História El Duque De Alcázar - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adriana Lima, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 774
Palavras 2.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!!!

Capítulo 7 - Chantagista sujo


Fanfic / Fanfiction El Duque De Alcázar - Capítulo 7 - Chantagista sujo

Eveline Carlisle 

Há muitos tipos de sedução.

 Há a tradicional, que foi a que Justin usou comigo na última vez, com suas flores, chocolates e jantares românticos. Ligava para a mansão e me convidava para jantar. Aparecia na porta de smoking e trazendo um buquê de rosas, que fazia Joanne  espumar  de raiva.

Está linda – disse, e me levou ao melhor restaurante de Londres.

 Fazia perguntas, escutava atentamente, e foi se aproximando cada vez mais, começando com um sutil toque de mão inocente, seguido de um roçar do seu corpo no meu. Depois me levou até uma boate. Dançamos, e ele me puxou de encontro ao seu corpo forte, deixando-me zonza. No meio da pista de dança, ele me beijou pela primeira vez.

Foi o meu primeiro beijo, e fechei os olhos, sentindo o mundo girando ao redor.

Quando ele por fim recuou, sussurrou:

– Quero você.

Eu tremi, meu coração em disparada. Ele olhou para mim e sorriu. Depois, me levou para a sua suíte na cobertura do Dorchester Hotel.

Não houve resistência. Eu era uma virgem nas mãos de um mestre. Eu era dele desde o instante em que me beijou. Desde o instante em que apareceu na minha porta com o buquê de flores. Desde o instante que voltou sua atenção para mim.

Esse era o método tradicional de sedução. Já funcionou muito bem uma vez. Mas, agora eu o conhecia, e sabia como terminava. Com o prazer que parecia breve demais e a agonia que parecia longa demais. 

Porém, há muitos tipos diferentes de sedução.

 Justin decidiu que não partiríamos imediatamente para Madri. Preferiu passar uma noite em Londres, descansando na sua costumeira suíte no Dorchester. Disse que era porque tanto eu quanto o bebê parecíamos cansados. Fiquei desconfiada, mas ele não tentou nada. Apenas pediu o almoço ao serviço de quarto, e, depois, sorriu para mim e disse:

– Precisamos fazer algumas compras.

– Não, não precisamos – respondi, franzindo a testa.

– Precisamos de um carrinho para o bebê.

Não havia como discutir com isso, já que deixamos o que eu tinha em San Miguel.

– Tudo bem – resmunguei. – Um carrinho, mais nada.

– Você é chata.

– Estou é quebrada.

– Eu não.

– Sorte a sua.

– Eu posso lhe comprar coisas, sabia?

– Eu não quero que compre.

– Por quê?

Empinei o queixo. 

– Tenho medo do que me custarão.

Sua resposta foi um simples sorriso inocente. Ele mandou o motorista nos levar até as melhores lojas de Knightsbridge, Mayfair e Sloane Street. Comprou o carrinho mais caro que encontrou para Miguel e o empurrou pessoalmente, enquanto os guardas-costas vinham atrás carregando sacolas cheias de roupas e brinquedos para bebê.

– Disse apenas um carrinho.

– Não pode me censurar por querer comprar algumas coisinhas para o meu filho?

– Não. 

Suspirei.

– Agora precisamos também comprar algumas coisas para você – falou Justin, ao me flagrar olhando sonhadoramente um lindo vestido. Sobressaltei-me, antes de corar de culpa.

– Não. De jeito nenhum.

– É o mínimo que posso fazer – retrucou com firmeza –, considerando que foi por minha causa que perdeu a sua herança.

– Não foi por culpa sua – protestei.

– Por favor, deixe-me fazer isto, querida. Eu preciso – disse, baixinho. – Não pode me negar o desejo de fazer algo tão insignificante.

Estremeci. Era justamente do que eu tinha medo. Se eu não fosse capaz de te negar aquilo, não conseguiria negar nada. Acabaria casada com um homem que não me amava. Que me ignoraria. E passaria o resto da minha vida como um fantasma assombrando aquele castelo idiota.

Sem dizer uma palavra, sacudi a cabeça. Ele suspirou, com ar de desapontado. Fiquei orgulhosa de mim mesma. Mas, ao passarmos por uma das lojas, Justin me flagrou olhando um segundo a mais para um vestido. Com um aceno de cabeça para um dos seguranças, ele comprou o vestido no meu tamanho.

– O quê? – exclamei. – Não quero isto!

– É uma pena – retrucou ele, presunçosamente. – Acabo de comprá-lo para você.

Irritada, tentei frustrar o plano de Justin tomando o cuidado para não olhar para nenhuma das lindas roupas, bolsas ou sapatos à mostra enquanto passávamos por lojas e butiques finas. Mas também não deu certo. Ele simplesmente passou a escolher ele mesmo os itens, a maioria muito mais caro e chamativo do que eu mesma teria escolhido para mim.

– Não posso usar isto! – protestei quando ele me mostrou uma bolsa de couro de crocodilo incrustada de diamantes. – Vou parecer uma palhaça!

Ele sorriu.

– Se não quer que eu escolha para você, tem que me dizer o que quer.

Sem nenhuma opção, foi o que fiz.

Chantagista sujo – resmunguei ao escolher um vestido de algodão simples da Prada, mas o sorriso dele apenas se alargou. 

 Fiquei aliviada quando retornamos para a suíte dele no Dorchester, ainda que fosse a mesma luxuosa suíte onde Elizabeth Taylor morou.

 Demorou um bom tempo para os seguranças trazerem todas as compras. Mesmo com a ajuda dos empregados do hotel.

– Não me dei conta de que havíamos comprado tanto – fale enrubescendo.

Justin riu baixinho ao dar a gorjeta dos empregados do hotel, e virou-se.

– Você mal comprou alguma coisa. Eu teria lhe dado muito mais. – Ele olhou para mim, sua mão deslizando para debaixo do meu queixo. – Eu queria ter lhe dado muito mais.

Estávamos sozinhos na suíte. Prendi a respiração, e rezei para que ele não me beijasse. Desejando desesperadamente que o fizesse.

Mas, rindo baixinho, ele me soltou.

– Está com fome?

Depois de colocar Miguel para dormir, jantamos na sala de jantar, na mesma mesa em que no verão passado, ele fez amor comigo.

 Passei a refeição inteira tentando não pensar nisso. Nem na cama do quarto ao lado.

 Tentei me convencer de que ele não estava tentando me seduzir. Talvez não estivesse. Talvez fosse apenas minha imaginação. Tinha que ser...

Subitamente, Justin sorriu para mim.

– Está cansada. Foi um longo dia para você.

– Todas aquelas compras -resmunguei.

Ele sorriu.

– Eu quis dizer antes disso. México. Joanne. A noite sem dormir no avião. 

– Ah. Estou mesmo cansada.

– Então, vá. Tome um banho. Vá para a cama. Aproveite a folga. Eu assumirei daqui.

– Assumirá?

– Com Miguel. – Fitei-o com uma expressão confusa. – Pode confiar em mim, estando no quarto ao lado? Se houver algum problema, eu a acordarei. Mas não haverá. Bom descanso.

 Tomei um banho demorado. E foi o paraíso. Vestindo uma macia camisola nova, atirei-me na cama enorme, sabendo que havia alguém olhando o bebê enquanto eu dormia. 

 Quando acordei, a luz do sol já estava atingindo a cama, onde evidentemente, eu dormi sozinha. Fiquei chocada ao olhar para o relógio, e ver que dormi 12 horas seguidas. A melhor noite em um ano. Senti-me grata a Justin...

Justin!

 Ele não podia ter passado a noite inteira acordado com o bebê! Apavorada, saltei da cama e abri a porta do quarto, com medo que Justin tivesse fugido com o nosso bebê, e me deixado para trás.

 Mas ele estava na sala de estar, andando de um lado para o outro, cantando em espanhol, enquanto os olhos de Miguel pareciam ficar mais pesados. Ao me ver, Justin sorriu, embora também estivesse com uma expressão cansada.

– Buenos dias, querida. Dormiu bem?

– Muito bem – respondi, passando as mãos pelos cabelos, subitamente lembrei que a camisola, sob a luz da manhã parecia bem mais transparente. Cruzei os braços para disfarçar o contorno dos seios. – E você?

– Ah. – Ele sorriu para o filho. – Para nós ainda está um trabalho em andamento. Mas, estou certo de que, quando estivermos no avião para Madri, após o café da manhã, acho que nosso homenzinho dormirá. Ele se cansou um bocado, não é?

Olhei para os dois juntos, o espanhol de ombros largos segurando o filho pequenino com tanto amor, com infinito cuidado e paciência, embora ele claramente deixou Justin acordado a noite toda.

Percebi que estive enganada. Justin sabia amar. Apenas não sabia como me amar. 

                                 (...)

Não vou mentir. Um jatinho particular facilita muito viajar. Ainda mais com um bebê. Fizemos um voo rápido de Londres para Madri. Nada de filas, nada de disputar espaço para a bagagem de mão. E eu me senti muito melhor que no último voo. Havia dormido, tomado um banho. Até me dei o luxo de colocar maquiagem. Chegando à Madri usando uma regata preta básica e os meus novos jeans justos, quase me senti bonita.

– Onde está a sua nova bolsa cravejada de diamantes? – zombou Justin ao descermos do avião. -Não gostou?

– Bem...

Ele levou a mão ao coração, como se houvesse sido apunhalado.

– Você não gostou!

– Não se preocupe. Eu a usarei. Estava mesmo precisando de uma nova sacola de fraldas.

Ele riu baixinho, antes de me olhar nos olhos, e dizer:

– Terei que me esforçar mais para encontrar outro presente que a agrade.

Estremecendo, desviei o meu olhar para fora da janela.

Ele não está tentando me seduzir, insisti para mim mesma. Está apenas tentando me levar a um casamento desprovido de amor. Não caia na dele, não mesmo...

 Madri era linda, uma cidade formal e elegante com a sua arquitetura do século XIX. Todas as nuvens acinzentadas de Londres e San Miguel pareciam estar a um milhão de quilômetros de distância. Aqui, o céu de agosto era azul, e o sol espanhol, quente.

 O motorista de Justin nos levou até a sua cobertura perto do Museu do Prado, os seguranças e a bagagem vindo no carro logo atrás. Chegamos ao apartamento que ocupava todo o último andar, e fomos recebidos na porta por uma mulher de meia-idade que parecia jovem demais para ser a avó dele. Justin rapidamente a apresentou como sendo a governanta que cuidava da cobertura, a Sra. Gutierrez.

 Justin me mostrou o enorme apartamento, com suas enormes janelas oferecendo uma linda vista da cidade.

– O que achou?

– É lindo, mas tão frio. Mal dá para se dizer que alguém mora aqui. Não deve passar muito tempo aqui.

– Mais sinceridade objetiva.

– Eu fui rude?

– Eu aguento. – Ele passou a mão pelos cabelos loiros, e, com um suspiro, prosseguiu: – A sede da minha empresa fica aqui. Estou em Madri o tempo todo.

– Ah – exclamei, passando os olhos por todos os cantos pontiagudos dos móveis, todo aquele vidro e cromado. – Bem, é muito... hã... masculino. 

Ele ergueu uma das sobrancelhas escuras.

 – Talvez precise de um toque feminino. - disse Justin, abrindo um breve sorriso.

Pensei se ele não estaria falando de mais do que apenas o apartamento. Senti-me enrubescer e pigarreei.

– Fico surpresa que sua avó não esteja aqui. Ela parecia tão ansiosa para conhecer o bisneto.

– Você a conhecerá amanhã. Tenho um evento em Madri hoje à noite, e Abuela não gosta de deixar as suas rosas, nem todas as pessoas que contam com ela no castelo.

– O castelo?

– Sevilla. Onde os duques de Alcázar moram há quase quatrocentos anos.

– Frio e com corrente de ar -suspirei.

– Exactamente. – Ele me olhou de esguelha, aparentemente para disfarçar um sorriso. – Mal posso
esperar para que você conheça.

– É – resmunguei. – Quantos quartos?

– Perdi a conta.

Não soube dizer se ele estava brincando. Mas, pelo menos, uma construção tão vasta colocaria mais
distância entre nós. Até mesmo nesta cobertura, cada olhar, cada palavra, me deixava mais atraída. Era perigoso.

 Assim que a avó dele conhecesse o bebê, eu estaria fora deste país e longe de Justin. Chegaríamos a algum acordo sobre à guarda. De preferência um que envolvesse Miguel morando comigo no México.

 Embora tenha que reconhecer que será uma pena separar o meu filho de um pai que o ama, só porque eu tinha medo de me magoar...

Coloquei tais pensamentos de lado.

– Estava falando sobre algum evento hoje à noite?

– Um baile oferecido pela minha empresa. Começa em... – ele olhou para o relógio de platina e calmamente disse: – ...vinte minutos.

Graças a Deus! Eu não teria que passar a noite com ele, desesperadamente tentando não me sentir tentada! Com verdadeiro alívio, eu disse:

– Vá e divirta-se. Ficarei bem. Colocarei Miguel para dormir e, talvez, lerei um livro até...

Ele sacudiu a cabeça.

– Deixá-la a sós com o nosso filho, lhe dando a oportunidade de fugir novamente? Não.

– Por que acha que eu fugiria?

– Por que eu acharia o contrário?

– Poderia colocar os seus seguranças na porta.

– Você os encantaria e fugiria.

Ele me achava encantadora?

– Poderia decidir confiar em mim.

– Eu confiarei em você. Assim que se casar comigo.

– Não vai acontecer, e acredite quando digo que ainda vai me agradecer por isso.

– Muito bem. – Ele suspirou, sentando-se no sofá. – Vamos ver se há algum filme bom hoje? Quem sabe pedir comida?

Fitei-o boquiaberta.

– Não pode perder a sua própria festa.

Ele deu de ombros.

– É mesmo uma pena. Mas não tem problema.

– Enlouqueceu? É o anfitrião! Se não aparecer, pode afetar o valor das suas ações na bolsa.

Ele deu de ombros.

– De qualquer jeito, não tenho companhia para hoje.

– Espera mesmo que eu acredite que não tem companhia... você?

– Tem que admitir que a culpa é meio sua.

– Minha?

– Eu tinha companhia para a noite. – Olhando para mim do sofá, ele acariciou pensativamente o queixo. – Uma linda modelo sueca, para falar a verdade. Mas, quando liguei para explicar que acabei de chegar do México, onde busquei minha ex com o filho que descobri que tinha, e que não pude ir buscá-la de jatinho em Estocolmo porque passei o dia comprando presentes para você, por algum motivo Elsa não se interessou em pegar um voo comercial para Madri para ser a minha acompanhante.

Engolindo uma risada, tentei parecer furiosa.

– Que pena para você. Mas, no fundo, não é problema meu.

Ele assentiu.

– Está com medo.

– Medo de quê?

– De passar um tempo comigo. Tem medo de que o desejo a leve a concordar com qualquer coisa e de acordar amanhã na minha cama, com uma aliança no dedo.

Na cama dele? Minha boca ficou seca.

– Está tudo bem. Eu entendo. Não confia em si mesma porque me quer tanto.

Era verdade.

– Não é verdade!

Ele ergueu as sobrancelhas. 

– Então aceita ser a minha acompanhante?

Pensei nas pessoas que encontraria na festa. Ricas, lindas e cruéis. Como Joanne.

– Não, obrigada!

– Por quê?

– O bebê acordará à meia-noite para mamar...

– Estará de volta antes da meia- noite.

– Não há ninguém para ficar de babá.

– A Sra. Gutierrez criou quatro filhos. Ela é experiente e de confiança, e concordou em ficar.

– Pensou mesmo em tudo -resmunguei.

– Então diga sim.

– Não combino com os seus amigos, está bem?

– Sempre tão medrosa. De mim. Deles. Da sua própria sombra.

Ele evidentemente estava me provocando, mas não pude deixar de ficar irritada.

– Mesmo se eu quisesse ir com você, é tarde demais. Sua festa começa em vinte minutos, e não tenho nada para usar.

Justin sorriu.

– Já lhe mostrei a nossa suíte?

Sacudi a cabeça.

– É sua, ou minha. Não nossa. 

– Foi o que eu quis dizer -respondeu ele inocentemente.

Descendo o corredor, abriu uma porta.

 O quarto era enorme, com uma impressionante vista de Madri, mas com poucos móveis. Apenas uma enorme cama de casal e um berço.

 Mas, ao prestar atenção na cama, avistei um lindo vestido. Eu o ergui com uma das mãos, voltando a soltá-lo assim que vi a etiqueta. Oscar de La Renta.

– Comprou isto ontem. Sempre teve a intenção de me levar como sua acompanhante – acusei.

Com um sorriso, ele ergueu a mão em um gesto zombeteiro de rendição.

– Eu admito. – Abaixando as mãos, o seu olhar se tornou intenso, sensual. – Sempre consigo o que quero. E nunca desisto. A dificuldade apenas aumenta o meu interesse.

Por um longo instante, ficamos fitando um ao outro no quarto de dormir. Em seguida, virei a cabeça, tentando disfarçar como o meu corpo estava todo tremendo.

– Tudo bem. Você venceu. Como significa tanto para você, eu o acompanharei hoje à noite. Eu só farei isso por causa de Miguel, para que seus amigos não pensem que ele foi fruto de um romance barato de uma noite. Mas é só.

Já deveria saber que um romance barato de uma noite é a última coisa que você foi para mim.

Fiquei arrepiada até a alma.

Endireitando-me, passei o bebê para ele.

– Vou me arrumar o mais rápido que puder. 


Notas Finais


Somos quase 400, muitíssimo obrigada, fico tão feliz em ler os comentários e saber que vocês estão gostando.

Me digam o que acharam desse capítulo.

A fic tem um grupo no WhatsApp junto com as minhas outras histórias, irei deixar o link para quem quiser participar, só digam o nome quando entrarem.

https://chat.whatsapp.com/LaObU8J834WItJXlU0MmPN

XOXO


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