrontada:- Me deixa entrar bruther!- Ludwing implora tremendo de medo, Gil suspira e sorri ao constatar que seu pequeno e inexpressivo irmãozinho estava morrendo de medo. 

- Só tá encostada, pode entrar.-  a voz cansada do prussiano chegou fraca aos ouvidos do miúdo que sem perder tempo  abriu a porta rápido e correu até onde Prússia estava e o  abraçou com força enterrando seu rostinho banhado em lágrimas na curva do pescoço do mais velho. 

 - O que foi?- Gil indaga pegando-o no colo, Ludwing sentou no colo de seu irmão e o abraçou pelo pescoço escorando sua cabeça no peito deste qie sorriu enquanto acariciava seus fios louros. 

- T-tempestade.- responde envergonhado. Como ele protegeria seu irmão se no primeiro momento, como naquela tempestade que castigava Berlim com ventos uivantes e cortantes, pingos que assemelhavam-se a agulhas ao entrar em contato com a pele, os relâmpagos que iluminavam parcialmente o local, exaltando a beleza natural de Gil e por fim os ensurdecedores trovões! Esses sim despertavam o medo da pequena nação. 

-  Tá com medo da tempestade é?- o prussiano questiona acariciando as costas do menor. 

 - S-sim.  - Responde escondendo o rosto na camisa do outro.

 - Ela vai passar West. Fica tranquilo.- o maior acaricia as costas no menor  como forma de consolo. 

- Deixa-me dormir aqui!- Ludwing implora tremendo, seu pequeno corpo tinha espasmos por causa do medo. 

 - Tá bom. Pode dormir no meu quarto enquanto termino aqui.- Prússia dita descendo o menor de seu colo e aponta para a porta aberta do outro lado do escritório. 

-  dorme comigo.- o miúdo pede olhando nos olhos de Gil. Os olhos azuis estavam mais brilhantes e intensos e bem maiores. Gil quase cedeu, porém com um suspiro e massageando suas têmporas disse: 

 - Preciso terminar aqui.- aponta para sua mesa cheia de papéis.  

 - Por favor, não quero dormir sozinho. - pede puxando a barra da camisa do albino. Que comovido com os olhos vacilantes e chorosos do menor Prússia cedeu:

-Certo, só vou me trocar.- diz suspirando derrotado. 

- Sim!- Responde feliz correndo para o lugar em que dormiriam.  Prússia suspira e se troca, dirige-se para cama: 

-  Boa noite, West.- diz sorrindo, se ajeitou para deixar tanto a si quanto o menor a vontade. Gil estava deitado de frente para o menor,  abraçando-o contra seu peito, Gil adormeceu em pouco tempo. 

-x-

Algo estava a tocar naquele corpo. Algo suave, pequeno e esguio. Esse objeto tinha penetrado o tecido grosso da sua camisa de inverno, explorando assim a pele branca que se encontrava por debaixo do vestuário.
Era uma mão, uma mão pequena, sedosa e extremamente matreira. Dedos fininhos percorriam cada pedaço, cada centímetro, tudo... mas tudo, daquele corpo pálido, tão musculoso...  tão belo.

Ludwing sorriu abertamente. Não era o seu habitual sorriso tão infantil e mágico. Era algo diferente, mais negro e secreto, um tipo de sorriso que só aparecia no seu rosto quando ele estava sozinho ou quando aquele a quem ele chamava de guardião dormia.

E aquela era uma dessas alturas. Gil dormia profundamente, exausto após uma longa madrugada de trabalho e documentos a serem assinados e discutidos.  O homem albino estava deitado ao seu lado, a sua camisa estava agora puxada para cima, revelando a barriga torneada do mais velho.

Não era a primeira vez que Ludwing se aventurava no corpo de Gil, se perguntassem, nem mesmo ele saberia dizer quando começou, ele apenas sabia que o fazia. Tantas noites o rapaz utilizara o seu medo de tempestades e a sua capacidade de mentir para se meter na cama do mais velho, esperava que este adormecesse para depois tocar-lhe e tocar-lhe, até estar demasiado cansado e ceder ao sono.

Ludwing sabia que, acordado, Gil  nunca se deixaria tocar daquela maneira, especialmente pelo rapazinho que considerava irmão. Talvez até fosse achar tal ideia repulsiva. Era por isso que a pequena nação agia na calada da noite, tão silencioso e matreiro, acariciando o corpo do seu guardião em busca de saciar o seu desejo desconhecido.

Gil poderia ser um homem sempre em alerta, graças a vida de guerras que levara alguns anos antes quando ainda era  apenas Ordem dos Cavaleiros teutônicos, quando era onda um nômade, mas quando dormia na segurança da sua casa, fazia-o como uma pedra. Não ressonava, apenas dormia pesadamente, com a cabeça em cima da almofada, o seu cabelo branco espalhado pelo travesseiro macio.

Lindo

Pensava o rapaz mais novo, colocando os lábios no pescoço branco do império. Gil era lindo. Acordado, a dormir, ele era simplesmente deslumbrante. Ludwing beijou a pele suave do mais velho, lambeu e mordiscou sem grande força, para não deixar provas. Gemeu baixinho de prazer ao sentir o sabor tão estranho e diferente que simplesmente gritava "Gilbert". Era tão agradável, delicioso e mágico que Ludwing  entrava em puro delírio. O seu corpo ardia com doçura, a sua respiração tornava-se ofegante com a excitação, o seu sexo latejava de desejo.

Tudo por causa de Gil. 
Gil e o seu rosto bonito. Gil e o seu corpo musculoso e pálido. Gil e a sua voz profunda. Gil e suas franja assimétrica, rebelde e repicados da cor da mais pura prata.  Gil e o seu sorriso doce e carinhoso, talvez um pouco sarcástico.  Gil e os seus gestos amáveis. Gil e as suas roupas elegantes. Gil e os seus belos orbes cor de rubi  .

Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil,  Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil, Gil e Gil.

Tudo girava em torno de Gil.

O mundo de Ludwing girava em torno de Gil.

Tudo era Gilbert. 

Todo ser de Ludwing chamava por Gilbert Beilschmidt. 

Ludwing grunhiu de forma quase selvagem, enquanto o seu membro implorava por atenção. Era sempre Gilbert. Aquele homem estava sempre a sua mente, a tortura-lo inconscientemente com desejo ardente. Se Beilschmidt soubesse o que Ludwing lhe fazia na sua imaginação, ficaria traumatizado para o resto da sua longa vida. A mente do rapaz já criara situações demasiado pecadoras, onde o grande império prusso era o ator principal.

A pequena nação sem nome traçou um trilho doce de beijos apaixonados pelo pescoço branco do homem mais velho, subindo e subindo, até chegar aos lábios pálidos e carnudos. Ah, como adorava aquela boca, sempre com sede de a beijar, constantemente com uma vontade de a possuir com a sua.

Mas não o fez. Não abriu os lábios do prusso para o beijar profundamente com toda a paixão que ardia em todo o seu ser. Não poderia fazer tal coisa, o risco de ser descoberto era demasiado.

E Ludwing  não queria ser descoberto. Não. Isso não, nunca. Se fosse revelado a Gil que este era praticamente abusado sexualmente durante o sono pelo seu protegido, haveria uma chance de o albino se afastar completamente, de nunca mais voltar. E a Ultima coisa que Ludwing queria era que o homem mais velho se distanciasse para sempre.

Não. Gil  tinha que ficar ao seu lado, sem saber da existência do desejo ardente que o rapazinho possuía dentro de si.

Descolando os seus lábios dos do homem mais velho, Ludwing  acariciou levemente a cara branca de Gil, suspirando levemente. A sua mão livre serpenteou de forma matreira até ao meio das suas pernas, rodeando o seu membro erecto.
Um pequeno gemido de prazer escapou pela sua boca.

- G-Gil... - Sussurrou fantasmagoricamente enquanto tentava satisfazer as suas necessidades com a mão - Bruther... - Enterrou a cabeça no pescoço do homem adormecido, inalando o aroma doce daquela pele tão suave - P-porquê? Porque é que me fazes s-sentir assim...?

A sua única resposta foi um ronco quase inaudível da parte do grandioso império prussiano e os olhos de Ludwing encheram-se de lágrimas de frustração. Seria eterno, não seria? O seu sofrimento? Ele iria desejar aquele homem até ao final dos seus dias, sempre com vontade de o possuir completamente mas sempre com inúmeras regras éticas e morais que o impediam de fazer tal coisa. Era como um prisão, uma cela interna que o prendia com o desejo infernal que só Gil poderia saciar.

Ludwing  lançou um pequeno grunhido quando sentiu a explosão do êxtase, a sua camisa de dormir ficou húmida com os seus fluidos e o pescoço de Gil estava ligeiramente pegajoso com o suor do rapaz mais novo.

O jovem olhou o seu guardião com olhos azuis cansados. Lá estava Gilbert  a dormir tão pacificamente, com o seu rosto bonito calmo e sereno, peito a subir e descer lentamente... Que visão magnífica. O homem mais velho estava completamente nas mãos da ignorância quanto ao fato de o seu "irmãozinho" ter acabado de se masturbar mesmo ao seu lado, praticamente encostado ao seu corpo.
Ludwing abafou um minúsculo gemido de desespero, sentindo-se nojento.

- Bruther...  Ich liebe dich... - Sussurrou para o escuro do quarto antes de se entregar ao sono e o cansaço e adormecer abraçado ao corpo do mais velho, entregando-se ao mundo dos sonhos, pelo menos ali, por breves instantes ele teria Gilbert para ele. 

E era isso que o confortava e tornava o sono prazeroso. 


Notas Finais


Espero que gostem!

Dicionário:

1- Bruther... Ich liebe dich: Irmão eu te amo.

2- O título singnica: Um amor para recordar

3- O título do capítulo: Uma forma diferente de amar


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