História El destino - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Paolo Guerrero
Personagens Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Paolo Guerrero
Tags Futebol!, Romance
Exibições 41
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Tres


P.O.V Autora

Paolo se sentia mal, a mulher que ele tanto amava o traia, de baixo de seu próprio teto, de seu próprio nariz, e ele não percebia.

Encheu a cara, já passava das 23hrs da noite, e amanhã, provavelmente ele seria capa de diversos jornais brasileiros.

Do outro lado da rua estava Mariah, ela havia acabado de chegar em um restaurante próximo, quando viu uma movimentação um tanto quanto estranha envolta de um conversível, curiosa, resolveu ir até lá, e se surpreendeu ao ver de quem se tratava.

- Droga Peruano! Jura? Ficar bêbado é uma coisa, ficar bêbado e chamar atenção é outra completamente diferente! - Diz colocando apoiando o peso do mesmo em seu corpo.

Guerrero não falava coisa com coisa, por vezes citava o nome de Alondra e Mariah assimilou e já sabia de quem se tratava: a namorada (ou ex?).

Tomou uma decisão, o levaria pra sua casa, e veria o que faria com ele no outro dia. Pediu para um manobrista guardar o carro do peruano em uma garagem privada e saiu em rumo de seu apartamento.

O mais difícil foi levá-lo ao elevador sem chamar atenção, e o peso, pelo seu peso, claramente tinha um porte físico invejável, pensou ela.

O levou até o quarto de hóspedes, colocou-o na cama, tirou seus sapatos, pegou sua carteira e colocou diante de um criado-mudo, levou seu celular na esperança de no outro dia, encontrar alguém que pudesse ajudá-la.

P.O.V Paolo Guerrero

Acordo com uma luz insuportável batendo em meu rosto, esfrego os olhos e olho ao redor. Porra! De quem é essa casa?! Vejo um criado-mudo lá está um copo de água, um analgésico e meus pertences. Tomo o remédio e vou em direção do banheiro, sem antes reparar na decoração do quarto. Vejo, um par de roupas minhas e uma toalha em cima da pia.

Não exito em tomar um banho, ao fazê-lo, desço as escadas pronto para encarar a fera que estaria no andar de baixo. Mas logo me surpreendo, não era fera, era a própria Bela.

- Antes que você pergunte, não a gente não transou. - Diz e eu suspiro aliviado.

- Como me encontrou? - Pergunto e ela vira e me encara.

- Eu estava em um restaurante, vi um redemoinho de pessoas e fui saber o que era. Você, bêbado, falando coisas sem pé nem cabeça. - Fala.

- Porquê resolveu me ajudar? - Questiono.

- Eu sempre fui muito de beber. - Ri. - E sempre que eu fazia merda, meus amigos estavam lá para me ajudar. Pensei que talvez eu devesse ser esse tipo de "amigo", se é que somos isso. - Termina.

- Obrigado, eu acho. - Falo passando a mão em meu cabelo. - Como conseguiu minhas roupas? - Pergunto e vejo-a corar.

- Tomei a liberdade de pegar o seu celular e ligar para alguém. - Diz e eu abro a boca pra reclamar, mas ela me interrompe. - Não se preocupe, liguei para o Trauco, ele trouxe seu carro e suas roupas. Desculpe se fui invasiva. - Fala.

Tomamos o café da manhã num silêncio agradável. Agradeço mais uma vez, e ela apenas sorri dizendo:

- Só não fique bêbado mais uma vez Peruano, não sou babá! - Diz e ri.

Pego meus pertences e a chave do meu carro, entro no mesmo e suspiro. Ótimo Paolo! Ressaca e treino, melhor coisa não tem!

Me dirijo ao CT e quando chego, tenho certeza de que meu dia será puxado.

P.O.V Mariah

Após Guerrero ir embora, me arrumo e vou para o CT. Chego em minha sala, e reviso alguns exames de jogadores, o tempo passa e eu nem percebo, só percebo quando alguém bate na minha porta.

- Entra! - Grito.

- Já está na hora do almoço doutora, vai ficar com fome?! - Pergunta Vizeu entrando com Paquetá.

- Fiquei revisando alguns exames e nem vi o tempo passar. - Digo.

- Então vamos, não se pode ficar de barriga vazia o dia inteiro! - Fala Paquetá.

Sou arrastada pelos corredores do CT, e os meninos logo puxam um assunto qualquer, me fazendo dar altas gargalhadas.

- Vamos, hoje você almoça com a gente. - Os meninos me puxam.

Na mesa deles estão: Mancuello, Éverton, Pará, Rodinei, Muralha, e logo percebo que eles juntaram as mesas.

O clima do almoço é agradável e eles resolvem me fazer um série de perguntas:

- Quantos anos?! - Pergunta Paquetá.

- 23. - Digo prontamente.

- Estado civil? - Pergunta um Vizeu curioso.

- Solteira, graças ao meu bom Deusinho - Respondo.

- Pra que time você torce? - Pergunta Mancuello e eu vejo cabeças se virarem para a nossa mesa, esperando pela minha reposta.

- Preciso mesmo responder isso?! - Pergunto e ouço um coro de "SIM". - Flamengo óbvio! - Respondo e ouço palmas e assovios.

Passa um tempo, e o almoço acaba, os meninos se despedem de mim, e eu consigo ver um peruano me observando de canto de olho. Afasto meus pensamentos, e consigo perceber que muitos ali, se tornariam meus grandes amigos, haviam me acolhido muito bem, e eu não tinha do que reclamar.

Volto para minha sala, e recebo meu primeiro paciente.

Diego Ribas da Cunha - 30 anos.

Ele chega em minha sala e um pouco acanhado se senta na maçã, faço os procedimentos de praxe, sem deixar de mantê-lo distraído, puxo uma conversa, e logo ele está mais avontade e até sorri.

- Tá liberado Ribas! Tá tudo OK! - Digo.

- Obrigado doutora. - Diz e me dá um beijo na bochecha e logo sai da sala.

Próximo paciente....

Foram horas, horas e mais horas de avaliação médica até que finalmente chegamos no último.

Paolo Guerrero - 29 anos.

Ele entra na sala, e é como se o mundo tivesse parado, como se o ar faltasse e eu sinto as famosas borboletas no estômago. Não, não é possível, eu não posso ter me apaixonado pela primeira vista.

Logo eu, que não acredito nisso. Trato de afastar esses pensamentos e me recompor, faço os procedimentos, e ele age normalmente, por vezes solta um sorriso e eu logo retribuo.

Libero o mesmo e sento na minha cadeira, exausta, suspirando.

Porra, eu estava muito mas muito mesmo, fodida.


Notas Finais


Sim, como vocês podem perceber, mudei a idade deles, mas fiz isso mesmo, porque eu quiz.
Espero que tenham gostado ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...